renato santos
14/10/2015
O que a Dilma falou, que todos os brasileiros não tem moral para atacar a honra dela ?, Pra começar, sou brasileiro, nasci aqui, não vim de outro País, e nem fui guerrilheiro, nunca pertencia as entidades politica que hoje se venderam, receberam dinheiro, NÃO SOU EDUARDO CUNHA, LÍDER DE IGREJA TRAIDORAS, NEM SOU RENAN, NEM MESMO OS TRÊS GENERAIS QUE BATERAM CONTINÊNCIA PARA OS COMUNISTAS DIZENDO SER AMIGOS DE ALDO RABELLO, NÃO SOU DO MST QUE S E PROSTITUI POR BOLSA FAMÍLIA, NÃO SOU TRAIDOR , NÃO ME VENDI PARA O FORO DE SÃO PAULO, NEM MESMO PROSTITUI PARA CHEGAR AO PODER, NÃO SOU LÍDER DE POLÍTICOS NO CONGRESSO, SENADO, CÂMARA DOS DEPUTADOS A QUAL LEVOU O SEU PARTIDO A SE CORROMPER, NÃO FAÇO PARTE DOS CANALHAS COVARDES DO STF, E NEM TÃO POUCO DO PT, PSDB, PMDB, PDT, E TANTOS OUTROS, QUE ENGANARAM ATÉ MESMO GRUPOS QUE VINHAM TRABALHANDO PELA INTERVENÇÃO MILITAR, IMPCHT, ENTRE OUTROS, SOU APENAS UM BRASILEIRO, QUE PAGO OS IMPOSTOS, SONHO COM UM PAÍS MAIS JUSTO, SEM COMUNISMO E NEM SOCIALISMO , COM A VERDADE E A JUSTIÇA, NÃO FOI EU QUE ENGANEI MILHÕES DE BRASILEIROS PELO VOTO, NE MESMO COM BOLSA FAMÍLIA, E OS CHAMADOS PROGRAMAS SOCIAIS, JAMAIS DESFALQUEI ALGUÉM, SEMPRE RESPEITEI A MINHA BANDEIRA, O MEU PAÍS, AS MINHAS FORÇAS ARMADAS, A MINHA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, AS PRORROGATIVAS, A JUSTIÇA, OS ORDENAMENTOS JURÍDICOS, JAMAIS LESEI A MINHA PÁTRIA EM NADA, SEMPRE DEI OS DÍZIMOS COMO MANDA A PALAVRA DE DEUS, SEMPRE FUI OBEDIENTE AOS MEUS PAÍS ( IN MEMÓRIA), NUNCA TRAIR NINGUÉM, MAS, JÁ FUI TRAÍDO, NEM ME DEIXEI ME CORROMPER, NUNCA FIZ NEGOCIATAS POR DEBAIXO DO PANO, NUNCA ROUBEI, NEM MESMO UM CENTAVO, SEMPRE TRABALHEI COM MINHAS POSSIBILIDADES REDUZIDAS E NÃO GANHEI NADA EM TROCA, EXIJO RESPEITO A MINHA PESSOA, TENHO MORAL SIM, TENHO HONRA, TENHO DIGNIDADE E QUERO RESPEITO A MINHA PESSOA. ASS. RENATO SANTOS
A presidente Dilma Rousseff aproveitou a abertura de um evento da Central Única dos Trabalhadores (CUT) para fazer a defesa mais enfática de seu mandato. Para a plateia de 2,5 mil pessoas, formada por integrantes da organização sindical e de movimentos sociais, Dilma afirmou que as articulações políticas para realizar o impeachment são um "golpismo escancarado" e que crise política do Brasil se expressa na tentativa da oposição de fazer o "terceiro turno".
"Querem criar uma onda que leve de qualquer jeito ao encurtamento do meu mandato, sem fato jurídico. E isso tem nome", disse a presidente, sendo complementada pela plateia, que gritou: "golpe". A presidente se referiu aos seus opositores como "moralistas sem moral" e perguntou: "quem tem moral suficiente, reputação ilibada e biografia limpa para atacar a minha honra?". Após aplausos e gritos de apoio da plateia, emendou: "lutarei para defender o mandato que me foi dado pelo voto popular".
Ainda sobre seus opositores, Dilma afirmou que eles votam contra medidas que "eles próprios aprovaram no passado". "Votam contra o que fizeram quando estavam no poder. Todos os dias espalham o ódio e a intolerância nas redes sociais e na mídia", disse. "Tenho consciência que esse processo não é apenas contra mim, é contra o projeto que fez o País superar a miséria e elevar milhões de pessoas para a classe média", afirmou, emocionando-se ao pedir o apoio da CUT.
Pedaladas
Dilma disse ainda que as "pedaladas fiscais" são atos administrativos que foram usados por todos os governos antes do dela. "Quero deixar claro que nós não tivemos nenhum interesse a não ser realizar nossas políticas sociais e de investimento. Hoje, questiona-se os repasses da Caixa para o Minha Casa Minha Vida e para o Bolsa Família, ou seja, para os programas sociais", disse. Dilma declarou também que não existe nenhuma acusação de crime contra ela e que lutará para não deixar prosperar nenhuma articulação política contra seu mandato.
"Tenho a favor a legitimidade das urnas, que me protege e que tenho o dever de proteger. É hora de unir forças, de arregaçar mangas e combater o pessimismo, a intriga política", disse a presidente, afirmando em seguida que nenhum trabalhador baixará guarda. "É preciso defender a legalidade com toda energia".
O discurso de Dilma foi feito em evento da Central Única dos Trabalhadores (CUT), em São Paulo, para uma plateia de 2,5 mil pessoas. Estão presentes o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro do Trabalho, Miguel Rossetto, o ex-presidente uruguaio José Mujica, e várias lideranças sindicais e de movimentos sociais.