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domingo, 20 de agosto de 2017

A Policia esta a Procura do Atirador <<>> Em Maringá Perde a Razão e Atira seis vezes contra o Açougue Motivo Se Irritou com a Demora





RENATO SANTOS  20/08/2017  A  Ignorância  faz as pessoas  cometer  crime  contra  a todos e tudo, o caso ocorreu  nesse  domingo  em  Maringá Estado  do Paraná  um homem se irritou  por  causa da  demora do atendimento e  atirou seis  vezes  no estabelecimento comercial.



Um homem atirou contra um açougue, localizado na avenida Brasil, em Maringá, na manhã deste domingo (20). O autor do crime, cliente da casa de carnes, teria feito o pedido, mas, com a demora do atendimento, ele teria ficado nervoso e começado a falar palavrões. 
Um dos proprietários pediu para que o cliente se retirasse do açougue. E, depois de sair, o rapaz teria entrado em sua caminhonete, pegado a arma de fogo e atirado contra o comércio. Os disparos atingiram braço e tórax de dois clientes. 
O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas uma das vítimas não resistiu e morreu no local. A outra foi encaminhada ao hospital. 
O autor do crime ainda não foi localizado pela Polícia. 

CRISIS HUMANITARIA! Urgen a Trump a aprobar una medida para favorecer a venezolanos en EE UU





RENATO SANTOS 20/08/2017  Líderes venezolanos y centroamericanos en Miami urgieron el pasado jueves al presidente de EE UU, Donald Trump, a autorizar el Estatus de Protección Temporal (TPS) para los inmigrantes venezolanos ante la “crisis humanitaria” que enfrentarían si regresan a su país. El Nacional


Carmen Giménez, presidenta de USA Refugees & Immigrants, instó al presidente Trump a aprobar con urgencia este alivio migratorio para la comunidad venezolana durante una conferencia de prensa en Doral, una de las ciudades de Estados Unidos con mayor población venezolana.
Acompañada de líderes centroamericanos que han luchado por el TPS para sus países y de representantes de la Alcaldía de Doral, Giménez aseguró que los venezolanos “no están a salvo” si regresan a Venezuela.
Precisó que estos ciudadanos clasifican para esta ley promulgada en 1992 debido al “conflicto en marcha” y la crisis de salud y humanitaria que enfrenta Venezuela.
“Para mí, sin duda el TPS para Venezuela está por llegar”, aseguró Giménez a Efe.
Según la activista, cuentan también con el apoyo del secretario general de la Organización de Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, que según dijo, va a solicitar el TPS por segunda vez ante la Casa Blanca.
Giménez explicó que la decisión depende exclusivamente del presidente Trump y que él ya está enterado de la situación a través de funcionarios de los departamentos de Estado y Seguridad Nacional que se han reunido con líderes venezolanos que le han expresado la urgencia de la medida.
En ese sentido, Francisco Portillo, presidente de la Organización Hondureña Integrada Francisco Morazán, hizo un llamado a la comunidad venezolana a manifestarte frente a la Casa Blanca para presionar por la medida e incluso mencionó las huelgas de hambre que hicieron para pelear por el TPS para los centroamericanos durante el Gobierno de Bill Clinton (1993-2001).
“Hay que ir a empujar”, dijo Portillo y precisó que aunque el TPS depende exclusivamente del presidente Trump, los congresistas pueden influir en su aprobación.
Por otro lado, Giménez además hizo un llamado a Trump a aumentar significativamente los cupos anuales, que se prevén serán de entre 40.000 y 50.000, si es aprobada la medida.
Lamentó también que ha aumentado la cantidad de solicitudes de asilo que están siendo rechazadas por las autoridades de Inmigración debido a fallas en el trámite, no necesariamente porque los venezolanos no puedan demostrar el “miedo creíble”.
“Si este gobierno es cristiano, tiene que hacer algo ya”, expresó por su parte el pastor Rubén Giménez, presidente del centro comunitario AFE, que socorre a los inmigrantes en Doral.
Se lamentó que cada vez son más los venezolanos que acuden por ayuda a su organización, muchos de ellos “profesionales, médicos, arquitectos debido a la crisis humanitaria” en su país.
Rafael Pyñeiro, secretario principal de la Alcaldía de Doral, hizo un llamado a los venezolanos a movilizarse y aprovechar el poder electoral que se prevé tendrá en “pocos años” esta comunidad, y que quedó demostrado con la participación de “130.000 votantes en el plebiscito del pasado 16 de julio” en el condado de Miami-Dade.
El TPS es un alivio que les permite a los venezolanos “tener una vida tranquila” y que muy posiblemente se irá renovando, pues considera que en Venezuela no cesarán pronto las actuales condiciones, señaló Giménez a Efe.

Policia Federal faz Apreensão de Armamentos Pesados em Porto de Santos





RENATO SANTOS 20/08/2017  Por  que  a  Imprensa assim chamada  não deu destaque na Operação  da Policia Federal realizada  no  dia 18  de  agosto em Porto de  Santos  pela  quantidade  de armas de grosso calibre apreendidos e sim a drogas e  quatro  bandidos mortos.



Na  verdade a operação  deflagou  armamentos  no cargueiro que  atracou  no  porto de santos  por  volta das  4  horas da madrugada, por volta das 5h, quatro suspeitos foram avistados em uma lancha navegando na região da Ponta da Praia em direção ao Porto. 

Eles foram monitorados até que se aproximaram do navio-tanque Mozu Arrow, atracado em um terminal da Margem Direita, na região do bairro Macuco, próximo ao cais da Marinha do Brasil.

A Polícia Federal apreendeu na última madrugada (18) grande quantidade de cocaína em navio atracado no Porto de Santos. 
A após o levantamento de informações, policiais federais identificaram pequena embarcação com quatro pessoas a bordo se aproximar de navio atracado em terminal. Os suspeitos foram flagrados transferindo mochilas contendo a droga do barco menor para o cargueiro.
Diante da abordagem policial, os suspeitos fugiram e houve troca de tiros, resultando na morte dos quatro.
Na lancha usada na fuga, policias ainda encontram mais mochilas com drogas e armamentos pesados, destaque para dois fuzis e farta munição. Alguns dos bandidos mortos trajavam coletes balísticos.
O Corpo de Bombeiros foi acionado para ajudar nas buscas por outros armamentos e drogas, que possivelmente foram jogados no canal do porto durante a fuga. Equipe da Receita Federal também participou da vigilância em lancha blindada.

Bolsa Atleta Havana Poderá Render Dor de Cabeça ao Deputado Federal Orlando Silva





RENATO SANTOS 20/08/2017  Não basta a corrupção no Brasil, que  fizeram  na  politica da cletocracia,  agora envolve  CUBA, numa especialidade que  lavaria  tempo para ser investigada os  esportes.



A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (18/8) a Operação Havana, com o objetivo de investigar uma quadrilha que inseriu dados de atletas fantasmas nos sistemas do Ministério do Esporte para desviar recursos do bolsa atleta.
Os policiais federais cumprem seis mandados de busca e apreensão e seis mandados de condução coercitiva, determinados pela 10ª Vara da Justiça Federal no DF.

No período de um ano, a quadrilha conseguiu criar 25 atletas fantasmas, inclusive de alto rendimento e nível olímpico. 
As fraudes teriam ocorrido no ano de 2012 , na época  que  Orlando  Silva era  Ministro dos Esportes, de acordo com as informações encaminhadas pelo Ministério do Esporte, podem ter chegado a R$ 810 mil ou mais de R$ 1 milhão em valores atualizados

O nome da operação se deve ao fato de que o líder e alguns membros da associação criminosa são brasileiros nascidos em Cuba.
As  suspeita  sobre cai no  Deputado  Federal que  na época  era  ministro  dos  esportes, ele poderá  ser  investigado.

RECORDANDO  SOBRE  AS DENUNCIAS:
 Entre o final de 2007 e o início de 2008, Orlando Silva figurou em meio às denúncias de gastos supostamente irregulares nos cartões de crédito corporativos distribuídos pelo governo federal a alguns servidores para custear despesas extraordinárias. 
A imprensa divulgou que o ministro efetuou alguns pagamentos em restaurantes em dias que, segundo a agenda divulgada pelo ministério na internet, não haveria compromissos oficiais. 
O EX- ministro, porém, foi a público esclarecer que a equipe interna identificou o erro muito antes da denúncia. Para não haver qualquer equívoco, Orlando pediu uma auditoria para avaliar o ocorrido e obter transparência no resultado.
O ministério, inclusive, justificou à altura alegando que havia "problemas de atualização" na divulgação da agenda. O gasto mais polêmico foi com a compra de uma tapioca por R$ 8,30, alegadamente devido a um engano na utilização dos cartões (o ministro teria um cartão de crédito pessoal semelhante ao cartão corporativo, e os teria confundido na hora do pagamento). O relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito que investigou o assunto isentou o ministro de culpa.
No decorrer do escândalo, Orlando Silva devolveu todo o dinheiro gasto no cartão do qual era portador, no total de R$ 30.870,38. Foram devolvidos os gastos realizados conforme a legislação. Orlando afirmou que essa atitude não passava de um gesto político, que refletia a indignação frente as acusações.
Após 12 dias sem provas para as acusações, em 26 de outubro, Orlando se demitiu para, segundo ele, poder se defender melhor das denúncias e evitar que seu partido seja usado contra o governo. Em 27 de outubro de 2011, Orlando Silva foi substituído no Ministério do Esporte por Aldo Rebelo.
O ex-ministro Orlando Silva também foi apontado como beneficiário de um suposto esquema de desvio de dinheiro público por meio de convênios de sua pasta com ONGs, pelo policial militar João Dias Ferreira , investigado como integrante do grupo. 
Houve ainda a acusação do ex-ministro ter estado à frente de um programa governamental, o Segundo Tempo -- sob o controle do PCdoB -- e que seria destinado a promover a inclusão social mas que, na realidade, teria se transformado em instrumento político-eleitoral, e através do qual, teria firmado contratos, sem licitação, que somaram cerca de R$ 30 milhões, com ONGs ligadas ao partido.
No dia 12 de junho de 2012 foi inocentado pela Comissão de Ética da Presidência da República por falta de provas.

HEZBOLLAH & PCC <<>> A União que Coloca o Brasil na Linha do Terrorismo <<>> A Visita do Xiita Deixou o Exercito Brasileiro Em Alerta <<>> Em Entrevista O General do Exercito Theophilo Gaspar de Oliveira " As Facções Ampliaram o Poder Para Além da Fronteiras " É Controlar as Fronteiras Brasileiras é o Alerta do General <<>> Estamos Virando VENEZUELA ALERTA O BLOG GAZETA CENTRAL






RENATO SANTOS 20/08/2017    Todos  nós  já percebemos  que  houve  aumento da  violência no Brasil  mas,  também, já percebemos  que  os  " ataques" são  de  terrorismo.



Assistindo  o  programa '  BRASIL URGENTE de sábado 19/08/2017,  vi  a expressão de  horror e  medo do apresentador,  ele  mesmo  disse  " - Dá  medo de fazer programa (  reportagem)  falando  disso. A que  ponto  chegamos.

E  que  os  nobres deputados  não estão  nem  aí  para a população com as Leis Penais  são  brandas e  seus envolvimentos com quadrilhas da  corrupção, e  o que falar  então da atuação  do STF, que  libera  os criminosos  que  são apadrinhados  por  eles  como  é o caso  do Bruno ( goleiro) e  seu  " padrinho  "  Marco Aurélio, do  " rei do transporte"  e  o seu  Gilmar Mendes, de  uma  Legislação  da  favor  de  bandidos e agora  da união  do HEZBOLLA e  as facções criminosas  brasileiras, graças ao  Aluísio Nunes, Dilma  e Lula .

Esse  é  a  realidade  do País, o terror  que  esta  na mesma  linha da Espanha, França, Inglaterra e  até  a VENEZUELA, só  o que  vemos  no Brasil  são terroristas  criminais  usando  brasileiros  contra brasileiros.

Estamos  pior  que  a VENEZUELA,  veja  o Rio de Janeiro, onde  já  chegamos a 97  numero de  execução de policiais militares, São  Paulo  auto  índice de latrocínio, Rio  Grande do  Sul, e outras  regiões  desse País, mas,  a inércia da  população que  ainda não " acordou" a  não ser as  vítimas e  seus  familiares que passaram  por  essas  dores e ranger dos  dentes, a maior  prova  disso  é  o que são publicados  nas redes sociais,  são  poucos  que relatam  os  acontecimentos, e  ainda  vão atras  de  pessoas desinformadas e compartilham mentiras e enganações  enquanto  o Brasil  mergulha de cabeça ao  terrorismo.

Somos  egoístas enquanto  não acontecer  com  a nossa família ,  somos  acomodados  esperando  por  um "salvador",  isso  não irá ter , não  reagimos  pra nada,  uma verdadeira esculhambação em todas  as esferas,  incluindo  um Exercito Brasileiro fraco  sem dinheiro e nem moral.

O  que  temos,  um exercito de mercenário  treinado pelo HEZBOLLAH, a prova  o  Xiita  que  veio  para o Brasil, pra  verificar  como andam seus " comandantes", estão se armando até  aos dentes, e criando  novas  células .

Que o Primeiro Comando da Capital, o temido PCC, ampliou os negócios para além das prisões paulistas já se tem notícia há pelo menos 10 anos. Que a facção criminosa cooptou integrantes das forças militares do Paraguai, uma reportagem do Correio, publicada há um mês, também já contou. O que não se sabia até agora era que os bandidos brasileiros trabalham numa espécie de parceria comercial com o Hezbollah, a organização paramilitar libanesa, com sede em Beirute, a mais de 10.000km do Brasil. A partir de relatórios inéditos e entrevistas com integrantes de forças de segurança nacionais e estrangeiras, a relação entre os dois grupos é estabelecida para além de simples suposições, expondo o tráfico de drogas e armas, o contrabando — de produtos eletrônicos, cigarros, roupas e combustível — e a sonegação de impostos. Tudo negociado e movimentado a partir das fronteiras.
 
De acordo com um relatório apresentado pela Fundação de Defesa da Democracia (FDD) — organização não governamental norte-americana que atua no combate a grupos terroristas —, o PCC, maior facção do crime organizado brasileiro, se aliou ao Hezbollah para elevar o poder financeiro. De acordo com o documento, o PCC está comprando drogas em países sul-americanos, como Paraguai e Colômbia, e repassando ao grupo que atua no Líbano. Segundo a FDD, as drogas são adquiridas por um baixo preço nas nações que fazem fronteira com o Brasil e vendidas por valor mais elevado ao Hezbollah. Além disso, a atuação central do PCC seria no contrabando de cigarros.
 
Os criminosos se aproveitam da imensa faixa de fronteira do Brasil com 10 países da América do Sul para entrar com produtos ilegais. São mais de 15 mil quilômetros em que graves problemas de vigilância permitem o comércio milionário do crime organizado. O cientista político Guaracy Mingardi, que atuou na Secretaria Nacional de Segurança Pública, investiga o PCC há mais de 20 anos. Ele conta que hoje a facção brasileira ganhou ramificações internacionais. “O PCC já é um grupo criminoso internacional. Ele tem escritório no Paraguai  para o transporte de drogas e armas, e na Bolívia, onde os entorpecentes são comprados. Tem algumas ligações no Peru, na Colômbia. Muitas vezes, eles podem fazer esse transporte de mercadoria para a Europa e para o Oriente Médio. Já sabemos que ocorre há algum tempo”, destaca.
 
Na Bolívia, um quilo de cocaína custa cerca de R$ 10 mil. Já no Brasil, a mesma quantidade chega a valer mais de R$ 20 mil, sendo que muitas vezes é misturada com outros produtos para render mais e pode resultar num lucro de R$ 180 mil. Os representantes do Hezbollah compram a droga pelo preço vendido em território brasileiro, o que propicia um ambiente financeiramente favorável para a expansão do PCC. Por meio de pontos vulneráveis, o entorpecente entra no Brasil via terra, ar e rios.

Rota de escoamento

O ponto mais crítico é na região de Mato Grosso do Sul que faz fronteira com o Paraguai. O país vizinho é usado como rota de escoamento da droga e de produtos ilegais, que vão parar nas grandes cidades brasileiras. Uma vez aqui dentro, a droga é enviada para o comércio nas cracolândias, em bocas de fumo de todos os estados, em presídios e nas periferias. No entanto, parte dos entorpecentes trazidos pelo PCC já tem destino certo: segue para o Oriente Médio, comprada pelo Hezbollah. Essas atividades rendem à facção brasileira um orçamento anual de R$ 20 milhões. O dinheiro financia a compra de armas e o recrutamento de criminosos que atuam dentro e fora das prisões para manter o poder paralelo da organização.
 
No ano passado, o narcotraficante Jorge Rafaat Toumani, 56 anos, foi assassinado a tiros de metralhadora .50, equipamento usado em guerras. Conhecido como o “Rei do Tráfico”, ele tinha imposto um pedágio para o transporte da droga entre os dois países. De acordo com a Polícia Civil do Mato Grosso do Sul, entre 30 e 40 veículos do PCC foram usados no ataque que matou Raffat. Na hora do crime, ele estava acompanhado por 30 seguranças e usava uma caminhonete blindada.
 
Os prejuízos com o contrabando não se limitam ao financiamento das organizações no Brasil e no exterior. Esse tipo de atividade ilegal causa dano bilionário. O Fórum Nacional contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP) aponta que somente o contrabando de cigarros provoca um impacto negativo de R$ 8,8 bilhões na economia brasileira. Em 2016, o levantamento da instituição mostrou que a pirataria e a sonegação de impostos, resultantes da entrada de produtos ilegais em território nacional, geraram um prejuízo de R$ 130 bilhões nos setores público e privado.

Mas  isso não  é  de agora sim  dos  tempos que colocamos  no  poder  uma  Organização Criminosa disfarçada  de partido  Político  explico:



Fonte : Correio  Brasiliense
A relação simbiótica entre facções brasileiras e de países da América Latina é antiga, mas, como se vê, está se ampliando para grupos de países árabes. Em entrevista ao Correio na quinta-feira, o general do Exército Theophilo Gaspar de Oliveira — militar experiente em assuntos relacionados ao combate ao tráfico de armas — citou casos de envolvimento de traficantes brasileiros, como Fernandinho Beira-Mar, que circulou pelo Paraguai antes de ser preso, em 2001, na Colômbia. “As facções ampliaram o poder para além das fronteiras”, diz o general, chefe do Comando Logístico do Exército, em Brasília. Uma das recomendações do militar é controlar com mais eficiência os armamentos produzidos no Brasil, estabelecendo sanções e restrições para países que revendem os produtos nacionais.
 
No ano passado, por exemplo, o Ministério Público do Rio Grande do Sul denunciou a fabricante brasileira de armamento Taurus por exportar ilegalmente um lote com oito mil armas para o iemenita Fares Mohammed Mana’a, que, de acordo com as Nações Unidas, é um dos maiores traficantes de armas do mundo. Na denúncia, os procuradores afirmam que as peças foram vendidas por R$ 2 milhões por dois executivos da companhia. As pistolas e revólveres comercializados sem autorização dos órgãos reguladores foram parar no Iêmen, sendo usados na guerra civil que assola o país.
 
A Taurus é a maior exportadora de armamento da América Latina. De acordo com o MP, estava preparada para enviar um segundo lote, de 11 mil armas. Em nota, a Procuradoria da República do Rio Grande do Sul informa que o processo continua em andamento na Justiça do estado, já que a sede da empresa é em Porto Alegre. No entanto, por conta do envolvimento com organizações internacionais, o caso está sob segredo de Justiça.
 
Já a Taurus alega que todas as armas vendidas pela empresa são documentadas e seguem os protocolos exigidos pela legislação brasileira que regulam a comercialização. Em relação ao episódio do Iêmen, a empresa afirma que a conduta apurada pela Justiça se refere à ação isolada de dois ex-funcionários. Os lotes investigados teriam sido vendidos ao governo do Djibouti, nação do nordeste da África, e a Taurus afirma que “não teve na época motivos para desconfiar dos compradores”.
 
O general Theophilo destaca que o Brasil deveria seguir o modelo europeu e aplicar regras mais rígidas no controle do comércio dos artefatos. “Os países europeus estabelecem restrições quando uma arma deles é contrabandeada ou vendida. Por que não temos as mesmas regras para as nossas?”, questiona.
 
Um dos casos mais rumorosos ocorreu ao longo de um processo de compra de metralhadoras HK, da Alemanha, para forças de segurança do Brasil durante os Jogos Olímpicos de 2016. Supostamente, algumas armas desse lote específico teriam ido parar nas mãos de integrantes do Cartel de Sinaloa, no México. Como o contrato envolvia um “suporte logístico” para reposição de peças, o Brasil ficou impossibilitado de importar produtos para as próprias armas, por imposição do país fabricante.
 
Atualmente, está prevista a atualização do regulamento para fiscalização de produtos controlados, o R-105, como é conhecido entre os militares. No texto, há um artigo que estabelece restrições de comércio para países que revendam armas brasileiras ou não consigam controlar o tráfico dos produtos. A minuta do novo regulamento circula, num bate e volta infindável, entre os gabinetes dos ministérios da Defesa e da Casa Civil há mais de um ano, sem data ainda para se transformar em regra. (LC e RS)