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RENATO PEREIRA DOS SANTOS FILHO Experiência 1988 Fotógrafo Diário de Guarulhos 1989 Entrevistador Jornal da Liga Árabe de Guarulhos 1990 Entrevistador Jornal do Brás e Federação do Truco Estado de São Paulo 1992 Redator, Fotografo da Gazeta Central de Publicidade e Jornalismo Ltda 1995 - 2.000 Professor Secretária do Estado de São Paulo PEB II 2.001 Arquivista Escritório Doutor Cornélio José Silva 2007 Auxiliar de Escritório Doutor Cornélio José Silva 2009 Arquivista Escritório Jose Maria Zey 2010 - 2012 Escritório do Doutor Cornélio José Silva 2013 -atual Blogueiro Escolaridade • Escola Estadual Professor Cyro Barreiros • Escola Estadual Salim Mudeh • Escola estadual romano Puggiari • Universidade Mogi as Cruzes ( Jornalismo Incompleto 1995) • Universidade Ung Letras ( Incompleto) • Uninove Vergueiro Ciência Jurídica ( trancado) • • Cursos com certificados OAB Certificado do curso/palestra Jurídicas 13 de julho 2005 OAB CERTIFICADO DO CURSO/PALESTRA A POLICIA JUDICIÁRIA NO ESTADO DEMOCRÁTICO E O INQUÉRITO POLICIAL À LUZ DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL SETEMVRO 2005 TELECENTRO PREFEITURA DE SÃO PAULO CERTIFICADO E CURSO DE INTRODUÇÃO À HTML E OUTRAS LINGUAGENS DE COMPUTAÇÃO DEZEMBRO DE 2005 OAB CERTIFICADO/CURSO INVERSÃO DO ÔNUS DA PROVA NO CÓDIGO DE DESESA DO CONSUMIDOR MAIO DE 2006 OAB CURSO E CERTIFICADO LOCAL DE CRIME O CADÁVER, A FAUNA CADAVÉRICA E A PERÍCIA JUNHO DE 2008 ACADEMIA INTERNACIONAL DE DIREITO E ECONOMIA SETEMBRO 2008 CENTRAL DE CURSO DE RECOLOCAÇÃO E MARKETING ADMINISTRAÇÃO PROFISSIONAL DEZEMBRO DE 2008 IBCCRIM RESPONSABILIDADE PENAL NOS CRIMES DA DITATURA MILITAR 2008 USP UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DEZEMBRO DE 2008 60 ANOS DA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS CIEE PERSPESCTIVAS DO S ETOR DE HABITAÇÃO 2009 EAD FUG CURSO DE FORMAÇÃO POLITICA 2010 CURSO DE PROFESSOR E A CRITIVIDADE IPC GUARULHOS 2016 FACULDADE FIA DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS CENARIOS 20/25 FEVEREIRO 2020 CURSO DE PORTEIRO CB0 5174-10 2020 CURSO DE TEOLOGIA SISTEMÁTICA/MISSIOLOGIA/HISTÓRICO DA IGREJA/SERMÃO/LITURGIA DE CULTO 2020 - 2021 INSTITUO BÍBLICO DA 1.ª IGREJA PRESBITERIANA CONSERVADORA DE GUARULHOS DESCRIÇÃO DOS CURSOS: Calculo trabalhistas Cálculo da Previdência Contratos Petições Iniciais ( civil trabalhista Criminal e Previdenciária) Todos administrados pelo Dr. Cornélio José Silva e supervisionados Gestão de Conflitos Pessoais e marketing administrados por Dr. Cornélio Na área de Jornalismo marketing A Importância do marketing Orientação da empresa para o mercado, Conceitos, tendências e tarefas fundamentais de marketing , análise Swot, sistema de marketing de pesquisa Liderança para às seguintes áreas profissional: Jornalismo/Publicidade, Advocacia /Politica Liderança e produtividade a função utilização em Administração e recursos Humanos para todas às área dentro de seus conceitos e preceitos objetivos críticos construtivos ou não. Desafios para a Gestão de Pessoas Gestão de qualidade os desafios atuais da gestão da advocacia e jornalismo para qualidade total

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sexta-feira, 27 de agosto de 2021

Estamos a um passo de rever a história repetida do Vietnã em Afeganistão<<>> Não erramos<<> Pulitzer, Ronald Yates,<>> Não errou <<>> Joe Biden precisa renunciar já ou o Congresso fazer seu Impeachment <<>> Caçar não é a saída volta com os soldados Americanos em Cabul <<>> Temos 13 soldados americanos mortos e 60 civis afegãos o Estado Terrorista Afegão assumiu a autoria o mesmo que o Lula apoiou

 



RENATO SANTOS  27/08/2021  Estamos vivendo  tempos conturbados  não  só  no  Brasil, mas no  mundo, ataques cibernéticos  nas Lojas  Renner,  A  Gazeta Central  BLog  está trabalhando  reduzidamente  por  ataques  a qual  sofremos, por  motivo de  segurança iremos  publicar no  Intagram https://www.instagram.com/gazetacentralblog/, Facebook https://www.facebook.com/GAZETACENTRALDEPUBLICIDADEEJORNALISMOLTDA, Twitter  Queremos um jornalismo sem grilhões de Ideologia@drrenatosantos, Linkding, e nos  grupos do whatsApp pertecentes  da  Gazeta Central, e no telegram,  pedimos  desculpas  aos demais, que  nos  acompanhe.



O assunto  que  trataremos  aqui  diante  de tantos  é  a situação  que  deixaram  com a retirara do   Exército Americano   do  Afeganistão , a qual antes  de sermos  atacados  fizemos  uma matéria  sobre  esse  assunto.  Não  erramos.

https://gazetacentral.blogspot.com/2021/08/estamos-um-passo-de-rever-historia.html  Uma  análise  de  um jornalista  que  fez  uma cobertura  da  segunda Guerra  Mundial  onde  envolvia a  situação do  Vietnã,  22  de agosto  de 2021,   cinco  dias  depois  ocorreu  o fato, falta  de aviso  não foi.


O  atual  presidente  dos  Estados Unidos  não  sabe  dialogar  e  nem fazer  Politica Internacional  com País  nenhum, não  merece  ficar mais no cargo  ou ele renuncia  ou o Congresso Americano  vai  ficar envergonhado.

Presidente americano prometeu retaliação após duplo atentado que matou 13 soldados americanos e ao menos 60 civis afegãos em frente ao aeroporto de Cabul. Ramo afegão do "Estado Islâmico" reivindica autoria do ataque.

Não  se faz  Politica Internacional  ameaçando  outra  Nação  o  erro  foi do  próprio  presidente  Americano  ao retirar as tropas Americanas  do País  sem nenhum plano  de  estabilidade.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, prometeu nesta quinta-feira (26/08) caçar os responsáveis pelas duas explosões ocorridas nos arredores do aeroporto de Cabul e disse que pediu ao Pentágono que desenvolva planos de ataque aos militantes islâmicos responsáveis pela ação.


"Não vamos perdoar, não vamos esquecer. Vamos caçá-los e fazê-los pagar", afirmou Biden visivelmente abalado em pronunciamento na Casa Branca.


"Os terroristas não vão vencer", acrescentou o presidente americano. 


O Pentágono confirmou que 13 soldados americanos morreram. Os ataques também provocaram a morte de ao menos 60 civis afegãos e deixaram pelo menos 150 feridos, incluindo crianças.


Segundo o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, os ataques foram cometidos por pelo menos dois homens-bomba do "Estado Islâmico". Eles detonaram os explosivos perto da entrada Abbey do aeroporto da capital afegã e nas proximidades do Hotel Baron, na mesma região.


O ramo do grupo terrorista "Estado Islâmico" no Afeganistão, que é inimigo do Talibã, reivindicou a autoria dos atentados. A informação foi divulgada em comunicado pela agência de notícias da organização radical islâmica, "Amaq", em seus canais de propaganda na internet.


O autodenominado "Estado Islâmico Khorasan" afirmou que um de seus integrantes conseguiu cometer o ataque depois de passar despercebido pelos postos de segurança "das forças dos EUA e das milícias talibãs em torno da capital, Cabul".


Biden confirma continuidade da operação 

Apesar do ataque, Biden afirmou que os EUA continuarão até 31 de agosto com sua missão de evacuação em Cabul e prometeu que, após a retirada das tropas, seu governo encontrará outros meios de tirar os cidadãos americanos e seus aliados do país asiático.


O chefe do Comando Central dos EUA, general Kenneth McKenzie, disse em entrevista que há atualmente 5 mil pessoas dentro do aeroporto à espera do embarque em algum dos aviões de evacuação. Outras dezenas de milhares se aglomeram do lado de fora dos portões, na esperança de fugir do país em um dos voos.


Até agora, os Estados Unidos e os países aliados já retiraram mais de 100 mil pessoas do Afeganistão, entre cidadãos estrangeiros e afegãos que colaboraram com as tropas americanas nos últimos 20 anos, além de suas famílias.

EUA compartilham informações com o Talibã

Para seguir com a missão de evacuação, as Forças Armadas dos EUA estão compartilhando informações com o Talibã, para evitar que ocorram mais atentados como os dessa quinta-feira.


"Eles [os talibãs] têm uma razão prática para nos quererem fora até 31 de agosto. Eles querem retomar o controle do aeroporto. Também queremos partir até essa data, se for possível. Portanto, compartilhamos um objetivo em comum", justificou McKenzie.


Segundo o general, a colaboração está sendo "útil" e o Talibã tem evitado "alguns ataques" ao aeroporto.


De acordo com McKenzie, ainda existem "várias ameaças ativas" contra o local e o próximo atentado pode vir sob a forma de um ataque com foguetes ou um carro-bomba.


Por essa razão, as forças americanas pediram que os talibãs fechem algumas ruas perto do aeroporto, a fim de impedir a aproximação de veículos que poderiam transportar uma bomba.


Vítimas em estado crítico

Muitas das vítimas dos atentados da tarde desta quinta-feira faziam parte da multidão que tenta embarcar nos voos para fugir do domínio do Talibã, que assumiu o poder no país em meados de agosto. 


Grande parte dos feridos que recebem atendimento médico após o ataque estão em estado crítico, de modo que o número de mortos pode aumentar. O total de vítimas permanece incerto, com novos pacientes e corpos ainda sendo transferidos para hospitais em Cabul.


A ONG italiana Emergency, que tem um hospital em Cabul, informou via Twitter logo após o atentado que tinha recebido pelo menos 60 pessoas feridas.


"As pessoas que chegaram não conseguiam falar, muitos estavam aterrorizados, seus olhos totalmente perdidos no vazio, seu olhar em branco. Raramente vimos tal situação", descreveu a ONG nas mídias sociais.


Na véspera, Estados Unidos e aliados haviam apelado para que cidadãos saíssem do aeroporto de Cabul devido a ameaças de ataque do "Estado Islâmico".


Avisos quase idênticos foram emitidos por Reino Unido, Alemanha, Austrália e Nova Zelândia sobre "ameaças de segurança". 


Muitos países europeus, como a Alemanha, anunciaram nesta quinta-feira suas últimas operações de evacuação saindo de Cabul, devido à deterioração da segurança no aeroporto, com o medo de ataques iminentes como fator determinante.


le (reuters, efe, afp, ap, ots)



domingo, 22 de agosto de 2021

Estamos a um passo de rever a história repetida do Vietnã em Afeganistão <<>> Saigon 2.0 <<>> A Retirada das tropas Americanas um erro do Joe Biden <<>>Repórter da Guerra do Vietnã, Ronald Yates: A retirada do Afeganistão é uma repetição do Vietnã?

 





RENATO  SANTOS  22/08/2021  Há  um   ditado  popular  que  é  verdadeiro, a   esquerda  não  usa  o  lado  cinza  do  cérebro,  claro  que  é  apenas  um  ditado  sem  nenhum  fundamento,  porém  suas  atitude   mostram  que  há  um fundo  de  verdade.




“Eu pensei que era ruim em Saigon. Isso é ainda pior ”, disse o indicado por três vezes ao Pulitzer, Ronald Yates, que testemunhou a retirada dos EUA do Vietnã como repórter do Chicago Tribune.
Yates também relatou em primeira mão do Afeganistão sob a ocupação soviética e, por três anos e meio, ele fez trabalho de inteligência militar com a Agência de Segurança do Exército dos EUA.

O  governo  de  Joe  Biden  cometeu  um  erro  que  vai  lhe  custar  caro  ao  retirar  as tropas americanas  de  Afeganistão.

“Eu pensei que era ruim em Saigon. Isso é ainda pior ”, disse o indicado por três vezes ao Pulitzer, Ronald Yates, que testemunhou a retirada dos Estados Unidos do Vietnã como repórter do Chicago Tribune.


Yates também relatou em primeira mão do Afeganistão sob a ocupação soviética e, por três anos e meio, ele fez trabalho de inteligência militar com a Agência de Segurança do Exército dos Estados Unidos.



O   Grande   erro  da   história  dos   Americanos  sua política para o Vietnã do Sul recaía na crença de que Diem e suas forças conseguiriam derrotar as guerrilhas comunistas sozinhos. Ele era contra o envio de tropas norte-americanas e observou que ‘introduzir forças militares americanas em grande número hoje no Vietnã, apesar de produzir um grande impacto militar inicial, iria certamente levar a uma política adversa e, a longo prazo, em consequências militares adversas’.

A qualidade das forças armadas do Vietnã do Sul, entretanto, permanecia de baixo nível. Liderança deficiente, corrupção e interferência política, faziam a sua parte na contaminação do exército. À medida que a insurgência se solidificava, aumentava a frequência dos ataques dos guerrilheiros. O apoio logístico do Vietnã do Norte à Frente de Libertação Nacional tinha um papel significativo, mas o ponto central da crise era a incompetência do governo sul-vietnamita. Conselheiros da Casa Branca recomendaram ao presidente que os EUA enviassem soldados ao país disfarçados de funcionários da defesa civil, para ajuda e resgate nas enchentes que aconteciam no país. Kennedy rejeitou a ideia, mas aumentou a assistência militar. Na metade de 1962, o número de conselheiros militares norte-americanos no Vietnã do Sul havia aumentado de 700 para 12 mil.

Correção: em uma versão anterior deste episódio, um número incorreto é referido como a quantidade de equipamento militar dos EUA deixado para trás no Afeganistão. O número correto é estimado em US $ 28 bilhões. US $ 85 bilhões é o custo total estimado do treinamento e equipamento do exército afegão pelos Estados Unidos.

Analistas políticos em Washington concluíram que o presidente Ngo Dinh Diem era incapaz de derrotar os comunistas e até em conseguir algum acordo com Ho Chi Minh. Ele parecia preocupado apenas em evitar um golpe de estado contra si e seu governo. Durante o verão de 1963, autoridades norte-americanas começaram a discutir a possibilidade de uma mudança no regime. O Departamento de Estado dos Estados Unidos era a favor do encorajamento de um golpe. O Pentágono e a CIA eram mais receosos das consequências desestabilizadoras que tal ato pudesse provocar e preferiam continuar aplicando pressão pelas reformas políticas no sul.

O historiador Robert Dallek escreveu: "a escalada da guerra no Vietnã promovida por Lyndon Johnson dividiu os americanos em campos opostos, produziu 30 mil mortos até sua saída da Casa Branca e destruiu sua presidência. Sua recusa em enviar mais tropas ao Vietnã após o pedido de Westmoreland, foi uma admissão de que a guerra estava perdida". Como o Secretário de Defesa Robert McNamara observou mais tarde, a perigosa ilusão de uma vitória por parte dos Estados Unidos estava, dali em diante, morta.

No pós-guerra, os norte-americanos se esforçaram para absorver as lições do conflito. Como observou o general Maxwell Taylor, um dos principais arquitetos da guerra, "em primeiro lugar, nós não nos reconhecemos no Vietnã. Pensamos que estávamos entrando em uma nova Guerra da Coreia, mas este era um país diferente. Em segundo lugar, nós não conhecíamos nossos aliados sul-vietnamitas e conhecíamos ainda menos o Vietnã do Norte. Quem era Ho Chi Minh? Ninguém realmente sabia. Sendo assim, até que pudéssemos conhecer melhor nossos amigos e inimigos, e conhecer melhor a nós mesmos, nós deveríamos ter nos mantido fora deste negócio sujo. Era muito perigoso."


fonte  de  pesquisa  https://www.theepochtimes.com/epochtv

                                                                                                                                         Comentário   Renato  Santos                                         

Finalmente uma Ótima Noticia <<>> China pode ser a primeira Nação a alcançar Imunidade coletiva contra Covid-19 até final de 2021 <<>> Respiratory disease expert Zhong Nanshan said Covid-19 vaccines were less effective six months after the first dose

 





RENATO  SANTOS  22/08/2021  Finalmente  uma boa  noticia   vindo da  CHINA, mas o Ocidente  tem  um   olhar   duvidoso.  A China pode alcançar imunidade coletiva contra a Covid-19 até o final do ano, diz Zhong Nanshan

Respiratory disease expert Zhong Nanshan said Covid-19 vaccines were less effective six months after the first dose, but herd immunity was still achievable with booster shots. Photo: Handout


O principal especialista em doenças respiratórias da China, Zhong Nanshan, disse na sexta-feira que o país poderia alcançar imunidade coletiva contra Covid-19 até o final do ano se mais de 80 por cento da população estiver totalmente vacinada.

Ele disse que, embora as vacinas da Covid-19, incluindo as chinesas, fossem menos eficazes seis meses após a primeira dose, a imunidade coletiva ainda era possível com doses de reforço.

“[Nesta fase] acreditamos que uma injeção de reforço poderia fortalecer a eficácia das vacinas e estimamos que mais de 80 por cento da população será vacinada até o final deste ano. Portanto, esperamos ser capazes de alcançar a imunidade coletiva [até lá] ”, disse Zhong em uma conferência entre os países árabes e chineses na região de Ningxia Hui por meio de um link de vídeo.

Essa previsão foi baseada em dados que mostram que as vacinas chinesas têm uma eficácia média de cerca de 70 por cento, disse ele.

Zhong também citou um estudo de acompanhamento nos ensaios clínicos de estágio inicial de Sinovac que encontraram um aumento de vinte vezes nos níveis de anticorpos neutralizantes - indicando a resposta imunológica - em pessoas que receberam uma terceira dose do Sinovac jab, nove meses após a segunda. Nos idosos, aumentou 30 vezes.

Um estudo publicado no mês passado, co-liderado por Sinovac, descobriu que uma terceira dose da vacina administrada seis ou mais meses após a segunda injeção poderia aumentar a concentração de anticorpos em três a cinco vezes. Descobriu-se que os níveis de anticorpos diminuíram substancialmente seis meses após a administração de duas doses, mas o estudo concluiu que uma terceira dose resultou em um “forte impulso na resposta imunológica”. A pesquisa não foi revisada por pares e foi postada no servidor de pré-impressão medRxiv.org.


Isso ocorre em um momento em que países ao redor do mundo estão investigando se são necessárias terceiras doses para aqueles que foram imunizados. A China ainda não anunciou uma política sobre injeções de reforço e não está claro em que estágio eles podem ser dados e se as vacinas podem ser misturadas, algo que as autoridades disseram que seria estudado. A maioria das pessoas inoculadas na China recebeu as vacinas inativadas da Sinovac e da Sinopharm. O regulador de produtos médicos aprovou na semana passada testes clínicos para o uso combinado do jab Sinovac e uma vacina de DNA desenvolvida pela empresa de biotecnologia dos Estados Unidos Inovio.

Enquanto isso, enquanto a variante Delta altamente infecciosa se enfurece, países incluindo os Estados Unidos e Israel - onde as pessoas receberam principalmente vacinas de mRNA - aprovaram recentemente as vacinas de reforço.




Na sexta-feira, Zhong disse novamente que as vacinas chinesas ainda ofereciam proteção contra a cepa Delta, embora não fossem tão eficazes. Ele citou um pequeno estudo em Guangzhou durante um surto no Delta no início deste ano, que descobriu que as vacinas chinesas eram 59 por cento eficazes na prevenção de infecções e 70 por cento na prevenção de casos moderados. Nenhum caso sério foi encontrado entre as 74 pessoas vacinadas no estudo.

Mas Zhong não comentou se a China poderia reabrir suas fronteiras assim que a imunidade coletiva fosse alcançada. Uma estratégia de tolerância zero manteve o vírus amplamente sob controle na China, mas alguns questionaram o quão sustentável é. O ex-ministro da saúde Gao Qiang criticou aqueles que sugeriram que a China deveria abandonar a estratégia e aprender a conviver com o vírus em um artigo no Diário do Povo do Partido Comunista em 7 de agosto. Seus comentários geraram uma reação online contra o conhecido epidemiologista Zhang Wenhong, que havia anteriormente disse que a China precisava de uma estratégia de longo prazo para viver com a Covid-19, mas não disse que o país deveria reabrir suas fronteiras.

Na quarta-feira, Zhang escreveu na rede de mídia social Weibo que “devemos nos agarrar à firme convicção de que a atual estratégia de enfrentamento da pandemia que nosso país adota é, de longe, a mais adequada para nós”.


https://www.scmp.com/author/josephine-ma


Comentários  Renato  Santos   


sábado, 21 de agosto de 2021

Nossa obrigação é pesquisar e trazer informação sem faike news<<<>> Ainda há duvidas sobre as vacinas no Brasil <<>> Um estudo relaciona apenas o uso das vacinas <<>> Pfizer BioNTech <<>> Janssen ( Johnson & Johnson) <<>> Moderna <<>> Contra Internações em Hospitais pode ter relação também no Brasil<<<> Os estudos do mundo real sobre a eficácia da vacina em nível populacional contra infecção por SARS-CoV-2 confirmada em laboratório e hospitalizações por COVID-19 são limitados nos Estados Unidos.

 



https://www.cdc.gov/

RENATO SANTOS   21/08/2021  Vamos  dedicar    a  um  assunto  muito  importante   para  nossas  vidas,  não  adianta  tomar  vacinas  e  não  tomar  cuidados  necessários,,  como  uso  da máscaras,  usar  álcool  gel  para  higienizar  as  mãos  e  manter  o  distensionamento  social,  além  de tomar  sol  diariamente e  tomar  vitimas(  indicada  pelos  médicos)  para  aumentar  a  nossa  imunização,  precisa  de  seis  em  seis  meses  fazer  exame  de sangue,  outra  dica  importante,  não  fumar  nenhuma  droga(  conhecidas  ou  não), cigarro normal e  bebida  alcoólica,   e  toda  medicação  tem  que ter  prescrição  médica,  em  outras  palavras  não é  apenas  o VÍRUS  e sim  suas  variantes  que  há a  cada  12  horas  se multiplicam.

Esses  estudos  podem  ter  relação  no  Brasil,  para  prevenir  os  aumentos  de  internações  nas  UTIs  dos  hospitais  públicos  e  particulares, esperamos  que  essa  estratégias   não  complica  ainda mais  o  aumento  de  mortos. Se  tratando  do  COVID-19, nada  se pode  fazer,  apenas  preocupação,  como  se  trata  da mesma  doença  tanto  na China  como  nos  Estados  Unidos, Brasil  e  Europa a  forma  de tratamento  pela  vacina  pode  trazer  bons  resultados  ou  não,  só  o  tempo vai  afirmar  essa  teoria. 

Para  ajudar  nossos  leitores  do  blog,  estamos  pesquisando  a fundo esse  assunto, esperamos  contribuir  com  a  verdade,  as  informações  mudam  no  decorrer  das   horas.





Muitas  pessoas  tem  dúvida  sobre a eficácia  das  vacinas,  e  com  razão  com  tantas  divulgações que fazem  sobre  assunto.

Eficácia e segurança da vacina COVID-19

MMWR   destaca as informações científicas mais recentes sobre a segurança e eficácia das vacinas COVID-19. Veja os relatórios abaixo. Para obter as últimas informações sobre a resposta do CDC à pandemia de COVID-19, verifique a página inicial do COVID-19 .

Novos casos e hospitalizações de COVID-19 entre adultos, por status de vacinação - Nova York, 3 de maio a 25 de julho de 2021

Lançamento antecipado / 18 de agosto de 2021/70


Eli S. Rosenberg, PhD 1 , 2 ; David R. Holtgrave, PhD 2 ; Vajeera Dorabawila, PhD 1 ; MaryBeth Conroy, MPH 1 ; Danielle Greene, DrPH 1 ; Emily Lutterloh, MD 1 , 2 ; Bryon Backenson, MS 1 , 2 ; Dina Hoefer, PhD 1 ; Johanne Morne, MS 1 ; Ursula Bauer, PhD 1 ; Howard A. Zucker, MD, JD 1  https://www.cdc.gov/mmwr/volumes/70/wr/mm7034e1.htm?s_cid=mm7034e1_w#contribAff  

Resumo

O que já se sabe sobre esse assunto?


Os estudos do mundo real sobre a eficácia da vacina em nível populacional contra infecção por SARS-CoV-2 confirmada em laboratório e hospitalizações por COVID-19 são limitados nos Estados Unidos.


O que é adicionado por este relatório?


Durante o período de 3 de maio a 25 de julho de 2021, a eficácia geral da vacina ajustada por idade contra a hospitalização em Nova York foi relativamente estável (91,9% -95,3%). A eficácia geral da vacina ajustada por idade contra a infecção para todos os adultos de Nova York diminuiu de 91,7% para 79,8%.


FIGURA 1 . Novos casos de COVID-19 entre adultos totalmente vacinados e não vacinados, cobertura da vacina e eficácia estimada da vacina, por idade - Nova York, 3 de maio a 25 de julho de 2021




FIGURA 2 . Novas hospitalizações com COVID-19 confirmado por laboratório entre adultos totalmente vacinados e não vacinados, cobertura vacinal e eficácia estimada da vacina, por idade - Nova York, 3 de maio a 25 de julho de 2021






Quais são as implicações para a prática de saúde pública?


Esses achados apóiam a implementação de uma abordagem multicomponente para o controle da pandemia, centrada na vacinação, bem como outras estratégias de prevenção, como mascaramento e distanciamento físico.


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Dados de ensaios clínicos randomizados e estudos observacionais do mundo real mostram que todas as três vacinas COVID-19 atualmente autorizadas para uso de emergência pela Food and Drug Administration * são seguras e altamente eficazes para prevenir doenças graves relacionadas a COVID-19, hospitalização e morte ( 1 , 2 ). Estudos de eficácia da vacina (VE) para prevenir novas infecções e hospitalizações atribuíveis ao SARS-CoV-2, o vírus que causa COVID-19), particularmente porque a variante B.1.617.2 (Delta) tornou-se predominante, são limitados no Estados Unidos ( 3) Neste estudo, o Departamento de Saúde do Estado de Nova York vinculou bancos de dados de imunização, exames laboratoriais e de hospitalização em todo o estado de Nova York para estimar as taxas de novos casos COVID-19 confirmados por laboratório e hospitalizações por estado de vacinação entre adultos, bem como VE correspondente para vacinação completa na população, em todos os três produtos de vacinação autorizados. Durante o período de 3 de maio a 25 de julho de 2021, o VE geral ajustado por idade contra novos casos COVID-19 para todos os adultos diminuiu de 91,7% para 79,8%. Durante o mesmo período, o VE geral ajustado por idade contra hospitalização foi relativamente estável, variando de 91,9% a 95,3%. As vacinas atualmente autorizadas têm alta eficácia contra a hospitalização por COVID-19, mas a eficácia contra novos casos parece ter diminuído nos últimos meses, coincidindo com o aumento da variante Delta de <2% para> 80% na região dos EUA que inclui Nova York e relaxamento das recomendações de mascaramento e distanciamento físico. Para reduzir novos casos de COVID-19 e hospitalizações, esses achados apóiam a implementação de uma abordagem em camadas centrada na vacinação, bem como outras estratégias de prevenção, como mascaramento e distanciamento físico.


Quatro bancos de dados (Citywide Immunization Registry, New York State Immunization Information System, Electronic Clinical Laboratory Reporting System e Health Electronic Response Data System [HERDS]) foram vinculados para construir uma coorte baseada em vigilância de adultos com idade ≥18 anos residentes em Nova York usando identificadores individuais baseados em nome, data de nascimento e código postal de residência. O Citywide Immunization Registry e o New York State Immunization Information System são usados ​​para coletar e armazenar todos os dados de vacinação do provedor COVID-19 para pessoas que residem na cidade de Nova York e no resto do estado, respectivamente (excluindo ambientes selecionados, como Veterans Affairs e militares unidades de saúde); as pessoas foram consideradas totalmente vacinadas ≥14 dias após o recebimento da dose final da vacina. †O Electronic Clinical Laboratory Reporting System coleta todos os resultados de teste COVID-19 relatáveis ​​(teste de amplificação de ácido nucleico [NAAT] ou antígeno) em Nova York ( 4 ); um novo caso COVID-19 foi definido como o recebimento de um novo resultado positivo do NAAT para SARS-CoV-2 ou do teste de antígeno, mas não dentro de 90 dias de um resultado positivo anterior. O HERDS inclui uma pesquisa eletrônica diária em todo o estado de todas as instalações de internação em Nova York; novas admissões com um diagnóstico de COVID-19 confirmado por laboratório são inseridas no HERDS diariamente por membros treinados da equipe do hospital.


Após um período de elegibilidade para a vacina COVID-19 em fases com base na idade, ocupação, ambiente ou comorbidades começando em dezembro de 2020, todos os residentes de Nova York com idade ≥60 anos eram elegíveis para vacinação em 10 de março de 2021; a elegibilidade foi expandida para pessoas com idade ≥30 anos até 30 de março, e para todos os adultos com idade ≥18 anos até 6 de abril. § Para permitir que uma grande parte das pessoas vacinadas alcancem imunidade total, este estudo foi restrito à semana de início de maio 3 até a semana a partir de 19 de julho de 2021.


Infecções disruptivas foram definidas como novos casos entre pessoas que estavam totalmente vacinadas no dia da coleta da amostra. As hospitalizações entre pessoas com infecção emergente foram definidas como novas admissões hospitalares entre pessoas totalmente vacinadas no dia do relatório. A população adulta total do estado que foi totalmente vacinada e não vacinada ¶foi avaliado para cada dia e estratificado por faixa etária (18-49 anos, 50-64 anos e ≥65 anos). Pessoas que foram parcialmente vacinadas foram excluídas das análises. Para cada semana e faixa etária, as taxas de novos casos e hospitalizações foram calculadas entre pessoas totalmente vacinadas e não vacinadas, dividindo respectivamente as contagens para cada grupo pelas pessoas-dia totalmente vacinadas e não vacinadas naquela semana. O VE ajustado para a idade a cada semana foi estimado como a média ponderada da população do VE estratificado por idade. ** O intervalo entre a conclusão da vacinação e a data do resultado do teste de SARS-CoV-2 positivo foi resumido usando a mediana, intervalo interquartil (IQR), e porcentagem testada ≥7 dias após a vacinação completa. ††A proporção de hospitalizações para casos foi calculada para cada grupo de vacinação para entender a gravidade relativa dos casos. O teste estatístico não foi realizado porque o estudo incluiu toda a população de interesse e não era uma amostra.


Em 25 de julho de 2021, um total de 10.175.425 (65,8%) adultos de Nova York com idade ≥18 anos foram totalmente vacinados; 1.603.939 (10,4%) foram parcialmente vacinados. Entre os adultos totalmente vacinados, 51,3% receberam Pfizer-BioNTech, 39,8% receberam Moderna e 8,9% receberam vacinas Janssen (Johnson & Johnson). Durante 3 de maio a 25 de julho, um total de 9.675 novos casos (1,31 por 100.000 pessoas-dia) ocorreram entre adultos totalmente vacinados, em comparação com 38.505 (10,69 por 100.000 pessoas-dia) entre adultos não vacinados (Tabela ). A maioria (98,1%) dos novos casos entre pessoas totalmente vacinadas ocorreu ≥7 dias após serem classificadas como totalmente vacinadas (mediana = 85 dias; IQR = 58-113). Durante o período de 3 de maio a 25 de julho, as taxas de casos entre pessoas totalmente vacinadas foram geralmente semelhantes em todas as faixas etárias, assim como as taxas de casos entre pessoas não vacinadas, diminuindo até o final de junho antes de aumentar em julho (Figura 1 ). VE estimado semanalmente contra nova infecção confirmada por laboratório durante 3 de maio a 25 de julho para todas as faixas etárias geralmente diminuiu, variando de 90,6% a 74,6% para pessoas de 18 a 49 anos, 93,5% a 83,4% para pessoas de 50 a 64 anos, e 92,3% a 88,9% para pessoas com idade ≥65 anos. De 3 de maio a 25 de julho, o VE geral ajustado por idade contra infecção diminuiu de 91,7% para 79,8% (Figura 1) (Tabela).


Um total de 1.271 novas hospitalizações por COVID-19 (0,17 por 100.000 pessoas-dia) ocorreram entre adultos totalmente vacinados, em comparação com 7.308 (2,03 por 100.000 pessoas-dia) entre adultos não vacinados (Tabela). As taxas de hospitalização geralmente diminuíram durante a semana de 5 de julho, mas aumentaram nas semanas de 12 de julho e 19 de julho, e foram maiores entre pessoas totalmente vacinadas e não vacinadas com idade ≥65 anos em comparação com grupos de idade mais jovens (Figura 2 ). O VE estimado específico da faixa etária contra hospitalização permaneceu estável, variando de 90,8% a 97,5% para pessoas de 18 a 49 anos, de 92,4% a 97,0% para pessoas de 50 a 64 anos e de 92,3% a 96,1% para pessoas de idade ≥65 anos. Durante o período de 3 de maio a 25 de julho, o VE geral ajustado por idade contra hospitalização foi geralmente estável de 91,9% para 95,3% (Figura 2) (Tabela). A proporção de hospitalizações para casos foi moderadamente menor entre os grupos totalmente vacinados (13,1 hospitalizações por 100 casos) em comparação com os grupos não vacinados (19,0 hospitalizações por 100 casos).


Principal


Discussão

Neste estudo, as vacinas COVID-19 atuais foram altamente eficazes contra a hospitalização (VE> 90%) para residentes de Nova York totalmente vacinados, mesmo durante um período durante o qual a prevalência da variante Delta aumentou de <2% para> 80% nos EUA região que inclui Nova York, restrições sociais de saúde pública atenuadas, §§ e cobertura de vacina completa para adultos em Nova York foi de quase 65%. No entanto, durante o período avaliado, as taxas de novos casos aumentaram entre os adultos não vacinados e totalmente vacinados, com taxas relativas mais baixas entre as pessoas totalmente vacinadas. Além disso, o VE contra nova infecção diminuiu de 91,7% para 79,8%. Para reduzir novos casos de COVID-19 e hospitalizações, esses achados apóiam a implementação de uma abordagem em camadas centrada na vacinação, bem como outras estratégias de prevenção.


Os resultados deste estudo são consistentes com os observados em outros países. Israel relatou 90% de VE para a vacina Pfizer-BioNTech contra hospitalização; no entanto, um declínio no VE contra novas infecções diagnosticadas ocorreu durante o período de 20 de junho a 17 de julho (diminuindo para <65%) ( 5 ). Outro estudo no Reino Unido encontrou maior VE contra infecção com a variante Delta para Pfizer-BioNTech (88%), que foi menor que VE contra a variante B.1.1.7 (Alfa) (94%) ( 6 ).


Os fatores que impulsionam as mudanças aparentes no VE, incluindo variações por idade, são incertos. Mudanças na proteção imunológica dos atuais regimes de dosagem de vacinas estão sob investigação, ¶¶ com doses adicionais sendo consideradas ( 7 ). O aumento da carga viral da variante Delta pode sustentar sua maior transmissibilidade e pode levar à redução da proteção contra a infecção induzida pela vacina ( 8) Além disso, as variações dos resultados dos ensaios clínicos podem ser porque os ensaios foram realizados durante um período antes do surgimento de novas variantes e quando as estratégias de intervenção não farmacêutica (por exemplo, uso de máscaras e distanciamento físico) foram implementadas de forma mais rigorosa, potencialmente diminuindo a quantidade de vírus a que pessoas foram expostas. Outros fatores que podem influenciar a VE incluem efeitos protetores indiretos de pessoas não vacinadas por pessoas vacinadas e uma proporção crescente de pessoas não vacinadas adquirindo algum nível de imunidade por meio de infecção ( 9 ).


As conclusões deste relatório estão sujeitas a pelo menos seis limitações. Em primeiro lugar, embora limitar o período de análise após a elegibilidade da vacina universal para adultos e estratificação por idade provavelmente ajudou a reduzir vieses, diferenças residuais entre grupos totalmente vacinados e não vacinados têm o potencial de reduzir VE estimado. Em segundo lugar, a análise excluiu pessoas parcialmente vacinadas, para avaliar de forma robusta a VE para vacinação completa em comparação com a de pessoas não vacinadas. Uma análise de sensibilidade suplementar que incluiu pessoas parcialmente vacinadas como não vacinadas rendeu VE conservador para infecção confirmada por laboratório (diminuindo de 88,7% para 72,1%) e para hospitalizações (variando de 89,7% para 93,0%). Terceiro, algoritmos exatos foram usados ​​para vincular bancos de dados; algumas pessoas possivelmente não estavam vinculadas porque as variáveis ​​correspondentes foram inseridas de forma diferente nos respectivos sistemas. Quarto, este estudo não estimou VE por produto da vacina, e as pessoas foram categorizadas totalmente vacinadas 14 dias após a dose final, de acordo com as definições do CDC; no entanto, a vacina Janssen pode ter maior eficácia em 28 dias. *** Dado que os receptores da vacina Janssen representaram 9% das pessoas totalmente vacinadas e o período de tempo observado desde a vacinação completa até a infecção (mediana de 85 dias), isso afetaria minimamente o descobertas. Quinto, as informações sobre os motivos dos testes e hospitalização, incluindo sintomas, eram limitadas. No entanto, uma análise complementar descobriu que entre 1.271 adultos totalmente vacinados e 7.308 adultos não vacinados, 545 (42,9%) e 4.245 (58,1%), respectivamente, foram relatados como tendo sido admitidos por COVID-19 por funcionários do hospital usando definições não padronizadas. Uma análise de sensibilidade de VE de hospitalização limitada aos internados por COVID-19, encontrou resultados semelhantes (intervalo de VE = 93,9% -97,4%), sugerindo que a extensão do viés foi limitada. Finalmente, os dados eram muito esparsos para estimar de forma confiável VE para mortes relacionadas a COVID-19.


Os resultados deste estudo sugerem que as vacinas atualmente disponíveis têm alta eficácia para prevenir a infecção por SARS-CoV-2 confirmada em laboratório e hospitalização por COVID-19. No entanto, VE contra infecção parece ter diminuído nos últimos meses em Nova York, coincidindo com um período de alívio das restrições de saúde pública da sociedade ††† e aumento da circulação da variante Delta ( 8 ). Esses achados apóiam uma abordagem multifacetada para reduzir novas hospitalizações e casos de COVID-19, centrada na vacinação e incluindo outras abordagens, como mascaramento e distanciamento físico.

FIGURA 1 . Novos casos de COVID-19 entre adultos totalmente vacinados e não vacinados, cobertura da vacina e eficácia estimada da vacina, por idade - Nova York, 3 de maio a 25 de julho de 2021

A figura é uma série de quatro painéis mostrando novos casos de COVID-19 entre adultos totalmente vacinados e não vacinados, cobertura da vacina e eficácia estimada da vacina, por idade em Nova York durante 3 de maio a 25 de julho de 2021.

Principal


Retorne ao seu lugar no textoFIGURA 2 . Novas hospitalizações com COVID-19 confirmado por laboratório entre adultos totalmente vacinados e não vacinados, cobertura vacinal e eficácia estimada da vacina, por idade - Nova York, 3 de maio a 25 de julho de 2021

A Figura é uma série de quatro painéis que mostram novas hospitalizações com COVID-19 confirmado em laboratório entre adultos totalmente vacinados e não vacinados, cobertura da vacina e eficácia estimada da vacina, por idade em Nova York durante 3 de maio a 25 de julho de 2021.

Principal



Citação sugerida para este artigo: Rosenberg ES, Holtgrave DR, Dorabawila V, et al. Novos casos e hospitalizações de COVID-19 entre adultos, por status de vacinação - Nova York, 3 de maio a 25 de julho de 2021. MMWR Morb Mortal Wkly Rep. EPub: 18 de agosto de 2021. DOI: http://dx.doi.org/10.15585 /mmwr.mm7034e1ícone externo.


MMWR e Relatório Semanal de Morbidez e Mortalidade são marcas de serviço do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos.

O uso de nomes comerciais e fontes comerciais é apenas para identificação e não implica o endosso do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos.

As referências a sites não CDC na Internet são fornecidas como um serviço aos leitores do MMWR e não constituem ou implicam no endosso dessas organizações ou de seus programas pelo CDC ou pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos. O CDC não é responsável pelo conteúdo das páginas encontradas nesses sites. Os endereços URL listados no MMWR eram atuais na data de publicação.


Todas as versões HTML de artigos MMWR são geradas a partir de provas finais por meio de um processo automatizado. Essa conversão pode resultar em tradução de caracteres ou erros de formato na versão HTML. Os usuários são encaminhados para a versão eletrônica em PDF ( https://www.cdc.gov/mmwr ) e / ou a cópia em papel MMWR original para versões para impressão de textos oficiais, figuras e tabelas.


Perguntas ou mensagens sobre erros de formatação devem ser enviadas para mmwrq@cdc.gov .


Exibir página em:https://www.cdc.gov/mmwr/volumes/70/wr/pdfs/mm7034e1-H.pdf


Citação sugerida para este artigo: Rosenberg ES, Holtgrave DR, Dorabawila V, et al. Novos casos e hospitalizações de COVID-19 entre adultos, por status de vacinação - Nova York, 3 de maio a 25 de julho de 2021. MMWR Morb Mortal Wkly Rep. EPub: 18 de agosto de 2021. DOI: http://dx.doi.org/10.15585 /mmwr.mm7034e1ícone externo.


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Dados de ensaios clínicos randomizados e estudos observacionais do mundo real mostram que todas as três vacinas COVID-19 atualmente autorizadas para uso de emergência pela Food and Drug Administration * são seguras e altamente eficazes para prevenir doenças graves relacionadas a COVID-19, hospitalização e morte ( 1 , 2 ). Estudos de eficácia da vacina (VE) para prevenir novas infecções e hospitalizações atribuíveis ao SARS-CoV-2, o vírus que causa COVID-19), particularmente porque a variante B.1.617.2 (Delta) tornou-se predominante, são limitados no Estados Unidos ( 3) Neste estudo, o Departamento de Saúde do Estado de Nova York vinculou bancos de dados de imunização, exames laboratoriais e de hospitalização em todo o estado de Nova York para estimar as taxas de novos casos COVID-19 confirmados por laboratório e hospitalizações por estado de vacinação entre adultos, bem como VE correspondente para vacinação completa na população, em todos os três produtos de vacinação autorizados. Durante o período de 3 de maio a 25 de julho de 2021, o VE geral ajustado por idade contra novos casos COVID-19 para todos os adultos diminuiu de 91,7% para 79,8%. Durante o mesmo período, o VE geral ajustado por idade contra hospitalização foi relativamente estável, variando de 91,9% a 95,3%. As vacinas atualmente autorizadas têm alta eficácia contra a hospitalização por COVID-19, mas a eficácia contra novos casos parece ter diminuído nos últimos meses, coincidindo com o aumento da variante Delta de <2% para> 80% na região dos EUA que inclui Nova York e relaxamento das recomendações de mascaramento e distanciamento físico. Para reduzir novos casos de COVID-19 e hospitalizações, esses achados apóiam a implementação de uma abordagem em camadas centrada na vacinação, bem como outras estratégias de prevenção, como mascaramento e distanciamento físico.


Quatro bancos de dados (Citywide Immunization Registry, New York State Immunization Information System, Electronic Clinical Laboratory Reporting System e Health Electronic Response Data System [HERDS]) foram vinculados para construir uma coorte baseada em vigilância de adultos com idade ≥18 anos residentes em Nova York usando identificadores individuais baseados em nome, data de nascimento e código postal de residência. O Citywide Immunization Registry e o New York State Immunization Information System são usados ​​para coletar e armazenar todos os dados de vacinação do provedor COVID-19 para pessoas que residem na cidade de Nova York e no resto do estado, respectivamente (excluindo ambientes selecionados, como Veterans Affairs e militares unidades de saúde); as pessoas foram consideradas totalmente vacinadas ≥14 dias após o recebimento da dose final da vacina. †O Electronic Clinical Laboratory Reporting System coleta todos os resultados de teste COVID-19 relatáveis ​​(teste de amplificação de ácido nucleico [NAAT] ou antígeno) em Nova York ( 4 ); um novo caso COVID-19 foi definido como o recebimento de um novo resultado positivo do NAAT para SARS-CoV-2 ou do teste de antígeno, mas não dentro de 90 dias de um resultado positivo anterior. O HERDS inclui uma pesquisa eletrônica diária em todo o estado de todas as instalações de internação em Nova York; novas admissões com um diagnóstico de COVID-19 confirmado por laboratório são inseridas no HERDS diariamente por membros treinados da equipe do hospital.


Após um período de elegibilidade para a vacina COVID-19 em fases com base na idade, ocupação, ambiente ou comorbidades começando em dezembro de 2020, todos os residentes de Nova York com idade ≥60 anos eram elegíveis para vacinação em 10 de março de 2021; a elegibilidade foi expandida para pessoas com idade ≥30 anos até 30 de março, e para todos os adultos com idade ≥18 anos até 6 de abril. § Para permitir que uma grande parte das pessoas vacinadas alcancem imunidade total, este estudo foi restrito à semana de início de maio 3 até a semana a partir de 19 de julho de 2021.


Infecções disruptivas foram definidas como novos casos entre pessoas que estavam totalmente vacinadas no dia da coleta da amostra. As hospitalizações entre pessoas com infecção emergente foram definidas como novas admissões hospitalares entre pessoas totalmente vacinadas no dia do relatório. A população adulta total do estado que foi totalmente vacinada e não vacinada ¶foi avaliado para cada dia e estratificado por faixa etária (18-49 anos, 50-64 anos e ≥65 anos). Pessoas que foram parcialmente vacinadas foram excluídas das análises. Para cada semana e faixa etária, as taxas de novos casos e hospitalizações foram calculadas entre pessoas totalmente vacinadas e não vacinadas, dividindo respectivamente as contagens para cada grupo pelas pessoas-dia totalmente vacinadas e não vacinadas naquela semana. O VE ajustado para a idade a cada semana foi estimado como a média ponderada da população do VE estratificado por idade. ** O intervalo entre a conclusão da vacinação e a data do resultado do teste de SARS-CoV-2 positivo foi resumido usando a mediana, intervalo interquartil (IQR), e porcentagem testada ≥7 dias após a vacinação completa. ††A proporção de hospitalizações para casos foi calculada para cada grupo de vacinação para entender a gravidade relativa dos casos. O teste estatístico não foi realizado porque o estudo incluiu toda a população de interesse e não era uma amostra.


Em 25 de julho de 2021, um total de 10.175.425 (65,8%) adultos de Nova York com idade ≥18 anos foram totalmente vacinados; 1.603.939 (10,4%) foram parcialmente vacinados. Entre os adultos totalmente vacinados, 51,3% receberam Pfizer-BioNTech, 39,8% receberam Moderna e 8,9% receberam vacinas Janssen (Johnson & Johnson). Durante 3 de maio a 25 de julho, um total de 9.675 novos casos (1,31 por 100.000 pessoas-dia) ocorreram entre adultos totalmente vacinados, em comparação com 38.505 (10,69 por 100.000 pessoas-dia) entre adultos não vacinados (Tabela ). A maioria (98,1%) dos novos casos entre pessoas totalmente vacinadas ocorreu ≥7 dias após serem classificadas como totalmente vacinadas (mediana = 85 dias; IQR = 58-113). Durante o período de 3 de maio a 25 de julho, as taxas de casos entre pessoas totalmente vacinadas foram geralmente semelhantes em todas as faixas etárias, assim como as taxas de casos entre pessoas não vacinadas, diminuindo até o final de junho antes de aumentar em julho (Figura 1 ). VE estimado semanalmente contra nova infecção confirmada por laboratório durante 3 de maio a 25 de julho para todas as faixas etárias geralmente diminuiu, variando de 90,6% a 74,6% para pessoas de 18 a 49 anos, 93,5% a 83,4% para pessoas de 50 a 64 anos, e 92,3% a 88,9% para pessoas com idade ≥65 anos. De 3 de maio a 25 de julho, o VE geral ajustado por idade contra infecção diminuiu de 91,7% para 79,8% (Figura 1) (Tabela).


Um total de 1.271 novas hospitalizações por COVID-19 (0,17 por 100.000 pessoas-dia) ocorreram entre adultos totalmente vacinados, em comparação com 7.308 (2,03 por 100.000 pessoas-dia) entre adultos não vacinados (Tabela). As taxas de hospitalização geralmente diminuíram durante a semana de 5 de julho, mas aumentaram nas semanas de 12 de julho e 19 de julho, e foram maiores entre pessoas totalmente vacinadas e não vacinadas com idade ≥65 anos em comparação com grupos de idade mais jovens (Figura 2 ). O VE estimado específico da faixa etária contra hospitalização permaneceu estável, variando de 90,8% a 97,5% para pessoas de 18 a 49 anos, de 92,4% a 97,0% para pessoas de 50 a 64 anos e de 92,3% a 96,1% para pessoas de idade ≥65 anos. Durante o período de 3 de maio a 25 de julho, o VE geral ajustado por idade contra hospitalização foi geralmente estável de 91,9% para 95,3% (Figura 2) (Tabela). A proporção de hospitalizações para casos foi moderadamente menor entre os grupos totalmente vacinados (13,1 hospitalizações por 100 casos) em comparação com os grupos não vacinados (19,0 hospitalizações por 100 casos).


Principal


Discussão

Neste estudo, as vacinas COVID-19 atuais foram altamente eficazes contra a hospitalização (VE> 90%) para residentes de Nova York totalmente vacinados, mesmo durante um período durante o qual a prevalência da variante Delta aumentou de <2% para> 80% nos EUA região que inclui Nova York, restrições sociais de saúde pública atenuadas, §§ e cobertura de vacina completa para adultos em Nova York foi de quase 65%. No entanto, durante o período avaliado, as taxas de novos casos aumentaram entre os adultos não vacinados e totalmente vacinados, com taxas relativas mais baixas entre as pessoas totalmente vacinadas. Além disso, o VE contra nova infecção diminuiu de 91,7% para 79,8%. Para reduzir novos casos de COVID-19 e hospitalizações, esses achados apóiam a implementação de uma abordagem em camadas centrada na vacinação, bem como outras estratégias de prevenção.


Os resultados deste estudo são consistentes com os observados em outros países. Israel relatou 90% de VE para a vacina Pfizer-BioNTech contra hospitalização; no entanto, um declínio no VE contra novas infecções diagnosticadas ocorreu durante o período de 20 de junho a 17 de julho (diminuindo para <65%) ( 5 ). Outro estudo no Reino Unido encontrou maior VE contra infecção com a variante Delta para Pfizer-BioNTech (88%), que foi menor que VE contra a variante B.1.1.7 (Alfa) (94%) ( 6 ).


Os fatores que impulsionam as mudanças aparentes no VE, incluindo variações por idade, são incertos. Mudanças na proteção imunológica dos atuais regimes de dosagem de vacinas estão sob investigação, ¶¶ com doses adicionais sendo consideradas ( 7 ). O aumento da carga viral da variante Delta pode sustentar sua maior transmissibilidade e pode levar à redução da proteção contra a infecção induzida pela vacina ( 8) Além disso, as variações dos resultados dos ensaios clínicos podem ser porque os ensaios foram realizados durante um período antes do surgimento de novas variantes e quando as estratégias de intervenção não farmacêutica (por exemplo, uso de máscaras e distanciamento físico) foram implementadas de forma mais rigorosa, potencialmente diminuindo a quantidade de vírus a que pessoas foram expostas. Outros fatores que podem influenciar a VE incluem efeitos protetores indiretos de pessoas não vacinadas por pessoas vacinadas e uma proporção crescente de pessoas não vacinadas adquirindo algum nível de imunidade por meio de infecção ( 9 ).


As conclusões deste relatório estão sujeitas a pelo menos seis limitações. Em primeiro lugar, embora limitar o período de análise após a elegibilidade da vacina universal para adultos e estratificação por idade provavelmente ajudou a reduzir vieses, diferenças residuais entre grupos totalmente vacinados e não vacinados têm o potencial de reduzir VE estimado. Em segundo lugar, a análise excluiu pessoas parcialmente vacinadas, para avaliar de forma robusta a VE para vacinação completa em comparação com a de pessoas não vacinadas. Uma análise de sensibilidade suplementar que incluiu pessoas parcialmente vacinadas como não vacinadas rendeu VE conservador para infecção confirmada por laboratório (diminuindo de 88,7% para 72,1%) e para hospitalizações (variando de 89,7% para 93,0%). Terceiro, algoritmos exatos foram usados ​​para vincular bancos de dados; algumas pessoas possivelmente não estavam vinculadas porque as variáveis ​​correspondentes foram inseridas de forma diferente nos respectivos sistemas. Quarto, este estudo não estimou VE por produto da vacina, e as pessoas foram categorizadas totalmente vacinadas 14 dias após a dose final, de acordo com as definições do CDC; no entanto, a vacina Janssen pode ter maior eficácia em 28 dias. *** Dado que os receptores da vacina Janssen representaram 9% das pessoas totalmente vacinadas e o período de tempo observado desde a vacinação completa até a infecção (mediana de 85 dias), isso afetaria minimamente o descobertas. Quinto, as informações sobre os motivos dos testes e hospitalização, incluindo sintomas, eram limitadas. No entanto, uma análise complementar descobriu que entre 1.271 adultos totalmente vacinados e 7.308 adultos não vacinados, 545 (42,9%) e 4.245 (58,1%), respectivamente, foram relatados como tendo sido admitidos por COVID-19 por funcionários do hospital usando definições não padronizadas. Uma análise de sensibilidade de VE de hospitalização limitada aos internados por COVID-19, encontrou resultados semelhantes (intervalo de VE = 93,9% -97,4%), sugerindo que a extensão do viés foi limitada. Finalmente, os dados eram muito esparsos para estimar de forma confiável VE para mortes relacionadas a COVID-19.


Os resultados deste estudo sugerem que as vacinas atualmente disponíveis têm alta eficácia para prevenir a infecção por SARS-CoV-2 confirmada em laboratório e hospitalização por COVID-19. No entanto, VE contra infecção parece ter diminuído nos últimos meses em Nova York, coincidindo com um período de alívio das restrições de saúde pública da sociedade ††† e aumento da circulação da variante Delta ( 8 ). Esses achados apóiam uma abordagem multifacetada para reduzir novas hospitalizações e casos de COVID-19, centrada na vacinação e incluindo outras abordagens, como mascaramento e distanciamento físico.


Principal


Agradecimentos

Steven Davis, Rebecca Hoen, Departamento de Saúde do Estado de Nova York; Programa de Registro de Imunizações da Cidade, Departamento de Saúde e Higiene Mental da Cidade de Nova York.

Autor correspondente: Eli Rosenberg, eli.rosenberg@health.ny.gov .  


1 Departamento de Saúde do Estado de Nova York; 2 University at Albany School of Public Health, State University of New York, Rensselaer, New York. Principal Todos os autores preencheram e enviaram o formulário do Comitê Internacional de Editores de Revistas Médicas para divulgação de potenciais conflitos de interesse. Nenhum potencial conflito de interesse foi divulgado. Principal * Na data de publicação deste relatório, as vacinas COVID-19 da Pfizer-BioNTech, Moderna e Janssen (Johnson & Johnson) foram autorizadas pela Food and Drug Administration sob Autorização de Uso de Emergência. † A dose final foi a segunda dose para as vacinas Pfizer-BioNTech e Moderna, a primeira dose para a vacina Janssen. § https://www.governor.ny.gov/news/governor-cuomo-announces-new-yorkers-30-years-age-and-older-will-be-eligible-receive-covid-19ícone externo ¶ A população adulta total do estado que não foi vacinada foi calculada como a população total do Censo dos EUA, menos as pessoas total ou parcialmente vacinadas. Pessoas que foram parcialmente vacinadas foram definidas como aquelas que iniciaram uma série de vacinas, mas não a concluíram ou foram dentro de 14 dias após a conclusão. ** Para ambos os desfechos, VE em cada semana e faixa etária foi calculado como 1- (Taxa de vacinados / Taxa de não vacinados ). †† A porcentagem testada ≥7 dias a partir da vacinação completa foi incluída para informar uma possível infecção não diagnosticada antes que a vacinação completa fosse alcançada. §§ https://covid.cdc.gov/covid-data-tracker/#variant-proportions ¶¶ https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2021.07.28.21261159v1ícone externo *** https://www.fda.gov/media/146338/downloadícone externo ††† https://coronavirus.jhu.edu/data/state-timeline/new-confirmed-cases/new-york/205ícone externo Principal Referências Administração de Alimentos e Medicamentos. Vacinas para o covid19. Silver Spring, MD: Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA; Administração de Alimentos e Medicamentos; 2021. Acessado em 29 de julho de 2021. https://www.fda.gov/emergency-preparedness-and-response/coronavirus-disease-2019-covid-19/covid-19-vaccinesícone externo. Pilishvili T, Fleming-Dutra KE, Farrar JL, et al .; Eficácia da vacina entre a equipe de estudo de pessoal de saúde. Estimativas provisórias da eficácia da vacina das vacinas Pfizer-BioNTech e Moderna COVID-19 entre profissionais de saúde - 33 locais nos EUA, janeiro-março de 2021. MMWR Morb Mortal Wkly Rep 2021; 70: 753-8. https://doi.org/10.15585/mmwr.mm7020e2ícone externo PMID: 34014909ícone externo CDC. Investigação e notificação de casos de descoberta da vacina COVID-19. Atlanta, GA: Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, CDC; 2021. Acessado em 29 de julho de 2021. https://www.cdc.gov/vaccines/covid-19/health-departments/breakthrough-cases.html Rosenberg ES, Dufort EM, Blog DS, et al.; Equipe de Resposta ao Coronavírus do Estado de Nova York 2019. Teste COVID-19, características epidêmicas, resultados hospitalares e prevalência domiciliar, Estado de Nova York - março de 2020. Clin Infect Dis 2020; 71: 1953–9. https://doi.org/10.1093/cid/ciaa549ícone externo PMID: 32382743ícone externo Ministério da Saúde de Israel. Declínio da eficácia da vacina contra infecções e doenças sintomáticas. Jerusalém, Israel: Ministério da Saúde de Israel; 2021. Acessado em 29 de julho de 2021. https://www.gov.il/en/departments/news/05072021-03ícone externo. Lopez Bernal J, Andrews N, Gower C, et al. Eficácia das vacinas Covid-19 contra a variante B.1.617.2 (Delta). N Engl J Med 2021. Epub 21 de julho de 2021. https://doi.org/10.1056/NEJMoa2108891ícone externo PMID: 34289274ícone externo Kamar N, Abravanel F, Marion O, Couat C, Izopet J, Del Bello A. Três doses de uma vacina de mRNA Covid-19 em receptores de transplante de órgão sólido. N Engl J Med 2021. Epub 23 de junho de 2021. https://doi.org/10.1056/NEJMc2108861ícone externo PMID: 34161700ícone externo Brown CM, Vostok J, Johnson H, et al. Surto de infecções por SARS-CoV-2, incluindo infecções revolucionárias da vacina COVID-19, associadas a grandes reuniões públicas - Condado de Barnstable, Massachusetts, julho de 2021. MMWR Morb Mortal Wkly Rep 2021l; 70: 1059–62. https://doi.org/10.15585/mmwr.mm7031e2ícone externo PMID: 34351882ícone externo Patel MK, Bergeri I, Bresee JS, et al. Avaliação da eficácia da vacina COVID-19 pós-introdução: resumo das orientações provisórias da Organização Mundial da Saúde. Vaccine 2021; 39: 4013–24. https://doi.org/10.1016/j.vaccine.2021.05.099ícone externo PMID: 34119350ícone externo



sexta-feira, 20 de agosto de 2021

O que acontece em Toronto pode ocorrer no Brasil? Sim! se não alcançarmos a igualdade na saúde<<>> Quanto mais vacinação mais alta taxas de COVID-19 mostra novo estudo <<>> A pergunta é por que isso? <<>> Tá na hora de verificar se os imigrantes estão sendo vacinados na praça da Sé capital e outras regiões de Guarulhos <<>> O mesmo olhar em Toronhto esta sendo focado nos Imigrantes

 




 
 Renato Santos  20/08/2021   Mas  o  que  acontece  em  Canada  pode  ocorrer  no  Brasil?  Em  se  tratando  do COVID-19,  tudo  é  possível.  Não se  trata de  fake  news  e  sim  a mais  triste  realidade  dos homens  dos  tempos  modernos.

Os pontos críticos de Toronto aumentaram as taxas de vacinação, mas ainda registraram taxas de COVID mais altas, mostra um novo estudo.

Desigualdades nas taxas de infecção de COVID-19 permaneceram em Toronto, apesar dos bairros de pontos quentes atingirem uma taxa de vacinação semelhante para regiões com menor carga de infecção.

Essas áreas de foco, que predominantemente abrigam imigrantes e muitas vezes enfrentam desigualdades de longa data relacionadas à falta de serviços sociais e outros apoios, tiveram níveis persistentes do vírus que são mais altos em comparação com os bairros mais ricos de Toronto.

A estratégia de vacinação do ponto quente da província não era robusta o suficiente para mudar o controle sobre a carga relativa do vírus nas regiões mais afetadas, mostra uma nova pesquisa da Western University.

Para melhorar as taxas de infecção por COVID-19 em pontos críticos, as taxas de vacinação precisam corresponder ao risco de exposição por bairro, indica o estudo.

“Descobrimos que, apesar do fato de as taxas de vacinação de COVID-19 terem se tornado quase iguais, as taxas de infecção de COVID-19 e as desigualdades nela continuaram a persistir”, disse Kate Choi, professora associada de sociologia e diretora do Centro de Pesquisa da universidade sobre Desigualdade Social, coautor do estudo.

“Se olharmos apenas para as taxas de vacinação iguais ... essas comunidades que eram mais vulneráveis ​​no início, terão mais casos novos”, disse ela.

O relatório indica que quando Ontário priorizou vacinas para bairros de alta concentração por um período de duas semanas em maio, as taxas de vacinação não aumentaram rápido o suficiente para combater significativamente a disseminação da infecção nessas áreas.

Choi e seus colegas usaram dados administrativos de saúde pública da cidade de Toronto para comparar as taxas de vacinação em bairros com taxas baixas, moderadas e altas de COVID-19 durante o período de 17 de abril a 23 de junho.

Eles descobriram que, em abril, bairros que tinham altas taxas de COVID-19 tinham taxas de vacinação cerca de 5,8 pontos percentuais mais baixas do que comunidades com baixas taxas do vírus. Em meados de junho, devido a esses bairros de hot spot recebendo prioridade mais tarde na implantação, essa margem havia sido reduzida para 1,7 pontos.

Uma análise da Star em parceria com a The Local Magazine em junho também encontrou taxas de vacinação em pontos críticos de Toronto estavam caindo em relação aos pontos não quentes.

Mas o número de novos casos em geral nos pontos quentes continuou a aumentar em uma taxa mais rápida, em comparação com bairros com taxas de infecção mais baixas, mostrou o estudo.

Aqueles que vivem em comunidades que a província considerou pontos críticos têm duas vezes mais chances de serem racializados e quatro vezes mais chances de trabalhar em manufatura e serviços públicos, em comparação com outros bairros, uma análise da University Health Network indicou em maio.

Os relatórios do Star indicam que os bairros que tiveram uma carga maior de infecção desde o início da pandemia não tiveram investimentos de longo prazo em suas comunidades e muitas vezes dependem de organizações comunitárias, que têm recursos limitados, para apoiar a população.

Outros fatores que tornam os residentes em bairros como o canto noroeste de Toronto ou Scarborough mais vulneráveis ​​incluem uma maior porcentagem de trabalhadores que assumem posições temporárias para pagar as contas, o que envolve trabalhar em fábricas onde o risco de exposição é maior.

Choi disse que a pesquisa indica que, com a abordagem da vacinação, os governos precisam repensar o que significa equidade.

“Em uma comunidade onde você tem residentes que, devido às suas circunstâncias de trabalho, são menos propensos a trabalhar remotamente ou porque vivem em casas lotadas ... taxas de vacinação iguais não significam necessariamente que terão taxas de infecção de COVID-19 iguais,” ela disse.

“Precisamos vacinar em taxas proporcionais à incidência de exposição ao vírus COVID-19”, disse ela.

Se as doses de reforço são algo que a província está considerando, os bairros de pontos quentes devem ter acesso primeiro e por um período superior a duas semanas, disse Choi.

“Para alcançarmos a igualdade na saúde, realmente precisamos saber sistematicamente quais são essas barreiras e fazer esforços para abordá-las, para que possamos ter igualdade na saúde ao longo do tempo”, disse ela.


dr.renatosantos@gmail.com  comentários 


quinta-feira, 19 de agosto de 2021

As vacinas não nos dão nenhuma segurança <<>> Somos obrigados a ser vacinados por governadores assassinos <<>> Caso não sejam será dispensados por justa causa <<>> Vivemos dentro de uma bolha <<>> Você pode abraçar a sua avó?<<>> Deste que usa kit de proteção <<>> Mascaras, álcool gel <<>. Aconselhamos mesmo vacinados façam o exame de sangue pra ver se encontra-se contaminados <<>> Ainda temos a variante pra enfrenatar.









RENATO   SANTOS   19/08/2021   Há  uma  pergunta  que   precisa   ser   respondida,  posso  abraçar  a  minha  avó?  Depois  de  vacinado?  Depende   do  ponto  de  vista  que  você entende  pra  que  serve  às   vacinas,  aconselhamos  a  fazer  outro  teste  depois das  doses  que tomou.





Você e sua avó estão totalmente vacinados. Posso dar um abraço na vovó?

“Asking for a Friend” é uma nova série que aborda os difíceis cenários de vacinas dos leitores com conselhos de especialistas médicos. Na segunda parte, exploramos como você pode visitar com segurança seus entes queridos idosos.

O cenário

Durante a pandemia, você minimizou o contato com sua avó porque sabe que as pessoas na faixa etária dela são vulneráveis ​​a casos graves de COVID-19.

Agora que você e sua avó estão totalmente vacinados, você se sente mais confortável em visitá-la depois de passar mais de um ano separados. Ainda assim, você está ciente de que existem riscos potenciais de transmissão de COVID-19 para sua avó, mesmo que vocês dois estejam vacinados.

Como saber quando é seguro dar um abraço na vovó de novo?

Aconselhamento de especialista: Use tudo no kit de ferramentas de prevenção COVID-19

Vá em frente e dê um abraço na vovó, desde que vocês dois estejam totalmente vacinados.

As  vacinas  não  são  bem  seguras  como  querem  alguns,  somos  obrigados a  injetar  algo  estranho  na nossa veia caso  contrário  você  não  tem  liberdade,  de trabalhar, viver,  e  até  a sua  liberdade  está  escravizada  nesse  contexto,  a sua  Constituição  não é  respeitada e  se depender  de alguns   governadores  os  empregos  para  quem  não  vacinar  é  rua, dispensa  por  justa  causa.

“A esta altura, sinto-me bastante confiante em dizer às pessoas que, se forem dois indivíduos totalmente vacinados, eles ainda devem poder se abraçar”, disse o Dr. Nathan Stall, especialista em geriatria no Hospital Mount Sinai.

Mas  não  esqueçam  de usar,  as  máscaras, álcool  gel,  e manter  a  distância   social,  estamos  vivendo  dentro  de uma  bolha   invisível.

O  Vírus  Chinês  trouxe   para  todos  nós  essa bolha,  estamos   presos  nela.

Ser totalmente vacinado, tanto você quanto seus parentes idosos, é um grande passo na direção certa, diz Stall. Mesmo com a variante Delta extremamente contagiosa que atinge a província, Stall diz que estar totalmente vacinado é a melhor coisa que você pode fazer para manter seus avós seguros enquanto os visita.

“(Vacinação) vai reduzir as chances de infecção em cerca de três vezes. Vai marcadamente reduzir as chances de morte ou hospitalização ”, disse Stall. “Eles ainda devem se sentir muito seguros de que foram vacinados.”

Ainda assim, Stall diz que os adultos mais velhos têm maior probabilidade de contrair infecções sérias, por isso é importante manter as precauções COVID-19 no trabalho e em outros lugares.

“A variante Delta é um oponente diferente quando se trata da pandemia”, disse Stall. “Precisamos usar todas as ferramentas de nosso kit de ferramentas para combatê-lo.”

Além de ser vacinado, esse kit de ferramentas inclui: mascaramento dentro de casa, distanciamento físico, especialmente quando você não sabe o estado de vacinação de alguém e higiene adequada das mãos.

“Estas são as medidas fundamentais que temos feito desde o início, que são necessárias - apesar do estado de vacinação - em face das variantes Delta”, disse Stall.

fonte  de  pisquisa

Comentário  Renato Santos