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Rodrigo Maia o Plano "B" Para Não deixar O Comunismo Entrar no Brasil Maia seria o Favorito Numa Eleição Indireta em 2018 <<>> Seria Uma Reivindicação da Intervenção Constitucional Regida Pela Constituição Caso Michel Temer Seja Cassado






RENATO SANTOS  17/07/2017  Grupos  de Intervencionistas pediram a  Intervenção  seja  Militar  ou  Constitucional, nas rede  sociais  e  na ruas, porém não foram  divulgados com a exceção  do  blog . 

Podemos  dizer  sem medo caso  Michel Temer  deixa a presidência,  o  Brasil  volta  aos  anos  80, passando  o poder a Rodrigo  Maia, tudo  isso  por que  o partido  do Presidente da Câmara foi  repaginado do  antigo Arena  ao   PFL. 



Criando assim   o  chamado  meio  termo o partido DEM, pelos seus dissidentes que  sustentou o regime  militar e não  ao golpe militar  como afirmaram  os verdadeiros  traidores do País. 

Por esse  motivo a GAZETA CENTRAL ( BLOG), mudou  o slogam   que  dizem  DEUS, PÁTRIA E FAMILIA na verdade  é DEUS  FAMÍLIA E NAÇÃO.

Precisamos  conhecer a  nossa  História  para  não cairmos  ao engano  e  erro, como queriam  os chamados esquerdistas idiotizados .

O  Brasil chamais  será  comunista, pois  temos a honra , a dignidade, o respeito, a família, a educação e  a Ordem  e Progresso, além  do trabalho, valores  morais, éticos, crenças, e o principal  a  liberdade de escolha.

A  artimanha  não  tinha  limites, mentiram  enganaram a todos como estávamos enganados,  tudo  aconteceu  pelo  maior comunista e corrupto  Senador  ( ACM),  quando o regime militar a qual a imprensa da esquerda  chama de ditadura militar, se aproximava  do  fim quando  o ex- governador baiano Antonio Carlos  Magalhães usando de  suas prerrogativas  criou  uma crise  institucional contra um dos homens  mais  fortes  o ministro da Aeronáutica brigadeiro Délio jardins de Matos.

Sem sabermos  começa as primeiras articulações  dos comunistas acusem  seus  inimigos  o que  voce é,  por  suas  vez tínhamos  outro  comunistas  Tancredo Neves, hoje  seu neto Aécio Neves  mostra  a sua verdadeira  face,  Matos  já alertava o que estava  prestes acontecer,  ele  mostrou que ACM era  um traidor por  rejeitar a candidatura do  governista  Paulo  Maluf na  eleição  indireta para a Presidencia e  passou apoiar o oposicionista  Tancredo  Neves, que  nos  atuais  dias maluf  não é  confiável .

Aqui  começava a CLEPTOCRACIA, mas,  ninguém sabia  o que era,  eles  tentaram de tudo  como  hoje, a distorcer a história  do Brasil e  envergonhar  os  Militares,  usavam  de duas  estratégia de ataque, um  com ACM e  outro  MALUF.e  o meio  campo  era  TANCREDO  NEVES.

Quem  não se lembra de uma cena  patética do ACM chamando o  brigadeiro de  "  traidor"  e  acusando  de  apoiar  corruptos, só que  ninguém  defendeu  o Brigadeiro  Matos.

O  Pior  ainda  estava  por acontecer  naquela  época, mais uma vez  a  globo  deu destaque  aos  comunistas em suas reportagens  e passou  a criar  uma  imagem  contra  os militares.

A  declaração expôs o racha dentro  do partido,  que  passados seus 33  anos e após nova metamorfose,  volta a se acercar da cadeira presidencial  - agora  com  o nome Democratas ( DEM),
mas antes  voltemos  ao passado, enquanto  o ARENA se rachava, articula-se  em  criar do MDB, o partido de movimento democrático brasileiro uma ala  de esquerda moderada, para  cria-se mais tarde  outra  ala  centro esquerda chamada PSDB  e extrema esquerda  PT,  e   com  isso  dava-se a morte da direita ,  hoje  depois do PT, PDDB E PSDB que colocaram o BRASIL nesse  caos,  durante  seus  reinados, apoiados  pelos  partido  nanicos como PSB, PSD,PSOL,REDE,ambos  filhotes  do PT,  que  agora querem o fim de MICHEL TEMER, alegando ser  governo  ilegítimo sendo que foi eleito pela democracia na chapa DILMA-TEMER, 


Hoje esses  partidos  que  só  servem  para atrapalhar a democracia, são os mesmos que recebem  dinheiro  de emendas constitucionais, a qual  todos  os governos  dão, eles  pensam que o povo é  burro, na  época em  1980,  o  chamado lanche genial era  o  golpe dos esquerdistas infiltrados  no ARENA, MDB, a qual  anos depois em  1991, mostrariam a sua " cara".

Ao  criticar  publicamente um ministro fazem isso até  hoje criticando o  governo de MICHEL TEMER, com pensamento retro ainda  se iludem  com  o que eles chamam de  ditadura, e usam as  mesmas  cenas que  fizeram no passado, é  como repetisse o  disco.

O gesto de ACM surpreendeu ainda mais porque ele pertencia ao Partido Democrático Social (PDS), que apoiava o governo militar e era o sucessor da Aliança Renovadora Nacional (Arena), sustentáculo político do regime após o golpe de 1964.

O  começo de uma  mentira ,  em 1985, em meio às articulações no Congresso para a eleição indireta, dissidentes do PDS deixaram a sigla para fundar o Partido da Frente Liberal (PFL).

O partido nasceu forte. Após apoiar a vitória de Tancredo sobre Maluf, ACM foi nomeado ministro das Comunicações, posto que impulsionou sua trajetória política e o fez se afastar do passado arenista.
Como ministro, o baiano viajou para Cuba e conectou a rede telefônica da ilha à do Brasil. Ao ajudar a reaproximar as duas nações, ganhou a amizade do líder cubano Fidel Castro. "Depois disso, sempre que Fidel viajava para a África do Sul ou para a Argentina, mandava o avião descer em Salvador e ia jantar com o ACM", . "O PT ficava irritadíssimo, porque o grande ícone da esquerda latino-americana os esnobava para encontrar um cara que eles viam como reacionário e direitista."
O  crime  de  Lesa  Pátria  começou  com o ACM, outro egresso da Arena e fundador do PFL, o senador pernambucano Marco Maciel também assumiu um ministério após o fim da ditadura - o da Educação. Dois anos depois, migrou para a Casa Civil.
Na eleição de 1994, Maciel se elegeu vice-presidente da República na chapa encabeçada pelo tucano Fernando Henrique Cardoso.
O pernambucano teve um papel central no crescimento do PFL. "Era um político muito equilibrado e não dado a radicalismos." A postura de Maciel punha em xeque a ideia de que a Arena agregava apenas políticos truculentos ou submissos aos militares - crença que rendeu à sigla o apelido de "partido do sim, senhor". Quando ministro da Educação, Maciel se cercou de assessores qualificados e estimulou as universidades federais a criar centros de estudos regionais, focados na Ásia, África, América Latina e Europa. "Foi uma ideia interessante, mas infelizmente poucas universidades a adotaram."Em 2016, após o impeachment de Dilma Rousseff, o partido - rebatizado de DEM desde 2007 - voltou ao comando do MEC pelas mãos do também pernambucano Mendonça Filho.

bbc 17/07/2017


Trabalho nos bastidores


Fleischer conta que mesmo alguns membros da Arena que entraram na política com a ajuda dos militares tomavam decisões que desagradavam a chefia do regime - caso do próprio Paulo Maluf.
Ele diz que, nas eleições indiretas de 1978, o presidente Ernesto Geisel queria que o ex-governador Laudo Natel fosse o candidato do PDS ao governo de São Paulo.
"Mas Maluf trabalhou nos bastidores, no que sempre foi muito bom, e conseguiu ser escolhido como o candidato do partido e ganhar a eleição - um feito formidável."
Ainda assim, a influência de políticos da Arena/PDS no governo militar era limitada, diz o professor.
"No governo Costa e Silva (1967-1969) eles tinham algum espaço, mas nos anos de chumbo, no governo Médici (1969-1974), tinham pouco. Só quando Geisel assumiu, em 1974, voltou a haver mais diálogo."
Já economistas filiados à Arena - entre os quais Delfim Netto, Roberto Campos e Mário Henrique Simonsen - tiveram papel importante durante todo o regime e ajudaram dar uma marca ao partido.
Segundo a cientista política Camila Rocha, da USP, os empresários que nos anos 1980 fundaram os primeiros centros de pesquisa e debate (think tanks ) brasileiros pró-livre mercado tinham laços com o PFL - especialmente com a família Bornhausen, de Santa Catarina.
O banqueiro Olavo Setúbal (1923-2008), do Itaú, também integrou o partido.
Rocha, que pesquisa a nova direita brasileira, diz que a legenda preservou as bandeiras econômicas mesmo após as mudanças de nome.
"Claro que entre prefeitos, vereadores e deputados estaduais do DEM você encontra todo tipo de ideologia, mas a elite do partido continua defendendo essas posições."
Ela afirma que um dos mais conhecidos economistas liberais do país, o atual presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, ajudou a redigir o programa econômico do DEM em eleições passadas.
Segundo Rocha, ainda que tenha perdido espaço após o fim do governo FHC, o partido mantém "capacidade de atração" entre os grupos da nova direita. Cita como exemplo a filiação ao DEM de Fernando Holiday, um dos líderes do Movimento Brasil Livre (MBL), eleito vereador em São Paulo em 2016.
Ela diz ainda que a Fundação Liberdade e Cidadania, ligada ao partido, "integra redes internacionais conservadoras e é razoavelmente atuante nesses círculos" - postura rara, senão única, entre as demais siglas brasileiras.
Rocha define o DEM como um partido "conservador nos costumes e pró-livre mercado na economia".
Para Fleischer, da UnB, trata-se de um partido de "centro-direita".
"Na época da Arena estavam na direita porque não tinha alternativa. Hoje não são tão radicais - o [deputado federal Jair] Bolsonaro não caberia, por exemplo", diz o professor.

Livre iniciativa e empreendedorismo


Egresso do PDS e do PFL, o atual presidente do DEM, senador Agripino Maia (RN), diz à BBC Brasil que hoje o partido é de "centro".
Ele afirma que as principais bandeiras da sigla são a "defesa da livre iniciativa e o empreendedorismo".
"Direita é a defesa do capital privado em detrimento de qualquer outra coisa. Para nós, em primeiro lugar, vem o emprego e, depois, o capital privado."
Agripino cita ainda, entre as principais posições do partido, "a formação da individualidade pela via da educação, a distribuição de renda, a proteção à propriedade privada e o prestígio ao agribusiness".
Os dois últimos pontos parecem conflitar com duas diretrizes do DEM listadas em seu site: a defesa da reforma agrária, "possibilitando o acesso à propriedade fundiária e seu efetivo aproveitamento", e de uma reforma urbana "que consagre a prevalência do interesse coletivo".
O partido diz ainda defender a "concessão de prioridade nacional para o Nordeste" e a "preservação dos diferentes aportes à formação da cultura brasileira, especialmente a contribuição negro-africana e a indígena".
Para Camila Rocha, ao assumir essas propostas, o partido tenta acenar a outros públicos. "É muito difícil ganhar eleições no Brasil só com um discurso pró-mercado."

Nova embalagem


O movimento para o centro ganhou um impulso simbólico com o abandono do termo "liberal" e a fundação do Democratas, em 2007. Naquela época, o partido - antes uma das maiores forças do Congresso - tentava se reorganizar na oposição.
Até que a legenda levou um duro golpe em 2010, quando o ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab deixou o DEM e levou vários colegas para seu recém-criado Partido Social Democrático (PSD) - entre eles, a senadora Kátia Abreu, hoje no PMDB. A bancada da sigla minguou, e houve até quem previsse que o partido acabaria.
O DEM ganhou novo fôlego em meio aos protestos contra Dilma Rousseff, quando alguns de seus expoentes - caso do senador ruralista Ronaldo Caiado (GO) - souberam surfar no sentimento anti-PT com duros discursos contra o governo. O partido votou em bloco pelo impeachment da petista e aderiu à base do governo Temer.
Mas a tacada que deixaria a sigla à porta do Planalto foi dada em julho de 2016, na articulação para a vitória de Rodrigo Maia na disputa pela Presidência da Câmara. A eleição era especialmente importante porque, com a posse de Temer, o presidente da Câmara se tornara o próximo na linha sucessória para o Palácio do Planalto.
O cargo estava vago após o Supremo Tribunal Federal afastar o deputado federal Eduardo Cunha, envolvido na Operação Lava Jato. No Congresso desde 1999, Maia conseguiu unir partidos da base e da oposição numa candidatura de oposição a Cunha, que tentava emplacar seu aliado Rogério Rosso (PSD) no posto.
Com o apoio de deputados de 13 partidos - inclusive parte do PCdoB -, Maia ganhou de Rosso por 285 votos a 170. Segundo Agripino, a mudança do nome para DEM foi sugerida pelo ex-governador catarinense Jorge Bornhausen, que anos depois também acompanhou Kassab rumo ao PSD.
O rebatismo foi ironizado por adversários políticos. Em 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que, mesmo mudando de nome, o partido tinha "a ditadura em seu DNA".Agripino rejeita o laço com os militares e diz que o partido nasceu justamente por se contrapor à ditadura na disputa entre Tancredo e Maluf.
"Optamos por apoiar um adversário nosso, Tancredo, porque ele tinha compromisso com a democracia. O PFL foi fundado para fazer uma aliança que possibilitasse uma eleição direta para presidente da República", diz o potiguar.
No entanto, em possível ato falho, Agripino usa o mesmo termo empregado pelos militares ao se referir ao golpe de 1964: "Associar-nos à revolução é um equívoco".O senador rebate outras críticas comuns ao partido: a de que a abrigaria "dinastias políticas" e teria pouco espaço para mulheres.
O próprio Agripino é filho de um político da Arena, o ex-governador potiguar Tarcíso Maia, além de primo do ex-prefeito carioca César Maia, pai de Rodrigo Maia.Mendonça Filho, o ministro da Educação, é filho do deputado arenista José Mendonça Bezerra. Outro membro do partido em ascensão é o prefeito de Salvador, ACM Neto, herdeiro político do ex-governador baiano.
Segundo Agripino, trata-se de "coincidências". Alguns herdam a vocação política dos pais, mas o ingresso no partido não se dá por "herança."Sobre a fraca presença feminina, diz que "não somos diferentes da média da política brasileira".
Nas últimas semanas, conforme Temer passou a cambalear com as denúncias da JBS, cresceram os rumores de que o DEM poderia absorver congressistas do PSB (Partido Socialista Brasileiro) interessados em integrar um eventual governo Rodrigo Maia.
Muitos no Congresso avaliam que, se assumir o posto de Temer, Maia seria o favorito numa eventual eleição indireta à Presidência e se credenciaria para concorrer outra vez ao cargo, em 2018.Agripino confirma as tratativas com os socialistas. "Há conversas em curso, até porque o grupo conversando conosco tem uma afinidade forte com o pensamento do partido."
Questionado sobre a permanência do DEM na base do governo, diz que ela depende da qualidade das explicações de Temer."Estamos prisioneiros da consistência dos argumentos do presidente. Enquanto estivermos protegidos pelos argumentos, o apoio está garantido."


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