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[SOCIALISMO NUNCA MAIS!] ASSIM OS COMUNISTAS (incluindo social democratas)..




RENATO SANTOS 06/01/2017   mais uma participação da nossa leitora MARIANGELA HAUSCHILD DA SILVEIRA nos mandou pelo e- mail centralgazeta@hotmail.com, asua manifestação . Participe voce também é um canal ligado em voce!



   
Mariangela Hauschild da Silveira
6 de janeiro às 11:41
 
ASSIM OS COMUNISTAS (incluindo social democratas) FORAM PREENCHENDO TODOS OS ESPAÇOS (GUERRA DE POSIÇÃO DE GRAMSCI), DOMINANDO TUDO E MESMO NÃO HAVENDO UMA "REAL HEGEMONIA DA MENTALIDADE SOCIALISTA", FOMOS CERCADOS COMO SE CERCAM PORCOS SELVAGENS (Conhecem esta história?). 
SÓ UMA INTERVENÇÃO MILITAR PODE NOS LIBERTAR DAS CERCAS DO MAL, QUE FORAM POSICIONADAS NA POLÍTICA, NA JUSTIÇA, NA ECONOMIA, NA MÍDIA... EM TUDO!!! 
"O primeiro efeito da "estrutura de estado bugues" é, assim, que os assalariados formam-se como uma classe em um número de organizações independentes e muitas vezes competitivas entre si, mais freqüentemente os sindicatos e partidos políticos, mas também as cooperativas, associações de vizinhos, clubes, etc. 


Um traço característico da democracia capitalista é a individualização das relações de classe ao nível de processo político e ideologia (Lukács, 1971: 65-66; Poulantzas, 1973). 


Pessoas que são capitalistas ou assalariados dentro do sistema de produção aparecem todas elas, indistintamente, como "indivíduos" ou "cidadãos". Daí que, mesmo se um partido político for bem sucedido ao formar uma classe no terreno de instituições políticas, as organizações políticas e econômicas jamais coincidem. 


Sindícatos e partidos variados, múltiplos muitas vezes, representam interesses diferentes e competem uns com os outros. Mais que isso, enquanto a base classista dos sindicatos limita-se a certos grupos de pessoas mais ou menos permanentemente empregadas, os partidos políticos que organizam assalariados precisam ainda mobilizar pessoas que não são membros de sindicatos. Portanto, há uma tensão permanente entre os interesses mais estreitos dos sindicatos e os interesses mais amplos representados pelos partidos. 


A classe organizada como uma participante não surge como um ator único em conflitos históricos concretos (Miliband, 1977: 129). 

O segundo efeito é que as relações dentro da classe tornam-se estruturadas como relações de representação. 


O parlamento é uma instituição representativa: recebe indivíduos, não massas. Uma relação de representação e assim imposta sobre a classe pela própria natureza das instituições capitalistas democráticas. As massas não agem diretamente na defesa de seus interesses; delegam essa defesa. 


Isso é verdade tanto para os sindicatos quanto para os partidos: o processo de barganha coletiva situa-se tão distante da experiência diária das massas quanto as eleições. Os líderes tornam-se representantes. Massas representadas por líderes: esse é o modo de organização da classe trabalhadora dentro das instituições capitalistas. Dessa maneira, a participação desmobiliza as massas. 

O dilema organizacional estende-se para mais longe. A luta pelo socialismo resulta inevitalmente no "embourgeoisement" do movimento socialista esse é o ponto focal da clássica análise de Robert Michels. 


A luta requer organização; exige um aparato permanente, uma burocracia assalariada; leva o movimento a engajar-se em atividades econômicas de sua própria lavra. 


Daí que os militantes socialistas inevitalmente tornam-se burocratas, editores de jornais, gerentes de companhias de seguros, diretores de salas de funerais, e mesmo "parteibudiger" - atendentes de balcão de festa. Todas essas não passam de mesquinhas ocupações burguesas. "Imprimem", concluiu Michels, "...um marcadamente mesquinho selo burguês" (1962: 270). 


Como um dissidente francês escreveu recentemente, "A classe trabalhadora perde-se em si mesma administrando suas cidadelas imaginárias. Camaradas disfarçados de notáveis ocupam-se com depósitos municipais de lixo e cantinas escolares. Ou não estão, esses notáveis, disfarçados de camaradas? Já nem sei mais." (Knopnicki, 1979: 53)." 
DE: ADAM PRZEWORSKI em "A social-democracia como fenômeno histórico"

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