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Debate Aécio X Dilma na Tv Record ao vivo 19-10-2014

ALERTA LARANJA ILHAS CANÁRIAS : 1.700 RÁIOS, 30 LITROS POR METRO QUADRADO EM 1 HORA DE CHUVA , ESTRADAS INUNDADAS, SERVIÇOS SUSPENSOS EM SANTA CRUZ, SITUAÇÃO NESTE DOMIINDO

O governo das Ilhas Canárias dispara a alerta por chuvas em toda a província do oeste

MARTA PLASENCIA | Santa Cruz de Tenerife especial GAZETA CENTRAL/Brasil/VENEZUELA

Governo das Ilhas Canárias, através do Cecoes 1-1-2, permitiu o alerta por chuvas em La Palma, Tenerife, La Gomera e El Hierro. Aqui você pode ler as recomendações e conselhos nessas situações.




A Agencia Estatal de Meteorología (Aemet) elevou o nível de aviso de laranja nas quatro ilhas da província de Tenerife por chuvas (até 30 litros por metro quadrado em 1 hora) e ativou o aviso amarelo por tempestades. Na Gran Canaria são amarelo chuva e aviso de tempestade.

A 1.706 raios tinham caído nas ilhas até às seis da manhã. Espera-se que esta situação vai continuar até às oito da noite.

Incidentes
De acordo com Cecoes 1-1-2, dois homens foram feridos nas primeiras horas da manhã uma vez que o Barça inflamar para a queda de um raio. Tem queimaduras e outras intoxicação por fumaça, embora, felizmente, ambos os caráter suave. Eles foram também esgotos de estouro de manhã cedo, pequenas inundações e quedas de pedras nas estradas, especialmente nos municípios de Santiago del Teide, Adeje e Arona, Santa Cruz e La Laguna Tenerife.

Em La Gomera, o Cabildo tem chamado atenção quando se trata de circular pela ilha da estrada por deslizamentos de terra que ocorreram em conseqüência das chuvas de ontem à noite na ilha.

De acordo com a corporação, atualmente vários destacamentos estão localizados nas rodovias, embora nenhum é fechado à circulação.

Em Santa Cruz de Tenerife foi festa de bicicleta suspensa, conforme relatado pelo conselheiro da segurança pública, José Alberto Díaz Estébanez, via twitter.


EUROPA PRESS | Santa Cruz de Tenerife

As chuvas que caem neste domingo na ilha de Tenerife tem deixou até agora corte de estradas, inundado de esgotos e inundadas casas baixas, de acordo com a coordenação do centro de emergência e segurança (Cecoes), 1-1-2.

Desta forma, 1-1-2 recebeu mais de 500 chamadas dentro de uma hora devido a vários incidentes produzidos na província de Western em consequência das chuvas e gerenciado - às 12,00 horas - mais de 220 incidentes, a maioria em Tenerife.

Nesta ilha, empresa de transporte urbano Titsa serviço foi suspenso em Santa Cruz de Tenerife e eles foram cortados para diferentes vias de tráfego, incluindo o túnel 3 de maio e acesso ao Padre Anchieta nas TF-24.

Enquanto isso, em El Hierro foi o fechamento da estrada HI-400, no El Hilda, de El Tomillar Morcillo-El; e o HI-45, vai partir o Llania El Tomillar.

ESTA CRESCENDO A CENSURA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO SEM JORNALISTAS NÃO HA DEMOCRACIA IAPA DENUNCIA


A IAPA denunciou um crescente declínio na liberdade de expressão na América Latina


Reunião da Assembléia Geral do 70ma de Sociedade Interamericana de imprensa de peritos criticaram hoje que vive a imprensa. "A situação nos deixa sem fôlego," disse Edison lança, relatora da OEA

América Latina e o Caribe sofreu reveses crescentes à liberdade de expressão nos últimos anos, forçando atenção permanente de todas as partes interessadas na informação e comunicação, disse especialistas reuniram na Assembléia Geral da Sociedade Interamericana de imprensa, 70ma IAPA.

"A situação da liberdade de expressão que é vivido todos os dias na região nos deixa sem fôlego," disse Edison lança, novo relator para a liberdade de expressão da organização dos Estados americanos, OEA.

No âmbito da liberdade de imprensa "Do relator especial sobre liberdade de expressão" painel, Lanza disse que, embora há alguns países com situações mais graves do que outros "nós temos uma deterioração geral da liberdade de situação de expressão" na região.

"Depois de 30 anos de democracia recuperado nos nossos países, às vezes parece incrível como não pode sequer discutir ou debater sobre estas questões", disse o relator.

"Portanto", acrescentou, "Eu convido você a acompanhar de perto a evolução da liberdade de expressão nos nossos países, trazer essas questões para o Sistema Interamericano de direitos humanos e de manter-se vigilante para potenciais e possíveis novos ataques à relatora especial para liberdade de expressão".

Por sua parte, José Miguel Vivanco, diretor da Human Rights Watch, concordou que a região apresenta "contratempos crescentes" na liberdade de expressão.

Vivanco foi "alarmante" que nos últimos anos "é tem sido impostas na América Latina, um processo que chamo de banalização dos compromissos coletivos para promover e defender a democracia, os direitos fundamentais e as liberdades públicas, a independência do poder judicial e a liberdade de expressão".

CEBRI, FAZ UM DEBATE ENTRE GARCIA E RUBENS, NA UFRJ, O QUE NÃO PODE CONTINUAR É O DISPARATE O BRASIL DESAPARECEU, E OS INTERESSES DO BRASIL VOLTA A SER DECIDIDO SEM INFLUÊNCIA IDEOLÓGICA

As  preocupações, dos  governos  ditadores,  como  o de CUBA, ARGENTINA, COLOMBIA, VENEZUELA E  BOLIVIA, quanto  ao  candidato  AÉCIO NEVES, faz jus, pois, não se  pode continuar financiar  uma farsa, com o dinheiro  público do Brasil, ainda  quando  um  representa o  "  velho"  o outro "eliminar as influências ideológicas", assim  caminha  na  visão da  politica internacional duas linhas de pensamentos.


Para  tanto, fica  claro a preocupação  em fazer  as pazes  com seu  povo, pois, NICOLAS  MADURO, teme em perder  a  boquinha  do PT, isso é,  recursos, para sustentar  seu regime.

Não haverá  para  ele  outra saída, a não ser  a mediante   liberdade de  LEOPOLDO  LOPES.


A convite do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), os dois discutiram, em dias diferentes, alguns dos assuntos mais relevantes da política externa brasileira recente, além de apresentarem as principais propostas de seus candidatos para a área.
Como era de se esperar, a nove dias das eleições e em meio à crescente polarização no país, o evento promovido na UFRJ, no Rio de Janeiro, também incluiu críticas e trocas de farpas.
No cargo de Assessor Especial da Presidência para Assuntos Internacionais desde 2003, quando Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito pela primeira vez, Garcia ( foto da esqueda ), defendeu as decisões dos últimos três governos do PT e disse que, no poder, Aécio e sua equipe seriam como "exterminadores” da política externa brasileira.
Já o embaixador Rubens Barbosa,( da  foto  da direita ),  que no passado esteve à frente das representações de Londres e Washington, vem assessorando a campanha do PSDB e é um dos nomes cotados para ocupar a posição de ministro das Relações Exteriores num possível governo de Aécio Neves.
"Sei que fui atacado ontem aqui por Marco Aurélio Garcia, e é melhor mesmo que estejamos falando em dias diferentes”, disse, acrescentando que o principal diferencial do PSDB na área será "eliminar a influência ideológica que permeou a política externa do PT durante todos esses anos, e devolver ao Itamaraty o papel de principal assessor do presidente nestes assuntos”.

Críticas e propostas

Entre as críticas do embaixador Rubens Barbosa à gestão de política externa do governo atual estão ainda a diplomacia Sul-Sul, que prima pela cooperação do Brasil com outros países em desenvolvimento, como os BRICS.
Na visão dele, ao declarar tal estratégia, o Brasil tem deixado em segundo plano as relações com os países desenvolvidos, como Estados Unidos, Japão e os membros da União Europeia.
"Essa disparidade não interessa mais ao Brasil. Vamos continuar as relações Sul-Sul e ao mesmo tempo voltar a focar nos países desenvolvidos”, disse.
Ele também avalia que as posições da Presidência "atrapalharam” o Itamaraty nos últimos anos, e que houve um "esvaziamento” da projeção brasileira no mundo após o primeiro mandato de Lula, que precisa voltar a ganhar força.
"O Brasil desapareceu, não reage em nada, não fala nada. O país era uma voz importante, e está imobilizado, perdeu muito disso”, indicou. Ao resumir as propostas do PSDB no âmbito de política externa, disse que "o interesse do Brasil vai voltar a ser decidido sem influência ideológica. O interesse brasileiro vai voltar a ser defendido, tanto no nível do governo quanto das empresas, sem essas conciliações ideológicas”, disse.
Quanto às relações com os Estados Unidos, que enfrentam momento incerto desde as acusações de espionagem e o cancelamento da visita de Estado que Dilma faria a Washington, Barbosa disse tratar-se de um equívoco à espera de um pedido de desculpas que "nunca virá”.

Defesa e estratégia

Para Marco Aurélio Garcia, as críticas de que a presidente Dilma Rousseff não se envolve com política externa e que em sua gestão o Itamaraty teve o papel reduzido não são válidas.
"Quando ampliou o número de vagas para novos diplomatas, anos atrás, o Itamaraty foi criticado durissimamente. No ano passado, quando se restringiu este número, também houve duras críticas. O número de diplomatas corresponde a um cálculo dos funcionários de qual necessitamos”, disse.
Garcia defendeu a posição conquistada pelo Brasil nos últimos anos e disse que o sucesso deve-se à visão de que a política externa é um reflexo da política interna. "A política externa não é apenas a projeção de um país para o exterior. Não teríamos conquistado uma presença maior se não tivéssemos combatido a desigualdade aqui dentro”, disse.
Ele ainda disse que Brasília e Washington já estão se reaproximando e defendeu o cancelamento da viagem de Estado após o "ataque” americano a redes e computadores do governo brasileiro.
Garcia acrescentou que as críticas ao discurso recente de Dilma na ONU, de que teria sido condescendente com a violência ao se opor aos ataques ao Exército Islâmico, devem-se a um mal entendido. "O que ela quis fazer foi chamar a atenção ao fato de que o Direito Internacional manda que o Conselho de Segurança seja ouvido antes de uma intervenção armada, e isso não aconteceu”.
E ao rebater críticas de intransigência presidencial e "esvaziamento” das relações exteriores, disse que Dilma "gosta, e gosta muito de política externa”, que revisa seus discursos na Assembleia Geral das Nações Unidas à exaustão, e a versão final "sai sempre do computador dela”, e que a visão negativa da atual presença brasileira no mundo deve-se a "um viés ideológico, senão partidário”.

ESPECIAL BBC A PRESIDENTE DA LIBÉRIA UMA GERAÇÃO DE AFRICANOS VAI SE PERDER

FONTE  BBC 
A presidente da Libéria, Ellen Johson Sirleaf, pediu em uma "carta ao mundo" que todos os países unam esforços para erradicar a ameaça à África representada pelo vírus ebola.

Em uma mensagem escrita para ser veiculada pela BBC, Sirleaf, que encabeça a nação que mais perdeu vidas para a doença, disse que "todos temos um interesse na batalha contra o ebola", porque o vírus "não respeita fronteiras".
Ela enfatizou que uma geração de africanos corre o risco de "se perder" por causa da "catástrofe econômica" imposta pelo vírus.
"É o dever de todos nós, como cidadãos globais, enviar uma mensagem de que não abandonaremos milhões de pessoas no Oeste da África à sua própria sorte contra um inimigo que não conhecem e contra quem não têm defesa", disse a presidente.
"O ebola não é apenas uma crise de saúde. Em todo o Oeste da África, uma geração de jovens corre o risco de se perder pela catástrofe econômica."
A carta, endereçada ao "caro mundo", foi escrita e gravada com exclusividade para a BBC e transmitida pelas emissoras da BBC neste domingo.
O surto atual do ebola já matou mais de 4,5 mil pessoas em todo o Oeste africano – praticamente metade delas, na Libéria.
Nos três países mais afetados – Libéria, Guiné e Serra Leoa – cerca de 9 mil pessoas foram diagnosticadas com o vírus que, na sua forma atual, está matando cerca de 70% das pessoas que infecta.

'Estados frágeis'

Sirleaf disse não se tratar de uma coincidência que o ebola esteja atingindo principalmente "três Estados frágeis (...) lutando para superar os efeitos de guerras interconectadas."
A Libéria, por exemplo, tinha 3 mil médicos formados antes da guerra civil que estourou no país no fim dos anos 1980, disse a presidente; ao fim do conflito, em 2003, restaram apenas três ou quatro dezenas.
Sirleaf argumentou que o combate ao ebola "requer um compromisso de cada nação que tenha a capacidade de ajudar – seja com fundos emergenciais, suprimentos médicos ou know-how clínico".
Apesar dos compromissos internacionais para o combate do vírus, apenas uma pequena parte dos recursos pedidos por órgãos como a ONU e agências de ajuda humanitária foi aportada.
As doações a diferentes agências somaram cerca de US$ 380 milhões, abaixo dos US$ 988 milhões requisitados. Outros cerca de US$ 220 milhões já foram prometidos.
Além disso, a ONU pediu doações para um fundo de US$ 1 bilhão para ser usado com flexibilidade diante de situações emergenciais causadas pelo ebola – até agora, apenas a Colômbia contribuiu para este pote, no valor total de US$ 100 mil.
Na semana passada, o ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, disse à BBC que estava "amargamente decepcionado" com a resposta da comunidade internacional ao surto de ebola.
"Se a crise tivesse atingido outra região (do mundo), provavelmente teria sido combatida de maneira muito diferente", disse Annan.

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