NICOLAS MADURO AMEÇA COLÔMBIA A GUERRA E LEVA ALERTA MÁXIMO NO PENTÁGONO CRISE NAS FRONTEIRAS

renato santos
27/08/2015



Nicolas maduro  coloca  a  força aérea  Norte Americana em alerta geral, ele declarou  guerra a  Colômbia, hoje a  tarde  no Palácio das  Flores  na Venezuela e com isso agrava  ainda mais a  situação nas  fronteiras  entre  os dois  Países.



O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, disse quarta-feira que a escassez nas lojas e em supermercados na Venezuela são piores do que em Cabul ou a Síria,

Acrescentando que "os problemas da Venezuela são feitos na Venezuela, não são feitos na Colômbia ou em outro lugar no mundo", disse Santos em um fórum organizado pela Universidad de Los Andes, em Bogotá, que também envolveu exmandatarios de Costa Rica, Laura Chinchilla, do México, Vicente Fox, e do Chile, Ricardo Lagos.

Sexta-feira passada, entrou em vigor o estado de emergência decretado 60 dias Maduro em um setor da fronteira entre os dois países, motivada por um ataque desconhecido na semana passada, que deixou três soldados e um civil ficaram feridos na cidade venezuelana de San Antonio Tachira durante uma operação anti-contrabando.

Maduro disse que o ataque "paramilitares colombianos", onde deportações em massa de outros colombianos ocorreu ao tentar atravessar a fronteira nesta semana, com camas, geladeiras e outros acessórios no reboque, por medo de perder tudo de expulsão pelas autoridades venezuelanas.

"Eu respeito o modelo da Venezuela em sua parte econômica e devem respeitar o modelo que temos", disse Santos.

A ONU considera que a Venezuela é a segunda maior taxa de homicídios do mundo, enfrentando uma crise econômica com inflação alta, a desvalorização da moeda ea falta de dois terços das commodities, enquanto os preços do petróleo despencar, a partir do qual o país é altamente dependente.

O estado de emergência pode ser prorrogado por 60 dias, proíbe o porte de armas e permite às autoridades a realização de pesquisas e comunicações privadas interceptar sem um mandado.

Na quarta-feira, os ministros das Relações Exteriores da Colômbia, Maria Angela Holguin, e Venezuela, Delcy Rodríguez, reúnem-se em Cartagena para discutir a crise fronteira. Ambos os países compartilham uma fronteira de 2.219 quilômetros.

O presidente Nicolas Maduro advertiu que a partir de Bogotá e Miami estão desenvolvendo planos para garantir a desestabilizar seu governo e paz da Venezuela e não para intimidar uma ameaça armada contra o país.

Isto foi dito numa conferência de imprensa com os meios de comunicação venezuelanos na sala de estar do Gran Mariscal Ayacucho.

"Que ninguém pense que pode vir com armas para subjugar o povo da Venezuela. Não. As armas vêm para recebê-lo com armas; paramilitar grupos e aqui ele dizer todas as autoridades políticas, policiais e militares têm um único comando que é desmembrar e desmantelar as bases do paramilitarismo colombiano e as suas ligações com criminosos na Venezuela ", disse ele.

O Chefe de Estado sublinhou que "alguns pensam em Bogotá me para me o trabalho é feito e que pode colocar uma regra patiquines, dirigidos a partir de Bogotá e Miami; e que ninguém pense que, porque há aqueles que conspiram todos os dias a partir de Bogotá e da fronteira para destruir a revolução bolivariana ".

Ele acrescentou: "Nós temos diferenças em nossos modelos políticos e ainda vivemos (...), mas ninguém pensa em Bogotá que podemos varrer ninguém nem eu mesmo pensar sobre isso, porque estariam furando com as pessoas mais ferozes e nobres que estão em a história da nossa América "Eu rever NoticieroDigital

Presidente Santos Maduro exigiu respeito para o governo da Venezuela. "Eu exijo respeito, porque ninguém aqui conspira contra o presidente Santos e eu iria colocar prisioneiro que se atreve a conspirar contra o presidente Santos, a captura e apresentá-lo à justiça."

Por último, reiterou a necessidade de "um fim à conspiração da Colômbia, porque você não sabe o que nós somos capazes Bolivariana. É hora de parar com essa conspiração contra a Venezuela a partir de Bogotá e leva-lo muito claro que nosso chanceler para a próxima reunião. E quando eu encontrar com o presidente Santos Vou cessar a campanha contra a Venezuela eo governo revolucionário! Chega!, Abusar de nós, porque nós não mexer com você "..

O CALDEIRÃO DAS ELEIÇÕES ESTA FERVENDO OBAMA PARTE PARA AGRESSIVIDADE, MITT ROMNEY VAI AO ATAQUE AOS PROGRAMAS DE TV E RÁDIO E PARA PIORAR O DONALD TRUMP EXPULSA UM JORNALISTA HISPÂNICO JORGE RAMOS DA ENTREVISTA COLETIVA E AINDA CHAMA A MEGYN KELLY ( EM DESTAQUE NA FOTO) DE LOIRA BURRA

renato santos
27/08/2015

As eleições  nos Estados Unidos  esta deixando os candidatos a beira de ataque de nervos, até  ataques verbais e  palavrões estão saindo e não importa que  seja, já chegaram o absurdo de expulsar jornalista  hispânico de uma entrevista  coletiva,a coisa  ou melhor o caldeirão americano  começa a  ferver.



Com a eleição presidencial se aproximando, as campanhas dos candidatos à Casa Branca estão cada vez mais agressivas. Tanto Barack Obama quanto seu adversário, Mitt Romney, não hesitam em partir para o ataque, bombardeando os programas de TV e rádio com alguns dos anúncios eleitorais mais violentos já vistos pelos eleitores americanos.

A correspondente em Washington, Ligia Houghland, lembra que a cada quatro anos os analistas políticos dizem que nunca houve uma campanha tão agressiva quanto a que está acontecendo. 

Ela cita alguns exemplos que mostram que a disputa pela Casa Branca já viu campanhas positivas, como a de Ronald Regan, em 1984, que falava em “Manhã na América” e também a de Bill Clinton, em 1992, com o slogan “Não pare de pensar no amanhã”. 

Por outro lado, em 2008, quando disputava a nomeação democrata com Barack Obama, Hillary Clinton chegou a dizer a célebre frase “Shame on you, Barack Obama”, acusando Obama de não ter escrúpulos. 

A campanha de Romney está aproveitando para usar esse antigo ataque da atual Secretária de Estado em anúncios republicanos contra o presidente americano. 

Uma prova que, nesta eleição, as mensagens enviadas tanto pelos democratas quanto pelos republicanos partem para o ataque pessoal e se baseiam no negativismo.

O pré-candidato republicano à presidência dos Estados Unidos Donald Trump segue colecionando polêmicas e manchetes em sua campanha. Nesta semana, ele não poupou nem mesmo jornalistas da rede Fox News, tradicionalmente alinhada com os conservadores. 

Na terça-feira (25), ele expulsou de uma entrevista coletiva o conhecido jornalista latino Jorge Ramos, severo crítico de suas posições sobre imigração.

O incidente ocorreu quando o jornalista e apresentador participava de uma sessão de perguntas e respostas com Trump transmitida ao vivo por vários canais de TV dos Estados Unidos (assista ao vídeo abaixo). Ramos, que já entrou em choque com Trump sobre temas como imigração e deportação, se levantou para fazer uma pergunta e foi ignorado pelo magnata, que cedeu a palavra a outro jornalista.

O jornalista insistiu e Trump se irritou: "desculpe-me, mas o senhor não foi chamado, sente-se". "Tenho o direito de fazer uma pergunta, retrucou Ramos, ao que Trump disse: "volte para a Univisión" (rede de televisão). Ramos foi retirado da sala pelos seguranças e Trump explicou que nada tinha contra o jornalista, mas que era preciso seguir as regras. "Estava fora do lugar (...), se levantou e começou a gritar (...), mas não me importo se ele voltar."

Ramos acabou voltando, recebeu o aval de Trump e pôde formular uma série de perguntas sobre imigração. O jornalista admitiu que bate de frente com Trump por seu plano "absurdo" sobre migração, que inclui a deportação da maioria dos 11 milhões de estrangeiros ilegais que vivem nos Estados Unidos.

“Loura burra”

O presidente da rede de TV Fox News, Roger Ailes, exigiu nesta terça-feira um pedido de desculpas de Donald Trump após novos ataques contra a popular apresentadora de televisão Megyn Kelly, voltando a reativar a disputa entre o canal e o pré-candidato republicano à Casa Branca.

O magnata imobiliário usou desta vez sua conta do Twitter na noite de segunda-feira (24) para lançar duras críticas a Kelly, revivendo o tenso momento no qual a apresentadora fez perguntas afiadas sobre o multimilionário no debate entre candidatos republicanos no último 6 de agosto.

Trump retuitou um comentário que classificava Kelly – que tem cabelos louros – de "bimbo" (expressão para loura burra) e afirmou que o programa de televisão era "muito melhor sem Megyn Kelly. Sua substituta enquanto estava de férias era bem melhor!". Parece que Kelly teve umas "férias horríveis" porque "está realmente fora de seu jogo", completou Trump.

VESTER LEE FLANAGAN QUE ASSASSINOU OS DOIS JORNALISTAS, ACABOU FALECENDO NO HOSPITAL

renato santos
27/08/2015

O jornalista Vester Lee Flanagan, de 41 anos, que usava o pseudônimo de Bryce Williams.profissionalmente, morreu nesta quarta-feira (26), em decorrência de um ferimento a bala provocado por ele mesmo. 


Ele é suspeito de ter matado pela manhã dois ex-colegas de uma emissora de TV no Estado da Virgínia, enquanto os dois faziam uma reportagem ao vivo. Em um fax enviado para a rede ABC News, Flanagan diz ter sido vítima de racismo e homofobia.

A repórter Alison Parker, 24 anos, estava falando com Vicki Gardner, chefe da Câmara de Comércio de Smith Mountain Lake, no terraço de um resort, em Moneta, a quase 400km da capital Washington, quando o ataque ocorreu. 

As duas falavam sobre o desenvolvimento do turismo local para a rede quando o atirador se aproximou por trás do cinegrafista Adam Ward, de 27 anos. Diversos tiros foram ouvidos, assim como gritos, e a câmera de Ward caiu no chão, capturando uma imagem desfocada do atirador.

A transmissão voltou então ao estúdio. A apresentadora do telejornal explicou que não sabia o que estava acontecendo, mas que traria mais informações assim que fosse possível.

Alison e Ward morreram no local. Enquanto fugia, Flanagan teria ainda tido o sangue-frio de postar nas redes sociais um vídeo do ataque que ele mesmo fez com uma câmera acoplada à arma. 

Seu carro foi perseguido em uma estrada interestadual e a polícia encontrou o veículo carro parado e o suspeito gravemente ferido com um tiro. Flanagan chegou a ser transportado de helicóptero a um hospital, mas acabou morrendo.

Racismo e homofobia

Em um longo fax de 23 páginas, com um texto confuso, uma pessoa se identificando como Flanagan disse ter cometido o ataque em retaliação ao massacre de uma histórica igreja da comunidade negra de Charleston, em junho, quando um extremista racista abriu fogo e matou nove pessoas. O jornalista também se dizia vítima de racismo, homofobia e avanços sexuais por parte de ex-colegas.

O incidente reacendeu os temores envolvendo violência com armas nos Estados Unidos. Após o ataque, a Casa Branca fez um apelo para o Congresso aprovar rapidamente leis de controle de armas.

PREPAREM SEUS BOLSOS FMI VE O BRASIL RECUPERAR APENAS 0,7% EM 2016 , VAI FICAR FEIA

renato santos
27/08/2015

O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu a previsão de crescimento econômico mundial para este ano e alertou sobre o risco de "tensões financeiras" na Europa em consequência da crise grega, em seu relatório trimestral publicado nesta quinta-feira. 


A instituição também reviu os cálculos sobre a retração da economia brasileira este ano, que será maior do que o esperado, passando de 1% para 1,5%.

O Produto Interno Bruto (PIB) mundial deve registrar alta de apenas 3,3%, 0,2 ponto a menos que o previsto em abril e um pouco abaixo do resultado de 3,4% de 2014. Esse crescimento representa o mais baixo índice registrado desde a recessão de 2009. 

A crise grega e o risco da Grécia sair da zona do euro afetaram de maneira periférica o desempenho da economia mundial pelo menos até o momento, afirma a instituição multilateral. O FMI mantém as previsões de crescimento para zona do euro (+1,5%), França (+1,2%) e Alemanha (+1,6%).

"Os acontecimentos na Grécia ainda não tiveram consequências significativas. Medidas apropriadas devem permitir enfrentar os riscos, caso estes se materializem", destaca a instituição. No entanto, o FMI ressalta que a recente alta das taxas de juros sobre a dívida de alguns países da zona do euro pode representar problemas importantes e que "tensões financeiras permanecem".

Abalada com o endividamento e sem dinheiro, a Grécia está preparando um novo programa de reformas para apresentar aos parceiros europeus. O plano visa convencer os credores a ajudar financeiramente Antenas e manter o país na zona do euro.

Fragilidade dos EUA

Segundo o relatório, a redução das previsões de crescimento mundial obedece, na realidade, a um fator relativamente antigo e "excepcional": a desaceleração da economia americana no primeiro trimestre do ano, consequência de um inverno particularmente rigoroso. "A inesperada fragilidade da América do Norte, que é a principal responsável pela revisão das economias avançadas, deve ser temporária", afirma o documento. No entanto as projeções para os Estados Unidos foram consideravelmente reduzidas (-0,6 ponto, a 2,5%) e Canadá (-0,7, a 1,5%).

Outros riscos podem aparecer no segundo semestre do ano, desta vez nos países emergentes que devem estagnar. O FMI reduziu a 0,5% a previsão de crescimento econômico da América Latina e Caribe em 2015, devido à queda nos preços de commodities e a condições financeiras externas mais rígidas. Em abril, o FMI havia anunciado uma previsão de crescimento de apenas 0,9% para a região.

Economia brasileira

De acordo com as novas previsões, o Brasil encerrará o ano com uma contração de 1,5%, meio ponto a mais do que o estimado em abril. Já o México vai crescer 2,4% (3% em abril).

Para 2016, o FMI acredita que o Brasil iniciará uma tímida recuperação, com um crescimento de 0,7%. A previsão de abril era mais otimista (1%). 

Para Olivier Blanchard, economista chefe do fundo, "o que ocorre no Brasil é a combinação de duas forças. A primeira é um ambiente de pouca confiança de consumidores e empresários, com gastos e investimentos baixos. A outra, são as medidas tomadas pelo governo para melhorar a confiança e em favor do ajuste fiscal". 

Na visão de Blanchard, "trata-se claramente de um conjunto correto de políticas", mas ainda é preciso ver o impacto disso no nível de confiança.

Turbulências na China

A China, afetada por fortes turbulências em seu mercado financeiro, pode passar por "grandes dificuldades" para assegurar sua transição a uma etapa de mais consumo interno e menos investimentos, alerta o FMI. No entanto, a instituição mantém inalterada a projeção de crescimento do gigante asiático a 6,8%.

No relatório publicado hoje, as perspectivas para a atividade econômica em 2016 são mantidas em +3,8%, mas o FMI pede prudência. "A aceleração do crescimento da economia mundial permanece no horizonte, mas ainda não foi materializada", adverte o Fundo Monetário Internacional.

MERCEDES BENS VAI FAZER CORTE DE 1.500 FUNCIONÁRIOS EM SÃO PAULO SE PREPAREM FIO ASSIM NA VENEZUELA

renato santos
27/08/2015

A empresa alemã Daimler ameaça suprimir 1.500 empregos em uma de suas fábricas de caminhões no Brasil, no estado de São Paulo. O corte é uma consequência da queda do volume de vendas no país.


Um porta-voz da Daimler indicou nesta segunda-feira (24) que os funcionários da empresa atingidos pela medida serão informados por uma carta de uma possível demissão. No entanto, o objetivo da empresa é encontrar uma solução para os 1.500 empregos.

A empresa diz estar pronto para discutir com os sindicatos da categoria que já recusaram propostas anteriores de diminuição temporária da carga de trabalho e redução dos salários.

A Daimler argumenta que a decisão é baseada em um contexto difícil para o mercado automotivo no país. "O mercado para caminhões recuou 44% no primeiro trimestre de 2015. Há vários meses vem sendo registrada uma queda nos pedidos e, infelizmente, não há previsão para uma retomada rápida das vendas", afirmou o porta-voz.

Segundo a agência de notícias DPA, a Daimler suprimiu cerca de 3 mil postos de trabalho no Brasil desde o início de 2013. Até o final de junho, o grupo alemão contabiliza 11.900 empregados em todo o país.

O QUE A GAZETA CENTRAL IRBING INTERNACIONAL VINHA DENUNCIANDO SE CONFIRMOU EMBAIXADOR VALETNTIN ZELLWEGER DISSE QUE O GOVERNO BRASILEIRO PRECISA CRIAR UMA LEGISLAÇÃO PARA REPATRIAMENTO DO DINHEIRO DA PETROBRAS QUE ESTÃO EM OUTROS PAÍSES ESCONDIDOS HÁ MONTANTES MAIORES MAS OUTROS PAÍSES AO CONTRÁRIO DA SUÍÇA NÃO BLOQUEIAM AFIRMOU ELE NA ENTREVISTA A JORNALISTA DEBORAH BERLINCK A RFI

Deborah Berlinck, 
correspondente da 
RFI Brasil em Berna.
ESPECIAL
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A Suíça quer acelerar a restituição ao Brasil de milhões de dólares desviados ilegalmente da Petrobras e bloqueados em contas no país. 

O governo vai adotar até o final do ano uma nova legislação para agilizar processos de restituição de dinheiro de corrupção, não apenas do Brasil como de outros países. 



Mas o ritmo da devolução vai ser determinado por uma condição: que as pessoas implicadas não apenas assumam a culpa como autorizem a repatriação imediata do dinheiro, como foi o caso do ex-gerente da Petrobras, Pedro Barusco.


Caso contrário, a restituição “pode levar anos”, reconheceu o embaixador Valentin Zellweger, diretor do Departamento de Direito Internacional do ministério das Relações Exteriores do país. Parte do problema, explicou o embaixador, é que frequentemente o dinheiro da corrupção, “em montantes até maiores”, está escondido também em outros países. “Mas os outros países, ao contrário da Suíça, não bloqueiam”, lamenta.

Questionado sobre como bancos suíços puderam aceitar que funcionários da Petrobras abrissem contas e movimentassem milhões de dólares sem levantar qualquer suspeita, Zellweger respondeu que não é simples identificar estes casos, porque os implicados usaram “métodos muito sofisticados” e movimentaram fundos escondendo-se por trás de empresas.

“Grandes casos como este (da Petrobras) nos mostram que precisamos melhorar nosso sistema. Temos que trabalhar mais com os bancos para sensibilizá-los sobre o perigo (do dinheiro da corrupção)”, reconheceu.

Dinheiro para advogados

“Estas pessoas (envolvidas em corrupção) contratam os melhores advogados na Suíça e bloqueiam o processo (de devolução)”, explicou. “O que constatamos é que aqueles que dizem que não têm mais nada conseguem pagar advogado. E aí a questão: de onde vem esse dinheiro (para pagar advogados)? E uma das explicações é que eles têm contas em outros países que não bloqueiam”, conclui.

O Brasil, portanto, só obteve restituição rápida de parte do dinheiro da Petrobras porque os principais implicados, como Barusco, resolveram colaborar. A Suíça já devolveu US$ 120 milhões dos US$ 400 milhões da Petrobras que bloqueou nas contas de ex-funcionários da estatal em 30 bancos.

“Se a pessoa (implicada) coopera, o procedimento é muito mais rápido e fácil. O problema são os que não cooperam, e que se dizem inocentes. Estes recorrem contra todas as decisões. É um direito deles, mas faz com que a restituição leve muito mais tempo”, explicou.

O recorde foi batido pelo ex-ditador do Haiti Jean-Claude “Baby Doc” Duvalier, que conseguiu frear por 30 anos a restituição pela Suíça do dinheiro que desviou dos cofres públicos graças a inúmeros recursos nos tribunais. A demora se estendeu também por conta da instabilidade política no país.

Milhares de políticos com conta na Suíça

Valentin Zellweger disse que “milhares” de políticos de vários países têm dinheiro em contas na Suíça. Nos últimos 25 anos, o país devolveu US$ 1,7 bilhão desviado por políticos corruptos. Os bancos suíços costumam ter uma lista especial destes clientes, que são chamados de “pessoas expostas politicamente” ou “Peps”. Banqueiros são obrigados por lei a perguntar sobre a origem do dinheiro. No caso de suspeita, têm que comunicar as autoridades suíças.

Zellweger disse que a Suíça está cooperando ativamente com vários outros países, como Egito, Tunísia e Ucrânia, para devolver dinheiro de corrupção. Ele defendeu a Suíça, dizendo que o país sofre de má reputação neste campo, mas faz muito mais do que Grã-Bretanha ou Estados Unidos para combater o problema. Argumentou ainda que não existe sistema de combate perfeito: “Nós nunca vamos ter um praça financeira totalmente limpa, sem acidentes”.

RSF REPÓRTERES SEM FRONTEIRAS ENCAMINHOU UMA CARTA A PRESIDENTA DILMA EXIGINDO MEDIDAS CONCRETAS PARA COMBATER VIOLÊNCIA CONTRA OS JORNALISTAS ATÉ AGORA ELA NÃO SE MANIFESTOU-SE

renato santos
27/08/215
reporter sem fronteiras
para
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A ONG Repórteres sem Fronteiras (RSF) encaminhou nesta segunda-feira (1) uma carta aberta à presidenta Dilma Rousseff, exigindo que o governo brasileiro se comprometa a tomar medidas concretas e eficazes para combater a violência contra os jornalistas. 



O Brasil é o terceiro país mais perigoso das Américas para o exercício da profissão de jornalista, atrás de México e Honduras. Na última semana, dois repórteres foram torturados e mortos no país - um deles, decapitado.

A carta, assinada pelo secretário geral da organização, Christophe Deloire, lembra que 38 jornalistas foram assassinados no Brasil entre 2000 e 2014 e que quase todos eles investigavam assuntos sensíveis, "como o crime organizado, violações de direitos humanos, corrupção ou tráfico de matérias primas". Ainda que os temas sejam por si só perigosos, a RSF considera que a impunidade incentiva a violência.

Estado violento

Muitas vezes, as agressões partem do próprio Estado - uma situação que, de acordo com a ONG, se agravou depois das jornadas de junho de 2013. "Entre junho de 2013 e julho de 2014, uma forte repressão policial recaiu sobre os jornalistas brasileiros e estrangeiros que documentavam as manifestações contra o aumento das tarifas de transportes em São Paulo, contra os gastos para a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos. 

Insultos, ameaças, prisões e detenções arbitrárias, agressões e revistas se multiplicaram." Apenas durante a Copa, foram registrados 38 ataques contra repórteres profissionais ou amadores, de acordo com números da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).

A carta lembra ainda que, depois da morte do cinegrafista Santiago Andrade, da TV Bandeirantes, a Secretaria dos Direitos Humanos apresentou um relatório sobre a violência contra profissionais da mídia que, entre outras coisas, recomendava a federalização das investigações e a criação de um Observatório da Violência contra Jornalistas, em parceria com a Unesco. 

"Passou-se um ano e o relatório é letra morta", lamenta Deloire, lembrando que "em 20 de maio de 2015, a Comissão de Segurança Pública e Combate contra o Crime Organizado na Câmara rejeitou um texto que apontava para a federalização."

Para os Repórteres Sem Fronteiras, "diante do grau de violência contra os jornalistas, a aplicação das recomendações feitas pelo grupo de trabalho da Secretaria dos Direitos Humanos é, mais do que nunca, necessária e urgente".

Tortura e decapitação

A gota d'água que fez a ONG se endereçar diretamente à presidência da república foram os assinatos de três repórteres investigativos neste ano. No espaço de apenas uma semana, morreram de forma brutal Djalma Santos da Conceição, radialista da RCA FM (Conceição da Feira, Bahia) e o blogueiro Evany José Metzker. O primeiro trabalhava sobre o assassinato de uma adolescente por traficantes. Seu corpo, encontrado em 22 de maio, apresentava sinais de tortura.

Metzker, que investigava há vários meses a ligação entre o tráfico de drogas e a prostituição infantil, desapareceu no dia 13 de maio, dia de sua última postagem no blog Coruja do Vale. Cinco dias depois, seu corpo decapitado foi encontrado em Padre Paraíso, no nordeste do estado de Minas Gerais.

O outro repórter assassinado foi o paraguaio Gerardo Servian Coronel, da Radio Ciudad Nueva. Ele era crítico de políticos da fronteira entre Brasil e Paraguai e denunciava ligações deles com o crime organizado. 

Dois homens de moto o abateram a tiros em Ponta Porã, no dia seguinte à prisão do ex-prefeito da cidade fronteiriça de Ypehu, Wilmar "Neneco" Acosta, acusado de ser o mandante do assassinato de dois jornalistas do diário paraguaio ABC Color.

LUTO NO JORNALISMO : O ASSASSINO AINDA QUER ACUSAR AS VITIMAS DE RACISMO, PEDIMOS PENA MÁXIMA PARA ELE A PERGUNTA QUAL REALMENTE O MOTIVO DE TER ASSASSINADO OS JORNALISTAS

renato santos
27/08/215



Todo assassino  espirito  de  porco  quer  ter sempre uma desculpa, para  seus atos, se fosse mesmo  " racismo"  ele deveria  procurar a JUSTIÇA  AMERICANA  que  não  tolera esse  tipo de preconceito, mas,  não  já estava  na sua personalidade de  um desgraçado e  sangue  frio, na realidade a raiva dele  é  que a jornalista  já tinha denunciado  ele  por assédio sexual e por esse  motivo  foi despedido da  empresa.

Ele  deve ser preso a qualquer  momento  ou então cometer suicídio  mas, não fazer  o que  ele fez assassinar  dois  colegas de trabalho não tem desculpa e nem argumento para  isso.

O suspeito de ser o responsável pela morte de dois jornalistas do canal americano WDBJ, na manhã desta quarta-feira (26), publicou o vídeo do ataque nas redes sociais e acusou as vítimas de racismo. 

Vester Lee Flanagan, de 41 anos, era ex-colega da repórter Alison Parker, de 24 anos, e do cinegrafista Adam Ward, de 27 anos, que alvejou durante um programa ao vivo desta emissora afiliada da rede CBS.


Flanagan teria filmado a cena na qual mata os dois jornalistas e divulgou dois vídeos em suas contas do Twitter e Facebook. No último post do usuário da conta @bryce_williams7, é possível ver a pessoa que filma apontando uma pistola contra a repórter, que entrevistava ao vivo uma mulher.

Parker e Ward não se dão conta da presença do homem. Nas imagens, o cinegrafista aparece de costas e a repórter está concentrada na entrevista. A mão do agressor, vestido com uma camisa azul, e a arma aparecem na filmagem. Logo depois, ele dispara oito tiros na direção da repórter, antes de finalizar a gravação. A conta do Twitter @bryce_williams7 foi suspensa pouco depois.

Colega de trabalho

Flanagan trabalhou com a dupla durante um ano, antes de ser demitido da WDBJ, onde usava o nome fictício de Bryce Williams. No Twitter, explicou que Parker e Ward o maltratavam por ser negro.

Logo depois de publicar a mensagem e o vídeo, Flanagan tentou se matar. Segundo a televisão americana, ele teria sido perseguido pela polícia e atirou em si mesmo dentro de seu carro.

Mortos ao vivo

A repórter e o cinegrafista foram mortos a tiros quando realizavam uma transmissão ao vivo. Nas imagens feitas pelo cinegrafista antes de morrer, é possível ver Parker sorridente, entrevistando uma mulher no centro turístico Bridgewater Resort, na cidade de Moneta, no sul da Virgínia, leste dos Estados Unidos.

Quando os barulhos dos tiros começam, a repórter grita, a câmera cai e ainda filma as pernas do agressor. A imagem congelada mostra o agressor vestindo uma roupa escura, apontando sua arma para o chão.

Após o tiroteio, a transmissão voltou aos estúdios do canal, mostrando a apresentadora do noticiário perplexa. "Não estou certa do que ocorreu, informaremos a vocês quando soubermos de onde vêm esses barulhos", diz, confusa.

A mulher que Parker estava entrevistando não ficou ferida, segundo a rede, embora um jornal local tenha inicialmente afirmado o contrário.

Último dia de trabalho

Hoje era o último dia de trabalho de Parker no programa matinal da WDBJ. De acordo com colegas, ela havia levado balões ao trabalho e queria comemorar com a equipe.


Segundo o gerente do canal, Jeffrey Marks, os jornalistas assassinados estavam apaixonados por outros funcionários da emissora. Um dos apresentadores do noticiário da rede, Chris Hurst, escreveu em sua conta no Twitter que ele e Parker estavam muito apaixonados. "Havíamos acabado de nos mudar para morar juntos", contou. "Allison trabalhava com Adam todos os dias. Eram uma equipe. Estou arrasado", acrescentou Hurst.

O assassinato de dois jornalistas de uma emissora de televisão americana, executados quando realizavam uma entrevista transmitida ao vivo, relança o debate do porte de armas nos Estados Unidos e a presença crescente das redes sociais na vida das pessoas. Imagens do ataque contra a repórter e o cinegrafista,  pelo próprio autor dos disparos, foram divulgadas no Twitter e rapidamente reproduzidas no Facebook e pelo YouTube.
Exprimindo sua tristeza sobre a morte dos dois jornalistas da WDBJ, Alison Parker, 24 anos, e Adam Ward, de 27 anos, o presidente americano Barack Obama fez nesta quarta-feira (26) um novo apelo para que o Congresso dos Estados Unidos endureça a lei sobre o controle de armas. Ele ressaltou que o número de vítimas que morrem em incidentes com armas de fogo no país é muito superior ao das vítimas do terrorismo.

Entre os pré-candidatos à presidência, a democrata Hillary Clinton, em campanha no Estado americano do Iowa, foi a primeira a se manifestar ontem sobre o caso, pedindo mais medidas para combater esse tipo de violência que se repete quase todos os dias no país. "Devemos fazer algo sobre o porte de armas nos Estados Unidos. Vou batalhar para isso porque há muitas pessoas que estão a par deste problema, mas que não se engajam porque é difícil. É uma questão muito política e dura no país", disse.

Estado onde a venda de armas é menos rigorosa

Terry McAuliffe, governador do Estado da Virgínia, palco do ataque, também lembrou a imensa quantidade de armas de fogo nas mãos de civis nos Estados Unidos. A Virgínia, no entanto, é um dos Estados onde o controle da venda de armas é menos rigorosa.

Ongs americanas indicam que 89 pessoas são mortas por dia nos Estados Unidos em incidentes relacionados a armas de fogo. Em 40% desses casos, as armas utilizadas foram vendidas sem nenhuma verificação do perfil do comprador.

Ataque foi divulgado nas redes sociais

Vester Lee Flanagan, de 41 anos, é o principal suspeito da morte dos dois jornalistas. Em um vídeo cuja autoria é atribuída a ele, divulgado ontem nas redes sociais, a câmera se aproxima da repórter e do cinegrafista. As imagens mostram uma arma sendo apontada para Alison Parker, que entrevistava ao vivo uma mulher.

A filmagem ao vivo realizada pelo cinegrafista Adam Ward mostra primeiramente a repórter sorrindo durante a entrevista e, logo depois, desperada e aos gritos quando percebe que é alvo dos disparos. Na sequência, a câmera de Ward cai no chão - momento em que foi alvejado - e ainda filma os pés do agressor.

Vítima de racismo

Uma série de mensagens no Twitter foram publicadas na conta atribuída a Flanagan, que já havia trabalhado como repórter na própria WDBJ, e conhecia as vítimas. Negro e homossexual, ele justificou seu ato por ter sido vítima de supostos comentários racistas, discriminatórios e homofóbicos de Parker e Ward. Perseguido pela polícia, Flanagan atirou contra si mesmo, foi levado com vida ao hospital e morreu horas depois.


Especialistas consideram que essa é a primeira vez que um indivíduo usa o Twitter e o Facebook de maneira independente para divulgar um crime. O caso marcaria uma nova etapa no uso das redes sociais. Tanto o Twitter, como o Facebook e o YouTube, retiraram as imagens em que os jornalistas aparecem sendo abatidos.

JOSÉ DATENA SE DESFILIOU DO PT, MAS TEM OLHOS PARA O PP, A QUAL CHAMOU PAULO MALUF DE CORRUPTO, QUEM TRABALHA NA IMPRENSA TEM QUE TER CONSCIÊNCIA NÃO SE MISTURA COM A POLITICA É A VOZ QUE CLAMA NO DESERTO PARA DEFENDER A SOCIEDADE E NÃO IR CONTRA ELA

renato santos
27/08/2015

É  brasileiros, estamos  sendo enganados  todos  os dias, quantas vezes  assistimos DATENA  no  BRASIL URGENTE, como profissional  nada a  desejar,  continua com credibilidade, mas, ninguém é perfeito  não  é verdade, por isso que  sempre digo,  jamais  se envolva  com a  politica, quando agente nasce para  ser  a voz de uma sociedade  não queira ultrapassar  esse limite. 


É  como  igreja, nós  cristãos  não somos  politicos e  nem podemos,  o  próprio senhor JESUS  CRISTO  foi opositor dessa desgraça  chamada politiqueiros que  só levam uma NAÇÃO A FALÊNCIA, a igreja tem que se opor  contra  isso, a mesma coisa  é quem trabalha  no jornalismo, ele  tem que ser a voz que  grita  no deserto .

O jornalista José Luiz Datena se desfiliou do Partido dos Trabalhadores (PT) em 24 de agosto para ingressar no PP, de Paulo Maluf. 

Datena, nascido em Ribeirão Preto, filiou-se ao PT em 3 de abril de 1992 (e sempre fez os recadastramentos necessários) e um dos episódios marcantes, antes mesmo de seu ingresso no Partido, foi apresentar o comício de Luiz Inácio Lula da Silva, na disputa presidencial de 1989, na Praça XV. 
Esse ato rendeu-lhe a demissão da EPTV, afiliada da Rede Globo. A saída de Datena do PT, neste momento, repercute, devido à atual situação política nacional. 
Em Ribeirão Preto, a desfiliação do jornalista, que há anos prega o sensacionalismo político e policial em emissoras de televisão, teve crítica e desconsideração.

“Particularmente eu nem sabia que ele era filiado e nem sei quem o filiou”, disse o presidente do Diretório Municipal (DM) do PT, o vereador Jorge Parada. 

“Não fará falta, pois não tem o perfil do partido; ele tem outro pensamento, outra conduta, nunca frequentou as reuniões partidárias”, emendou ele. 

O também vereador Beto Cangussu tem a mesma opinião. “Nem sabia que ele era filiado e ele é tão insignificante para o projeto do PT que não vai atrapalhar a sua saída”, explicou Beto. “Não reflete em nada, nem fede nem cheira, pois não tem militância nem envolvimento com os nossos projetos”, acrescentou Beto.

Para Moacir Caporusso, coordenador do PT na Macrorregião de Ribeirão Preto, a desfiliação do PT é oportunista. “Ele está em São Paulo com o sensacionalismo, com jornalismo de direita, e não tem espaço contra o prefeito Fernando Haddad, então se torna um candidato viável para outro partido diante da despolitização que o Brasil vive atualmente”, destacou Caporusso. 

“O Datena disse que nunca seria candidato a nada e sempre falou que o Paulo Maluf era um corrupto, e agora vai para o partido dele, isso é oportunismo.”

Datena começou a carreira jornalística em Ribeirão Preto, principalmente na área esportiva, pela EPTV. Depois atuou como repórter e narrador de esportes na TV Bandeirantes, passando, depois, a apresentar programas jornalísticos com teor sensacionalista, uma tática para segurar a audiência, tanto na TV Bandeirantes quanto uma rápida passagem pela Record. 

Ao longo dos anos mudou radicalmente de postura, tornando-se favorável à pena de morte e à redução da maioridade penal, atitudes contrárias às defendidas pelo PT. 

Em 2010, ele fez um comentário sobre assassinatos brutais e fez associações consideradas preconceituosas entre os atos criminosos e a descrença religiosa, o que rendeu uma ação movida pelo Ministério Público Federal. 

Em 2013, a Justiça condenou a TV Bandeirantes a promover campanha favorável à diversidade religiosa pelo mesmo tempo que durou o comentário discriminatório de Datena, que passou a ser veiculada em meados de 2015. 

E pelo comentário Datena foi condenado, por danos morais, a pagar indenização à Associação dos Ateus e Agnósticos do Brasil 

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