REGIME BOLIVARIANO BRASILEIRO MATA, CELSO DANIEL MORTO, CRIME POLITICO OS REUS, OS PEQUENOS ESTÃO PRESOS E OS MANDANTES

Celso Daniel, aos cinquenta anos de idade, quando ocupava o cargo de prefeito de Santo André pela terceira vez, foi seqüestrado na noite de 18 de janeiro de 2002, quando saía de uma churrascaria localizada na região dos Jardins, em São Paulo.1

Segundo as informações divulgadas pela imprensa, o prefeito estava dentro de um carro Mitsubishi Pajero blindado, na companhia do empresário Sérgio Gomes da Silva, conhecido também como o "Sombra". O carro teria sido perseguido por outros três veículos: um Santana, um Tempra e uma Blazer.

Na rua Antônio Bezerra, perto do número 393, no bairro do Sacomã, Zona Sul da Capital, os criminosos fecharam o carro do prefeito. Tiros foram disparados contra os pneus e vidros traseiro e dianteiro de seu carro. Gomes da Silva, que era o motorista, disse que na hora a trava e o câmbio da Pajero não funcionaram.


Os bandidos armados então abriram a porta do carro, arrancaram o prefeito de lá e o levaram embora. Sérgio Gomes da Silva ficou no local e nada aconteceu com ele.

Na manhã do dia 20 de janeiro de 2002, domingo, o corpo do prefeito Celso Daniel, com onze tiros, foi encontrado na Estrada das Cachoeiras, no Bairro do Carmo, na altura do quilômetro 328 da rodovia Régis Bittencourt (BR-116), em Juquitiba.

A polícia de São Paulo concluiu o inquérito sobre a morte de Celso Daniel no dia 1 de abril de 2002.

Segundo o relatório final da polícia, apresentado pelo delegado Armando de Oliveira Costa Filho, do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), seis pessoas de uma quadrilha da favela Pantanal, da Zona Sul de São Paulo, cometeram o crime. Entre elas estava um menor de idade, que confessou ter sido o autor dos disparos que atingiram o prefeito. O inquérito policial concluiu que os criminosos seqüestraram Celso Daniel por engano, e que confundiram-no com uma outra pessoa, um comerciante cuja identidade não foi revelada, e que seria o verdadeiro alvo do seqüestro.

Os integrantes da quadrilha seriam: Rodolfo Rodrigo de Souza Oliveira (“Bozinho”), José Édson da Silva (“Édson”), Itamar Messias Silva dos Santos (“Itamar”), Marcos Roberto Bispo dos Santos (“Marquinhos”), e Elcyd Oliveira Brito (“John”). O líder da quadrilha seria Ivan Rodrigues da Silva, também conhecido como “Monstro”.

O local do cativeiro foi escolhido por Édson, que alugou um sítio em Juquitiba para essa finalidade. Dois carros foram roubados para a realização do seqüestro: uma Chevrolet Blazer e um Volkswagen Santana. A quadrilha se reuniu no dia 17 de janeiro de 2002 e ficou definido que o seqüestro ocorreria no dia seguinte.

No dia 18 de Janeiro, à tarde, teve início a operação. Monstro e Marquinhos saíram no Santana e os outros criminosos foram na Blazer. Através de um telefone celular o Monstro coordenava toda a ação. Os meliantes na Blazer começaram a perseguir o comerciante que pretendiam deter, contudo perderam-no de vista. 

O líder do bando, Monstro ordenou então que o grupo abortasse a ação e que atacasse o passageiro do primeiro carro importado que fosse encontrado no caminho. Os bandidos começaram a trafegar pelas ruas da região e Monstro escolheu como novo alvo a Pajero onde viajava o prefeito Celso Daniel e o empresário Sérgio Gomes. 

O bando começou a perseguir a Pajero do prefeito, e a Blazer a bater nele. Itamar e Bonzinho saíram da Blazer, atiraram na direção da Pajero e tiraram o prefeito Celso Daniel do carro, rendido à força. Ele foi levado até a favela Pantanal, na região de divisa entre Diadema e São Paulo. Na favela, os bandidos retiraram Celso Daniel da Blazer, colocaram-no no Santana e levaram-no até o cativeiro em Juquitiba.

No dia 19 de Janeiro, os criminosos souberam pelos jornais que tinham seqüestrado o prefeito de Santo André. Eles ficaram com medo e resolveram desistir. Monstro, ordenou a Edson que a vítima fosse “dispensada”. 

Segundo os outros integrantes da quadrilha, Monstro quis dizer com isso que Celso Daniel deveria ser libertado. Contudo, Edson entendeu que deveria matar o prefeito. 

Edson contratou um menor conhecido como "Lalo" para matar a vítima. Edson, Lalo e Celso Daniel foram até a estrada da Cachoeira, em Juquitiba e Edson deu a ordem para Lalo matar o prefeito. Dois dias depois, o corpo de Celso Daniel foi encontrado, com oito perfurações a bala.2

A família de Celso Daniel não ficou satisfeita com o resultado do primeiro inquérito policial que disse que o prefeito foi vítima de crime comum, assassinado por engano por uma quadrilha de seqüestradores. Para a família do prefeito o crime teve motivação política.

O empresário Sérgio Gomes da Silva, que era o motorista da Pajero onde viajava o prefeito Celso Daniel, disse que na hora quando foi fechado pelos bandidos, a trava e o câmbio do veículo não funcionaram, o que impossibilitou a fuga e permitiu aos bandidos abrirem a porta do carro e levarem o prefeito. 

Uma análise pericial foi feita na Pajero e a conclusão dos peritos é que o carro não tinha nenhum defeito elétrico ou mecânico que justificasse uma falha. Segundo os peritos, se houve falha na hora, ela foi humana.

Após a morte de Celso Daniel foram ainda assassinadas sete outras pessoas, todas em situações misteriosas (algumas pessoas alegam que foram quinze):

Dionísio Aquino Severo - Seqüestrador de Celso Daniel e uma das principais testemunhas no caso. Uma facção rival à dele o matou três meses após o crime.
Sergio - ‘Orelha’ - Escondeu Dionísio em casa após o seqüestro. Fuzilado em novembro de 2002.
Otávio Mercier - Investigador da Polícia Civil. Telefonou para Dionisio na véspera da morte de Daniel. Morto a tiros em sua casa.


Antonio Palácio de Oliveira - O garçom que serviu Celso Daniel na noite do crime pouco antes do seqüestro. Em fevereiro de 2003.
Paulo Henrique Brito - Testemunhou a morte do garçom. Levou um tiro, 20 dias depois.
Iran Moraes Redua - O agente funerário que reconheceu o corpo do prefeito jogado na estrada e que chamou a polícia em Juquitiba, morreu com dois tiros em novembro de 2004.


Carlos Delmonte Printes - Legista que atestou marcas de tortura no cadáver de Celso Daniel, foi encontrado morto em seu escritório em São Paulo, em 12 de outubro de 2005.


Um dos promotores do caso mostrou ao menor que alegou ter atirado no prefeito, uma foto de Celso Daniel. Este não conseguiu reconhecer a pessoa na foto, sendo posta em dúvida a hipótese de ele ter sido o autor dos disparos que vitimaram Celso Daniel.

A família pressionou as autoridades para que o caso da morte do prefeito fosse reaberto. Em 5 de Agosto de 2002 o Ministério Público de São Paulo solicitou a reabertura das investigações sobre o sequestro e assassinato do prefeito.

Em Agosto de 2010 a promotora Eliana Vendramini, responsável pela investigação e denúncia que apura o assassinato do ex-prefeito Celso Daniel, sofreu um estranho acidente automobilístico em uma via expressa de São Paulo. 


O veículo blindado e conduzido pela promotora capotou três vezes após ser repetidamente atingido por outro automóvel, que fugiu sem prestar socorro.

Hipótese de crime político

João Francisco Daniel, irmão de Celso Daniel, em depoimento na CPI dos Bingos.

Muitos integrantes da família do prefeito morto acreditam na hipótese de crime político. Segundo o irmão de Celso Daniel, o oftalmologista João Francisco Daniel, o prefeito morreu porque detinha um dossiê sobre corrupção na prefeitura de Santo André. 

Tal hipótese é questionada por muitos, uma vez que João Francisco, filiado ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), fazia oposição a seu irmão, com quem era rompido pessoal e politicamente.

João alega que seu irmão Celso Daniel, quando era prefeito de Santo André, sabia e era conivente de um esquema de corrupção na prefeitura, que servia para desviar dinheiro para o Partido dos Trabalhadores (PT). 

O suposto esquema de corrupção envolvia integrantes do governo municipal e empresários do setor de transportes e contava ainda com a participação de José Dirceu. 

Empresários de ônibus da região do ABC Paulista, como a família Gabrilli, controladora da Viação São José/Expresso Guarará, confirmou que Sérgio Gomes da Silva, o Sombra, coletava mensalmente uma propina das empresas, com valores que variavam entre R$ 40 mil a R$ 120 mil. 

Ainda de acordo com estas denúncias, as empresas que participavam do suposto esquema seriam beneficiadas em Santo André. Para se ter uma ideia das denúncias, a filha do dono da Viação São José/Expresso Guarará, Ângela Gabrilli, contou em depoimento ao Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público de Santo André, e à CPI da Câmara Municipal de Santo André, realizada logo após a morte de Celso Daniel, que a Viação Padroeira, que supostamente participava do apontado esquema, ganhou a concessão de uma linha, a B 47 R (Jardim Santo André/Terminal Santo André Oeste), prejudicando a Viação São José que mantinha uma linha com itinerário semelhante. 


A linha da Viação Padroeira acabou fazendo com que a São José extinguisse a linha mais antiga, a T 45 (Vila Suíça/Estação de Santo André) e entrasse em prejuízo. Até então, a Viação São José não participava do suposto esquema.

Os acusados negam as denúncias e vêm se defendendo nos fóruns apropriados.

Ainda segundo depoimento do irmão de Celso, João Francisco Daniel, algumas pessoas começaram a desviar para suas contas pessoais o dinheiro, que por sua vez já era desviado ilegalmente para o PT. Celso Daniel descobriu isso e preparou um dossiê, que teria desaparecido após seu assassinato.

O presidiário José Felício, conhecido como "Geleião", disse à polícia ter ouvido falar sobre o suposto dossiê de Celso Daniel e de uma suposta ameaça de morte. O empresário Sérgio Gomes da Silva (o "Sombra"), que dirigia o carro em que viajava o prefeito na noite do seqüestro, foi indiciado pelo Ministério Público de São Paulo, acusado de ser o mandante do assassinato do prefeito. 


De acordo com o Ministério Público foi Sombra quem ordenou a morte do prefeito para que um suposto esquema de corrupção na prefeitura de Santo André não fosse descoberto. Sombra está preso e nega qualquer participação na morte do prefeito.

Os promotores Roberto Wider Filho e Amaro José Tomé, do Gaeco do Ministério Público de Santo André, pediram em 2005, a reabertura das investigações policiais. Por ordem do Secretário de Segurança do Estado de São Paulo, Saulo de Castro Abreu Filho, o caso foi encaminhado para a delegada Elisabete Sato, então titular do Distrito Policial de número 78, nos Jardins. 

Os promotores pediram que o caso não fosse encaminhado novamente ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil paulista, que já havia concluído pela tese de crime comum. Mesmo após a reabertura das investigações, o delegado-geral da época, Marco Antônio Desgualdo, declarou acreditar na tese de crime comum, o que é negado veementemente pelos promotores e pelos familiares de Celso Daniel.

Um segundo inquérito, conduzido novamente por Elizabete Sato, indicada pelo então secretário Saulo de Abreu, aberto no segundo semestre de 2005, novamente levou à tese de crime comum. 

O inquérito, com data de 26 de Setembro de 2006, é anterior ao primeiro turno das eleições presidenciais. Sua repercussão na mídia só se deu no final de novembro de 2006.

A delegada titular do 78° DP Elizabete Sato encaminhou à Justiça e ao Ministério Público relatório de cinco páginas sobre o caso. A conclusão da investigação foi que o crime não teve motivações políticas.

O caso foi reaberto em 2005, em meio ao turbilhão da CPMI dos Bingos, a chamada "CPI do Fim do Mundo". Elizabete foi escalada pela Secretaria da Segurança para apurar denúncias dos irmãos desafetos do prefeito, João Francisco e Bruno.

A delegada ouviu os sete pistoleiros presos sob acusação de terem sido os executores do prefeito. Novamente confessaram o crime. 

A novidade foi um dos acusados ter admitido a autoria dos sete disparos que vitimaram o prefeito. L. S. N., o Lalo, à época do crime com quinze anos, diz ter atirado 'por mando e coação' de José Edson da Silva, o Zé Edson, "este sim o principal executor do crime e indivíduo que exala violência e descomprometimento com a vida humana", segundo o relatório.

Sérgio Chefe e o ex-vereador Klinger Souza (PT), acusados de comandar uma quadrilha de distribuição de propinas na cidade, não foram reconvocados por não haver elementos novos a serem perguntados e para "não transformar a investigação em um acontecimento político".

Sete anos depois, a Justiça ainda não havia concluído as oitivas de testemunhas de defesa dos oito denunciados pelo homicídio. Quando essa fase for concluída, se a Justiça reconhecer que há indícios suficientes de serem os réus os autores, irá submeter o processo ao julgamento final no tribunal do júri. Caso contrário, o Poder Judiciário poderá arquivar o processo.4

Entre 1997 e 2002, mais tarde chefe de gabinete do ex-presidente Lula, Gilberto Carvalho era o braço direito do então prefeito de Santo André Celso Daniel. O prefeito foi sequestrado no dia 18 de janeiro de 2002 depois de um jantar em São Paulo na companhia do ex-segurança Sérgio Gomes da Silva, o Sombra. Dois dias depois, foi encontrado morto em uma estrada em Juquitiba, com sinais de tortura e sete tiros. Daniel era um dos principais coordenadores da campanha presidencial de Lula até então.

O Ministério Público acusa sete pessoas pelo crime. Seis vão a júri popular a partir de novembro de 2010. Segundo os promotores, o crime foi encomendado por Sérgio Sombra. A Justiça já decretou que ele irá a júri popular. Para os investigadores, Daniel morreu porque não aceitou que a propina, direcionada apenas para o PT, fosse usada para enriquecer os envolvidos.5 Marcos Roberto Bispo dos Santos, o Marquinhos, um dos acusados pelo assassinato foi condenado a 18 anos de prisão.6

Eucyd Oliveira Brito, conhecido como "John", condenado pelo sequestro do ex-prefeito, no dia 4 de agosto de 2010, fugiu da Penitenciária de Pacaembu, a 617 km de São Paulo e foi capturado numa favela no Jardim Míriam, São Paulo, em 11 de novembro de 20117

As investigações sobre a morte de Celso Daniel, ex-prefeito de Santo André e membro do Partido dos Trabalhadores, ganhou novos elementos em 2012 com depoimento de Marcos Valério, operador do mensalão, em julgamento perante o Supremo Tribunal Federal. 

Marcos Valério afirma à Procuradoria, tentando conseguir uma delação premiada, que o ex-presidente Lula e ex-ministro Gilberto Carvalho estariam sendo extorquidos por criminoso envolvido no caso. O motivo seria um esquema de cobrança de propina existente na prefeitura de Santo André, que era administrado por Celso Daniel.


DECIO SIMÕES DESCARTA SABOTAGEM NAS CAIXAS PRETAS , ENTÃO, POR QUE NÃO REGISTRARM AS CONVERSAS DO PILOTO E A TORRE DE CONTROLE, O MAIS ESTRANHO SO O COMEÇO DA CONVERSA,

Uma pergunta, é  possível desligar o gravador de dados  da  CAIXA  PRETA  de uma aeronave, as respostas é  o que  estão  tendando  opter, e se realmente  ocorreu, onde, quando e  quem o fez.

Avião passou pelo meio de dois prédios; 

O avião de Campos caiu por volta das 10h da última quarta-feira (13) no bairro do Boqueirão, em Santos, após uma tentativa de pouso frustrada. 


O piloto arremeteu e começou a fazer uma curva, mas caiu em direção a um conjunto de imóveis baixos. Antes de atingir o solo, a aeronave passou pelo meio de dois prédios.

As condições climáticas eram desfavoráveis, mas não impediriam o pouso da aeronave, um Cessna 560XL fabricado em 2010 com toda a documentação em dia. Na última comunicação feita com a equipe de controle de voo de São Paulo, pouco antes da tentativa de pouso, o piloto Marcos Martins não relatou nenhum problema e parecia calmo.

A FAB, por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), informou que analisará a carga de trabalho que o piloto vinha executando, mas que o procedimento é padrão. A Polícia Federal também abriu inquérito para investigar o acidente que matou Campos.


Não é possível, até o momento, determinar a data dos diálogos registrados no CVR [Cockpit Voice Recorder, gravador de voz], tendo em vista que esse tipo de equipamento não registra essa informação. As razões pelas quais o áudio obtido não corresponde ao voo serão apuradas durante o processo de investigação."

O modelo da aeronave usada por Campos só tinha o CRV, que grava os sons internos da cabine, principalmente as conversas entre os pilotos. Diferentemente de aeronaves de maior porte, o jatinho executivo não é obrigado a ter o mecanismo chamado flight data recorder (FDR), que registra os parâmetros de voo, como a velocidade, as posições em que estavam posicionados os manetes e quais os comandos que foram acionados.

Por lei, a aeronave não pode decolar se o CRV não estiver ligado, informou a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

"O equipamento, embora não seja um item de segurança, deve ser obrigatoriamente checado pelo comandante antes do início do taxiamento", informou a agência, em nota.

Os especialistas em aviação são unânimes em dizer que as caixas-pretas são equipamentos seguros. Mesmo assim, segundo o Cenipa (Centro de Investigações e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), o aparelho não registrou os dados do voo que caiu em Santos (SP) na última quarta-feira (13), matando o candidato à Presidência da República Eduardo Campos e outras seis pessoas.

Apesar disso, o especialista Décio Simões descarta a possibilidade de sabotagem. Membro do Fórum Brasileiro para o Desenvolvimento da Aviação Civil, ele afirma que é impossível alguém ter acesso ao equipamento.

— Se não os pilotos poderiam, por qualquer motivo, simular uma pane e eliminar gravações. É um sistema inviolável.






GAZETA CENTRAL E IRBING INTERNACIONAL AS ULTIMAS IMAGENS DE EDUADO CAMPOS.



IMAGENS  DOS ULTIMOS  INSTANTES DA  VIDA DE EDUARDO CAMPOS, REPAREM  QUANDO AERONAVE  FAZ  UM POUSO, BEM TRANQUILO E O TAXIAMENTO  NA PISTA. EDUARDO  CAMPOS  DESCE  TRANQUILO, FELIZ, É RECEBIDO  COM CARINHO PELAS  PESSOAS, SEMPRE COM UM SORRISO  NO ROSTO.

CAIXA PRETA DE QUALQUE AERONAVE SUPORTA 1.100 GRAUS DE TEMPERATURA, SUPORTA MAIS DE 3 MIL VEZES O IMPACTO, TEM 30 MINUTOS DE GRAVAÇÃO E DUAS HORAS DE AUDIO ISSO É 700 PARÂMETROS, TEM UM ALARME QUE PODE SER OUVIDO A MAIS DE 4 MIL METROS SE CAIR NA ÁGUA, ENTÃO ONDE ESTA A CAIXA DA AERONAVE DO EDUARDO CAMPOS,

Estando a  fazer pesquisas  sobre  os funcionamentos das  CAIXAS  PRETAS, um amigo  meu CORONEL DA FORÇA AEREA  NORTE  AMERICANA, QUE  ME PEDIU  NÃO  CITAR  O NOME DELE, pela  sua  posição que  ocupa  passou  algumas  funções, dessa mestiriosa  caixa preta. Ele  começa a explicar dando exemplo de  HD  de um computador, que armazena  todas as  informações  que voce  capta e grava  além de comandar  um sistema operacional, claro, num PC, há  várias  divisões, como  as memorias, os periféricos  com suas habilidades,mas no HD, além de  ter,  os chamados espaços  para uma  pessoa  comum há  dois  discos  rígidos  onde ficam armazenados  as informações, a CAIXA PRETA não  é muito  diferente.


Chamo  atenção  nos pratos  ou discos, pois  são eles  que  guardam  todas  as informações  do  seu PC,isso acontece  quando  estamos  comversando, na internet, digitando textos, em fim tudo, agora quando se tiram esse  prato e  substitue  por outro  as  informações  não  se tem, isso acontece muito  quando a POLICIA FEDERAL, começa a  fazer investigações, os criminoso  tiram e  substituem por  outros, técnicos  de informatica podem fazer isso, para  não danificar, nenhuma peça de um conjunto  total.

Seria  possível  fazer isso  numa  caixa  preta.

vejamos:


Essa  é  uma  das partes  mais importantes de  uma CAIXA PRETA.

Laranja mecânica
A caixa-preta suporta um impacto de mais de 13 toneladas
SAI DA LATA

Geralmente a caixa-preta é fechada com parafusos, mas depois de um acidente o mais comum é cortar a tampa para retirar os chips e colher as informações.


VEJA  O  MODELO  DA CAIXA  PRETA  DO JATO  DO EDUAR  CAMPOS 





A leitura dos chips é feita por um computador, que converte os parâmetros em gráficos e, nos equipamentos modernos, pode até recriar o vôo em 3D, como em um videogame

DURA NA QUEDA

A tampa que reveste os componentes eletrônicos é composta de uma liga ultra-resistente de titânio e aço. Além disso, uma espécie de esponja protege os componentes do calor. Uma caixa-preta pesa cerca de 4,5 quilos e suporta um impacto de mais de 3 mil vezes esse peso. Resiste por uma hora a uma temperatura de 1 100 ºC e por 10 horas a 260 ºC

DADOS REUNIDOS

A caixa-preta grava informações vindas de todas as grandes áreas do avião: motor, asas, freios etc. Mas a caixa não se comunica diretamente com elas. Sensores reúnem os dados de cada área e os encaminham para a unidade de aquisição, geralmente posicionada sob a cabine. Esse equipamento junta tudo e manda para a caixa através de apenas dois cabos (um de áudio e outro de parâmetros)

CAIXA NO FUNDÃO

O posicionamento da caixa dentro do avião é tão importante quanto a blindagem para manter os gravadores intactos em caso de acidente. Ela fica na cauda da aeronave, que costuma ser a última parte a sofrer o impacto da queda. No caso recente do avião da TAM, em São Paulo, por exemplo, a cauda era a única parte identificável após a explosão


ESSE  É  UM DOS EXEMPLOS DA CAIXA PRETA DE UM BOING 




ESSA  É  CAIXA  PRETA  NORMAL DE  UM AVIÃO DE PEQUENO PORTE  NO CASO  DO EDUAR CAMPOS.






MEMÓRIA EXPANDIDA

Quando o sistema de gravação usava fitas magnéticas (como as dos cassetes), uma caixa-preta não suportava mais do que 100 parâmetros (dados da aeronave) e 30 minutos de áudio. Quando excedia esse limite, passava a gravar em cima dos dados antigos. Mas hoje, como a gravação é digital (como nos computadores), o limite passou para 700 parâmetros e duas horas de áudio

PROPAGANDA ENGANOSA

De preta, a caixa só tem mesmo o nome. A maioria é laranja berrante, para facilitar sua localização em caso de acidente. Se o avião cair na água, um sinalizador instalado do lado de fora da caixa dispara um alarme de som, que pode ser ouvido a uma distância de mais de 4 mil metros. O disparador do alarme é acionado pela própria água.

A caixa-preta é constituída de dois mecanismos de gravação: um que só grava áudio e outro que registra dados da aeronave durante o vôo. 


O primeiro, chamado cockpit voice recorder (CVR), grava tudo o que é captado por, geralmente, três microfones: um do comandante, um do co-piloto e outro que fica em um painel na parte de cima da cabine, pegando o som ambiente. 


O outro mecanismo, o flight data recorder (FDR), registra os chamados parâmetros, que podem ser velocidade do avião (tanto em relação ao vento quanto ao solo), as posições em que os manetes (alavancas que controlam as turbinas) foram colocados, o momento em que determinados botões foram acionados etc. 


Muitos aviões têm o CVR e o FDR em caixas-pretas separadas, mas a tendência é que eles fiquem juntos, como nas caixas mais modernas. Uma curiosidade em relação à caixa-preta é que geralmente ela não é preta: o mais comum é que seja pintada com uma cor chamativa, para, no caso de acidente, facilitar a localização entre os destroços do avião. 

O "preta" do nome tem duas explicações. A mais comum é que os primeiros gravadores de dados de aviões, criados no final da década de 1940, na Inglaterra, de fato eram cobertos por uma tampa preta. 

A segunda tem a ver com um costume, surgido durante a Segunda Guerra Mundial, entre os aviadores da Força Aérea britânica: novos equipamentos eletrônicos, como radares e visores, eram chamados de black boxes, porque freqüentemente ficavam acondicionados dentro de caixas de coloração escura.



LIDER DO PT FALA, EDUARDO CAMPOS ERA ADVERSÁRIO PERIGOSO PARA DILMA, NAS ENTRELINHAS, JÁ COMEÇA APARECER OS INTERESSES DE TE-LO ASSASSINADO

Humberto Costa, líder do PT no Senado, disse à imprensa que o adversário “mais perigoso” de Dilma Rousseff era Eduardo Campos, vítima de um acidente aéreo na última quarta-feira, 13 de agosto.


“Na minha avaliação, ele era mais perigoso, pois se chegasse ao segundo turno, ele teria sido um adversário mais forte do que qualquer outro, pois poderia aglutinar apoios na esquerda e no centro”, argumentou.

Costa disse que o PT não está preocupado com a sucessão de Campos na coligação “Unidos Pelo Brasil” e que os debates sobre o rumo da campanha serão retomados só na segunda-feira.

PASTOR DA ASSEMBLEIA DE DEUS SE MANIFESTA QUANTO AS MENTIRAS VEICULADAS NAS REDE SOCIAIS DE UMA PESSOA DIZENDO OU PROFETIZANDO A EDUARDO CAMPOS SOBRE SUA MORTE NUMA IGREJA, A GAZETA CENTRAL DESMENTE A INFORMAÇÃO VEICULADA

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Nestes últimos dias, têm sido veiculadas por meio da internet muitas postagens especulativas sobre uma mensagem de morte que teria sido proferida ao nosso querido ex-governador Eduardo Campos, por ocasião de sua presença em um culto na Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Abreu e Lima.


Queremos dizer que NÃO tem procedência tais afirmações, já que em nenhum momento daquela reunião foi ouvido, por qualquer dos presentes, nada que venha corroborar a possibilidade do vaticínio de sua morte. Também NÃO procede a afirmativa de que seu pai era presbítero da igreja.

Pelo que percebemos, há pessoas mal intencionadas que ficam fazendo postagens sem nenhum conhecimento dos fatos, e outros que as curtem, comentam e compartilham sem nenhum senso crítico responsável.

Sempre publicamos reuniões e fatos relevantes de nossa igreja para a comunidade cristã. Em nenhum momento isto foi sequer publicado ou ventilado por nós nesta página ou em qualquer outro lugar. Não sabemos de onde partiu tais especulações.

Vimos pedir a todos que não se deixem levar por tais postagens. É momento de serenidade, reflexão e oração pelas famílias enlutadas, que merecem todo o nosso respeito e consideração.

Que Deus Abençoe.

Pr. Roberto José dos Santos

OBS.: PEDIMOS QUE COMPARTILHEM.

PRECISO DIZER QUE EDUARDO CAMPOS FOI ASSASSINADO, ACHO QUE NÃO

Em um dos programas do PSB previstos para ir ao ar durante a propaganda eleitoral na televisão, Eduardo Campos aparece no comando de uma espécie de programa de auditório, com a vice Marina Silva misturada à plateia, para repetir um de seus principais bordões: a renovação política. 



No vídeo, que também foi publicado em seu site de campanha há duas semanas, o então candidato à Presidência questiona o inchaço da máquina pública durante o governo Dilma Rousseff: “A presidente Dilma criou 39 ministérios, deu ministério a um afilhado de [José] Sarney, outro a um afilhado de Renan [Calheiros]. 

E ela passou um bocado de tempo sem conseguir votar nada que ela queria porque eles queriam mais. Iam para quantos ministérios? Oitenta, noventa, cem? Não existe isso”, afirma.  

Olhando fixamente para a plateia, Campos lembra as manifestações de junho do ano passado e diz que “em quinze dias, sem que o povo desse nenhum ministério, eles votaram mais do que em um ano com Dilma dando tudo o que queriam”. 

E continua, desta vez mirando naqueles a quem chamava de “velhas raposas”: “Eu e Marina somos os únicos candidatos a avisar agora: avisem ao [José] Sarney, ao Renan [Calheiros] e ao [Fernando] Collor que nós vamos chegar e eles vão para a oposição. No nosso governo eles não vão trabalhar. Senão não vai. Senão não tem jeito”.

Como a propaganda eleitoral no rádio e na televisão começa na próxima terça, os dirigentes do partido avaliam que os primeiros programas serão usados para prestar homenagem a Campos, assassinado num  suposto acidente aéreo na última quarta-feira na cidade de Santos (SP). 

A legislação eleitoral determina que o PSB tem prazo de dez dias para efetuar a troca de candidato, contados a partir da data da morte. 

De acordo com o deputado federal Júlio Delgado (PSB-MG), um dos articuladores da campanha de Campos, o vídeo seria exibido ao longo da propaganda eleitoral. 

Segundo o deputado mineiro, a ideia é que seja mantido o programa original, com Marina apresentando Campos à sociedade. “Será uma homenagem a Eduardo. O programa de terça-feira é dele”, afirmou. 

O comando do PSB convocou uma reunião da Executiva Nacional do partido para a próxima quarta-feira, em Brasília, destinada a resolver o futuro da candidatura da sigla à Presidência da República. 

Informalmente, esse é também o prazo estipulado pelos dirigentes do PSB para a ex-senadora Marina Silva decidir se aceita encabeçar a chapa.

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GAZETA CENTRAL E IRBING INTERNACIONAL APRESENTA Programa Eleitoral Eduardo Campos e Marina Silva

A FAA , JA ESTA NO BRASIL PARA AJUDAR NAS INVESTIGAÇÕES

Tim Monville,
atendendo o pedido  via  e mail
GAZETA CENTRAL E IRBING INTERNACIONAL 




O NTSB (National Transportation Safety Board), órgão norte-americano que investiga acidentes aéreos, enviou um investigador a Santos para acompanhar os trabalhos de apuração sobre o acidente que matou o candidato à Presidência da República Eduardo Campos (PSB) na última quarta-feira (13).

O investigador, Tim Monville, chegou a Santos nesta sexta-feira (15), acompanhado de técnicos da FAA (Federal Aviation Administration), equivalente dos Estados Unidos à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Com ele também vieram funcionários da Cessna, fabricante do avião no qual Campos e outras seis pessoas viajavam.


A FAB DISSE QUE A CAIXA PRETA ENCONTRADA NÃO É DA AERONAVE DE EDUARDO CAMPOS

Os dois pilotos e mais quatro assessores do candidato também morreram no acidente. Os restos mortais das vítimas foram enviadas à unidade do IML (Instituto Médico Legal) em São Paulo. A expectativa é que sejam liberados para as famílias neste sábado (16). 


O Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), órgão da FAB, é o responsável pela investigação sobre as causa do acidente. Não há prazo para que a perícia seja concluída.

A Polícia Federal, que também participa da apuração das causas do acidente, tenta fazer a reconstituição da trajetória da aeronave nesta sexta-feira, de acordo com o jornal "O Globo". A PF utiliza um drone para fazer o mapeamento da região. Os peritos querem descobrir se o avião bateu em algum prédio antes de cair. A PF também fez fotos do local e usou um scanner para, posteriormente, recriar o cenário do dia da queda e analisar o trajeto do avião.

Três peritos do Cenipa estão em Santos para coletar e organizar os destroços do avião para serem analisados. De acordo com a Aeronáutica, a perícia deve ser feita na base aérea de Santos, mas não há confirmação precisa sobre onde os destroços serão examinados.

Testemunhas do acidente afirmaram ter visto o avião pegando fogo no ar antes de explodir ao bater em casas, o que teria gerado a hipótese de uma possível colisão com algum objeto no ar.

A FAB admitiu que emitiu um aviso a pilotos informando que havia uma área reservada para o voo de um drone a 20 quilômetros da pista onde o avião pousaria. O aviso indicava que a região restrita aos drones estaria reservada entre 11 e 31 de agosto, mas segundo o órgão, o comunicado não significa que uma aeronave não tripulada estivesse voando no momento do acidente.

Apesar de a perícia da FAB não ter detectado as comunicações da cabine do voo, há um outro áudio, gravado por volta das 10h do dia do acidente, que captou uma conversa que supostamente seria o diálogo por rádio entre a tripulação e controlador de voo. A gravação mostra o piloto informando com voz tranquila que faria uma nova tentativa de aterrissagem na pista. A conversa foi divulgada pelo site Radar Box Brasil, que monitora conversas entre aeronaves e tráfego aéreo. Durante a conversa, o piloto não relatou problema algum no avião. Não se sabe, no entanto, se este teria sido o último contato dele com a base.

A FAB não atesta a veracidade deste áudio, mas informou que já solicitou ao Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo), vinculado à Auronáutica, a transcrição da conversa entre piloto e controlador de voo do dia do acidente.

O candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, 49, morreu na última quarta-feira (13) em acidente aéreo em Santos (SP) quando cumpriria compromissos de campanha. O jato Cessna 560 XL, prefixo PR-AFA, vinha do Rio e caiu em área residencial após uma tentativa de pouso que não foi concluída.

A FAB (Força Aérea Brasileira) informou nesta sexta-feira (15) que o áudio disponível no gravador de voz da caixa-preta do avião que caiu e matou Eduardo Campos não corresponde ao voo que resultou no acidente na última quarta-feira (13).

Segundo a FAB, ainda não foi possível identificar a data dos diálogos registrados no gravador. O equipamento disponível na aeronave que Campos usava não registra essa informação. O áudio analisado pelos peritos tem duração de duas horas.

A FAB afirmou ainda que os motivos de o áudio obtido não corresponder ao último voo do avião serão apurados durante o processo de investigação. O gravador de voz deve sempre gravar as duas últimas horas de voo.

EXCLUSIVO GAZETA CENTRAL UMA MATERIA DE EDUARDO CAMPO

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