CAMPO GRANDE: JANDIRA MAGDALENA DOS SANTOS, GRÁVIDA DE QUATRO MESES, FOI ENCONTRADA CARBONIZADA DENTRO DO CARRO, SEM DIGITAIS E ARCADA DENTÁRIA

O corpo de Jandira Magdalena dos Santos, 27 anos, que desapareceu depois de procurar uma clínica de abortos, foi enterrada neste  domingo (28) no Cemitério de Ricardo de Albuquerque, em Deodoro, Subúrbio do Rio. 


A informação é da família da jovem. O enterro foi autorizado pela Justiça na madrugada desta quinta-feira (25).

Desde terça-feira (23), parentes da jovem enfrentavam uma peregrinação para conseguir os documentos exigidos para o enterro. 


O corpo da jovem foi identificado por meio de um exame de DNA. Ele havia sido encontrado dentro de um carro carbonizado em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio, dias depois da jovem, que estava grávida de quatro meses, desaparecer. Segundo a polícia, o corpo estava sem as digitais e a arcada dentária.


De acordo com a Polícia Civil, o exame comprovou a compatibilidade genética entre o corpo encontrado no carro e a mãe de Jandira, mas apenas a Justiça poderia incluir o nome da jovem na certidão de óbito. 

Sem a decisão de um juiz, ela ainda seria enterrada sem identificação. Para resolver o problema, a família recorreu à Defensoria Pública.
Em uma reunião na noite de quarta-feira a irmã de Jandira conversou com a defensora e recebeu orientações.

Cinco indiciados pelo crime

Cinco pessoas já foram indiciadas pelo crime, como informou o delegado Hilton Alonso, da 35ª DP (Campo Grande). 

A polícia ainda procura outros suspeitos, como o falso médico Carlos Augusto da Graça de Oliveira, que teria feito o aborto em Jandira. O Tribunal de Justiça do Rio negou o habeas corpus aos donos da casa onde teria ocorrido o aborto da auxiliar administrativa Jandira Cruz.


Até esta quarta-feira (24), estavam presos Vanuza Vais Baldacine, que segundo os investigadores era a motorista da quadrilha; Rosemere Aparecida Ferreira, apontada como a chefe da quadrilha, já que era ela quem recebia o dinheiro e marcava as consultas e pagava o restante da equipe; o ex-marido de Rosemere,
o policial civil Edilson dos Santos, segurança do grupo; além de Marcelo Eduardo Medeiros, que aluga o imóvel para clínica clandestina; e Mônica Gomes Teixeira, que recepcionava as clientes.

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DENUNCIA: NICOLAS MADURO PODE TER DADO UM PREJUÍZO A PETROBRAS E A PSDVA, JUNTAS 50 BILHÕES DE REAIS, JUSTIÇA FEDERAL AUTORIZA QUEBRA DE SIGILO NO CONTRATO ENTRE O BRASIL E VENEZUELA

PETROBRAS E PSDVA JUNTAS  PREJUÍZO  AOS  COFRES PUBLICOS   DE  50  BILHÕES DE REAIS, HÁ INDICIOS DE LAVAGEM DE DINHEIRO NO GOVERNO DE  NICOLAS MADURO, CONTRATO  FRADULENTO


Vamos  entender o  seguinte: 

MATÉRIA  ATUALIZADA 
DATA ANO  2011/06

  
Os especialistas da Petrobras e da estatal venezuelana, Petróleos de Venezuela (PDVSA), reúnem-se nos próximos dias 9 e 10 para retomar as negociações sobre o repasse de recursos para a construção da Refinaria Abreu e Lima. A Venezuela tem até agosto para fazer os aportes de recursos para se tornar sócia do Brasil na refinaria. 

O assessor especial da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, confirmou também nesta segunda-feira que a data de agosto está mantida. A refinaria que está sendo erguida na região metropolitana de Recife deverá custar R$ 26 bilhões. No projeto básico as estimativas indicavam custo final de US$ 4 bilhões. 

Dos R$ 26 bilhões, a Petrobras investiu R$ 7 bilhões na unidade e informou que encerra o pagamento de R$ 10 bilhões, financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), até agosto. 


Pelo acordo entre a Petrobras e a PDVSA, a refinaria vai processar 230 mil barris por dia, sendo metade produzido na Bacia de Campos e metade vindo da Venezuela. A diferença entre esses dois tipos de petróleo obrigou a Petrobras a separar o processamento do óleo, o que encareceu a planta


Mas  os estragos  não  param  por  ai, como ja foi antecipado  em uma de  nossas  edições, o podre da petrobras é  mais sujo  do que  se  pensam, desta fez  INTERNACIONAL, por que,  envolve BRASIL e VENEZUELA, se a  PSDVA  se quebrar a PETROBRAS vai junto  ao fundo  do mar, e se  a PSDVA, se quebrar, afunda tudo  nos  dois  PÁISES.


A  quadrilha  da  Petrobras e  a  quadrilha  da PSDVA, trabalharam juntas, de desvio de  recursos, naturais e  financeiros,  calcula-se  juntas trilhões  de dólares, de prejuízo  tanto  no BRASIL  como  na VENEZUELA.

A  EPOCA  DA  DILMA  COMO MINISTRA

Quando era ministra da Casa Civil, a presidente Dilma Rousseff foi informada em 2009 sobre “indícios de irregularidades graves” nas obras da refinaria Abreu e Lima, obra superfaturada da Petrobras.  

Havia  Documentos que  mostravam, segundo a publicação, que Dilma chegou a pedir para a Controladoria Geral da União (CGU) apurar o caso, mas o processo acabou arquivado em janeiro de 2014, sem punições. Outro processo havia sido arquivado pela CGU em 2012.


Mas  porque?  o  processo  foi  arquivado  em 2014. 

O Tribunal de Contas da União (TCU) afirmou nesta quarta-feira que a Petrobras fez um pagamento indevido de 242,8 milhões de reais para empreiteiras responsáveis por executar quatro contratos da refinaria de Abreu e Lima, da Petrobras. Mas na realidade  por  debaixo dos panos  o valor  foi  pago  pasmem  senhores  ao governo de NICOLAS MADURO  fazendo  contratos frios  com as emprreiteiras  que  hoje  estão envolvidas  nos escanda-los da PETROBRAS.

A informação consta do relatório apresentado pelo ministro-relator José Jorge, que destacou a refinaria como um "caso péssimo" na história da estatal. 

Além do valor já pago, ainda existe um saldo de 124,9 milhões de reais devido às empreiteiras e que, segundo o TCU, se refere a um reajuste de preços feito em "condições inadequadas". Com isso, a soma apontada como superfaturamento é de 367 milhões de reais.

A irregularidade foi identificada nos contratos de construção da unidade de coqueamento retardado, da unidade de hidrotratamento de diesel, da unidade de destilação atmosférica e das tubovias de interligação. 

Esses contratos foram alvos de reajustes contratuais acima da variação real de produção do custo de produção, segundo o TCU. Especialmente no quesito custo de mão de obra, que ganhou adicionais entre 70% e 80% dos valores contratados, acima da média de 56% verificados em outras etapas da construção pactuadas em outros contratos. 

"Esses reajustes estão superdimensionados", disse. O projeto da refinaria, no município de Ipojuca, Pernambuco, foi orçado inicialmente em 2,5 bilhões de reais. Mas, atualmente, apresenta orçamento de 20 bilhões de reais — o que a torna uma das refinarias mais caras do mundo.Em outras  palavras desvio  do dinheiro  Público.


A primeira suspeita de irregularidade que Dilma ficou sabendo se referia a um dos primeiros apontamentos feitos pelo TCU, ainda na fase de terraplanagem. 

O consórcio de empreiteiras responsável teria se beneficiado de um superfaturamento de 59 milhões de reais, segundo auditoria. 

Além de Dilma, o TCU também enviou ofícios para o presidente da Comissão de Infraestrutura do Senado, senador Fernando Collor (PTB-AL), em julho de 2009. Em agosto do mesmo ano, Collor enviou ofício a Dilma sobre o tema e, em setembro a Casa Civil repassou o caso à CGU para a abertura de processo. 

A CGU justifica o arquivamento com a falta de braço,  espera  um  pouco  falta de  braço, da parte  de quem?  mesmo?

Segundo consta em uma nota informativa do órgão de janeiro deste ano, há poucos funcionários - apenas três - para fiscalizar a Petrobras, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) e a Secretaria de Petróleo do Ministério de Minas e Energia e, por isso, auditorias em obras como Abreu e Lima não são prioridades.Não  são  prioridades , senhores são  bilhões  sendo  lavados  para a venezuela de NICOLAS MADURO,  como  não  são  prioridades. 

Outra justificativa é que a obra já tinha avançado bastante desde 2011 - 80% da refinaria já havia sido construída até o dia do arquivamento. Não  é justificativa  para deixar a continuidade dos roubos  aos  cofres  públicos  do Brasil.

Petrobras e PDVSA na Refinaria Abreu de Lima: negociações e acordos

Esta associação da Petrobras com a PDVSA é resultado de um total de 11 acordos firmados entre as duas empresas, que representam o resultado de um longo processo de negociações iniciado na primeira metade da década de 1990 (Governo Itamar Franco). 

A princípio a Petrobras será sócia majoritária (60%), tendo a PDVSA e a Renor Refinaria do Nordeste S.A. (empresa privada brasileira) respectivamente 35% e 5%, como sócias minoritárias.

Em 2008 foi fechado o primeiro acordo entre a Petrobras e a PDVSA prevendo que o petróleo utilizado na refinaria Abreu e Lima seja fornecido em partes iguais pelos dois países. As negociações entre a Petrobras e a PDVSA para a construção de uma refinaria no Brasil haviam sido iniciadas em 2003, quando chegou a ser discutido o projeto de criação de uma nova empresa petrolífera sul-americana, que não foi concluído.

O acordo firmado em 2008 previa ainda que a Petrobras receberia direitos de exploração de petróleo na principal região petrolífera da Venezuela, a Faixa do Orinoco. Após um novo e duro ciclo de negociações, em 2012, o diretor do Abastecimento da Petrobras, José Carlos Cosenza, afirmou que o prazo da estrangeira vai até novembro deste ano. 

O acordo prevê instalações ainda maiores, com maior capacidade de refino. Sozinha, a estatal brasileira já construiu 50% do projeto e prevê início de operação para meados de 2013


PORQUE  ENTÃO  OS  BASTIDORES  DO PODER ESTA TÃO INCOFORMADA ?

O que acontece nos bastidores da politica no Brasil, tentam de todas as formas descobrir quem vazou as informações sobre os novos depoimentos de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras e chefe da quadrilha montada na estatal para desviar recursos, beneficiando políticos da base aliada.

O Planalto considera que o vazamento das informações significa grave crime funcional, com agravante de ter ocorrido em período estratégico, às vésperas da eleição presidencial. 

Mas há controvérsias jurídicos, porque todo servidor público está obrigado a denunciar qualquer irregularidade de que tome conhecimento e ninguém pode prever como terminaria um processo desse tipo.

IMPOTÊNCIA

De início, a presidente Dilma Rousseff convocou diretamente o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que ficou em péssima situação ao confessar que não tem condições de pressionar a Polícia Federal, que se limitou a informar ter aberto uma sindicância interna. 

Na verdade, a PF está unida contra ele desde quando foi negado o aumento salarial reivindicado pela corporação, vetado pelo trio Dilma Rousseff, Guido Mantega e Miriam Belchior. 

A conversa com Dilma foi ríspida e Cardoso perdeu qualquer esperança de nomeação para ministro do Supremo.


Ao mesmo tempo, a presidente mandou acionar o diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Wilson Roberto Trezza, que também informou não ter condições de se imiscuir nos serviços internos da Polícia Federal e caiu na bobagem de sugerir que procurassem o Ministério da Justiça, ao qual a Polícia Federal é subordinada, fazendo com que Dilma ficasse ainda mais irritada, ao constatar que em determinadas situações a Presidência da República não manda nada e tem de se curvar ao poder da máquina administrativa.


A estratégia que restou ao Planalto é de tentar alguma informação através da equipe da Veja, que está preparando a continuação da reportagem, para fornecer detalhes sobre os políticos e empresários envolvidos no maior escândalo da história da Petrobras. 

Há informações de que o número de envolvidos vai aumentar. Quem sabe chega àqueles 300 picaretas denunciados por Lula nos anos 80? 

Somente saberemos no sábado, porque o assunto está sendo tratado na revista sob sigilo absoluto.


VAMOS  VER, A  FERIDA  SE ABRIR  NAS DUAS EMPRESAS PSDVA DA VENEZUELA E  PETROBRAS


O juiz Sérgio Moro, da Justiça Federal do Paraná, aceitou denúncia do Ministério Público Federal contra o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef, acusados de serem os "comandantes da organização criminosa" que desviou dinheiro público na construção da refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco. 

De acordo com denúncia feita por uma força-tarefa do MPF, responsável pela investigação do caso ao lado da Polícia Federal, Paulo Roberto, quando era diretor da Petrobras, assinou contrato superfaturado com um consórcio liderado pela empreiteira Camargo Correa, que ganhou cerca de R$ 3,4 bilhões para construir uma unidade da refinaria. Segundo o TCU, houve superfaturamento de R$ 446 milhões na obra.

AGORA  O CAMINHO  CHEGA  NA VENEZUELA A CAMARGO CORREIA  ATUA  NA VENEZUELA  DESTE  2009, MAS A CIMPOR VALIU  EM PORTIGUAL

Accionista da Cimpor firma acordo para obras de saneamento na Venezuela, no valor de 1,7 mil milhões de euros, o maior contrato do grupo brasileiro no país.

O contrato com o Governo venezuelano inclui a construção de uma estação de tratamento de água, de esgotos e de projectos de irrigação na bacia do rio Tuy, região próxima de Caracas.


A Camargo Corrêa, um dos maiores grupos privados brasileiros, actua na Venezuela desde 2009, com um projecto de saneamento em Caracas. O novo contrato, que beneficiará uma população de cerca de cinco milhões de habitantes, terá 60% do custo financiado pelo BNDES, o banco estatal de fomento do Governo brasileiro.


Em Julho, a Camargo Corrêa anunciou a construção de uma fábrica de cimento em Angola, em parceria com a angolana Gema e a Escom, do grupo Espírito Santo, num investimento de 400 milhões de dólares. 

O grupo brasileiro anunciou também recentemente a aquisição de uma cimenteira em Moçambique, com capacidade de produção de 350.000 toneladas por ano.

No início do ano, o grupo brasileiro adquiriu uma participação de 33% na Cimpor, após o lançamento de uma Operação Pública de Aquisição (OPA) da também brasileira CSN, em Dezembro de 2009. 

A Camargo, que chegou a apresentar uma proposta de fusão com a cimenteira portuguesa, detém as marcas de cimento Cauê, no Brasil, e Loma Negra, na Argentina, onde lidera o mercado local.


A  CIMPOR

Perdeu metade das fábricas, concentrou a atividade na América Latina e em África. Os quadros de topo estão a ser substituídos por altos responsáveis do novo acionista e o centro de decisão já está a caminho do Brasil. 

Quem compra, manda, e o racional económico acaba por se sobrepor às promessas. É a lógica das fusões e aquisições e será assim em futuras operações Foi a nona maior cimenteira do mundo e uma das mais bem internacionalizadas empresas portuguesas, por isso, ao longo dos últimos anos a Cimpor foi cobiçada pelos gigantes mundiais do sector. 

Comprada este ano pela brasileira Camargo Corrêa, a Cimpor está em profunda transformação.


As suas fábricas, espalhadas por 12 países, foram divididas entre a Camargo e a também brasileira Votorantim. As decisões estratégicas começam a ser tomadas no Brasil, embora o presidente da comissão executiva (CEO), Ricardo Lima, esteja em Lisboa, onde se mantém ainda a sede. A OPA foi elogiada e apoiada pelo governo e por António Borges. O sim da CGD foi fundamental para que a oferta vingasse.

 "É uma ilusão acreditar que tudo fica na mesma quando uma empresa é comprada por outra ou há uma fusão. A história está aí para provar que não é assim. Só permanece como está o que tiver racional económico. Muitas vezes pelo caminho perdem-se empregos qualificados e diminui-se a concorrência", avança um gestor que já esteve ligado à Cimpor.

Foi agitada a vida da Cimpor após a privatização, concluída em 2001, com a venda dos últimos 10% à Teixeira Duarte.A cimenteira portuguesa foi sempre um alvo apetecível. No início do século, a suíça Holcim, o segundo maior grupo cimenteiro do mundo, lançou em parceria com a Semapa, de Pedro Queiroz Pereira, uma oferta pública de aquisição (OPA) sobre a Cimpor. 

A oferta foi chumbada, apesar da luta travada junto do poder políticopor Queiroz Pereira. Uma década depois, surge uma nova uma OPA, a da brasileira CSN. O conglomerado presidido por Benjamim Steinbruch queria ganhar dimensão no mercado brasileiro de cimento - um sector dominado pela Camargo Corrêa e a Votorantim, onde a Cimpor tinha uma quota de mercado de 10%. 

Porém, a OPA foi considerada hostil, e por isso rejeitada.Mas foi a investida da CSN na Cimpor que acelerou a entrada da Camargo Côrrea e da Votorantim na cimenteira portuguesa - ambas empenhadas não só em travar o crescimento da CSN no Brasil, mas também em aproveitar as fábricas da Cimpor para expandir no exterior. Os dados estavam lançados.


Um ano e meio depois, a Cimpor passou a ser controlada pela Camargo, há dez anos com a Cimpor de baixo de olho. Hoje, aquela que já foi a maior cimenteira portuguesa está ser desmantelada e transformar -se numa empresa brasileira. 

E apesar de a sede ser em Lisboa, as grandes decisões estratégicas sobre o seu futuro são tomadas no Brasil, é lá que reúnem os líderes da InterCement, a empresa de cimentos do grupo que lançou a OPA sobre a Cimpor em abril deste ano.


Quem paga, manda

Quando no final de 2009, a Camargo e a Votorantim entraram no capital da Cimpor, comprando as participações dos fragilizados grupos portugueses, o destino da cimenteira tornou-se evidente. José Sócrates era então primeiro-ministro. Pouco a pouco começou a ficar claro que ambas estavam interessadas em dividir as fábricas da Cimpor entre si. 

A Camargo queria crescer em África e no Brasil - onde a Cimpor fazia alguma mossa na concorrência - e a Votorantim queria internacionalizar-se. A Cimpor assentava que nem uma luva nesta estratégia de dois grupos rivais e simultaneamente cooperantes. 

E pelo caminho anulava-se um concorrente no Brasil.Com os acionistas portugueses Teixeira Duarte e Manuel Fino (detentor de 20%, dos quais 9,6% tinham sido entregues à CGD como garantia de uma dívida) descapitalizados e endividados, era uma questão de tempo até a Cimpor se tornar brasileira. 

Num ápice, a Camargo comprou a participação de 22,17% da Teixeira Duarte e a Votorantim os 17% da francesa Lafarge. Passados poucos meses controlava cada uma, respetivamente, 32,94% e a 21,20%. Em setembro de 2010, a Camargo escolhe o socialista e ex-ministro Armando Vara, acabado de sair do BCP, para presidente do conselho de administração da Camargo Corrêa África.

Quem acabou por avançar com a OPA foi a Camargo. No decorrer da oferta, a Camargo chegou a acordo com a Votorantim - esta cedia-lhe os 21,2% que detinha e em troca recebia fábricas da Cimpor num valor equivalente. 


Ficou definido que à Votorantim seriam entregues as fábricas da China, Índia, Marrocos, Tunísia, Turquia, Peru e parte das espanholas. Para a Camargo ficariam as fábricas no Brasil, Moçambique, África do Sul, Egito e Cabo Verde. A OPA teve sucesso e, em junho deste ano, a InterCement garantiu 94,1% da Cimpor. 


Uma operação abençoada pelo Governo português e defendida publicamente por António Borges, o consultor contratado pelo Ministério das Finanças para as privatizações.Agora, cinco meses depois da OPA, a Cimpor é uma nova empresa: encolheu, saiu de metade dos países onde tinha presença e reduziu significativamente a diversificação geográfica que fazia dela uma multinacional.E apesar de a divisão das fábricas não estar formalmente feita - os ativos estão a ser avaliados pelos bancos Morgan Stanley e Rothschild - formalmente a Camargo e a Votorantim já dividiram entre si as empresas.


A Cimpor como era desapareceu, umas fábricas serão absorvidas pela Votorantim, outras pela Camargo. Não é surpresa, foi assim que ficou determinado na OPA.As mudanças não ficam por aqui. 


Ao contrário do que o presidente do conselho de administração (chairman) da InterCement, José Édison, tinha prometido durante a OPA, o grupo decidiu avançar com despedimentos na área administrativa. 


No início de setembro foram convidados a sair 14 quadros de topo da Cimpor, que eram responsáveis por países e áreas estratégicas da cimenteira - auditoria, finanças, desenvolvimento de negócios, comunicação.


Alguns destes reformaram-se ou demitiram-se porque perceberam que as funções que desempenhavam estavam a ser esvaziadas ou iam passar a ser executadas por outras pessoas, geralmente trabalhadores da InterCement. Muitos foram apanhados desprevenidos, afinal, durante a OPA a InterCement elogiou a competência e o conhecimento dos quadros da Cimpor.O processo de rescisão atinge para já 60 trabalhadores. São todos da área administrativa da Cimpor, SGPS, em Portugal. Por agora, estão excluídos os trabalhadores fabris, mas a administração já fez saber que tudo irá depender da forma como o mercado nacional e as exportações evoluírem. A Cimpor tem cerca de 600 trabalhadores em Portugal.E o consumo no mercado passou de 11 milhões de toneladas, em 2001, para 4 milhões, em 2011.
Ricardo Lima, o CEO da Cimpor, rejeita a ideia de que a InterCement esteja a deslocar o centro de decisão. E atribui as rescisões de contrato "a um processo de reajustamento" exigível "face à forte redução da atividade" em Portugal. Contudo, algumas das pessoas que saíram da Cimpor estavam ligadas a operações no exterior, nomeadamente no Brasil e em Moçambique. São as chamadas sinergias de grupo, sempre que uma empresa compra outra congénere há áreas que se sobrepõem e pessoas que passam a estar a mais.

 Centro de decisão importaO impacto da mudança de acionistas começa a ser visível. Vários cargos de decisão e estratégia da Cimpor estão a ser assumidos por quadros do grupo brasileiro. Um comunicado da InterCement, de 13 de setembro, sobre a nova estrutura organizacional do grupo revela parte das mudanças em curso. Nele pode ler-se, por exemplo, que o brasileiro Ricardo Barbosa, diretor corporativo de planeamento estratégico e desenvolvimento de negócios da InterCement, além de assumir este cargo na Cimpor, foi nomeado presidente da comissão executiva da cimenteira no Egito.Sérgio Bandeira, diretor-geral da Inter-Cement Angola, assume o cargo de CEO da Cimpor Moçambique, em substituição de João Nunes Pereira, um dos quadros que saiu. Cleber Machado passa a diretor-geral da InterCement Brasil e da Cimpor Brasil, cujo CEO, Alexandre Lencastre, na cimenteira portuguesa há 35 anos, se demitiu. O comunicado é claro sobre a transferência de poderes: "A diretoria da Cimpor Brasil (responsável por mais de 40% das vendas da Cimpor) passa a ser a mesma da Inter-Cement Brasil." Segue-se a lista dos novos diretores: são seis, todos eles brasileiros, e cinco já estavam na InterCement.O centro de decisão Cimpor está paulatinamente a transferir-se para o Brasil, asseguram várias fontes. É no Brasil que está o presidente da InterCement, José Édison, e os responsáveis pelas áreas financeiras e de recursos humanos do grupo. Em cinco administradores da comissão executiva da InterCement, quatro estão no Brasil.E apenas um em Lisboa: Ricardo Lima.Afinal qual é a importância dos centros de decisão? Muita, acredita o economista Pedro Pita Barros. "Quem tem o poder de decisão tem a capacidade de decidir investimentos e de afetar os recursos disponíveis das empresas. 


A prazo determina onde crescem, como crescem e quem recebe o retorno desses investimentos. Há outros efeitos que podem referir-se, mas para mim estes são os principais", afirma. "Quem tem dinheiro manda", acrescenta. E o investimento tem pátria?, "No final, o retorno do investimento é o aspeto mais marcante, falará sempre mais alto a questão económica", assegura o professor da Universidade Nova de Lisboa. Porém "em condições de igualdade, o sentimento de pertença ao país poderá decidir investimentos".Pedro Camões, economista e professor da Universidade do Minho, concorda: "Não tenho dúvidas de que há solidariedade nos negócios, mas só se concretizará se for no interesse estratégico das empresas. Isto é, com mais-valias económicas." E prossegue: "A argumentação sobre a importância dos centros de decisão é mais política do que económica. Diz-se que são instrumentos de soberania, mas isso só acontece se o poder de decisão estiver nas mãos do Estado. 

No caso das empresas privadas não faz sentido discutir a questão. O uso desse tipo de argumentos tem sido, na verdade, um expediente para exigir protecionismo ao Estado e muda em função da oportunidade." "O que interessa é assegurar que as empresas são eficientes, criam valor, eficiência e emprego", diz. 


A Cimpor é apenas um exemplo de como a mudança de controlo, e de nacionalidade do capital, tem consequências.



JUIZ  FEDERAL  DO PARANA  AUTORIZA QUEBRA DE SIGILO DO ACORDO  ENTRE BRASIL E VENEZUELA

A refinaria foi concebida em um acordo entre Brasil e Venezuela pelo qual a Petrobras teria 60% do capital e a companhia petrolífera venezuelana PDVSA os 40% restantes, mas a empresa do país vizinho nunca fez qualquer contribuição e terminou excluída do projeto.

A quebra do sigilo bancário sobre as operações para a construção da Abreu e Lima foi determinado em desenvolvimento do processo de investigação contra uma organização acusada de ter lavado cerca de R$ 10 bilhões de dinheiro ilícito.

A polícia deteve no último mês de março o doleiro Alberto Youssef, conhecido por sua amizade com importantes políticos, sob a acusação de ser o chefe dessa organização criminosa.

No marco das investigações sobre lavagem de dinheiro, a polícia também deteve o ex-diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, que durante muitos anos foi um dos principais executivos da empresa.

Costa foi detido pelos supostos vínculos que uma empresa de consultoria de sua propriedade tinha com membros dessa máfia, acusada de lavar dinheiro procedente da corrupção, evasão de divisas, contrabando de pedras preciosas e tráfico de drogas, entre outros delitos.

O executivo da Petrobras, além disso, era o responsável por todos os contratos para a construção da refinaria Abreu e Lima.

A polícia suspeita que algumas transferências de terceirizadas da Petrobras a empresas de propriedade de Youssef correspondem a propinas pagas para acessar os contratos.

A ordem judicial contra Petrobras também quebra o sigilo bancário de Costa, de quatro de seus parentes e das empresas GFD Investimentos e Sanko Sider e Sanko Serviços de Pesquisa.

Segundo o juiz que ordenou a medida, o objetivo é rastrear o destino de todos os recursos usados na construção da refinaria e determinar se alguma parte alimentou a rede de corrupção investigada.


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VENEZUELA UM PAÍS PERDIDO NO MAPA: GENERAIS CUBANOS NO ALTO ESCALÃO: OEA VIVE NA CORRUPÇÃO DE NICOLAS MADURO, OPOSITORES CORRE RSICO DE SER REFÉN DOS TERRORISTAS NICOLAS MADURO E SEUS CAPACHOS, SÓ RESTA O TRIBANL DE HAIA

Como fazer  um diálogo com  o maior  lider de oposição na Cadeia, uma  prisão  que  atende os interesses  oscusos  de  NICOLAS MADURO.

A oposição venezuelana não pode é se  vender, e aceitar se  seus lideres  e os  demias  estão presos, mas  amaior preocupação  é  saber  ou ter acerteza de NICOLAS MADURO  e seus  capachos  do alto escalão  irá  fazer  deste  presos  como troca  de negociações.


Já  que  eles  estão  sendo  levados  a  CORTE INTERNACIONAL DE HAIA, por  crimes  contra  a HUMANIDADE. a  ONU, tem  aprovado  por  esta semana que se passou a  NOVA RESOLUÇÃO  contra grupos de terroristas  a qual  não  é só  contra os  grupos  radicais do ISLAM  e sim  inclui  o governo  terrorista  de NICOLAS MADURO  e de  seus fantoches  cubanos  e  outros estrangeiros que e stão  no  País. 


No  dia 26 de setembro de 2014 11:42 MACHADO diz que a noite de audiência para LOPEZ é exemplo de diálogo "BRUTAL repressão" é, de acordo com José Miguel Insulza, a forma "indispensável" para resolver a crise que a Venezuela vive desde fevereiro protestos. 

Mas isto deve ser "sério", porque até agora "não foi que um verdadeiro diálogo será," diz o secretário-geral da organização dos Estados americanos (OEA). 


Quem  participou esta semana pela última vez na Assembléia Geral das Nações Unidas em Nova York como cabeça da OEA, uma vez que ele irá parar depois de uma década no próximo ano, dói que agrados você, como eles choveu ele continuamente, as acusações de ter favorecido os governos de países como a Venezuela.

"Não está certo", dizer em uma entrevista, que defende aludindo à "coerência", que diz que tem marcado sua gestão por dois mandatos à frente da organização hemisférica.

Se esquecer, ou pelo menos não mencionou, sonho anedotas, como quando o embaixador junto à OEA na Venezuela, Roy Chaderton, disse publicamente em março de 2012 que seu país tinha suportado em 2005 sua candidatura à OEA em troca para Insulza gerenciar a saída do secretário executivo da Comissão Interamericana de direitos humanos (CIDH) Santiago Canton, que Caracas tem repetidamente acusado de ter apoiado o golpe de Estado contra Chávezfez os afetados sempre negou.

Como um exemplo do que ele considera a consistência na sua gestão Insulza usado, precisamente, o caso venezuelano. "Para que a OEA atuar em algum lugar ele deve ter o consenso dos Estados-Membros. Se você não tem consenso, não age", recorda. "Portanto, não, eu estou Validando o que está acontecendo na Venezuela. Pelo contrário, acredito que um diálogo é essencial na Venezuela. Mas um diálogo sério, "salienta.

"O diálogo: a primeira que, também falam, um ouvinte. E escutar as razões dos outros e está disposto a fazer concessões e encontrar a meio caminho, "acrescentou. O que tem ocorrido até agora no país sul-americano, através da mediação, organizado pela Unasul, disse, não foi mais do que "um número de monólogos.

Em outras  palavras, o governo  inconstitucional de MADURO, não quer a  liberdade de LEOPOLDO LOPES, NESTE CASO  NÃO  É  MAIS  PRISÃO  POLITICA e  sim terrorismo e  como  tal esta  sendo  visto perante a  todos  diante de  todos.

Usando  o  terrorismo  dentro  do cenceito de JUSTIÇA, a qual  , esses  magistrados se assim forem, estão  sendo manipulados e  a  OEA convivente  com a situação  da VENEZUELA  junto a UNISUR.

Cabe  ao tribunal de Haia, começar a julga-los, não  mais  como  crimes   contra  a humanidade e sim  como  terrorista,  visto que, NICOLAS MADURO é  cidadão  colombiano e  seus  soldadinhos de chumbo  CUBANOS, TERRORISTAS  DAS  AS FARC, bem treinados  para  matar.

FILHO DE FIDEL CASTRO ALEX CASTRO DISSE: QUE NÃO VAI SUBSTITUIR O PAI E QUE EXISTE GRUPOS REVOLUCIONÁRIOS MAIS PREPARADOS


Filho de Fidel Castro não acredita em messianismo político.
"Não acredito que a dinastia familiar pode ser permanentemente contra o destino de Cuba, e posso assegurar que, no meu país, há um grupo de revolucionários que tenham sido devidamente preparados politicamente para exercer essas funções."

Alex Castro

Santiago, República Dominicana, setembro 27, 2014


-Alex Castro, filho do líder da revolução cubana, Fidel Castro, não acredita em messianismo político, ou que a liderança em grande parte pode ser produto dos genes familiares. 

Para esta razão, a profissionais de engenharia e a fotografia não é considerado destinado para dirigir os destinos da nação, só porque ele é um descendente de quem é considerado uma das figuras principais na política mundial do século passado.

Alex é do início desta semana em Santiago, onde mostra fotográfica quarenta obras que compõem a exposição "Fidel e Cuba", foi o autor, bem como o livro "83 razões", tendo como átrio sede do Gran Teatro del Cibao.


"Eu não acho que a dinastia familiar pode ser permanentemente contra o destino de Cuba, e posso garantir que existe um grupo de revolucionários que tenham sido devidamente preparados politicamente para exercer essas funções no meu país", disse Castro em ontem à tarde para conversar com os jornalistas nesta cidade.


O tema da dinastia surgiu numa conversa que, após a saída do poder de seu pai, Fidel assumiu o controle da ilha seu irmão Raúl.


"O que aconteceu foi que na altura era meu tio Raúl a pessoa que conheceu as condições que reclamava do estado cubano para substituir o meu pai, mas que em nenhuma maneira significa que será imposta a dinastia Castro," disse.


Alex é de opinião que não estava preparado para se aventurar na política, mas considerou que deveria fazê-lo aqueles que têm uma vocação.

MÃE E SENHORA GRACIETE DA SILVA BANDEIRA MANDA UMA CARTA PRA TODOS COMPARTILHAR A SUA DOR DE TER SUA FILHA GRACIANE DA SILVA BANDEIRA DESAPARECIDA DESTE O DIA 10/10/2005 EM PAIÇANDU PARANÁ

Sou Graciete da silva bandeira moradora de paiçandu \ Paraná. Minha filha Graciane da silva bandeira  esta desaparecida desde o dia 10\10\2005 , entraram dentro da minha  casa  e  pegaram minha filha a forças de dentro de casa , isso ocorreu por volta  das 4:30 da manha , vizinha  dos fundos  ouviu  ela pedi  socorro com gritos abafados ,  mas  não  deu importância porque  pensou ser briga de casal . 


O principal suspeito saiu da cidade e não sabemos pra onde foi , mais  a família dele continua morando aqui , mas se negam a dizer  qualquer  coisa sobre ele.

Tenho vivido  momentos de tristeza e dor ,  todos  esses anos sem noticia  sem saber onde minha filha  esta , todo esse desespero  tem me matado aos poucos . 

Na  época do acontecido minha filha tinha acabado de  fazer 18 anos ,  minha casula , meu bebe ,  a saudade que sinto e muito grande ,  já faz anos que vivo nesta luta  mas não vou desisti .

Venho por meio desta carta pedi a ajuda de vocês, por favor, me ajudem a encontra minha filha ,  preciso de ajuda para divulga  o caso dela ,  preciso de ajuda para procura-la  e eu peço  por um momento  se coloquem em meu lugar  tente pelo menos  imagina  o que  tenho passado ,  sabe e muito triste não saber   onde sua filha esta , se  tem se alimentado , se  tem uma cama quente  pra dormi , se tem ficado doente ,  se teve algum filho ,  em meio a  tantas procuras , buscas , investigações que eu e minha filha  Gislaine  temos feito , e   denuncias  anônimas  que  já recebi ,  tudo   leva e  eu também tenho certeza   , minha filha  foi vitima de trafico de mulheres para prostituição ,  e isso me  enlouquece , só de  imagina  o que ela já passou e tem passado nas mãos desta quadrilha ,     sabe que minha filha  tem passado por violência sexual e física  e  eu  não estou La  pra cuida dela , não estou La pra proteger ela , isso dói  dentro do profundo do meu coração ,  eu sou a mãe dela  e não  estou perto pra proteger cuida e zela da minha filha ,  porque um homem mal sem Deus  roubou ela de mim.  

Há meu Deus como dói essa saudade  , vivo dias de terror , na minha vida não existe mais sol  ,  não existe mais dias lindos ,   mas sim noites sombrias e dias de tempestade .


Nesses anos  já perdi as contas de tantas humilhações  que já  passei , porque  que  nos mães de  desaparecidos somos tão humilhadas  pelas autoridades  , pela justiça ,  fico me perguntando   o porque  de tudo isso ,  eu não sou a bandida e nem minha filha  , mas somos tratados  pior  que bandidos .


Sou pobre, não tenho dinheiro  , eu tinha uma casa própria mas vendi e gastei todo dinheiro em busca da minha Filha  , e hoje  dependo  de ajuda  quando preciso viaja   pra resolver as  coisas  em relação a ela .  

Minha filha Gislaine e quem  me acompanha , pois sofro de depressão , faço tratamento psiquiátrico , tomo medicações fortes , e muitas vezes  estou andando derrepente nem sei onde estou ,   alem viver essa dor de não ter minha filha , ainda tenho que vive  com as consequências  que essa depressão me trouxe  ,  ao longo dos anos tenho   obtido  varias enfermidade,   mas sei que um dia  vou sara , e vou volta a sorri ,  quando  encontra minha filha amada . 

Por favor, me ajude ,   preciso que  as pessoas conheçam a historia da  minha  Graciane ,  preciso que a fotinha dela seja  vista  em rede nacional  , em todos os meios de comunicação , porque sei que assim minhas chances  para encontra-la aumentam muito .Conto com vocês  e desde já quero agradecer  pela  atenção  , por ter lido minha carta ....  

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