RENATO SANTOS 07/05/2020 Pra que serve mesmo a CNN? O fato da secretária do governo Regina Duarte ter expressado a sua opinião foi no sentido de se defender de uma gravação da atriz Maetê Proença feita alguns dias.
A secretária de Cultura do governo Bolsonaro, Regina Duarte, se irritou com a CNN Brasil durante uma entrevista exclusiva para a emissora, na noite desta quinta-feira (7).
De acordo com a própria atriz, ela foi confrontada, de surpresa, com um vídeo de Maitê Proença, em que a atriz faz duras críticas à gestão de Regina.
A edição do programa também questionou o 'silêncio do governo' diante das recentes mortes de artistas, alguns por Covid-19.
Sem esperar o ocorrido, a atriz ficou muito irritada e acusou o entrevistador, Daniel de Adjuto, de não ter informado aquela situação com ela, pois os âncoras do estúdio entraram no meio da conversa sem ao menos avisar a secretária.
“Está desenterrando a mensagem da Maitê para que? O que vocês ganham com isso? Eu não quero ouvir. Ela [Maitê] tem meu telefone, ela fala comigo. Eu tinha tanta coisa bacana para falar e vocês estão desenterrando mortos. Vocês estão carregando um cemitério nas costas, devem estar cansados. Fiquem leves”, disse a secretária.
Por causa do imprevisto, a situação ficou muito turbulenta, gerando uma falha técnica no momento da entrevista. Com isso, Regina pensou que o vídeo exibido pela CNN da Maitê era antigo, em que a também atriz fez críticas à ela.
Ciente de que o vídeo era recente, Regina não baixou o tom e continuou contratando a emissora e os jornalistas da CNN Brasil.
“Não foi combinado nada disso. Eu achei que era uma entrevista com você, Daniel. Começa a entrar pessoas, a desenterrar corpos. Gente, pelo amor de Deus!”, disparou a atriz, sendo encerrada pela equipe da emissora.
O mais lamentável é a participação do Gotinho ex- apresentador da Record TV, que também deixou a sua ética de jornalista de lado e não fez a sua apresentação como deveria ser.
RENATO SANTOS 07/05/2020 A Corrupção é um cancer maldito o governador do Rio de Janeiro saiu de seus caminhos honrados de Juíz e se tornou pior que seus antecessores. Traidor do Bolsonaro a máscara esta começando a cair, quando Deus levanta um presidente, seus inimigos começam a parecer.
Preso nesta quinta (7), na Operação Mercadores do Caos, Aurino Batista de Souza Filho é dono da A2A, pequena empresa de informática com capital de R$ 20 mil, sediada em um apartamento residencial, no centro do Rio.
Foi de lá que partiu a única proposta, prontamente aceita pela Secretaria Estadual de Saúde, para fornecer 300 respiradores pulmonares por R$ 60 milhões, sem licitação.
A empresa recebeu antecipadamente R$ 9,9 milhões pelo serviço, mas nunca entregou nem parte dos materiais.
A ação do MP do Rio e da Polícia Civil que deteve Aurino também prendeu o ex-subsecretário de Saúde, Gabriell Neves, exonerado após denúncias de superfaturamento na pasta, em meio à pandemia da Covid-19. Gabriell é quem assina o processo que contratou a A2A.
Se ainda não vazou para alguns setores da Imprensa, a AGU pede para não entregar o vídeo gravado entre Moro o denunciante e o Presidente Bolsonaro, por que?.
A Advocacia-Geral da União apresentou ao ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, um novo pedido para não entregar o vídeo da reunião ministerial em que o presidente Jair Bolsonaro teria ameaçado demitir Sergio Moro.
Desta vez, a AGU pediu autorização para enviar apenas trechos relativos ao objeto do inquérito (interferência política na PF) — ou seja, do diálogo entre o presidente e o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública.
O ministro deve decidir ainda hoje sobre o pedido.
A defesa de Sergio Moro acaba de pedir a Celso de Mello que mantenha a ordem para que a Presidência entregue ao STF a gravação integral da reunião ministerial em que Jair Bolsonaro teria ameaçado demiti-lo por não aceitar trocas no comando da Polícia Federal.
Em pedido apresentado a Celso de Mello há menos de uma hora, a Advocacia Geral da União pediu que fossem enviados à Corte apenas trechos do diálogo de Bolsonaro com Moro. Ontem, pediu que nada fosse entregue, por conter questões sensíveis de Estado.
Os advogados do ex-ministro argumentaram que não pode ficar a cargo do investigado — Jair Bolsonaro — destacar trechos da reunião que considera importantes.
“Tal expediente não garante a integridade do elemento de prova fornecido, pois não examinado previamente tanto pela autoridades responsáveis como pela própria Defesa do requerente, igualmente interessada na apuração da verdade dos fatos”, diz a petição.
“Eventuais colocações constrangedoras do Exmo. Presidente da República, passíveis de constatação durante esta reunião, sobre estes ou outros assuntos ali tratados, não são motivos aptos a impedir o atendimento da determinação de Vossa Excelência, pois não se revelam “segredo de estado” (como referido pela AGU, que estejam ligados, por exemplo, às Relações Exteriores), estes sim, uma vez detectados no exame a ser realizado por Vossa Excelência sobre os tais registros audiovisuais, passíveis de proteção através de sigilo parcial”, diz outra parte.
Como revelou anteontem O Antagonista, o cartão de memória usado para gravar a reunião foi formatado por Célio Faria Júnior, assessor-chefe de Bolsonaro. Ele disse ontem que a responsabilidade pela gravação é da Secom.
Relator do inquérito, Celso de Mello deve decidir ainda hoje sobre o recurso da AGU contra sua ordem para entregar o vídeo sem edições.
Assessor de Bolsonaro ficou com gravação da polêmica reunião ministerial citada por Moro.
RENATO SANTOS 07/05/2020 Mais importante de tudo é a volta da estabilidade entre as Instituições, para juntos combater o nosso maior inimigo que nos afronta com todas as suas artimanhas.
O presidente Jair Bolsonaro se reuniu, nesta quinta-feira (7), com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, ministros e empresários para debater a situação econômica do país.
Bolsonaro destacou a necessidade de reabrir o comércio para evitar um iminente “colapso econômico”.
Segundo o chefe do executivo, o “remédio não pode ser pior que a doença”.
Ele destacou algumas medidas 'radicais' que foram tomadas por alguns estados e municípios.
Bolsonaro disse que não é dessa forma que o país deve seguir.
“O clamor que os empresários trazem tem um valor simbólico também. Nós devemos nos preocupar com vida sim, mas também com empregos, por que economia é vida.
Em um país onde a economia não anda, a expectativa de vida vai lá para baixo”, afirmou.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, concordou e disse temer que economia a colapse, a exemplo do que ocorre na Venezuela, caso o setor continue parado.
“Nós temos dois, três meses, que podíamos estar protegendo a economia, a renda das pessoas, mas a informação que nós tivemos é que talvez os sinais vitais (da indústria) não consigam ser preservados por muito tempo.
Quando a indústria nos passou esse quadro (início de um colapso), não queremos o risco de virar uma Venezuela”, completou.
RENATO SANTOS 07/05/2020 Uma análise da maior crise econômica que vamos enfrentar daqui pra frente,e não é culpa do atual Governo Bolsonaro e nem do Trump.
Vem em conflito de uma possível guerra econômica entre a China ( terrorista) e os Estados Unidos ( a qual esta fazendo investigações sobre a origem do covid-19 e a sua mutação, vamos enfrentar um duro " golpe" de recessão na nossa econômia brasileira,se preparem.
As notícias oriundas dos EUA sugerem que as autoridades da Casa Branca já consideraram a ideia de cancelar a totalidade ou parte do pagamento da sua dívida de US$ 1,1 trilhão em títulos [Treasuries] do Tesouro Federal dos EUA em mãos da China. Em resposta ao debate sobre essa altamente improvável "opção nuclear" de retaliação dos EUA pelos danos do Covid-19, a China poderia reduzir sua participação em títulos dos EUA à medida que os norte americanos aumentassem seus empréstimos através da emissão de Títulos do Tesouro [Treasuries] para pagar os custos relacionados ao coronavírus
A China pode agir para reduzir sua vasta participação em títulos do Tesouro dos EUA nos próximos meses, em resposta ao ressurgimento das tensões comerciais e à guerra de palavras entre as duas maiores economias do mundo sobre as origens e o tratamento do surto de coronavírus, disseram analistas.
As notícias dos EUA indicam que as autoridades da Casa Branca debateram várias medidas para compensar o custo do surto de coronavírus, incluindo o cancelamento de parte ou da totalidade da dívida de quase US $ 1,1 trilhão que o governo dos Estados Unidos deve à China.
Embora os analistas acrescentassem que é improvável que os EUA adotem a "opção nuclear", o mero fato de que a idéia tenha sido discutida poderia levar Pequim a procurar se isolar do risco, reduzindo suas dívidas do governo dos EUA.
Isso, por sua vez, pode significar problemas para o mercado de títulos do governo dos EUA, no momento em que Washington está aumentando significativamente as novas emissões para pagar por uma série de programas para combater a pandemia e os danos econômicos que está causando.
"É uma idéia tão louca que qualquer pessoa que a criou realmente deve reconsiderar sua aptidão para o escritório", disse Cliff Tan, chefe de pesquisa de mercado global do MUFG Bank no Leste Asiático. "Vemos isso como um truque político para a reeleição de [Donald Trump] e cínico, porque destruiria o financiamento do déficit orçamentário federal dos EUA".
A discussão sobre a conexão financeira da China com o governo dos EUA ocorreu quando o presidente dos EUA, Donald Trump, e outras autoridades americanas aumentaram suas críticas a Pequim sobre o assunto. surto de coronavírus e ameaçou novas tarifas de importação para penalizar a China.
Mas qualquer medida para cancelar a dívida devida à China - efetivamente inadimplente - seria contraproducente para os interesses dos EUA, porque provavelmente destruiria a fé dos investidores na confiabilidade do governo dos EUA para pagar suas contas, alertaram analistas.
Isso elevaria as taxas de juros dos EUA, tornando os empréstimos mais caros para o governo, assim como para empresas e consumidores dos EUA, e, por sua vez, seria um duro golpe na economia já muito fraca dos Estados Unidos e principalmente no Brasil.
O rendimento de dois anos do Tesouro dos EUA continuou a ser negociado perto de níveis recordes baixos nesta semana, sugerindo que os comerciantes e gestores de fundos estão ignorando amplamente o que é amplamente visto como uma idéia absurda de que os EUA poderiam cancelar parte ou toda a dívida da China.
No entanto, as notícias de que a idéia foi discutida pelas principais autoridades americanas devem suscitar preocupações entre os líderes chineses sobre os riscos crescentes de manter uma grande quantidade de dívida do governo dos EUA em um momento em que as relações parecem estar se deteriorando rapidamente, disseram analistas.
Iris Pang, economista-chefe da Grande China no ING Bank, disse que, a menos que não tenha escolha, a China desejaria evitar o descarregamento rápido de sua dívida do governo dos EUA sem antes considerar outras medidas punitivas contra os EUA.
Na última década, não houve falta de pedidos na China para que o governo despeje suas vastas participações no Tesouro dos EUA.
Nos próximos meses, [a China poderá] interromper suas compras no Tesouro para enviar um sinal claro de suas intenções
Iris Pang
China poderia provocar um acidente noDólar americanoe mercados financeiros, inundando o mercado com títulos do Tesouro dos EUA à venda, o que reduziria os preços dos títulos dos EUA e causaria um aumento nos rendimentos. Mas isso também provocaria uma catástrofe financeira global, afetando também a China.
Em vez disso, a China poderia reduzir ou parar de comprar novas emissões do Tesouro dos EUA, o que reduziria gradualmente sua participação em títulos do governo dos EUA à medida que os antigos expiram e não são substituídos.
"Nos próximos meses, a [China] poderia interromper suas compras no Tesouro para enviar um sinal claro de suas intenções", disse Pang. "Se decidir fazer isso, poderá fazer vendas reais [de suas outras participações] em uma data posterior".
Enquanto isso, a China pode considerar impor tarifas próprias ou reduzir suas compras agrícolas nos EUA. A China concordou em comprar um valor adicional de US $ 200 bilhões em produtos e serviços norte-americanos nos próximos dois anos, em comparação com os níveis de 2017 como parte do acordo comercial de fase um assinado em janeiro.
Mas o surto de coronavírus já levantou questões sobre a capacidade da China de cumprir esses compromissos, enquanto Trump disse no domingo que encerraria o acordo se a China não comprar a quantidade de produtos americanos que prometeu.
Isso ocorre simplesmente porque o dólar americano pode ser armado pelo governo americano
Xu Sitao
Especialistas jurídicos da China também começaram a estudar a viabilidade e os riscos de processar o governo dos EUA por suas ações nas últimas duas semanas, Zhu Ying, vice-diretor da Base Nacional de Educação e Treinamento em Direitos Humanos da Universidade Sudoeste de Ciência Política e Direito em Chongqing , foi citado pelo governo Global Times , .
Sempre houve pedidos para a China diversificar seus US $ 3 trilhões em reservas de divisas, cerca de um terço das quais são mantidas em tesourarias dos EUA.
De acordo com o último relatório do Departamento do Tesouro dos EUA, as participações da China caíram para US $ 1,09 trilhão em fevereiro, ante um pico de US $ 1,32 trilhão em novembro de 2013. A China foi superada pelo Japão no ano passado como o maior detentor estrangeiro de tesouros dos EUA.
“Há um forte desejo de países como China e Rússia, para se afastarem Liquidações em dólares americanos. Isso ocorre simplesmente porque o dólar americano pode ser armado pelo governo dos EUA ”, disse Xu Sitao, economista-chefe da Deloitte China , referindo-se à prática recente do governo dos EUA de cortar indivíduos, empresas e governos estrangeiros do mercado financeiro global em dólar. sistema de liquidação de transações, complicando bastante sua capacidade de realizar negócios.
Fishman assumiu que as participações em dólares norte-americanos da China consistiam em 70% dos títulos do Tesouro dos EUA, 15% das dívidas das agências governamentais dos EUA e 15% das ações.
David Chin, o fundador da Basis Point Consulting, disse que a China pode ser forçada a endurecer sua atuação se não ganhar mais dólares em suas exportações para os EUA devido a uma significativa dissociação EUA-China. Se isso acontecesse, a China poderia vender suas participações do Tesouro dos EUA por yuan, buscando projetar um colapso do dólar para acabar com seu status de moeda dominante.
"É 'eu morro, você morre mais'", disse Chin. “Sem o mercado de exportação dos EUA, a China seguiria o outro caminho e confiaria no consumo interno, comercializaria com os países do Cinturão e Rota e o resto do mundo em suas moedas locais e se prepararia para 'comer amargo' à medida que as condições locais piorassem.”