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RENATO PEREIRA DOS SANTOS FILHO Experiência 1988 Fotógrafo Diário de Guarulhos 1989 Entrevistador Jornal da Liga Árabe de Guarulhos 1990 Entrevistador Jornal do Brás e Federação do Truco Estado de São Paulo 1992 Redator, Fotografo da Gazeta Central de Publicidade e Jornalismo Ltda 1995 - 2.000 Professor Secretária do Estado de São Paulo PEB II 2.001 Arquivista Escritório Doutor Cornélio José Silva 2007 Auxiliar de Escritório Doutor Cornélio José Silva 2009 Arquivista Escritório Jose Maria Zey 2010 - 2012 Escritório do Doutor Cornélio José Silva 2013 -atual Blogueiro Escolaridade • Escola Estadual Professor Cyro Barreiros • Escola Estadual Salim Mudeh • Escola estadual romano Puggiari • Universidade Mogi as Cruzes ( Jornalismo Incompleto 1995) • Universidade Ung Letras ( Incompleto) • Uninove Vergueiro Ciência Jurídica ( trancado) • • Cursos com certificados OAB Certificado do curso/palestra Jurídicas 13 de julho 2005 OAB CERTIFICADO DO CURSO/PALESTRA A POLICIA JUDICIÁRIA NO ESTADO DEMOCRÁTICO E O INQUÉRITO POLICIAL À LUZ DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL SETEMVRO 2005 TELECENTRO PREFEITURA DE SÃO PAULO CERTIFICADO E CURSO DE INTRODUÇÃO À HTML E OUTRAS LINGUAGENS DE COMPUTAÇÃO DEZEMBRO DE 2005 OAB CERTIFICADO/CURSO INVERSÃO DO ÔNUS DA PROVA NO CÓDIGO DE DESESA DO CONSUMIDOR MAIO DE 2006 OAB CURSO E CERTIFICADO LOCAL DE CRIME O CADÁVER, A FAUNA CADAVÉRICA E A PERÍCIA JUNHO DE 2008 ACADEMIA INTERNACIONAL DE DIREITO E ECONOMIA SETEMBRO 2008 CENTRAL DE CURSO DE RECOLOCAÇÃO E MARKETING ADMINISTRAÇÃO PROFISSIONAL DEZEMBRO DE 2008 IBCCRIM RESPONSABILIDADE PENAL NOS CRIMES DA DITATURA MILITAR 2008 USP UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DEZEMBRO DE 2008 60 ANOS DA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS CIEE PERSPESCTIVAS DO S ETOR DE HABITAÇÃO 2009 EAD FUG CURSO DE FORMAÇÃO POLITICA 2010 CURSO DE PROFESSOR E A CRITIVIDADE IPC GUARULHOS 2016 FACULDADE FIA DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS CENARIOS 20/25 FEVEREIRO 2020 CURSO DE PORTEIRO CB0 5174-10 2020 CURSO DE TEOLOGIA SISTEMÁTICA/MISSIOLOGIA/HISTÓRICO DA IGREJA/SERMÃO/LITURGIA DE CULTO 2020 - 2021 INSTITUO BÍBLICO DA 1.ª IGREJA PRESBITERIANA CONSERVADORA DE GUARULHOS DESCRIÇÃO DOS CURSOS: Calculo trabalhistas Cálculo da Previdência Contratos Petições Iniciais ( civil trabalhista Criminal e Previdenciária) Todos administrados pelo Dr. Cornélio José Silva e supervisionados Gestão de Conflitos Pessoais e marketing administrados por Dr. Cornélio Na área de Jornalismo marketing A Importância do marketing Orientação da empresa para o mercado, Conceitos, tendências e tarefas fundamentais de marketing , análise Swot, sistema de marketing de pesquisa Liderança para às seguintes áreas profissional: Jornalismo/Publicidade, Advocacia /Politica Liderança e produtividade a função utilização em Administração e recursos Humanos para todas às área dentro de seus conceitos e preceitos objetivos críticos construtivos ou não. Desafios para a Gestão de Pessoas Gestão de qualidade os desafios atuais da gestão da advocacia e jornalismo para qualidade total

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A empresa Gazeta Central de Publicidade e Jornalismo Ltda, Mantenedora da Gazeta Central.blogspost.com Última atualização: 3 de junho de 2019 e 08/07/2021 De acordo com o Ordenamento Jurídico Brasileiro, LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998. Altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências. Art. 1º Esta Lei regula os direitos autorais, entendendo-se sob esta denominação os direitos de autor e os que lhes são conexos. A lei 5.250/67 foi assinada pelo ex-presidente Castelo Branco meses depois da outorga da Constituição de 1967, quando o endurecimento do regime militar se iniciava. Com o objetivo de controlar informações, de acordo com as previsões da norma, jornalistas e veículos de comunicação poderiam ser detidos ou multados caso publicassem algo que ofendesse a “moral e os bons costumes”. A pena poderia ser aumentada se o conteúdo difamasse ou caluniasse alguma autoridade, como o presidente da República. Em 2009, após longo julgamento, 7 dos 11 ministros da Corte concluíram que a lei era incompatível com a atual Constituição, que é repleta de garantias à liberdade de expressão. Pode haver diplomados, menos jornalistas do que outros. Pode haver mais Jornalismo com Jota maiúsculo num blog do que na grande mídia. O Blog além de ser regulamentado pelo Google Sites em normas Internacionais, ainda o seu autor é responsável pelo seu conteúdo,assim sendo, ele pode ter credibilidade seguindo normas Internacionais e a seu País de Origem, além de citar as fonte do conteúdos, ficando ao cargo de sua empresa com CNPJ, e o nome do Responsável e não aplicar a fake news. O jornalista tem que entender como o Google acha a sua notícia, para que o seu jornal online seja lido. Ele tem que ter um blog, e por isso tem que entender que a linguagem, a frequência de atualização e o diálogo com o leitor é bem diferente em um meio digital. Outra finalidade do nosso blog, não somos agregadores de conteúdos e sim de opinião, fazendo uma análise nas principais noticias, com responsabilidade! Renato Santos

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

SECUESTROS Y DESAPARICIONES: UN DRAMA QUE CRECE EN LA FRONTERA VENEZOLANA





RENATO SANTOS  08/02/2019   El blog gazeta central ya venía denunciando lo que estaba sucediendo en la VENEZUELA de este 2014.

“Todo individuo tiene derecho a la vida, a la libertad y a la seguridad de su persona”. Una afirmación que parece tan elemental constituye el principal fundamento de la Declaración Universal de Derechos Humanos, pero también se convierte en el principio más profundamente vulnerado cuando se secuestra y/o desaparece a una persona.






Venezuela es el país con los índices de secuestro más altos de América Latina, aunque las cifras absolutas en México son más altas, al comparar el número de habitantes de ambos países Venezuela despunta en el ranking. De acuerdo con datos del Observatorio de Delito Organizado, sólo en septiembre de 2017 ocurrieron 27 casos de secuestro en Venezuela, de un total de 206 registros de todo el año; el estado con mayor incidencia en este delito el séptimo mes del año fue Zulia, con 21,8%. 

En el primer trimestre de 2018 fueron reportados 49 secuestros en todo el país, de acuerdo con un informe elaborado por el Observatorio de Delito Organizado. Expertos criminólogos calculan que 10% de los casos desenlazan con la muerte de las víctimas.



En 2018 suman 14 años consecutivos sin conocerse estadística oficial sobre criminalidad y violencia en Venezuela, por lo que instituciones y observatorios especializados hacen esfuerzos por llenar el vacío de información del sector oficial; sin embargo, advierten la existencia de una alta cifra negra debido a que familiares de las víctimas no siempre denuncian ante los organismos de seguridad, bien sea por temor a represalias de las bandas de secuestradores o por desconfianza en las autoridades, pues muchas veces funcionarios policiales o militares integran grupos dedicados al secuestro y extorsión en el país.

Ante esta falta de denuncias, y lo más cercano a una data oficial, el Instituto Nacional de Estadística realizó en 2009 la Encuesta de Victimización, que arrojó 16.917 secuestros; lo que representa una tasa de 95 plagios por cada 100.000 habitantes, mientras que el primer sondeo de este tipo efectuado en 2006 reflejó una proporción de 38 secuestros por 100.000 habitantes. Tras los resultados de 2009 no se volvió a realizar la encuesta.





Aun con su alta incidencia, este delito disminuyó en la frontera de Venezuela con Colombia durante los años 2015 y 2016, pero ha regresado con fuerza a esta zona de la mano de grupos guerrilleros, organizaciones paramilitares y bandas criminales. Según testimonios obtenidos por la Fundación Redes, este incremento se debe en parte a que desde el primer semestre de 2017 recrudecieron los enfrentamientos entre el ELN y la agrupación Los Pelusos, un pequeño reducto de la desmovilizada guerrilla maoísta Ejército Popular de Liberación y que para el primer cuatrimestre de 2018 mantenía una encarnizada pugna por el territorio y el control de las actividades ilegales de contrabando, extorsión y tráfico de estupefacientes.

Fundaredes, organización no gubernamental dedicada a la promoción y defensa de los derechos humanos con énfasis en la frontera colombo-venezolana, ha realizado seguimiento a las denuncias de desapariciones de personas y secuestros registrados en los estados Táchira, Apure y Zulia, y a partir de ese trabajo se ha constatado que los municipios fronterizos con mayor índice de víctimas en la actualidad son: Pedro María Ureña, Bolívar y Rafael Urdaneta, en Táchira; Páez, Rómulo Gallegos y Pedro Camejo, en Apure; Jesús María Semprún, Jesús Enrique Lossada, Sucre y Catatumbo, en Zulia.




Datos de la Asociación Civil Venezuela Libre de Secuestros, indican que 105 ciudadanos venezolanos que fueron secuestrados entre enero de 2002 y mayo de 2018 por los grupos irregulares colombianos FARC, EPL y ELN permanecen en cautiverio o se ha perdido por completo la pista de ellos.

De fecha reciente destaca el caso de tres jóvenes que fueron plagiados en dos hechos aislados ocurridos el 4 de marzo de 2018 en la ciudad de San Antonio del Táchira; uno de ellos fue abordado por hombres en moto que le pidieron sus documentos, lo esposaron y se lo llevaron; más tarde en la misma localidad seis hombres que se trasladaban en una camioneta secuestraron a dos jóvenes de los que no se tienen ninguna noticia.

“Para nadie es un secreto que en la frontera han reaparecido delitos como la extorsión y el secuestro, sumándole las desapariciones; este año 2018 por ejemplo se han registrado dos plagios en Ureña, el de un comerciante que aún no ha aparecido y este que por fortuna tuvo un feliz término”, declaró la gobernadora del estado Táchira, Laidy Gómez, en referencia a la liberación del
jugador del Ureña Fútbol Club Maikol Vivas, quien había sido secuestrado por hombres armados en la población Aguas Calientes, el 3 de abril de 2018.



A inicios de abril de 2018 fueron plagiadas cuatro personas por miembros de un presunto comando del ELN en la frontera entre los municipios Páez del estado Apure, en Venezuela, y Teorama del Norte de Santander, en Colombia. Tras una intensa operación, se logró la liberación de Arturo Baene, Yulbreider Pallares, Ronald Montejo y Leonardo Pallares, quienes fueron entregados a una misión humanitaria integrada por cerca de una decena de habitantes del pueblo de Teorama que se adentraron en una región selvática para recibirlos,
Familiares de las víctimas no siempre denuncian por temor a represalias de los secuestradores o por desconfianza en las autoridades, pues muchas veces funcionarios policiales o militares son los victimarios. informaron agencias internacionales de noticias. Tras el procedimiento, las autoridades ratificaron que estos secuestros son resultado del enfrentamiento por el control de territorio entre el ELN y EPL. También declararon que líderes de la guerrilla del ELN están resguardados en Venezuela.

Familiares de las víctimas de secuestro con quienes se han entrevistado activistas de Fundaredes manifiestan su temor a hablar públicamente de los casos e incluso a acudir ante las autoridades a denunciar, pues presumen que se trata de una actuación directa de grupos armados irregulares que operan en la zona y que cualquier denuncia pueda significar una sentencia de muerte, no sólo
para su familiar secuestrado o desaparecido, sino para cualquier otro miembro de la familia.



Un elemento que agrava la situación de vulnerabilidad para los habitantes de estas localidades y que desde hace varios años se ha denunciado públicamente es la “tercerización del crimen” a manos de bandas criminales del hampa común que capturan víctimas para luego “venderlas” a células de la guerrilla que las mantienen cautivas hasta lograr el pago de rescate o canje por algún compañero detenido.

Asimismo, se han documentado casos en los que se señala como autores del secuestro a funcionarios de cuerpos de seguridad del Estado venezolano, algunos de los cuales han sido procesados por el sistema de justicia. De acuerdo con datos del Observatorio Venezolano de Violencia, en 2017 fueron reportadas 2.887 denuncias contra policías y militares incursos en este delito. En lo que va de 2018, el Observatorio de Delito Organizado tiene reportes de 15 uniformados involucrados en plagios.




Clic para ver el vídeo https://www.youtube.com/watch?v=vmcDJ3y0E5A

DESAPARICIONES EN AUMENTO

Miembros de la Fundación Redes también han recibido denuncias de que cada semana desaparecen entre 3 y 4 habitantes de los municipios fronterizos Pedro María Ureña, Bolívar y Rafael Urdaneta, en Táchira; Jesús María Semprún, Jesús Enrique Lossada y Catatumbo, en Zulia; y Guasdualito, San Fernando, Cutufí y El Nula, en Apure, lo cual mantiene en vilo a los habitantes de estas zonas, pues muchas veces los desaparecidos son hallados posteriormente en fosas comunes del lado colombiano de la frontera o abaleados en las trochas fronterizas, de acuerdo con declaraciones de autoridades colombianas y reseñas de diarios de circulación regional en 2017 y 2018.

La Asociación Civil Venezuela Libre de Secuestros registra 683 venezolanos que han desaparecido en seis estados fronterizos (Táchira, Apure, Zulia, Barinas, Bolívar y Amazonas) entre enero y mayo de 2018. La autoría de estos hechos se le atribuye a grupos irregulares colombianos FARC, EPL y ELN según testimonios de allegados. De Táchira proviene la mayor cantidad de víctimas (264) de los municipios Pedro María Ureña, Urdaneta, Bolívar, Torbes, Panamericano y García de Hevia.

Uno de los casos recientes que cobró notoriedad pública y mediática fue el ocurrido el 16 de febrero de 2018 cuando un ex paramilitar del “Clan del Golfo” condujo a la policía colombiana hasta dos trochas en la frontera con Venezuela donde fueron encontrados los cadáveres de cinco personas, dos adolescentes y tres adultos, entre quienes se encontraban dos policías y un militar, desaparecidos en San Antonio del Táchira desde 2016. Las víctimas eran el funcionario de la policía del estado Táchira Kevin Rodrigo Botello y el oficial de la Policía Nacional Bolivariana Wilmer Yair Cáceres, desaparecidos desde enero de 2016 cuando salieron en una motocicleta con la intención de divertirse. La tercera víctima fue el sargento de la Guardia Nacional Bolivariana José Buitrago Castellanos, quien en abril de 2016 se trasladó hasta San Antonio del Táchira con familiares que tenían previsto realizar compras en la ciudad colombiana de Cúcuta. El militar, por medidas de seguridad, pasó a territorio colombiano y optó por esperar el regreso de sus parientes cerca de una trocha, en la zona del Puente Internacional Simón Bolívar, de donde desapareció sin dejar rastro.

Un dato que destaca es la reciente desaparición de tres indígenas de la etnia yukpa que se encontraban en las zonas La Parada y El Escobal, en frontera con Cúcuta.



Desde 2005 Fundaredes ha realizado actividades de acompañamiento y jornadas de incidencia pública con familiares de víctimas de secuestro en la frontera colombo-venezolana, y se ha exigido a las autoridades que atiendan los casos e informen sobre el paradero de las personas plagiadas desde el año 2002, de quienes aún no hay respuesta oficial mientras año tras año aumenta el número de víctimas.





Además, hemos participado en manifestaciones públicas, caminatas, vigilias, encuentros eucarísticos para exigir la libertad de los secuestrados y desaparecidos; así como audiencias con ministros y diputados, instancias regionales, nacionales e internacionales que han sido abordadas conjuntamente con familiares de las víctimas para exponerles la situación.

Cada año, desde 2005 hasta 2018, la Fundación Redes ha entregado comunicaciones por escrito en instancias como la Defensoría del Pueblo, el Ministerio Público, la Asamblea Nacional y consejos legislativos para que conozcan el riesgo de secuestro al que están sometidos los habitantes de la frontera del lado venezolano y solicitando acciones de presión que conduzcan a la liberación de los plagiados, pero hasta ahora no se han recibido respuestas efectivas más allá de reuniones y el silencio cómplice de las autoridades militares y policiales que tienen la responsabilidad de garantizar la seguridad de los venezolanos.

En enero de 2018 Fundaredes solicitó a la Directiva de la Asamblea Nacional que atendiera el drama que se vive en la frontera venezolana por la actuación deliberada de los grupos irregulares colombianos y se le
instó a que investigue los elementos que evidencian la presencia cada vez mayor de estas organizaciones y el control del territorio que intentan imponer. En ese sentido, parlamentarios de la Comisión Permanente de
Defensa y Seguridad otorgaron a Fundaredes un derecho de palabra en la sesión ordinaria del 21 de febrero a la que acudió el director general de la fundación, Javier Tarazona, quien describió la situación y mostró evidencias y elementos probatorios de la actuación de los grupos irregulares colombianos en Venezuela. Como resultado de esa intervención, la comisión decidió trasladarse al estado Táchira para conocer de voz de los familiares de las víctimas la situación de
los secuestros en esta entidad. El encuentro entre las partes ocurrió el 1º de marzo de 2018.

En los meses de febrero y marzo de 2018 la Fundación Redes realizó diligencias ante la Fiscalía colombiana del Norte de Santander, instancia que confirmó el hallazgo de fosas comunes de venezolanos que han sido calificados como desaparecidos en su país de origen durante los últimos meses.

Ante el grave recrudecimiento de la criminalidad en los municipios fronterizos, la Fundación Redes exhorta el Estado venezolano a que atienda sus responsabilidades en materia de seguridad de acuerdo con lo previsto en el artículo 15 de la Constitución Bolivariana de Venezuela: “El Estado tiene la responsabilidad de establecer una política integral en los espacios fronterizos terrestres, insulares y marítimos, preservando la integridad territorial, la soberanía, la seguridad, la defensa, la identidad nacional, la diversidad y el ambiente, de acuerdo con el desarrollo cultural, económico, social y la integración”; y garantizar la seguridad de los habitantes de estas localidades según los principios establecidos en el artículo 55 constitucional: “Toda persona tiene derecho a la protección por parte del Estado a través de los órganos de seguridad ciudadana regulados por ley, frente a situaciones que constituyan amenaza, vulnerabilidad o riesgo para la integridad física de las personas, sus propiedades, el disfrute de sus derechos y el cumplimiento de sus deberes”.







Por ello, la Fundación Redes pide a las instancias de investigación criminal y del sistema de justicia venezolanos, como el Cuerpo de Investigaciones Científicas, Penales y Criminalísticas, los grupos especiales de las fuerzas armadas antiextorsión y secuestro, la Fiscalía General, la Defensoría del Pueblo, así como a todos los organismos responsables de la seguridad de los habitantes de los municipios fronterizos a que realicen esfuerzos por impedir que el secuestro siga poniendo en riesgo la vida de venezolanos. Se exhorta a que sean investigados a profundidad los casos y que se emprendan acciones para que las víctimas sean liberadas y regresen con sus familiares, se castigue a los responsables y se retome el control de la seguridad en la zona fronteriza a fin de garantizar el derecho a la vida todos los venezolanos.





La ONG Fundaredes hace público cuarto boletín
“SECUESTROS Y DESAPARICIONES: UN DRAMA QUE CRECE EN LA FRONTERA VENEZOLANA”
















A Câmara dos Deputados precisam abrir uma CPI para Investigar a possível Cassação da Deputada Federal Gleise Hoffmann , depois da sua visitinha para o Maduro a ELN esta tomando posse na VENEZUELA quem bancou já que as contas do ditador estão bloqueadas pelos Estados Unidos








RENATO  SANTOS  08/02/2019  Com  a declaração dos Estados Unidos  de ajuda  humanitária  para VENEZUELA  NICOLAS MADURO  ficou  mais  estúpido e  ignorante, a  esquerda do  País (  CHAVISMO),  apoiada  pelo PT  daqui  do Brasil  graças  a  deputada  federal Gleisi Hoffmann . 





 A presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), a senadora e deputada federal eleita Gleisi Hoffmann, está na Venezuela para participar, nesta quinta-feira (10/1), da posse de Nicolás Maduro em seu segundo mandato como presidente do país. Em nota divulgada pelo partido, a petista explica o motivo para ir ao evento: “Mostrar que a posição agressiva do governo Bolsonaro contra a Venezuela tem forte oposição no Brasil”.

METIRA  :  ELA  FOI  PARA  DAR  MAIS UMA  VEZ  NOSSO  DINHEIRO  SAQUEADO  PELO PT  AO GOVERNO DE NICOLAS MADURO, JÁ QUE  SUAS  CONTAS  NO EXTERIOR  ESTÃO TODAS  BLOQUEADAS  PELO GOVERNO  AMERICANO  E  O DEPARTAMENTO DE ESTADO  INCLUSIVE DA FILHA  DE  HUGO  CHAVES.

Por  qual razão  que estamos  denunciando  esse fato a qual a  Câmara  dos  Deputados  deveriam  cassar  seu mandato, o doleiro Alberto Youssef, envolvido no esquema investigado pela Operação Lava Jato, afirmou em delação premiada que a campanha política de Gleisi Hoffmann nas eleições de 2010 recebeu R$ 1 milhão. 

Paulo Roberto Costa também confirmou a acusação, dizendo que o marido de Gleisi, Paulo Bernardo, é que teria solicitado a ajuda deste valor na campanha. Gleisi e Paulo Bernardo negam as acusações. 

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, seu nome foi citado em janeiro de 2015 na delação premiada da Operação Lava Jato.


Em 6 de março de 2015, o nome de Gleisi foi incluído na lista de políticos envolvidos na Operação Lava Jato, e o ministro Teori Zavascki do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a instauração do Inquérito PET-5257, bem como a realização de diligências. 

Um julgamento realizado pelo STF em 23 de setembro de 2015 decide que Gleisi Hoffmann não será investigada pela força-tarefa da Lava-Jato. 

O argumento do relator do caso, o ministro Dias Toffoli, é que a Lava-Jato se dedica à corrupção na Petrobras e não em outros setores, argumento  de proteção  calcula-se  que a  soma  desviada pelo PT, através  da  corrupção pode  chegar  a  R$ 3  Bilhões  de  Reais, juntando  tudo  isso  já que  a Operação Lava Jato  ainda  não encerrou, não  é  apenas  o SÍTIO DE  ATIBAIA  que Lula  foi  condenado  a mais  12 anos de  cadeia, a  pergunta  é  como  o PT  ainda  corrompe  as  pessoas. 

Que deu  dinheiro na  última  visita  que fez  para  atual regime, com a finalidade de fechar  as  fronteiras  venezuelanas  com a  COLÔMBIA  e  BRASIL , afim,  de  não deixar  passar  nada  para  os  cidadãos  que  estão sendo vítimas de  terroristas  do poder, as  imagens  mostram  pessoas   com uniforme  do  Exército Venezuelano, alguns  são CHAVISTAS  que  se tornam  também reféns para  não morrerem  de  fome,  porém,  o  ELN  o  EXERCITO  DA LIBERTAÇÃO NACIONAL  da COLÔMBIA  estão  treinando  jovens  venezuelanos para  matar.

Quem esta mantendo  a ELN  na VENEZUELA ?




presença da guerrilha colombiana Exército de Libertação Nacional (ELN) na Venezuela aumentou nos últimos meses. Analistas alertam que a expansão deve continuar e afirmam que o governo de Nicolás Maduro tem sido conivente com a situação. 

Segundo estudo do InsightCrime, que monitora o crime organizado na América Latina, com base nos relatórios da guerrilha e de ONGs, o ELN está presente em pelo menos 12 Estados da Venezuela. O grupo aproveita a expansão para angariar mais recursos financeiros por meio de contrabando de gasolina, extorsão, tráfico de drogas e mineração ilegal. 

A expansão, na visão da agência de riscos políticos Control Risks, preocupa empresas que investem na Colômbia. "A presença do ELN na Venezuela contribui para o fortalecimento militar e financeiro do grupo, o que leva a um aumento dos atentados contra infraestrutura e empresas do setor de mineração e energia (dentro da Colômbia)", disse à reportagem Claudia Navas, analista da Control Risks que atua em Bogotá. 

A presença do ELN varia desde a construção de campos do grupo - como no Estado de Bolívar - até a distribuição de alimentos por meio dos Comitês Locais de Abastecimento e Produção (Claps) - como em Zulia e Táchira, por onde, historicamente, o grupo passou da Colômbia para a Venezuela. Outros Estados em que a guerrilha atua são Apure, Trujillo, Anzoátegui, Lara, Amazonas, Barinas, Portuguesa e Guárico. 

De acordo com a ONG venezuelana Fundación Redes, que estuda a movimentação do ELN pelo país, a guerrilha estaria recebendo armas de forças venezuelanas e participando de programas governamentais como o Clap, de distribuição de cestas básicas subsidiadas. Enquanto isso, os guerrilheiros colombianos ganham território e poder por meio da criação de estações de rádio, distribuição de panfletos em escolas e implementação de postos de controle em estradas. 

"Para o regime venezuelano, o ELN é um recurso para facilitar o controle social e manter uma ordem que permita a continuidade do status quo, especialmente em zonas de mineração. Elementos corruptos das forças de segurança venezuelanas trabalham lado a lado com a guerrilha, que os ajuda a controlar a mineração e dividir taxas", afirma Claudia. Ela acredita que a expansão do ELN torna mais fácil para o grupo "aumentar suas fontes de financiamento longe do controle das autoridades colombianas".