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FRI BOI SERVE COMIDA COM LARVAS, E AINDA ESTA VENDENDO CARNES COM VERMES EM REDE DE SUPERMERCADOS DE REDE CUIDADO

Juíza compara caso a cena de filme; empresa consegue reduzir multa para 0,03% de seu lucro líquido em 2013

A JBS, dona da marca Friboi, foi condenada por, dentre outras irregularidades, servir carne com larvas de moscas a funcionários de um frigorífico em Juruena (MT), onde trabalhavam cerca de 200 pessoas. A empresa, porém, conseguiu reduzir a multa para R$ 300 mil – o equivalente a 0,03% de seu lucro líquido ajustado em 2013, de R$ 1,2 bilhão.


Segundo um relatório do Serviço de Inspeção Federal (SIF), os trabalhadores afirmaram que "muitas das vezes encontraram insetos" na comida que lhes era servida. 

"Ontem os funcionários da expedição entre outros que foram jantar encontraram larvas
de varejeira na carne", diz trecho do documento reproduzido em ddecisão judicial. "Alguns funcionários desistiram de comer e outros comeram por não ter opção.”

O refeitório, de acordo com a denúncia do MPT-MT, ficava próximo a um lixão, mas não contava com telas ou cortinas de ar que impedissem a entrada dos insetos. O local, que estava com as paredes emboloradas e panelas e equipamentos sujos, também não tinha equipe de limpeza: a própria auxiliar de cozinha era encarregada de limpar, inclusive as áreas externas.

Em setembro de 2013, a JBS foi condenada a pagar R$ 1 milhão por dano moral coletivo pela juíza Mônida do Rêgo Barros Cardoso, da Vara do Trabalho de Juína, que comparou o caso a uma cena de cinema.

"(...) é tão repugnante que faz lembrar a cena clássica de 'O encouraçado Potemkin' (filme de 1925 de Sergei Eisenstein), em que uma carne repleta de larvas de insetos é servida aos marinheiros de um navio, provocando a revolta desses trabalhadores", escreveu a juíza. 


DENUNCIA DA GAZETA CENTRAL E IRBING INTERNACIONAL EXTREMISTAS MULCUMANOS ESTÃO IBRIGANDO AS MULHERES CRISTÃS SEREM PROSTITUTAS DÉCHIRANT : Massacres & Femmes esclaves en Irak. Députée, Vian Dakhil cr...

A atuação dos extremistas do grupo Estado Islâmico (ISIS na sigla em inglês) no norte do Iraque tem causado uma debandada de cristãos da cidade de Mosul, uma das mais importantes na região.



Os extremistas tem sequestrado as mulheres cristãs e vendido-as para o mercado de exploração sexual e escravidão, de acordo com uma deputada iraquiana.

A parlamentar Vianne Dakhil, discursou na última terça-feira, 05 de agosto, alertando para o destino das minorias no país e sua fala emocionada se tornou destaque na imprensa internacional.

Aos soluços, Vianne relata situação das mulheres vendidas como escravas nas áreas ocupadas pelo grupo Estado islâmico e chega a gritar por socorro: “Ajudem-nos, ajudem-nos”.

“Elas são retiradas de sua comunidade em Mosul como uma manada de gado e vendidas em leilões como escravas”, denunciou. “O Crescente Vermelho iraquiano exorta a comunidade internacional a intervir para salvar as mulheres cristãs, que são vendidas em Mosul pelo Estado islâmico”, disse.

A deputada demonstrou preocupação também com outros grupos étnicos e religiosos, que tem sido massacrado pelos extremistas muçulmanos: “Jihadistas do Estado Islâmico agora impõem suas leis de uma outra época, nas áreas que ocupam no Iraque central e do norte, incluindo Mosul. Todas as comunidades são maltratadas e humilhadas, especialmente os cristãos. Este último grupo, que vive nesta área há 2 mil anos, agora são despojados de suas posses e expulsos de suas casas. Aqueles entre eles que resistem são friamente executados”, denunciou Vianne Dakhil

Segundo o site Tunisia Daily, 30 mil famílias foram feitas reféns nas colinas de Sinjar, sem comida ou água. Até agora, mais de 70 crianças já morreram de sede e 50 idosos. Assista ao discurso da deputada:

ATENÇÃO BACHAREIS EM DIREITO AGORA SÃO PARALEGAIS , A PERMISSÃO SOMENTE OS TRES PRIMEIROS ANOS APÓS A CONCLUSÃO DO CURSO DE DIREITO E AINDA PODERÁ EXECUTAR ATIVIDADES JURIDICAS QUE ALGUNS ESTAGIÁRIOS NÃO TEM CONDIÇÕES DE FAZER, MAS NÃO PODE PRATICAR ATO PRIVATIVO DA ADVOCACIA E SE NÃO HOUVER MAIS SUGESTÕES PODERÁ SER APROVADO PELO SENADO FEDERAL

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou nesta quarta-feira (6) um projeto de lei que permite a bacharéis em Direito atuarem profissionalmente mesmo sem ter o registro na OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). 

A proposta cria o chamado paralegal, profissional que poderá auxiliar advogados e escritórios de advocacia. A permissão de trabalho valerá apenas para os três primeiros anos após a conclusão do curso de Direito. Se não houver recursos para análise em plenário, a matéria segue para o Senado.


De acordo com o autor da proposta, deputado Sérgio Zveiter (PSD-RJ), o paralegal não poderá substituir o advogado. Ele atuará em conjunto e sob responsabilidade de um advogado, assessorando-os em pesquisas, elaboração de relatórios e outros trabalhos que não sejam atribuições exclusivas dos advogados. 

Eles ficam impedidos, por exemplo, de apresentarem petições ou fazerem sustentações orais em julgamentos.

Para Zveiter, o novo cargo será importante para alocar profissionalmente os bacharéis recém-formados que ainda não foram aprovados no exame da ordem. Só poderão atuar como paralegais, os profissionais com até três anos de formação.

Inicialmente, a proposta não estabelecia um limite temporal para a atuação dos bacharéis mas uma negociação com a OAB impôs o prazo para a atuação dos paralegais. 

"Colocamos o limite em uma negociação com a OAB para que experiência seja avaliada no Brasil. Se for uma experiência de sucesso, pode ser que a próprio OAB venha a querer mudar isso", disse. O projeto altera o Estatuto da Advocacia.

"Em outros países do mundo, como nos Estados Unidos e no Canadá, por exemplo, há profissionais que não querem ser advogados. Eles atuam durante toda a carreira como paralegais nos grandes escritórios. 

É uma profissão", explicou Zveiter. Assim que o paralegal for aprovado no exame da ordem, ele passa a atuar como advogado. A inscrição do paralegal deverá ser feita no Conselho Seccional em cujo território pretende atuar.

Para o relator da proposta, deputado Fábio Trad (PMDB-MS), os recém-formados poderão adquirir mais experiência antes de obterem a autorização da OAB para atuarem como advogados. Para ele, a diferença entre um paralegal e um estagiário é a formação acadêmica do profissional que auxiliará os advogados. 

"Paralegal não é advogado, logo ele não pode praticar ato privativo da advocacia. Ele é um auxiliar, uma espécie de profissional que complementa a atividade da advocacia. Ele não é um estagiário porque ele mais qualificado. Ele pode executar atividades que alguns estagiários não têm condições jurídicas de fazer", explicou Trad.

Os dois deputados negam que a intenção da proposta seja um passo para acabar com o exame da ordem, obrigatório no país para que alguém exerça a advocacia. 

"Muita gente defende o fim do exame mas este projeto não trata disso. Se fosse para acabar com o exame, eu apresentava um projeto direto sobre isso. Não precisava usar esse tipo de subterfúgio", disse Zveiter. O deputado acredita que a medida não influenciará na discussão sobre o tema.

Apesar de a OAB ter sido resistente em relação ao projeto, quem apresentou a proposta a ele foi o presidente da OAB do Rio de Janeiro, Felipe Santa Cruz, segundo informou Zveiter.

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