Gazeta Central Blog sem ideologias e respeito a inteligência do leitor

A GAZETA CENTRAL BLOG FAZ ALERTA é bom o governo LULA se prevenir ela voltou já se fala em esdtocar comida COVID-19 não acabou <<>>China’s CDC: COVID-19 is One of The Drivers Behind the Outbreak (CDC da China: COVID-19 é um dos fatores por trás do surto)

  RENATO SANTOS  ACADÊMICO  DE  DIREITO  N.º 1526 07/12/2023 Precisamos nos  cuidar  a  pandemia não acabou,  muitos  erraram rm  sdua  deci...

HORA CERTA BRASILIA

Tradutor do Blog Automático

Total de visualizações de página

DIRETOR E FUNDADOR RENATO SANTOS GAZETA CENTRAL JORNALISMO PUBLICIDADE LTDA FUNDADA NA CIDADE

DIRETOR E  FUNDADOR  RENATO SANTOS GAZETA  CENTRAL JORNALISMO PUBLICIDADE LTDA  FUNDADA  NA  CIDADE
JORNALISMO PUBLICIDADE LTDA FUNDADA NA CIDADE

politica se discuti

politica  se discuti
cristão não vota na esquerda nem a pau

somos livres

BRASIL CONTINUA SENDO DE DEUS

BRASIL CONTINUA SENDO  DE  DEUS
HGOMENS SÃO PROFANOS

Gazeta Central Blog

google.com, pub-9267958453982287, DIRECT, f08c47fec0942fa0

É sobre nunca desistir...

É sobre nunca desistir...

Apoie o jornalismo honesto

Apoie o jornalismo honesto
Obrigado por ler o Blog Gazeta Central. Sua assinatura não apenas fornecerá notícias precisas e recursos envolventes, mas também contribuirá para o renascimento do jornalismo Brasileiro e ajudará a proteger nossas liberdades e república para as gerações futuras. Como nossa receita operacional sofre grande pressão, seu apoio pode nos ajudar a continuar o importante trabalho que fazemos. Se você puder, apoie o Blog Gazeta Central experimentando-o por clik nos anuncios - leva apenas um minuto. Obrigado pelo seu apoio!

SEJA VOCÊ SEGUIDOR DO BLOG SEM IDEOLOGIAS E RADICALISMO

VALORIZEM A SUA CONSTITUIÇÃO DE 1988, MAS PRA ISSO VOCÊ PRECISA CONHECE-LA

VALORIZEM  A SUA CONSTITUIÇÃO  DE 1988, MAS PRA  ISSO  VOCÊ  PRECISA  CONHECE-LA
NÃO BLOQUEA NEM EM GRUPOS DA FACULDADE, DE IGREJA E POLITICO

ESTOU AQUINA REDE SOCIAL

https://www.facebook.com/groups/1710631989165959/ https://www.facebook.com/groups/1710631989165959/

Gazeta Central no Mundo

Sejam Bem Vindos

google.com, pub-9267958453982287, DIRECT, f08c47fec0942fa0
google.com, pub-9267958453982287, DIRECT, f08c47fec0942fa0

Previsão do Tempo

Páginas

Não podemos entregar a nossa nação Corrupção @drrenatosantos · 1 h NO JORNALISMO QUEM PRECISA DE PUXA SACOS, NÃO MUDAM NADA! RENATO SANTOSD BLOGUEIRO

ADMINISTRAÇÃO DA VIDA

ADMINISTRAÇÃO  DA  VIDA
Os cinco princípios básicos da Administração Pública estão presentes no artigo 37 da Constituição Federal de 1988 e condicionam o padrão que as organizações administrativas devem seguir. São eles: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.

Em defesa do Blog Nota do Editor

A Gazeta Central de Publicidade e Jornalismo Ltda, CNPJ 067906692/0001-57, mantenedora da Gazeta Central Blog. não pactuamos com discriminação contra a Ucrânia, sabemos a importância da Luta para salvar a Nação da ditadura. Renato Santos

Quem sou eu

Meu Curriculo agora no Blog

RENATO PEREIRA DOS SANTOS FILHO Experiência 1988 Fotógrafo Diário de Guarulhos 1989 Entrevistador Jornal da Liga Árabe de Guarulhos 1990 Entrevistador Jornal do Brás e Federação do Truco Estado de São Paulo 1992 Redator, Fotografo da Gazeta Central de Publicidade e Jornalismo Ltda 1995 - 2.000 Professor Secretária do Estado de São Paulo PEB II 2.001 Arquivista Escritório Doutor Cornélio José Silva 2007 Auxiliar de Escritório Doutor Cornélio José Silva 2009 Arquivista Escritório Jose Maria Zey 2010 - 2012 Escritório do Doutor Cornélio José Silva 2013 -atual Blogueiro Escolaridade • Escola Estadual Professor Cyro Barreiros • Escola Estadual Salim Mudeh • Escola estadual romano Puggiari • Universidade Mogi as Cruzes ( Jornalismo Incompleto 1995) • Universidade Ung Letras ( Incompleto) • Uninove Vergueiro Ciência Jurídica ( trancado) • • Cursos com certificados OAB Certificado do curso/palestra Jurídicas 13 de julho 2005 OAB CERTIFICADO DO CURSO/PALESTRA A POLICIA JUDICIÁRIA NO ESTADO DEMOCRÁTICO E O INQUÉRITO POLICIAL À LUZ DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL SETEMVRO 2005 TELECENTRO PREFEITURA DE SÃO PAULO CERTIFICADO E CURSO DE INTRODUÇÃO À HTML E OUTRAS LINGUAGENS DE COMPUTAÇÃO DEZEMBRO DE 2005 OAB CERTIFICADO/CURSO INVERSÃO DO ÔNUS DA PROVA NO CÓDIGO DE DESESA DO CONSUMIDOR MAIO DE 2006 OAB CURSO E CERTIFICADO LOCAL DE CRIME O CADÁVER, A FAUNA CADAVÉRICA E A PERÍCIA JUNHO DE 2008 ACADEMIA INTERNACIONAL DE DIREITO E ECONOMIA SETEMBRO 2008 CENTRAL DE CURSO DE RECOLOCAÇÃO E MARKETING ADMINISTRAÇÃO PROFISSIONAL DEZEMBRO DE 2008 IBCCRIM RESPONSABILIDADE PENAL NOS CRIMES DA DITATURA MILITAR 2008 USP UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DEZEMBRO DE 2008 60 ANOS DA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS CIEE PERSPESCTIVAS DO S ETOR DE HABITAÇÃO 2009 EAD FUG CURSO DE FORMAÇÃO POLITICA 2010 CURSO DE PROFESSOR E A CRITIVIDADE IPC GUARULHOS 2016 FACULDADE FIA DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS CENARIOS 20/25 FEVEREIRO 2020 CURSO DE PORTEIRO CB0 5174-10 2020 CURSO DE TEOLOGIA SISTEMÁTICA/MISSIOLOGIA/HISTÓRICO DA IGREJA/SERMÃO/LITURGIA DE CULTO 2020 - 2021 INSTITUO BÍBLICO DA 1.ª IGREJA PRESBITERIANA CONSERVADORA DE GUARULHOS DESCRIÇÃO DOS CURSOS: Calculo trabalhistas Cálculo da Previdência Contratos Petições Iniciais ( civil trabalhista Criminal e Previdenciária) Todos administrados pelo Dr. Cornélio José Silva e supervisionados Gestão de Conflitos Pessoais e marketing administrados por Dr. Cornélio Na área de Jornalismo marketing A Importância do marketing Orientação da empresa para o mercado, Conceitos, tendências e tarefas fundamentais de marketing , análise Swot, sistema de marketing de pesquisa Liderança para às seguintes áreas profissional: Jornalismo/Publicidade, Advocacia /Politica Liderança e produtividade a função utilização em Administração e recursos Humanos para todas às área dentro de seus conceitos e preceitos objetivos críticos construtivos ou não. Desafios para a Gestão de Pessoas Gestão de qualidade os desafios atuais da gestão da advocacia e jornalismo para qualidade total

ninguém pode escraviza brasileiro

ninguém  pode  escraviza  brasileiro
NÓS TEMOSA CLAUSULA PÉTREA
google.com, pub-9267958453982287, DIRECT, f08c47fec0942fa0

Aqui você pode ler os conteúdos já publicados

Onde estamos sendo vistos

Leiam esse aviso: Somos agregadores de conteúdos e sim opinativos com responsabilidade civil e crim

A empresa Gazeta Central de Publicidade e Jornalismo Ltda, Mantenedora da Gazeta Central.blogspost.com Última atualização: 3 de junho de 2019 e 08/07/2021 De acordo com o Ordenamento Jurídico Brasileiro, LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998. Altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências. Art. 1º Esta Lei regula os direitos autorais, entendendo-se sob esta denominação os direitos de autor e os que lhes são conexos. A lei 5.250/67 foi assinada pelo ex-presidente Castelo Branco meses depois da outorga da Constituição de 1967, quando o endurecimento do regime militar se iniciava. Com o objetivo de controlar informações, de acordo com as previsões da norma, jornalistas e veículos de comunicação poderiam ser detidos ou multados caso publicassem algo que ofendesse a “moral e os bons costumes”. A pena poderia ser aumentada se o conteúdo difamasse ou caluniasse alguma autoridade, como o presidente da República. Em 2009, após longo julgamento, 7 dos 11 ministros da Corte concluíram que a lei era incompatível com a atual Constituição, que é repleta de garantias à liberdade de expressão. Pode haver diplomados, menos jornalistas do que outros. Pode haver mais Jornalismo com Jota maiúsculo num blog do que na grande mídia. O Blog além de ser regulamentado pelo Google Sites em normas Internacionais, ainda o seu autor é responsável pelo seu conteúdo,assim sendo, ele pode ter credibilidade seguindo normas Internacionais e a seu País de Origem, além de citar as fonte do conteúdos, ficando ao cargo de sua empresa com CNPJ, e o nome do Responsável e não aplicar a fake news. O jornalista tem que entender como o Google acha a sua notícia, para que o seu jornal online seja lido. Ele tem que ter um blog, e por isso tem que entender que a linguagem, a frequência de atualização e o diálogo com o leitor é bem diferente em um meio digital. Outra finalidade do nosso blog, não somos agregadores de conteúdos e sim de opinião, fazendo uma análise nas principais noticias, com responsabilidade! Renato Santos

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Falta a Suprema Corte Americana dar sua palavra final se houve ou não fraude<<>> E não Palpiteiros de plantão<<>> A eleição de Joe Biden traz mais " bala na agulha" do que retórica<<>> Na Opinião do ex- presidente republicano George W Bush não houve fraude eleitoral<<>> Em relação ao Brasil Joe tem planos é Amazônia <<>> Analistas Internacionais vêem alinhamento automático entre os dois Presidente<<<>> Mas alerta para uma possível esfriamento nas relações Internacionais segundo especialistas ouvidos pela DW <<>> Deste de 1822, o Brasil e os Estados Unidos são parceiros diplomáticos <<>> A relação entre os dois presidentes pode se repetir quando Jimmy Cartes era presidente dos Estados Unidos em 1977 a 1981 <<>>Pragmatismo evita prejuízo maior<<>>Uma oportunidade para o Planalto,seria aproveitar que Biden deverá dar continuidade à Politica de guerra comercial com a China e buscar vantagem para o Brasil <<>> Estados Unidos e a Europa uma visão diferenciada um novo Elo <<>> Trump tem o direito de buscar a Justiça pela recontagem dos votos assim saberemos a verdade se foi justa ou não

 




RENATO SANTOS  09/11/2020  A  eleição do Presidente dos Estados Unidos devide opiniões nas redes sociais, se houve fraude ou não, o próprio ex presidente republinacno George  W. Bush reafirma que não houve, às as pessoas radicais isinsiste que houve sim, quem precisa dar uma resposta mais concreta e definitiva é a Suprema Corte Americana e não papiteiros de momento. 




Seja como for, o governo Brasileiro tem um inimigto declarado ou age de vez em relação a Amazônia ou vamos sofrer penalidades do atual governo o rei do mundo, chamado Joe Biden, o meio ambiente será meio caminho andado para complicar a Nação, sempre avisei que a esquerda é unnida.

Ex-presidente se une a outros desafetos de Trump no Partido Republicano e reconhece vitória do democrata Joe Biden na eleição presidencial dos Estados Unidos.

O ex-presidente dos Estados Unidos George W. Bush parabenizou neste domingo (08/11) o democrata Joe Biden pela vitória na eleição presidencial americana, anunciada em projeções da imprensa dos EUA no sábado, e descartou a possibilidade de que tenha havido fraude durante o pleito.


"Embora tenhamos diferenças políticas, sei que Joe Biden é um bom homem, que ganhou sua oportunidade de liderar e unificar nosso país. O presidente eleito reiterou que, se ele concorreu como democrata, governará para todos os americanos. Eu lhe ofereci o mesmo que ofereci aos presidentes Trump e Obama: minhas orações pelo seu sucesso, e minha promessa de ajudar de todas as maneiras que puder", escreveu o ex-presidente em comunicado.


O atual presidente e candidato à reeleição, Donald Trump, se recusa a aceitar a derrota alegando fraude no pleito. Bush, que também é do Partido Republicano, descartou qualquer irregularidade.


"Não importa como você votou, seu voto foi contado. O presidente Trump tem o direito de solicitar recontagens e buscar desafios, e quaisquer questões não resolvidas serão devidamente julgadas. O povo americano pode ter confiança de que esta eleição foi fundamentalmente justa, sua integridade será mantida, e seu resultado é claro", destacou o ex-presidente, que também enalteceu o esforço da campanha republicana.


"Quero parabenizar o presidente Trump e seus partidários por uma campanha muito difícil. Ele conquistou os votos de mais de 70 milhões de americanos, um feito político extraordinário. Eles falaram e suas vozes continuarão a ser ouvidas através de republicanos eleitos em todos os níveis de governo. O fato de tantos de nossos concidadãos terem participado desta eleição é um sinal positivo da saúde de nossa democracia e um lembrete para o mundo de sua força", exaltou.


Bush, que ocupou a Casa Branca de 2001 a 2009, encerrou a nota pedindo união nos Estados Unidos.


Além dele, outros desafetos de Trump no Partido Republicano já parabenizaram Biden. Entre eles estão dois ex-presidenciáveis, Mitt Romney e Jeb Bush, e a viúva do ex-senador e ex-presidenciável John McCain, que participou ativamente da campanha de Biden no estado-chave do Arizona.


Segundo as projeções, Biden totaliza 290 delegados no Colégio Eleitoral, bem mais do que os 270 necessários para ser eleito presidente. A posse de Biden como 46º presidente dos Estados Unidos está marcada para 20 de janeiro de 2021.


Em relação ao Brasil e  aos Estados Unidos, Estratégia de Bolsonaro na política externa com Washington, definida por analistas como "alinhamento automático", não tem precedentes na história da diplomacia brasileira. Com a vitória de Biden, cobrará seu preço.

"Eu te amo", disse Jair Bolsonaro a Donald Trump em setembro de 2019, em Nova York, para receber de volta um "é bom revê-lo". O diálogo ocorreu na Assembleia Geral da ONU, quando o presidente brasileiro se empenhava em se aproximar do americano oferecendo concessões sem receber contrapartidas objetivas.


A estratégia de Bolsonaro na política externa com os Estados Unidos, definida por alguns analistas como "alinhamento automático", não tem precedentes na história da diplomacia brasileira. E, com a vitória do democrata Joe Biden, cobrará seu preço: esfriamento na relação bilateral com a nação mais rica do mundo e maior isolamento de Brasília no cenário internacional, segundo especialistas ouvidos pela DW Brasil.


A vitória de Biden, porém, não deve num primeiro momento trazer grandes prejuízos econômicos ao Brasil e tende a resguardar cooperações nas áreas de comércio e investimentos já em andamento, dado o pragmatismo do presidente americano eleito.


Nas últimas semanas, Bolsonaro e seu entorno manifestaram por diversas vezes apoio a Trump. No início de novembro, o presidente brasileiro disse à CNN Brasil estar confiante na reeleição. Antes, em 20 de outubro, ele havia declarado que esperava comparecer à posse do republicano: "Espero, se essa for a vontade de Deus, comparecer à posse do presidente brevemente reeleito nos EUA. Não podia esconder isso. Não interfiro, é do coração”.


Um dia depois, Carlos Bolsonaro, filho do presidente e vereador pelo Rio de Janeiro, divulgou no seu Twitter uma foto se ajoelhando, usando boné com a bandeira dos Estados Unidos e portando um fuzil, com a mensagem "'MERICA #freedom". A exibição de armas de fogo é uma marca dos apoiadores mais radicais de Trump.


Além do presidente, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, era outro apoiador do americano. Em 2017, antes de virar chanceler, ele escreveu num artigo que Trump poderia "salvar o Ocidente". No cargo, evitou confrontar a Casa Branca mesmo quando havia interesses brasileiros em jogo, como quando o governo americano estabeleceu restrições à importação de aço do Brasil ou derrubou a candidatura de um brasileiro ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).


A relação bilateral Brasil-EUA

Os dois países têm um histórico de proximidade diplomática que começa já em 1822, quando os Estados Unidos foram a primeira nação a reconhecer a independência do Brasil. Sob Bolsonaro, porém, a natureza e a intensidade desse alinhamento foram inéditas, afirma Fernanda Magnotta, senior fellow do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) e coordenadora do curso de Relações Internacionais da FAAP.


Uma das novidades da política externa bolsonarista foi incorporar um forte teor "ideológico e identitário" à aliança com os americanos, jogando por terra algumas tradições da diplomacia brasileira. "Não se tratou de olhar para os Estados Unidos como um parceiro prioritário e aliado necessário, mas como fonte de um exemplo ou modelo que a gente deveria mimetizar abaixo da linha do Equador."


Além desse componente identitário, o governo Bolsonaro optou por permitir avanços dos interesses americanos em pautas diversas, como comércio, defesa e energia, em troca de buscar o comprometimento da Casa Branca com temas mais complexos e de menor impacto imediato, como o processo para o Brasil se tornar um membro da Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OCDE), ainda incerto e sem prazo para ser concluído.


"Embora esses assuntos não sejam uma novidade, o jeito de negociar mudou. O Brasil se tornou mais permissivo, e os americanos, que têm sido mais duros ao estabelecer as barganhas, usaram uma estratégia conhecida como 'issue linked', uma barganha condicionada: 'Se vocês [Brasil] toparem fazer tal coisa, talvez nós apoiemos vocês nessa terceira coisa.'" O problema desse tipo de negociação, explica Magnotta, é que o Brasil acabou cedendo em diversas demandas estratégicas, obtendo de volta apenas promessas retóricas.


Em junho último, por exemplo, o Palácio do Planalto desistiu de indicar o brasileiro Rodrigo Xavier ao cargo do presidente do BID, tradicionalmente ocupado por um latino-americano, para apoiar o nome do americano Mauricio Claver-Carone, que acabou efetivado.


Em setembro, o governo brasileiro zerou o imposto de importação sobre 187,5 milhões de litros de etanol americano, pelo prazo de 90 dias, num gesto para agradar a Casa Branca e contra os interesses da bancada do agronegócio brasileiro. O Planalto também não reagiu a decisões dos EUA para restringir a importação do aço brasileiro.


"Se olharmos para os números do comércio, o Brasil não está usufruindo dessa aproximação. Nunca tivemos uma balança comercial com os Estados Unidos tão desequilibrada como a que temos agora. Essa aproximação valoriza muito mais elementos retóricos, que energizam algumas bases políticas, do que interesses estratégicos”, diz Magnotta. "Isso nos faz lembrar aquela frase clássica de que países têm interesses, não amigos. Quando o governo Trump tinha interesse em escantear o Brasil, o fez sem pensar duas vezes".


De janeiro a setembro de 2020, o Brasil registrou um déficit na balança comercial com os Estados Unidos de 3,1 bilhões de dólares, contra um déficit de 374 milhões de dólares em todo o 2019, e de 271 milhões de dólares no ano anterior, segundo dados do Ministério da Economia.


Dawisson Belém Lopes, professor de política internacional da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), cita que Brasil e Estados Unidos também foram muito próximos em outros três momentos históricos, mas sempre acompanhado de uma pretensão dos brasileiros em auferir algo concreto. Após a Segunda Guerra Mundial, havia a expectativa de o Brasil se beneficiar de um tipo de Plano Marshall para a América do Sul, durante a ditadura buscou-se o estreitamento da cooperação militar, e no governo Fernando Collor, aproveitar a promessa de crescimento econômico durante a ascensão do neoliberalismo.


Com Bolsonaro, Lopes afirma que o alinhamento ocorreu sem a expectativa de reciprocidade, e se baseou muito mais numa relação entre pessoas do que entre países. "O grau de assimetria e desinstitucionalização é inédito", afirma.


Enquanto se sintonizava ao presidente dos Estados Unidos, Bolsonaro foi "queimando pontes" com países da Europa, com seus vizinhos da América Latina e com a China. À medida que Trump sair de cena e Biden buscar o realinhamento com a Europa, o Brasil tende a ficar mais isolado, avalia o professor da UFMG.


A relação entre os dois países nos próximos anos pode vir a lembrar o período em que Jimmy Carter era presidente dos EUA, de 1977 a 1981, compara Lopes. Nessa época, o governo ditatorial brasileiro, sob o comando dos militares, perdeu margem de manobra na arena internacional e "havia hostilidade da Casa Branca aos regimes que desrespeitavam os direitos humanos".


Pragmatismo evita prejuízo maior

Apesar do isolamento maior do Brasil, a vitória de Biden, conhecido por ser pragmático, não deve em si gerar consequências econômicas graves para o país, pois seu governo vai priorizar a agenda interna, em meio à pandemia de covid-19 e a recuperação econômica. Lopes aposta na manutenção da cooperação em áreas como investimento e comércio, ressalvadas possíveis sanções em produtos ligados ao agronegócio, caso o Palácio do Planalto não demonstre empenho em combater o desmatamento e as queimadas.


Magnotta, do Cebri, tampouco projeta uma grande ruptura entre os dois países, mas uma reorientação, pois haverá forças e interesses comerciais se mobilizando para evitar perdas significativas. Do lado brasileiro, isso pode passar pela readequação das frentes de contato no Itamaraty com os Estados Unidos, já que Araújo é muito associado ao trumpismo, e a um incremento na pressão para que o governo tenha um olhar mais atento a pautas ambientais e sociais – tema sensível para os democratas e para a plataforma de Biden.


"Não é só uma questão moral, mas de competitividade no ambiente de negócios. Se o Brasil não atentar a esse tipo de pauta, ficará isolado. O Trump dava alguma abertura para o Brasil pensar diferente. Mas, com o alinhamento entre europeus e americanos, será difícil seguirmos da mesma forma", diz.


Uma oportunidade para o Palácio do Planalto, seria aproveitar que Biden deverá dar continuidade à política de guerra comercial com a China, e buscar obter vantagens para o Brasil dessa disputa entre as duas potências.


Ela também vê um impacto simbólico da eleição de Biden que pode vir a afetar a tentativa de reeleição de Bolsonaro em 2022. "Tudo o que acontece nos Estados Unidos, sobretudo na política, repercute como ondas que chegam atrasadas no mundo e geram ciclos de legitimação. Assim como a vitória de Trump em 2016 gerou lideranças análogas em outros lugares, talvez uma derrota em 2020 possa também fortalecer grupos de oposição e empurrar mais para o canto da cena política as figuras populistas", estima Fernanda Magnotta.


Relação especial que o presidente brasileiro clamava ter com o americano termina sem ter dado muita coisa ao Brasil. Vitória de Biden tem uma série de alertas ao bolsonarismo, opina Thomas Milz.

Se você olhar para a história, uma coisa fica óbvia: o pouco interesse que os Estados Unidos mostram pelos países sul-americanos, tanto sob presidentes democratas quanto sob presidentes republicanos. Veio disso o apelo que Jair Messias Bolsonaro ganhou entre grande parte da população brasileira, em 2018: a suposta relação especial com a família mais poderosa do mundo, a Família Trump. Imaginava-se, no campo bolsonarista, uma ligação direta entre Brasília e a Casa Branca. E via-se, consequentemente, nas manifestações pró-Bolsonaro pelo país, as bandeiras dos Estados Unidos e do Brasil juntas, lado a lado.


Mas tal relação especial trouxe pouca coisa concreta para o Brasil, além de alguns encontros simbólicos e do fato de a delegação brasileira ter sido infectada com covid-19 depois de uma visita a Trump na Flórida. Para a economia brasileira, o tão esperado acesso maior ao mercado americano não se concretizou. Muito pelo contrário: a política de America First de Trump manteve as proteções às importações de aço e de produtos agrícolas brasileiros, por exemplo. O esperado acordo comercial entre os EUA e o Brasil ainda não foi além de um primeiro rascunho. E, provavelmente, logo morrerá por completo. Ao invés de acordos especiais com líderes como Bolsonaro e o britânico Boris Johnson, o presidente eleito Biden deve voltar a fortalecer os órgãos multilaterais.


O novo elo entre EUA e Europa

E mais: um governo Biden restabelecerá as relações tumultuadas com a Europa, para, em conjunto, acelerar uma agenda comum mais "global", visando, principalmente, uma agenda de proteção ambiental mais forte. O Brasil foi o único país sul-americano a aparecer nos discursos de Biden como candidato, clamando uma campanha bilionária para salvar a Floresta Amazônica. Ao invés de explorar, junto com Trump, as riquezas do subsolo da Amazônia, como tem sido o desejo – não respondido, diga-se de passagem – de Bolsonaro, agora o Brasil vai ter que lutar contra a pressão conjunta dos Estados Unidos e da Europa.


Haverá, também, uma guinada de 180 graus nas questões de valores sociais. O governo Biden voltará para a política progressista de Barack Obama, promovendo políticas de proteção a minorias também no âmbito internacional. O Brasil ficará ainda mais isolado internacionalmente com sua ideologia conservadora. Isso sim é um duro golpe para o campo bolsonarista, que já não consegue dar a guinada conservadora dentro do Brasil. Agora, nem haverá mais declarações internacionais contra o aborto ou a ideologia de gênero em conjunto com os EUA. Bolsonaro terá que fazer isso agora com os húngaros e os poloneses.


Por outro lado, é de se esperar que Biden continue com a agenda antichinesa de Trump. As supostas ameaças ao Ocidente, vindas de uma China cada vez mais forte, entraram de vez na política americana e, por partes, na da Europa. Mas, até agora, o combate aos verdadeiros comunistas se limitou, no Brasil, a bravatas virtuais, tuítes e posts e algumas ofensas verbais. Ao mesmo tempo, a China continua sendo o parceiro econômico mais importante para o Brasil. É de se esperar pressões por parte de Washington para bloquear o acesso da gigante chinesa Huawei às licitações para as redes 5G no Brasil, no ano que vem. Vem problema por aí: Bolsonaro compraria uma briga com a Casa Branca para fazer negócio com os comunistas de Pequim? Ou cederá a soberania brasileira ao "socialista" Biden?


A queda do ídolo bolsonarista

Durante anos, Jair Messias Bolsonaro e seus filhos, principalmente o quase embaixador nos EUA, Eduardo, tinham declarado aberta e exaustivamente que apoiam Donald Trump e de que acreditavam na sua reeleição em 2020. Nas manifestações de apoiadores do presidente brasileiro, a bandeira americana sempre foi muito presente, como, também, cartazes e camisas celebrando a aliança Trump-Bolsonaro, até com frases como "Make Brazil great again".


Mas bastou Donald Trump ficar para trás na corrida presidencial, na sexta-feira, para Bolsonaro trocar o famoso "Trump - I love you" pelo "Trump não é a pessoa mais importante do mundo". Depois se calou sobre a vitória de Joe Biden. Para Bolsonaro, pessoalmente, a derrota do ídolo derruba várias das narrativas que fizeram com que ele ganhasse a presidência brasileira, em 2018. Sua narrativa de ser um vingador da direita, uma figura quase de super-herói de cinema, foi copiada da corrida eleitoral de 2016, entre Trump e Hillary Clinton. Agora, o vingador-mor americano foi derrotado pelo "Sleepy Joe".


Acabou a onda populista?

Foi um duro golpe também para Eduardo Bolsonaro, que se empenhava, junto ao ex-assessor de Trump Steve Bannon, para criar um movimento "alt-right" na América Latina. Mas o "Movement" tropical nunca deslanchou, e atualmente Bannon, ao invés de derrubar a esquerda mundo afora, tem de se defender na Justiça americana por fraude na arrecadação de fundos para a construção do muro entre o México e os Estados Unidos. Como Trump, Bannon sofre com o cerco das redes sociais às notícias falsas. Enquanto Trump tinha seus tuítes marcados com avisos, Bannon era expulso do Twitter.


No Brasil, as redes bolsonaristas, fundamentais para o diálogo entre o presidente e seus seguidores, já sofreram duros golpes do STF, que apertou o combate às fake news. Enquanto isso, Bolsonaro tem de assistir à volta da esquerda na América do Sul, principalmente na Argentina e na Bolívia. Uma troca de regime na Venezuela, que tem sido a agenda mais forte em conjunto de Bolsonaro e Trump, deve ser secundária na agenda de Joe Biden. Cubanos e venezuelanos exilados, principalmente na Flórida, votaram em Trump. E perderam junto com ele. Agora, Biden deve voltar a se aproximar de Cuba, restabelecendo o diálogo promovido por Barack Obama.


Bolsonaro será o Trump em 2020?

Mas será que Bolsonaro será Trump nas eleições presidenciais de 2020? Terá ele o mesmo destino que o ídolo americano, de ser derrotado pela oposição esquerdista? Vale lembrar que no Brasil não existem partidos com o grau de organização como o Democrata e o Republicano nos Estados Unidos. E muito menos uma oposição unida. Por enquanto.


Em vez de dois partidos fortes, há uma fragmentação do cenário partidário cada vez maior. Tanto que Bolsonaro atualmente está sem partido, depois de fracassar em criar o próprio. Nas eleições municipais, já se desenha a derrota de candidatos apoiados pelo presidente, como Celso Russomanno em São Paulo e Marcelo Crivella no Rio de Janeiro. Mas isso pouco diz sobre as chances de Bolsonaro de se reeleger em 2022. Se continuar com o apoio do velho Centrão, o berço político dele durante os 28 anos como parlamentar, Bolsonaro poderá ter mais êxito que o ídolo americano.