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A QUEDA DA LAMIA 2933 PODE TER SIDO CAUSADA PELA RESPOSTA NEGATIVA DA ANAC NO SEGUNDO PEDIDO , SERIA POSSÍVEL SEU ABASTECIMENTO NO TERRITÓRIO BRASILEIRO MANAUS ANTES DE SEGUIR PARA COLÔMBIA




RENATO SANTOS 27/12/2016  Uma pergunta precisa ser respondida, será que o Prefeito de Chapecó quis se aparecer no meio da tragédia quando afirma que recebeu o telefonema do Piloto da lamia pedindo que pedisse a autorização das ANAC DO BRASIL liberar sua descida no território brasileiro, pelo simples motivo até agora não esta esclarecido que este segundo pedido foi negado, pela ANAC e em quais circunstâncias foi negado, pois o primeiro já foi esclarecido.

No 9:36 p. m. Em novembro passado, 28 aviões Avro RJ85 do Lamia companhia aérea boliviana tinha acabado de entrar no espaço aéreo de Medellin Rionegro destino aeroporto. De repente, uma série de alarmes visuais e sonoros invadiu o cockpit. Ele notou uma falha grave: o vôo 2933 ele tinha apenas 20 minutos para a gasolina.



No entanto, nem o piloto nem co-piloto Miguel Quiroga Ovar Goytia ele relatou a notícia para controladores de tráfego aéreo e continuou a sua abordagem como se nada. 

Apenas 12 minutos depois que eles começaram a perceber que eles tinham problemas com o combustível, mas era tarde demais. 

Em menos de cinco minutos, os motores do avião foram desligando um por um e o sistema elétrico foi um fracasso total. (Você pode estar interessado: 'Tragédia Chapecoense poderia ser pior': controller Yaneth Molina)

O último 3 minutos e 45 segundos da aeronave planejada sem reatores, tentando dar a volta Cerro Gordo, um dos obstáculos antes de chegar ao Rionegro pista, a apenas 13 quilómetros de distância. Mas pelo 9:58 p. m., a cauda do avião atingiu a montanha, quando ele foi para 230 quilômetros por hora.

Os minutos finais da Avro RJ85 Lamia, que transportam a Chapecoense equipa de futebol foram analisados ​​segunda-feira em Bogotá, pelo diretor da Aeronáutica Civil, Alfredo Bocanegra, e seu secretário de segurança da aviação, o coronel Freddy Bonilla, o relatório relatório preliminar sobre o acidente. (Também: Chapecoense começa a reconstruir a pensar Libertadores)

"É importante ressaltar que isso foi feito com a ajuda das autoridades bolivianas e quem nós somos autoridade como Colômbia, de acordo com a subscrever a Convenção de Chicago, responsável pela recolha de informação para esclarecer os fatos", disse Alfredo Bocanegra, presidente AEROCIVIL.

O documento, que foi baseado em dados do envio da aeronave, em gravações da cabine e suas comunicações, registos de voo e os traços no radar, dá as primeiras pistas para compreender o que aconteceu no dia 28 de novembro.

Onde está o piloto?

Como foi gravado nas gravações, os pilotos Lamia sabia que eles estavam indo para limitar combustível, algo que nunca os mostrou para os controladores. O primeiro sinal disso foi para sobrevoar o departamento do Amazonas.

De acordo com áudios cabine Avro RJ85, então o co-piloto calculado o quanto de combustível foi deixado e informou que o piloto Miguel Quiroga que poderia pousar em Leticia ou Bogotá para reabastecer. A equipe, no entanto, tomou a decisão de ir para Rionegro e até mesmo solicitado que o motorista se possível poleiro em Leticia. (Leia aqui. A anfitriã saudação avião Lamia antes de voltar para a Bolívia)

Vinte minutos antes do acidente, um alarme disparou indicando que havia apenas 20 minutos de gasolina. Embora os pilotos viram o ignorou e continuou a sua abordagem para o aeroporto de Rionegro. pilotos bolivianos também informou que seus motores estavam morrendo por falta de combustível e apenas seis minutos antes da colisão pediu prioridade para pousar.

falhas bolivianos

Na semana passada, o Ministério das Obras Públicas e Serviços Habitação da Bolívia disse: "A responsabilidade direta pelo acidente com a empresa (Lamia) e piloto (Miguel Quiroga)". De igual modo, o relatório da Aerocivil colombiano aponta para graves problemas na Bolívia.

Em 28 de Novembro, duas horas antes de o avião decolou de Santa Cruz, aeronáutica técnica Celia Castedo advertiu que o tempo de viagem era igual ao alcance de voo (quantidade de combustível) e não foi o suficiente para chegar a Medellin. aviação civil, também chamou a atenção para o fato de que um segundo aeroporto alternativo foi gravado para aterrar em caso de problemas e Alex Quispe, despachante aeronaves, assinou o plano de vôo, mas não registrou o seu nome. (Também: 'Durante o acidente, só houve silêncio': Rafael Henzel)

No entanto, de acordo com o relatório, esta não é a única possível falha das autoridades bolivianas. De acordo com estimativas da Aeronáutica, o peso máximo da aeronave era 41.800 quilos e isso decolou com mais de 42,148 quilos, ou seja, com 348 quilos acima do peso. Um piloto disse à Time que a carga extra poderia gastar mais combustível no momento da decolagem. Além disso, as autoridades bolivianas permitiu que o Avro RJ85 que Lamia voar acima de 30.000 pés, quando os pilotos e a aeronave estava autorizada a fazê-lo apenas até 28.000.

pontas soltas

Embora Aeronáutica há dúvida de que o acidente tem causas humanas, dois elementos climáticos poderia ter mudado o curso dos acontecimentos. Por um lado, o plano enfrentou ventos contrários entre Bolívia e Colômbia, o que obrigou a aumentar reatores de potência e consumo de combustível. Além disso, ao entrar no espaço aéreo colombiano, Lamia desviou sua rota devido ao mau tempo, o que poderia ter um impacto sobre o nível de gasolina. Quando o avião tanque era limitar qualquer eventualidade foi fatal.

Além disso, nem o colombiano nem o relatório boliviano que se refere às pressões internas denunciou o boliviano aeronáutica técnica Celia Castedo a deixar fora do Avro RJ85 Lamia, apesar do plano de irregularidades voo sério. Atualmente Castedo no Brasil por medo de uma possível perseguição, disse: "Eu estava perseguidos e forçados a modificar o relatório."

Alfredo Bocanegra destacou a colaboração do Gabinete e da Direcção-Geral da Aviação Civil da Bolívia, mas disse que os Serviços Auxiliares de Navegação Aérea da Bolívia (Aasana), Airports Authority ea entidade patronal da técnica Celia Castedo, "não é permitido que accediéramos escritório ou iniciais comunicações da aeronave ".

POR QUE DESLIGARAM AS GRAVAÇÕES INTERNAS

Suspeita-se  que o desligamento ocorreu para pagar as conversas no telefone celular com o Prefeito de Chapecó, já que aeronave passou pelo espaço aéreo brasileiro rumo a COLÔMBIA, antes de cair, a qual o piloto pediu ajuda do mesmo para aterrizar no Brasil em Manaus para reabastecer e em seguida iria para o Aeroporto daquele País, esse tese é defendida pelo BLOG GAZETA CENTRAL, já que existe um mapa que mostra essa rota e qual passou desapercebido por demais.

Aeronáutica também não conseguiu esclarecer por que a tripulação desligou o gravações internas Lamia quando ela entrou Colômbia, momento em que começou a fazer cálculos sobre o nível de combustível que tinha deixado.

Há também indicações de que Lamia fizeram pelo menos oito viagens, antes do acidente, onde eles voaram para limitar a autonomia Avro RJ85, para que as regras foram quebradas.

O relatório final será lançado nos próximos meses e a Força Aérea espera ter mais dados das autoridades bolivianas para tirar conclusões definitivas.

OUTRA PERGUNTA :

Por que o avião deu tanta volta antes de chegar no aeroporto?

Mapa Flight radar 24 acidente Chapecoense
O mapa do Flight Radar 24 com os últimos momentos do voo mostra que ele fez várias curvas. Por que o piloto não foi direto pro aeroporto?
Ora senhores, porque aviões seguem procedimentos publicados para se aproximar ou afastar de um aeroporto. Vejam esta carta de aproximação para o Aeroporto de Medellin:
Carta Aproximação Aeroporto Medellin
Percebam que faz parte do procedimento de aproximação “bloquear” o VOR de Rio Negro e iniciar uma descida em “órbita” para interceptar o ILS (sistema de pouso por instrumentos). Isto significa que até os momentos finais, a tripulação seguia os procedimentos publicados, então não pense que aquelas curvas são por que o piloto “estava perdido” ou com problemas.
Correção: As órbitas estão mais afastadas do que as da carta, pois foram solicitadas pelo controle de tráfego aéreo em virtude de espera.

Os dados sobre o AVRO RJ-85 mostram que ele não teria autonomia para voar de Santa Cruz até Medellin

Os dados publicados sobre o modelo acidentado na internet mostram que o alcance do modelo RJ-85 seria de 1600 Milhas Náuticas e a distância entre Viru Viru e Medellin é de 1598 milhas, conforme o GCMAP: Isto poderia indicar que o avião não tinha combustível suficiente?
Não temos essa resposta ainda. Alguns RJ-85 possuem tanques auxiliares como opcionais para aumentar a autonomia da aeronave e como não temos acesso aos documentos oficiais da aeronave, neste momento não é possível falar sobre isso.
No entanto percebam: Quando um piloto recebe o plano de voo, nele consta a quantidade de combustível que haverá nos tanques na hora do pouso. Para o caso acima, teríamos uma quantidade negativa de combustível, concordam? Então está faltando uma peça no quebra-cabeças que no momento não podemos montar, então especular não é a solução.
Os exemplos acima apenas mostram o quão complexo é investigar um acidente aeronáutico e que portanto TUDO que se escrever neste momento sobre POSSÍVEIS CAUSAS são simplesmente especulação ou conclusões apressadas. Eu entendo a comoção e o respeito que se deve ter (com os familiares) pelo fato de ter acontecido em um voo fretado por um time de futebol que ia para uma final de campeonato.
O time de investigadores já foi despachado para o local e a tarefa deles não é encontrar o culpado e sim identificar as causas que levaram isto a acontecer para que nunca mais aconteça um outro acidente igual.
Nenhuma vida perdida em um acidente aéreo é em vão. Nós desfrutamos hoje de toda esta segurança por causa dos acidentes que ocorreram no passado.

Update 1: Por que ainda é cedo para condenar?

Aparentemente, todos já sabem o que ocasionou o acidente, antes mesmo das caixas pretas terem sido escutadas não é mesmo?. O Avro não tinha autonomia suficiente, um outro avião declarou emergência, e enquanto esperava a vez de pousar o combustível acabou. Como eu disse no vídeo ontem a noite, a investigação de um acidente aéreo não é só isso, por isso temos que ser muito cuidadosos ao emitir opiniões.
Recebi do Gabriel Toledano da Aerocast o documento abaixo, que é um programa de modificações feito nos RJs para aumentar sua autonomia.
Range Extension
Até o momento não sabemos se o RJ-85 acidentado possuía ou não os tanques pannier descritos acima, mas se ele tivesse (e existe a probabilidade por ter sido fabricado no final da linha de produção), então o alcance máximo seria extendido conforme gráfico abaixo. A linha vermelha é um cálculo estimado para o voo acidentado, considerando-se 77 pessoas com média de 80kg cada. Vejam que com os tanques instalados, seria possível fazer a rota prevista de Santa Cruz para Medellin.
Gráfico de performance - Gabriel Toledano
Gráfico de performance – Gabriel Toledano
_Ah Lito, então se ele tinha isso por que acabou o combustível?
Eu NÃO estou dizendo que ele possuía panniers ou não. O que eu estou dizendo é que não se pode tirar conclusões sem termos dados essenciais para a investigação. E se ele tinha e houve falha humana no abastecimento? E se houve cálculo errado de peso e balanceamento? E se algo externo ao avião aumentou o seu arrasto? E se o re-dispatch foi calculado errado? São muitas variáveis que só a investigação pode nos mostrar, então antes de crucificar o piloto, tenhamos serenidade e um pouco de calma, porque a verdade irá aparecer.
Eis a razão de eu não emitir opinião sobre acidentes ANTES que haja ao menos um relatório preliminar.

Update 2: Gravação entre a aeronave e o Controle

Plano de Voo

Foi liberado pelo órgão regulador da Colômbia a gravação da conversa entre a aeronave da Lamia e o controle de tráfego aéreo. É possível observar que os protocolos para a situação de emergência em que se encontrava o RJ-85 não foram seguidos pela tripulação. O porquê a investigação dirá.
Sobre o plano de voo, há diversos questionamentos sobre como é possível um piloto voar no limite de sua autonomia sendo que as regras para voos são tão claras quanto às contingências. De acordo com documentos obtidos pelo Jornal Hoje da Rede Globo, o órgão que recebeu o plano de voo em Santa cruz questionou o despachante da LAMIA sobre a autonomia do avião e disse que não poderia aprovar. A conversação entre o órgão e o despachante prossegue (e a investigação focará nisso também) e ao final o plano é aceito sem mudanças.

Plano de voo do LAMIA LI2933
Plano de voo do LAMIA LI2933

Planeio

Algumas pessoas questionaram no Twitter sobre a capacidade do avião planar. O avião planou após a perda dos motores, exatamente como foi projetado. Acontece que o terreno em volta do local do acidente é composto por montanhas altíssimas, portanto, mesmo planando invariavelmente haveria o choque. Se fosse uma planície, o avião teria chegado até a pista, pois tinha altitude suficiente para a distância de 30km que estava do aeroporto.

Vetores

Em dois momentos é possível ouvir a tripulação pedindo “vetores” para o aeroporto ao controle de tráfego aéreo. Vetores são direções para chegar em algum lugar. Como os motores já haviam parado, não havia força elétrica no avião (este modelo não possui RAT) e o painel com os dados de navegação estavam apagados e os pilotos perderam a noção de onde estavam em relação à pista. 
A bateria do avião entrou em emergência e alimentou apenas os sistemas essenciais, 
incluindo o rádio do comandante e instrumentos standby de atitude, altitude e velocidade. Para saber para onde teriam que ir, solicitaram “vetores” ao controle, ou seja “me digam para qual lado eu vou”.
A controladora informa que não recebe os dados do avião no radar (especulo que a falta da força elétrica também desligou o transponder da aeronave – não tenho os esquemas elétricos para saber se o transponder estaria no barramento elétrico da bateria) e provavelmente informa o rumo a seguir baseado no radar primário (o radar primário funciona sem dados de transponder, porém é menos preciso). Como a bússola do avião independe de força elétrica, é provável que a tripulação nos momentos finais estivesse baseando sua proa através dela.

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