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AERONAVE DA MORTE LAMIA<<>> POR QUE AS AUTORIDADES BRASILEIRAS DA ANAC NÃO DEIXOU ESSA PORCARIA POUSAR NO BRASIL<<>> MOTIVO CADEIA NELES <<>> FOI UM ACIDENTE OU CARTA MARCADA <<>> NEGÓCIOS EXCLUSOS <<>> NUMCA FEZ SEU PRIMEIRO VOO COMERCIAL NA VENEZUELA <<>> EVO MORALES PODE ESTAR ENVOLVIDO NA EMPRESA LAMIA<<>> O PROPRIO JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO FEZ UMA ADVERTÊNCIA QUANTO A EMPRESA DE SEGUROS TOKIO MARINE KILN





RENATO SANTOS 04/12/2016   Algo estava errado nessa Companhia Aérea da LAMIA, esta sendo descoberto, por que que eles tinham interesses no Brasil. Vejam o que estamos descobrindo. A pergunta é foi um acidente ou carta marcada.



Parceiros de negócios abortivos sob suspeita, permissões negadas, conexões políticas controversas e um final que chora todo um continente.

Essa é a história da Internacional da Aviação Airline Merideña (Lamia), dono de Avro RJ85 ásperas e seis dias em La Union, Antioquia.

Sequer fez o seu primeiro voo comercial quando era o centro do escândalo na Venezuela. Lá, seu proprietário, Ricardo Alberto Albacete Vidal, um bem-humorado e com laços em Espanha e China economista, mudou-se condições políticas para se aventurar no mundo da aviação.

Com o exsenador credencial, Albacete tinha o apoio do governador de Mérida Marcos Diaz, que o acompanhou no lançamento chamativo de Lamia, em agosto de 2010. Dias depois, os adversários de deputados Chávez citou um debate que questionou a partir da fonte à falta de licenças para a companhia aérea.

Tal como registrado nas atas e declarações na época concordou, mesmo não tinha sido certificada pelo Ministério da Água e Transporte Aéreo, ninguém sabia de onde vieram seus aviões e não havia certeza sobre a segurança oferecida.

A pressão política, combinada com a falta de recursos impediram Lamia de decolar de sua   região.



Na verdade, como revelado por este blog, o Instituto Nacional de Aviação Civil da Venezuela negado o processo de certificação como um "fornecedor de transporte público de passageiros, carga e correio," não para cumprir as regras sobre a aptidão e competência para as operações de transporte aéreo em condições de segurança.

Lamia não poderia operar a partir de Ilha Margarita, o que levou a Albacete a procurar outras rotas para chegar a produzir a sua frota: 3 Avro RJ85-adquirida em outubro de 2013 e completou três anos em terra, em um hangar de Norwich (Inglaterra) .

Em janeiro 2014 eles apareceram como potenciais clientes de pilotos experientes da Força Aérea Boliviana (FAB). Um deles, Marco Rocha, Antonio Briceño viajou para o aeroporto de Valera, Venezuela, para verificar o avião está agora em pedaços em Cerro Gordo (Antioquia).

Na verdade, ele se mudou para o aparelho para o Canadá, em fevereiro de 2014, e depois saltar para a Inglaterra, onde foram supostamente por uma revisão técnica.

Mas o negócio transaccionado foi adiada enquanto licenças na Bolívia, onde Rocha e seu sócio, Miguel ex militar FAB 'Micky' Quiroga, que tanto o prefeito de CHAPECO  defende, aí que chama atenção, qual o ELO DE LIGAÇÃO DELES,  que morreu no acidente, foram reconhecidos. Embora talvez o mais conexões tinha era o general (r) Gustavo Vargas, que se tornou gerente de Lamia Bolívia.

Vargas era piloto do presidente Evo Morales e seu filho, Gustavo Vargas foi diretor de registro Stiven da Direcção-Geral da Aviação Civil.

Em julho de 2015, após um investimento de pelo menos US $ 500.000, os bolivianos começaram a voar com aviões alugados de Albacete.

Lamia assinado uma companhia de seguros Tokio Marine Kiln para responder em caso de um acidente. Mas, de acordo com o jornal brasileiro Folha de São Paulo ", isso teria duas cláusulas que isentam o pagamento em caso de negligência ou omissão do operador, ou seja, de Lamia. 

Além disso, a política aparece por apenas R$ 25 milhões, quando os peritos estimam que deve ser de no mínimo 750 milhões. 

Aí vem uma grande questão: por que as autoridades aeronáuticas de vários países permitem que uma companhia aérea para se deslocar para 90 pessoas por um preço tão baixo itinerário seguro?

Outro fato documentado pela TEMPO percebe que o segundo avião Lamia disponíveis foi na loja após a apresentação de um incidente em seu trem de pouso no primeiro semestre de 2016. Neste contexto, pensou mercado aberto no Paraguai.

O DEPOIMENTO DA CASTEDO DADA AOS PROMOTORES DA BOLÍVIA BRASIL E COLÔMBIA REFORÇA DUAS ALTERNATIVAS PARA POUSO, <<>> NO BRASIL AEROPORTO DO ACRE E NA BOLÍVIA AEROPORTO EL DORADO <<>> QUEM AUTORIZOU DECOLAR AERONAVE NUMA DISTÂNCIA DE MAIS DE 2.900 KM






RENATO SANTOS  04/12/2016  Oficialmente, Celia  Mosteiro Castedo na quinta-feira  se tornou testemunha chave na investigação sobre o acidente de avião em Rionegro (Antioquia) de um jato corporativo Lamia, no qual 71 pessoas morreram.



Uma comissão, formada por autoridades civis e militares da Colômbia, Brasil e Bolívia, começou a recolher as provas para estabelecer as causas do acidente, e Castedo é aquela que esteve com controladora de vôo colombiana Yaneth Molina.

Duas horas antes da aeronave Avro RJ85 decolar do aeroporto de Viru Viru em Santa Cruz de la Sierra (Bolívia), Castedo advertiu que o combustível não era suficiente para chegar a Medellín (Colômbia), devido a distância .

Essa informação força a tese da GAZETA CENTRAL blog,  de que o Comandante contava mesmo com o apoio do Prefeito de Chepecó para auxilia-lo para uma breve descida no Brasil , isso explica a sua segunda ligação ao Prefeito  e o segundo pedido a ser analisado pela ANAC, que demorou,  ele ainda  tinha esperança para abastecer a aeronave, pois sabia que devido a distância  longa da capacidade de combustível não era suficiente a uma viagem de 2.900 km.  

Essa é toda a informação relacionada com o acidente a empresa Lamia ", ela escreveu em uma de suas contas em redes um dia após o acidente de avião e reagindo à informação tornou-se conhecido.

Castedo, que se formou em 1986, do Instituto de Aviação Civil da Bolívia, é era coordenadora técnica, especializada ARO / Administração AIS de Aeroportos e Serviços Auxiliares à Navegação Aérea (Aasana). Ela faz parte do grupo de especialistas responsáveis ​​pela verificação, aprovar os planos de voo.

Para um salário de 4.326 bolivianos por mês - 618 dólares, abrange turnos de 8 horas, e o vôo acidentado foi um dos últimos planos que reviram  a sua vida de cabeça para baixo no pior dia que foi segunda-feira, 28 de Novembro.

Ela alertou o despachante quanto ao registro das irregularidades detectadas no plano de voo da aeronave, que foram inexplicavelmente esquecidos.

Insistentemente disse o despachante que o tempo da rota Lamia era igual ao alcance de voo (quantidade de combustível), violando normas locais e internacionais.

Para sustentar suas afirmações, ela citou como testemunhas de Roger Roca, circuito oficial de comunicações do aeroporto e Javier Gunter, meteorologia, que estavam no mesmo turno.

Quem deixou o avião decolar, apesar da exigência da inspeção para alterar o plano de vôo?

O presidente da Bolívia, Evo Morales, pediu a ligação familiar entre Gustavo Vargas Gamboa, e o  gerente de Lamia,  Gustavo Villegas Vargas que foi  confirmada oficialmente.

Este último fez parte do conselho da Direcção-Geral da Aviação Civil da Bolívia.

Sem dar mais detalhes, e depois de admitir que voou várias vezes com Vargas Gamboa, o presidente Morales disse que não sabia que Lamia haviam sido licenciadas para operar no seu país. 

Agora, queremos estabelecer se essas conexões permitidas poder, apesar dos avisos de Castedo, a aeronave decolou sem problemas.

Segundo as regras, as aeronaves devem transportar combustível suficiente para cobrir a rota mais de 1 hora e 15 minutos, em média.

Castedo também alertou que para este tipo de deslocamento, deve ter pelo menos dois aeroportos alternativos para aterrar em caso de dificuldades. 

Um dos dois poderia ser o Brasileiro no Estado do Acre, era o mais próximo, depois de abastecido poderia seguir sua viagem para COLÔMBIA, já que a aeronave saiu sem autorização no plano de voô, do VIRU VIRU. Outra possibilidade, a CP-2933 só tinha que  esperar  no aeroporto El Dorado, em Bogotá.

A 2.963 quilômetros de Santa Cruz de la Sierra, onde Castedo ao vivo, conhecido por seus amigos como a 'Chiqui' vive outro profissional, também chave na investigação: Luz Yaneth Molina Ovalle.

Molina é o controlador de vôo no comando da torre de controle do aeroporto Jose Maria Cordova em Rionegro.

Como evidenciado o áudio da conversa entre o piloto de Lamia, Miguel Quiroga, e a torre, Molina apuradas em segundos espaço aéreo para dar caminho para o  que nunca revelou a gravidade da sua emergência. (Também: Isso faz parte da conversa entre a torre de controle eo piloto)

Como Castedo, a Colômbia é um  profissional e respeitado, com 22 anos de experiência, ela disse entrada aplicado todos os procedimentos internacionais para tais emergências. No entanto, não é a sua conduta que está sob escrutínio, mas as indicações e informações que deram o piloto Quiroga.

Por agora, os promotores na Colômbia, Brasil e Bolívia se reunirá quarta-feira em Santa Cruz de la Sierra (Bolívia), para acelerar a investigação.


NORMAIS INTERNACIONAIS <<>> US$ 5.000 DÓLARES<<>> O ERRO DO PILOTO SOBRE AUTONOMIA DO VOO <<>> FATORES QUE LEVARAM A MORTE OS NOSSOS MENINOS CHAPECOENSES







RENATO SANTOS  04/12/2016   A cada dia fica mais claro a tragédia que vitimou nossos meninos do Chapecoense, agora lhe faço uma pergunta quanto custou a vida deles.



Vamos explicar a sua trajetória :
a) Primeiro saiu do aeroporto Internacional de Guarulhos, nesse questão a ANAC negou o voo da LAMIA, por várias razões, entre elas as normas Internacionais, aí estava correto. 

b) Alternativas para todos, pegar um voo comercial até ao aeroporto VIRU VIRU ,de lá pegar o voo fretado pela LAMIA, a qual não tinha autorização para sair desse aeroporto na Bolívia.

c)Mesmo assim pegaram, seguiram até ao Brasil norte, sentido Bolívia, foi ai que talvez o comandante percebeu o seu erro, mas tinha uma alternativa, entrou em contato com seu amigo o prefeito de Chapecó. 

d)Para liberar um pouso com certeza leva crer que seria no Acre, pois já tinha feito isso várias vezes, mas foi negado e estava em " suposto estudo" que não veio, daí ele seguiu para COLÔMBIA  voo direto, faltava cinco minutos para pousar, houve erro dele por não   declarar emergência por falta de combustível, e depois falha elétrica.




Pouco mais de 5.000 dólares (cerca de 15 milhões de pesos) é o que teria custado o pit stop entre o valor de combustível e direitos para usar um aeroporto- que, inexplicavelmente, decidiu não atender à tripulação que Lamia 2933 ele havia deixado quatro horas e 50 minutos antes de Santa Cruz de la Sierra, Bolívia.

Por que a Anac Brasileira não deixou a aeronave pousar no Acre, por que negou já que passava pelo território brasileiro antes de prosseguir a sua viagem a Colômbia.

Anac negou mais 3 voos da LaMia no Brasil ... - G1 - Globo.com

g1.globo.com/.../anac-negou-mais-3-voos-da-lamia-no-brasil-inclusive-para-pouso-e...

4 dias atrás - A Agência Nacional de Aviação Civil (Anacnegou outros três pedidos da empresa aérea boliviana LaMia, envolvida no acidente aéreo que ...

G1 - Anac negou voo da Chapecoense com base em acordos de ...

g1.globo.com/.../anac-negou-voo-da-chapecoense-com-base-em-acordos-de-aviacao....

5 dias atrás - A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou nesta terça-feira (29) que recusou pedido da empresa aérea boliviana Lamia para ...
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Anac negou pedido de voo fretado da Chapecoense do Brasil - Uol

www1.folha.uol.com.br/.../1836606-anac-vetou-voo-fretado-da-chapecoense-para-viag...
5 dias atrás - Anac negou pedido de voo fretado da Chapecoense do Brasil para ... A Anaccomunicou, ainda, que informou à empresa Lamia que "o ...

Anac negou pedido de voo fretado da Chapecoense ... - Aqui Notícias

www.aquinoticias.com/esportes/2016/11/anac-negou-pedido-de...da.../2291878/

5 dias atrás - Anac negou pedido de voo fretado da Chapecoense do Brasil para ... O acordo com a Bolívia, país originário da companhia aérea Lamia, não ...

Assim publicaram a Imprensa no Brasil, mas o que Anac fez foi ainda pior do que isso, eles estavam no nosso território, deveriam ter deixado pousar e depois seguir a viagem, simplesmente senhores para abastecer, mas não, segue-se o protocolos as chamadas normais internacionais que valeu mais do que a vida dos nossos meninos, na primeira vez se faz sentido é que não tinha autonomia de voo, mas na segunda não tem sentido eles estavam no território brasileiro para ir a MEDELLIN, o erro começou aqui, se tivesse permitido daria para salvar vidas de todos, pegassem o maldito plano de voo.

Tudo indica que esta omissão foi decisiva para o pior acidente aéreo da história do futebol:que vitimou sem necessidade as vidas do  treinador e mais de 71 pessoas, quatro assistentes, médico e Chapecoense 19 jogadores do Brasil; 20 jornalistas, sete membros da tripulação e 19 companheiros da equipe morreu no avião que caiu bandeira boliviana às 9 e 55 p. m. Segunda-feira, cerca de cinco minutos de seu destino: o aeroporto Jose Maria Cordova Rionegro.

Quase uma semana após a tragédia, ninguém pode dar uma explicação coerente do motivo pelo qual o capitão Miguel Quiroga Murakami e sua tripulação decidiu jogar roleta russa com as vidas de 77 pessoas, incluindo o seu próprio. 

O que se supõe é que o acidente absurdo poderia ter sido evitado se tivessem cumprido os padrões mínimos de aviação, que são severa na demanda por reservas de combustível para evitar literalmente, um avião vai para o ar e torna-se um perigo mortal, não só para os seus ocupantes, mas para as pessoas no terreno.

Mensagens depois que aeronave caiu 


Não há como uma aeronave de autonomia baixa de voo, sair do VIRU VIRU a uma distância de 2.900 km até COLÔMBIA se não fizer um reabastecer no meio de caminho e o único seria no Brasil, por isso ele pediu ajuda do prefeito de Chapecó que não veio, a ANAC esta estudando a possibilidade de pousar e fazer os procedimentos, demorou os estudos né senhores, sem respostas o comandante decidiu caminhar para sua ida ao destino, mas aos cinco minutos distantes virou segundos para morte.

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