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OPERAÇÃO LAVA JATO, CHEGA A GUARULHOS<<<>>>> OBRAS NO AEROPORTO INTERNACIONAL PODEM TER BENEFICIADO O PREFEITO DO PT SEBASTIÃO ALMEIDA QUE RECEBEU 500 MIL REAIS <<<<>>>> E COLOCA 22 VEREADORES SOB SUSPEITA SENO 13 VOLTARAM CONTRA E 9 FALTARAM NA SESSÃO DO IMPEACHMENT DO PREFEITO <<<<>>>> PRECISAMOS AFASTAR O SEBASTIÃO ALMEIDA JÁ PARA AS INVESTIGAÇÕES CONTINUAREM




RENATO SANTOS 19/06/2016   A  fuga das galinhas  já começaram, de tanta corrupção a  hora chegou nos AEROPORTOS  DO BRASIL, no CASO DE  GUARULHOS, há,  e pode chegar  nos VEREADORES DE GUARULHOS.



A Procuradoria da República cobra de Marcelo Bahia Odebrecht e José Aldemário Pinheiro, o Léo Pinheiro, da OAS, informações sobre contratos de concessões de aeroportos e obras de infraestrutura nos terminais que foram aceleradas para a Copa de 2014 e para a Olimpíada deste ano. A força-tarefa da Lava Jato elegeu estes como temas de interesse para negociação nas delações já iniciadas pelos empreiteiros.

Para vencer os leilões de exploração, as empreiteiras formaram concessionárias e contaram com aportes financeiros dos fundos de pensão e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Os investigadores da Lava Jato já encontraram indícios de que houve corrupção no processo de concessão de aeroportos realizadas em 2011, 2012 e 2013, no governo Dilma Rousseff. A força-tarefa acredita que Marcelo Odebrecht e Léo Pinheiro podem fornecer detalhes desses negócios - que somaram, ao todo, R$ 45 bilhões.

As tratativas formais entre defesas dos empreiteiros e a Lava Jato foram assinadas nos últimos meses com a Procuradoria-Geral da República, que busca especialmente provas de corrupção e lavagem de dinheiro de políticos e outras autoridades detentoras de foro privilegiado. Mas o fechamento do acordo, que deve vir em paralelo com a leniência, envolve a equipe de procuradores e delegados da força-tarefa, em Curitiba - origem das investigações do escândalo na Petrobrás. Os procuradores consideram como praticamente encerrada a devassa nos contratos da estatal petrolífera e querem expandir o foco das investigações para outros setores.

Odebrecht e OAS foram vencedoras de contratos de concessões nos dois principais pacotes de leilões do governo Dilma, em 2012 e 2013, passando a administrar os aeroportos de maior valor. O Grupo OAS passou a integrar a concessionária que administra Cumbica, em Guarulhos (SP) - a GRU Airport, por meio da Invepar, em um negócio de R$ 16 bilhões. A Odebrecht, associada a parceiros internacionais, venceu a concessão do Galeão, no Rio, no valor de R$ 19 bilhões.

Outra empreiteira flagrada pela Lava Jato atuando em cartel nos contratos da Petrobrás integra concessionária de aeroporto. A UTC, do delator Ricardo Pessoa, participa da administração de Viracopos, em Campinas (SP), que rendeu R$ 3,8 bilhões ao governo. A Engevix participava da concessão do aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília - um negócio de R$ 4,5 bilhões -, mas vendeu sua parte.

O setor aeroportuário foi comandado no governo Dilma por Moreira Franco, agora um dos principais auxiliares do presidente em exercício Michel Temer (PMDB). Moreira Franco é secretário executivo do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), que pretende tocar as concessões no governo interino. Ele foi nomeado por Dilma ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC) em 2013.

Procuradas por meio de suas assessorias, as concessionárias dos aeroportos de Cumbica e Galeão não quiseram comentar. A Odebrecht e a OAS também informaram que não iriam se pronunciar sobre o assunto. O criminalista Theo Dias, que representa Marcelo Odebrecht, informou que não se manifestaria sobre o assunto. José Luís de Oliveira Lima, defensor de Léo Pinheiro, não foi localizado. Moreira Franco afirmou que apenas deu seguimento ao leilão dos aeroportos de Galeão e Confins, num processo que estava em andamento quando assumiu a SAC, e que nada tem a comentar sobre as investigações. "Temos que nos acostumar com uma coisa que é saudável. A polícia investiga, o Ministério Público monta o processo e a Justiça julga."

O Ministério dos Transportes, que atualmente abrange o setor de aviação civil, não havia se posicionado.

Uma das  linhas de investigação na Lava Jato pode chegar  aos vereadores da Câmara Municipal de Guarulhos  que  voltaram contra  o IMPEACHMENT DO  PREFEITO SEBASTIÃO DE ALMEIDA DO PT, seus nomes  podem aparecer nessa  operação da LAVA JATO.

Planilhas da empreiteira Odebrecht divulgadas hoje na internet contêm lista de políticos de quase todos os partidos, que teriam recebido doações da empresa.

Não há menção quanto a serem doações contabilizadas legalmente ou não. Muitas delas constam como tendo sido feitas aos comitês eleitorais dos candidatos.

De São Paulo, constam, por exemplo, o governador Geraldo Alcmin e o senador José Serra (PSDB), bem como o então candidato à Presidência, senador Aécio Neves, como tendo recebido, respectivamente, R$ 700 mil, R$ 1.500.000 e R$ 120 mil.

O prefeito Sebastião Almeida é citado com o codinome “Sumido”, a expressão “esgoto” ao lado do nome e a quantia de R$ 1.500.000,00.

Os deputados federais Celso Russomano e Paulinho da Força também estão entre os beneficiários.


Estranhamente, o ex-prefeito Jovino Cândido consta na lista com o valor R$ 1. Como outros valores estão expressos em dezenas de milhares, presume-se que tenha obtido uma doação de R$ 1.000,00.

A lista  é de grande importância vejamos : EIS  OS VEREADORES QUE  VOLTARAM CONTRA O IMPEACHMENT DO ALMEIDA PREFEITO DE GUARULHOS.

Claudio Pezão (PT)
Dona Maria (PT)
Edmilson Souza (PT)
Eduardo Soltur (PSD)
Genilda Sueli Bernardes (PT)
Lamé (PMDB)
Pastor Anistaldo (PSC)
Samuel Vasconcelos (PT)
Rômulo Onelas (PT)
Professor Jesus (DEM)
Marcelo Seminaldo (PT)
Toninho da Farmácia (PSD)
Zé Luiz (PT)

OS QUE VOLTARAM  A  FAVOR :

Guti (PSB)
Heleno Metalúrgico (PDT)
Luiz Matogrosso (PSD)
Geraldo Celestino (PSDB)
João Barbosa (PRB)
Paulo Sérgio (DEM)
Ramos da Padaria (DEM)
Romildo Santos (DEM)
Alexandre Dentista (PSDC)
Laércio Sandes (DEM)
Vitor da Farmácia (Pros)
Willian Paneque (PSDB)

E  HÁ  OS QUE  TIVERAM ATITUDES DE COVARDES  OU  NA LINGUAGEM POPULAR RABO PRESO COM OS ENVOLVIDOS :

Edmilson Americano
Eduardo Barreto (PCdoB)
Elmer Japonês (PR)
Daniel Soares (DEM)
João Dárcio (PTN)
Professor Moacir (PT)
Sérgio Inovação (PSL)
Toninho Magalhães (PTC)
Verinha Souza (PMB)


Por que os vereadores  voltaram contra o IMPEACHMENT DO PREFEITO ALMEIDA ? Fica essa pergunta no ar, que em breve  terá que ser respondidas.

Mas  o Ministério Público de Guarulhos  esta trabalhando e  o motivo são OPERAÇÃO LAVA JATO, que poderá  conturbar a  vida de  13 vereadores  que voltaram contra  o  Processo do Impeachment, eles  precisam ser investigados  ao mais rápido possível não podem nem se quer  sair  candidato as reeleições municipais. 

No mês de março de  2016, o blog gazeta central, estava fazendo uma investigação , mais aprofundada no Poder Judiciário, pois, estranhamos  as decisões  e  os comportamentos do vereadores envolvidos na CPI, aliás, sabemos que  o pedido do processo não tinha  conteúdo mais aprofundado, pela razão a CÂMARA MUNICIPAL DE GUARULHOS, funciona como um cofre, onde guarda segredos  mais aprofundados, quanto se trata do  aliados  do  governo Municipal .

Mas essa caixinha pode terminar, há possibilidades de cada vereador que voltou contra o impedimento do ALMEIDA ser investigados,. 

No dia 22 de março de 2016, o Juíz  Federal Sergio Moro, da 13.ª Vara  Federal de Curitiba, disponibilizou o conteúdo da Operação Acarajé , 23ª etapa da lava jato , onde constavam documentos no endereço do investigado Benedito Barbosa da Silva Junior, presidente da  Odebrecht  Infraestrutura, e nesse documento descobrimos que  a obra  do AEROPORTO INTERNACIONAL DE GUARULHOS, aparecia  o nome do ex prefeito de Guarulhos  JOVINO  CANDIDO PV., mas o que a imprensa  ainda não sabia que nessa lista estava o nome  dos vereadores da Câmara Municipal de Guarulhos, os quais não votaram contra a cassação do Prefeito: Precisam explicar-se, a gazeta central  está apenas aguardando as manifestações desses vereadores :         

Claudio Pezão (PT) Dona Maria (PT) ,Edmilson Souza (PT) , Eduardo Soltur (PSD) Genilda Sueli Bernardes (PT) Lamé (PMDB) Pastor Anistaldo (PSC) Samuel Vasconcelos (PT) Rômulo Onelas (PT) Professor Jesus (DEM) Marcelo Seminaldo (PT) Toninho da Farmácia (PSD) e  Zé Luiz (PT), o que chamamos de base aliada do EXECUTIVO, pois o nome do PREFEITO DE GUARULHOS SEBASTIÃO DE ALMEIDA, aparece na lista da odebrecht e falta apenas fechar o quebra cabeça desse  jogo perigoso.


Por que esses vereadores da base aliadas não quiseram voltar a favor do IMPEACHMENT DO ALMEIDA, é uma pergunta que precisa ser respondida por  eles, e a  gazeta central espera uma explicação seja  por nota ou  por  email, mas precisam se explicar:     

Edmilson Americano Eduardo Barreto (PCdoB) Elmer Japonês (PR) Daniel Soares (DEM) João Dárcio (PTN) Professor Moacir (PT) Sérgio Inovação (PSL) Toninho Magalhães (PTC) Verinha Souza (PMB), esses  não compareceram na sessão no dia da cassação.

O Barulho será grande dentro da Câmara  Municipal, mas os fatos  apontam para esse caminho, o que precisa ser feito, é, investigar as contas bancárias e a Ordem do Dia.

Os senhores vereadores  precisam ser mais claros  em seus objetivos e nos seus votos, está na hora da Imprensa cobrar  isso e eles tem o dever de fazer prestação de contas , pois, além de serem representantes  do povo, são funcionários que se elegem pelos  eleitores , mas, não estão acima da Lei.

De acordo  com os documentos  o nome  do  Sebastião de Almeida não aparece apenas  uma vez, mas 3 vezes ,  

243 Sebastião Almeida Arquivo 6, p. 8
244 Sebastião Almeida Arquivo 9, p. 12
245 Sebastião Almeira ( SP PT Nacional) Arquivo 5, p. 15

Se encontra  no valor de 500 mil reais , no despacho temos , Referidos materiais foram apreendidos conforme Auto Circunstanciado de Busca
Arrecadação, na Rua Miguel Lemos, 44, Sala 703. (Edifício Mauá) Copacabana Rio de
Janeiro RJ, residência de BENEDICTO BARBOSA DA SILVA JÚNIOR, CPF
015.225.538-94, por força do Mandado de Busca 5003682-16.2016.4.04.7000/PR,
expedido pelo MM. Juiz Federal da 13a Vara Federal da Subseção Judiciária de
Curitiba/PR. Nada mais havendo, determinou autoridade policial encerramento do
presente auto, qual depois de lido achado conforme, vai assinado por todos, inclusive
por mim. Eu, MARIO NUNES GUIMARÃES JÚNIOR, Escrivão de Polícia Federal,
matrícula 7.461, que lavrei. 


Vamos fazer as contas para entender por que  o Vereadores de Guarulhos, não  votaram a favor do IMPEACHMENT , se sabemos o valor total de 500 mil reais, que ALMEIDA RECEBEU, temos  são 13 vereadores contra  e 9 vereadores que faltaram, somando 22 vereadores, agora vamos contabilizar que cada  um foi pago  com o dinheiro no valor de 500 mil reais, temos, 22 mil reais cada  um, claro que aqui estamos apenas fazendo apenas a possibilidade.

A sala era utilizada, segundo a PF, por Gustavo Nunes da Silva Rocha, presidente da Invepar. A empresa reúne investimentos da OAS no setor de transportes e aeroportos e faz parte do consórcio que administra o aeroporto de Guarulhos. 

Segundo a PF, Rocha aparece junto ao Ministério da Fazenda como responsável pela Aeroporto de Guarulhos Participações (GRUPar).

Gustavo Nunes da Silva Rocha foi levado em condução coercitiva nesta terça para prestar depoimento. O conteúdo do interrogatório ainda não foi disponibilizado pela Polícia Federal.

Conforme as investigações, uma notícia crime anônima recebido por um agente da PF afirmou que existira nesta sala um “compartimento secreto na parede em que teriam sido acondicionados documentos pertinentes à investigação em curso”. 

A informação consta em despacho da juíza federal substituta Gabriela Hardt, que autorizou a expedição do mandado.

Este mesmo colaborador anônimo informou, ainda de acordo com a juíza, a existência de um esquema de pagamento de vantagens indevidas relacionadas à obtenção de concessão no aeroporto de Guarulhos. Ele apontou a participação no esquema de Cecília Magnavita, ex-diretora da OAS e atual diretora de gestão de projetos no aeroporto.



Segundo o informante da PF, Magnavita, em conluio com a OAS, influenciou a escolha da empresa que faria medições técnicas relativas a obras de ampliação dos terminais do aeroporto de Guarulhos. “O informante ainda teria apontado que tais medições foram realizadas de maneira a não convergir com a realidade” diz trecho do depoimento (leia na íntegra abaixo)

 A PF informou que foi realizada uma "busca minuciosa" no aeroporto, mas que o fundo falso" não foi encontrado. A polícia informou, no entanto, que foram apreendidos documentos que podem auxiliar as investigações.


Outro lado

Em nota, a OAS informa que "estão sendo prestados todos os esclarecimentos solicitados e dado acesso às informações e documentos requeridos pela Polícia Federal, em sua sede em São Paulo, na manhã desta terça-feira. A empresa reforça que está à inteira disposição das autoridades e vai continuar colaborando no que for necessário para as investigações".



A CANALHICES DAS EMPRESAS ENVOLVIDAS NA CORRUPÇÃO CUSTOU UM PREJUÍZO TOTAL DE 14% NO PIB BRASILEIRO



renato santos 19/06/2016  Queremos o nosso dinheiro de volta, vendem suas ações, confisque os bens dos envolvidos, repatriam o que foi desviados por esses canalhas.

A Canalhice  custou  para o Brasil 14% do PIB  do Brasil ."Não é um número desprezível. Se considerado o impacto indireto sobre a cadeia do petróleo e construção pesada do País, o estrago é chocante, de proporções incomensuráveis", diz o economista José Roberto Mendonça de Barros, sócio da MB Associados. "A questão que fica é: quais serão os impactos para o País, olhando daqui pra frente?"



Os efeitos da Lava Jato sobre as empresas foram devastadores. Muitas companhias, sobretudo fornecedoras da Petrobrás, quebraram e outras entraram em recuperação judicial. Grandes grupos estão vendendo ativos e com dificuldade de refinanciar suas dívidas.

Cerca de 1 milhão de trabalhadores foram demitidos ao longo dos últimos meses, de acordo com estimativa da Força Sindical. A CUT (Central Única dos Trabalhadores) calcula cerca de 140 mil cortes somente na área da construção. Fontes do setor de óleo e gás dizem que a Petrobrás eliminou mais de 170 mil vagas. A Odebrecht cortou cerca de 50 mil pessoas desde 2014.

Para Mendonça de Barros, o resultado disso tudo deve ser uma mudança na forma de se fazer negócios no Brasil, já que a corrupção reduz a eficiência produtiva. "O inverso pode ocorrer agora. O governo terá de rever as concessões e as relações com o setor privado."


Para Sérgio Lazzarini, do Insper, as empresas vão ter de se reinventar. "A Lava Jato cumpre o papel de escancarar um modelo vigente há séculos no País: o capitalismo de laços, em que o sucesso dos grupos econômicos está ligado ao Estado."

Mas essa reinvenção não será fácil. Os grupos que sobreviverem ao turbilhão terão mais dificuldade de obter crédito e buscar sócios. É o caso da Petrobrás, que tenta se desfazer de parte da BR Distribuidora e de outros ativos. No caso da BR, busca um sócio. Os interessados, porém, resistem em ser minoritários da estatal.

Rodrigo Zeidan, da Fundação Dom Cabral, diz que as investigações ajudam a ampliar o ciclo econômico negativo vivido pelo País. Mas já há visões mais otimistas. "A sensação pior ficou para trás. Há uma mudança de percepção de ânimo dos investidores", diz Alexandre Bertoldi, sócio-gestor do Escritório Pinheiro Neto.

Outro lado 

A reportagem procurou as 32 empresas citadas nas investigações. Bradesco, Camargo Corrêa, Engevix, Odebrecht, Petrobrás, Serveng e UTC não comentaram. A Gerdau, citada na Zelotes, informou que "nem o grupo nem seus executivos prometeram (...) ou deram vantagem indevida a funcionários públicos".

O Safra informou que o banco não tem implicação na Zelotes, mas sim a JS Administração. O Santander diz que não é parte investigada. Corretora Tov, MPE, Fidens, Qualy, Laser Jet e Brasil Trade não foram encontradas pela reportagem. As outras companhias citadas não retornaram os pedidos de entrevista.

As empresas "oficialmente" envolvidas nas operações Lava Jato e Zelotes equivalem a cerca de 14% do PIB brasileiro. Segundo levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo, as 32 companhias com ações abertas na Justiça Federal ou com inquéritos públicos nas duas operações da Polícia Federal têm uma receita combinada de aproximadamente R$ 760 bilhões, o que, segundo analistas, dá uma ideia dos efeitos que as investigações sobre corrupção podem ter na economia brasileira.

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