OBS: As partes envolvidas nessa matéria tem o direito de se manifestar-se
RENATO SANTOS 21/03/2020 Alguém ainda não acordou para nova realidade brasileira lamentável,espero que a decisão do Ministro por sua vontade não cause mais dor nas famílias brasileiras. Com os interesses egoístas da parte interessada, tudo indica que durante o pico dessa epidemia o Brasil pode correr sérios riscos de ultrapassar a China, a Europa , os Estados Unidos em numeros de mortos, será que vai querer também cremar essas vítimas?
O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, disse na sexta-feira (20) que o fechamento de aeroportos não fará parte da estratégia do governo para enfrentar a crise gerada pela pandemia do coronavírus. ... "Não vai haver fechamento de aeroportos", disse Freitas. "Realmente a competência é nossa.
Ele tomou a decisão egoísta e vai pagar o preço por isso, mas ainda da tempo, Ministro se a competência é do senhor então de quem é o interesse de manter os aeroportos abertos?
A quem o senhor vai bater continência, tenha bom sendo de responsabilidade pelo amor de Deus, no momento questões partidárias e pessoas não nos interessa.
A OMS DECRETOU TARDE DEMAIS PANDEMIA 11-03-2020 Senado Federal
A Organização Mundial de Saúde (OMS) decretou nesta quarta—feira (11) a pandemia de Covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus, que já infectou mais de 120 mil pessoas em dezenas de países.
A preocupação com o risco de contrair a doença em viagens levou a Comissão de Fiscalização e Controle (CTFC) a fazer audiência pública sobre os direitos do consumidor no caso de cancelamentos.
Enquanto empresas do setor de turismo, especialmente as aéreas, temem uma crise sem precedentes, entidades ligadas aos direitos do consumidor afirmam que as pessoas não podem ser prejudicadas por uma situação que não tinham como prever.
O CONSUMIDOR NÃO PODE SER PUNIDO OAB E PROCON
Entre os principais problemas relatados por consumidores estão a demora no atendimento, a dificuldade de remarcar passagens e as multas elevadas cobradas pelas empresas para a remarcação.
De acordo com a advogada Luciana Rodrigues Atheniense, representante da Comissão de Defesa do Consumidor do Conselho Federal da OAB, o consumidor não pode ser punido por uma situação que foi alterada após a compra da passagem (a pandemia).
— Muitas vezes, no caso de passagens promocionais, as empresas dizem que o consumidor sabia das regras e querem restituir apenas as taxas de embarque ou cobrar multas elevadas. É necessário entender que o consumidor, ao comprar passagem promocional ou um hotel com cancelamento não-reembolsável, não tinha noção da proporção que a situação teria no futuro — afirmou a advogada.
Para ela, nenhuma regra estipulada na hora da compra da passagem pode se sobrepor ao Código de Defesa do Consumidor. A solução defendida pela representante da OAB é a conciliação, que não pode favorecer somente as empresas. Caso isso não seja possível, ela aconselha os prejudicados a procurar a justiça.
O PROCON ESTA CERTÍSSIMO
Há cerca de duas semanas, a Associação Brasileira de Procons (ProconsBrasil) emitiu nota em que afirma a que agências de turismo e de transportes devem adiar ou cancelar viagens para destinos com focos de contaminação por coronavírus sem multas, em caso de solicitação do contratante. Para o presidente da associação, a continuidade das vendas, por parte das empresas, significa a ciência de um risco que elas devem assumir.
— As empresas seguiram vendendo passagens até que fossem comprovados casos que eram meras suspeitas, sabendo o poder de espalhamento e de dispersão que esse vírus tem — disse.
A CANALHICE DA ABEAR
O presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, afirmou que o cenário atual é, de longe, o mais grave da história da aviação nos últimos 70 anos.
Na mesma linha, o diretor de Relações Institucionais da companhia aérea Azul, Marcelo Bento, lembrou que, apesar da diminuição da demanda, que será afetada, as empresas vão continuar pagando salários e custos fixos que são ligados ao dólar, cujo valor disparou nas últimas semanas.
— Se considerarmos a soma das empresas que estão aqui representadas, estamos falando de uma cifra bilionária de custos adicionais, além de todos os custos de cancelamento de uma frota parada. Nós vamos passar por um período difícil e com certeza nós precisamos defender a nossa sobrevivência – lamentou Bento.
Ele lembrou que é preciso diferenciar dois momentos de compra do consumidor: o aquele em que não havia tantos indícios de que haveria a pandemia e as compras a partir do momento atual, com consumidores que já sabem dos riscos envolvidos.
A ESTUPIDES DA CVC
O representante da empresa de turismo CVC, Luiz Eduardo Falco Correa, disse que é preciso ter bom senso. Ele informou que as empresas têm seguido as recomendações dos órgãos de saúde e estão sendo mais flexíveis em caso de países com restrição, como a Itália. Para ele, é preciso se preocupar também com a saúde das empresas.
SENADORES CANALHAS SÓ PENSAM NO MALDITO DINHEIRO OS SENHORES VÃO ENTERRAR INOCENTES
— É claro, a vida é inegociável. Não dá para negociar a vida, mas também é preciso ter o bom senso chegar num acordo porque a vida das empresas também é importante, ou vamos terminar no lugar onde a saúde das pessoas vai estar boa e a saúde das empresas vai estar ruim. Talvez não seja o melhor lugar do mundo para chegar — argumentou.
Recomendações Outro erro absurdo ou por falta de conhecimento e a estupides.
O coordenador-geral de Estudos e Monitoramento de Mercado da Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça, Andrey Vilas Boas de Freitas, afirmou que o órgão segue as recomendações do Ministério da Saúde sobre o tema.
De acordo com ele, nenhum destino no Brasil está em risco diante das informações hoje existentes e não há recomendação de cancelamento de eventos turísticos pelo país. A situação é constantemente reavaliada, de acordo com novos dados sobre a pandemia.
Ele informou que a posição da secretaria, no momento é de que não há a necessidade de mudar as regras vigentes que regulam o cancelamento de passagens e outros serviços turísticos e que devem ser seguidas as regras da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), do Código de Defesa do Consumidor do Código Civil. Ele aconselhou as empresas a ampliar os meios de informação ao consumidor sobre a doença.
— Nós fizemos uma nota técnica no sentido de que as empresas podem e devem fornecer informações sobre a evolução dos casos de coronavírus para os seus para seus consumidores. A sugestão é criar um link na página de cada uma das empresas os sites oficiais, de modo que qualquer consumidor, quando for fazer a compra de uma passagem, possa fazer essa verificação — explicou.
Informações não precisam cancelar ois voos, na China fizeram isso, estão errados senhores senadores.
O presidente da comissão, senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL), recomendou às empresas o esforço para fornecer informações claras, precisas e ostensivas sobre as regras de cancelamento e alterações, para que o consumidor não enfrente dificuldades.
A DECISÃO DAS COMPANHIAS SÃO AS MAIS CORRETAS EM CANCELAMENTO
Já que tomou essa decisão as Companhias aéreas também podem tomar a suas, nessa semana o prefeito da Cidade de Guarulhos, afirmou que entraria em contato com o governo federal com um pedido para fechar o Aeroporto Internacional, mas, a resposta definitiva foi dada por um superministro não vai fechar, diferentemente de seu posicionamento a competência é dele, mas , se houver um bom senso e não queda de braço, tomaria a decisão certa.
Já que não pode ter uma segurança em relação ao COVID-19, as companhias aéreas que se precavenham, suspendam seus voos.
Em relação aos passageiros, esses ficam no fogo cruzado. (segue abaixo)
A Primeira foi, diante da crise em que estamos vivendo, a American Airlines anunciou a suspensão no dia 13 deste mês de algumas rotas de voos para Guarulhos, Chile e Argentina.
De acordo com comunicado da empresa , foram suspensos os serviços entre o Aeroporto Internacional de Dallas/Fort Worth e o Aeroporto de Los Angeles para Guarulhos .A Estimativa é de retomada em 4 de junho e 25 de outubro respectivamente.
NÃO TEMOS NADA HAVER COM A QUEDA DE BRAÇO QUEM MANDA OU NÃO
Em meio de braço de queda entre o Ministro Forte do Governo Bolsonaro e a estupides do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel que afirmou que fechará seus aeroportos, a qual não é de sua competência e nesse ponto o Ministro da Infra estrutura esta corretíssimo em sua decisão.
O que o governador do Rio afirmou : O governador Wilson Witzel publicou um novo decreto, nesta quinta-feira (19), com novas medidas restritivas para conter a propagação do novo coronavírus.
O texto prevê o isolamento da capital do estado para transportes de passageiros, por vias terrestre e aérea, mas as medidas dependem da aprovação das agências reguladoras.
Ficam suspensas a partir de sábado (21):
circulação do transporte intermunicipal de passageiros que liga a Região Metropolitana à capital, exceto trens e barcas; restrições para atendimento a serviços essenciais, como saúde, estão previstas;
circulação de carros de aplicativos de transportes entre a capital e outros municípios;
circulação de transporte interestadual de passageiros com origem nos seguintes estados: São Paulo, Minas Gerais, Espirito Santo e Bahia, além do Distrito Federal e demais estados em que a circulação do vírus for confirmada ou situação de emergência decretada (a Agência Nacional de Transportes Terrestres precisa ratificar a determinação);
voos de passageiros internacionais, ou nacionais com origem nos estados com circulação do vírus confirmada ou situação de emergência decretada. A presente medida não vale para operações de carga, e a Agência Nacional de Aviação Civil precisa ratificar. Os passageiros repatriados terão acompanhamento especial;
atracação de navio de cruzeiro com origem em estados e países com circulação confirmada do coronavírus ou situação de emergência decretada. A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) precisa ratificar.
O decreto também alterou outras medidas para reforçar o isolamento domiciliar. Algumas recomendações já feitas em decretos anteriores agora viram regra.
Em relação aos passageiros como ficam? Os passageiros precisam se preocupar com a sua saúde.
O Coronavírus Covid-19, já se espalha por 30 países, inclusive na Europa e no Brasil, acendendo um alerta para quem tem viagem marcada nos próximos meses.
Além de milhares de voos para a China cancelados até março, eventos adiados e pontos turísticos fechados, há a dúvida sobre quão seguro é viajar para locais que registram casos da doença.
Na China que é uma Nação comunista as Companhias aéreas foram gradualmente deixando de fazer suas rotas internacionais, o Brasil pode seguir pelo mesmo caminho.
A Gazeta Central Blog fez uma rigorosa pesquisa sobre o assunto, é importante que o viajante se sinta confortável com a sua decisão, seja ela de manter ou de cancelar os planos.
“Viagens costumam ter como objetivo o prazer, o descanso, o relaxamento”, “Se o turista está com medo e vai viajar achando que pode ser contaminado a qualquer momento, talvez seja melhor adiar os planos para não desperdiçar tempo e dinheiro.”
As regras de companhias aéreas costumam não permitir alterações e cancelamentos gratuitos nas passagens emitidas com as tarifas mais baratas, e vários hotéis e pousadas também não oferecem a opção.
Porém, em situações especiais de crise, como essa, é comum que as empresas sejam mais flexíveis, especialmente para bilhetes comprados até o fim de janeiro ou começo de fevereiro, quando o surto começou a tomar maiores proporções.
Vamos aqui entender o que as Companhias estão se adaptando com seus clientes:
A Qatar Airways, do Catar, a francesa Air France e a holandesa KLM são algumas das empresas que cancelaram seus voos para a China até o fim de março e qualquer passageiro que voaria para lá nesse período pode cancelar ou alterar gratuitamente sua reserva.
A KLM e a Air France estão permitindo também que os viajantes adiem viagens que estão mais distantes, empurrando o embarque de maio para junho, por exemplo, ou que troquem o destino sem taxa de alteração.
A Turkish Airlines também adotou a mesma política, autorizando quem voaria em fevereiro e março a cancelar seu voo gratuitamente ou viajar até o fim de maio de 2020.
Já a chinesa Air China está fazendo alterações e cancelamentos sem custo, remarcando as passagens para qualquer data até o fim de junho, sem cobrar a diferença de tarifa mesmo para voos mais caros.
Na Emirates, dos Emirados Árabes, quem ia voar para Guangzhou ou Xangai, na China, até o fim de abril de 2020, pode cancelar a viagem e receber o valor integral da passagem ou redirecionar seu voo para Pequim ou Hong Kong, sem pagar a diferença de tarifa, até o fim de junho de 2020.
Quem quiser viajar até abril também pode escolher entre outros destinos operados pela companhia, como Cingapura, Tailândia, Vietnã, Emirados Árabes e Seychelles.
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