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O BOBO DA CORTE CANTA <<>> SABÃO CRACRA <>> SABÃO CRICRI <<>> NÃO DEIXOU O CABELO DO SACO CAIR <<>> MARCELO ORDEBRECHT EM SEU DEPOIMENTO <<>> AÉCIO NEVES, DILMA MICHEL TEMER E LULA RECEBERAM O DINHEIRO DA ORDEBRECHT <<>> BRASIL O TERREIRO DA CLEPTOCRACIA <<>> ENQUANTO OS BOBALHÕES PULAVAM O CARNAVAL MAIS DE US$ 4,5 BILHÕES ERAM RETIRADOS DA ECONOMIA DO PAÍS





RENATO SANTOS  02/03/2017  Sabão cracra sabão cricri  não deixa o cabelo do saco cair, já dizia a letra da música  dos mamonas assassinas, de fato sou inocente jamais  roubei, não há nada na conta, claro que  não há mesmo foi distribuído no meio  para seus pares, PMDB, PSDB, PT entre outros, esse  é o Brasil depois do carnaval, o PAÍS DA CLEPTOCRACIA. 



O Saco nesse  caso são seus  bolsos  cheios de cabelos isso é  " grana" de dinheiro público que os sabões da vida  entre eles  ' MARCELO ORDEBRECHT, lhes pagou, não deixou cair, tirando do povo idiotizado e bestializado .

Num  país onde a CLEPTOCRACIA  reina, só tinha que dar nisso, estamos quebrados, e  agora só em fevereiro  mais de US$ 4,5  bilhões saíram do Brasil, o que esperar de um STF vendido, o que esperar de  um SENADO ferrado e  de um CONGRESSO com duas privadas nas suas cabeças, nada senhores, a operação LAVA JATO, esta mostrando isso, e  se preparem a coisa  vai ficar pior.

A retirada de dólares da economia brasileira superou o ingresso de recursos em US$ 4,57 bilhões na parcial de fevereiro, que vai do dia 1º até sexta (24). A informação foi divulgada nesta quinta-feira (2) pelo Banco Central.
No acumulado deste ano, até a última sexta, também foi registrada mais saída do que ingresso de valores. Neste período, US$ 908 milhões deixaram do Brasil, de acordo com o BC. No mesmo período de 2016, US$ 7,82 bilhões haviam saído na economia brasileira.

Impacto no dólar

A saída de dólares em fevereiro favoreceria, em tese, a alta da moeda em relação ao real. Isso porque, com menos dólares no mercado, seu preço tenderia a subir. Em fevereiro, porém, o dólar vem registrando queda.
No fim do ano passado, o dólar estava cotado a R$ 3,249 e, no fechamento de janeiro, foi negociado a R$ 3,15 - com queda de 3% no primeiro mês deste ano. Nesta quarta-feira (22), por volta das 14h20, operava ao redor de R$ 3,12. 
Segundo analistas, além do fluxo de dólares, outros fatores influenciam a cotação da moeda norte-americana, como o cenário externo (com a alta dos juros nos Estados Unidos, que tende a atrair capital para aquela economia) e o cenário político no Brasil (com o andamento das reformas no Congresso Nacional).

Interferência do BC

Outro fator que influencia a cotação do dólar são as operações de swap cambial, que funcionam como uma venda futura de dólares, ou de "swaps reversos", que funcionam como uma compra de dólares no mercado futuro.
Nestas operações, o BC faz oferta de dólares para tentar controlar a cotação da moeda e impedir grandes oscilações. Além disso, essas operações servem para oferecer garantia (hedge) a empresas contra a valorização do moeda.

É tanta ladroeira e cara  de pau,  pediram dinheiro para  o SABÃO , vamos ver:

Aécio pediu R$ 15 milhões, diz Marcelo Odebrecht.

Em seu depoimento de quatro horas ao Tribunal Superior Eleitoral nesta quarta-feira, 1, o delator e ex-presidente da Odebrecht Marcelo Odebrecht relatou que o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, teria lhe pedido R$ 15 milhões no final do primeiro turno da campanha eleitoral de 2014. O delator depôs na Ação de Investigação Judicial Eleitoral aberta a pedido do PSDB contra a chapa Dilma/Temer. Ele disse que, inicialmente, negou o pedido do tucano afirmando que o valor era muito alto, mas que o senador teria sugerido como ‘alternativa’ que os pagamentos fossem feitos aos seus aliados políticos.
Após ser preso na Lava Jato, contudo, Odebrecht disse ter sido informado que o aporte financeiro acabou não se concretizando. 

Ainda assim, segundo ele, teria ficado definido no encontro com Aécio que o repasse seria discutido entre Sérgio Neves, que era superintendente da empresa em Minas, e o empresário Oswaldo Borges da Costa, apontado como tesoureiro informal do tucano.

Em seu relato, Odebrecht disse que só se recorda de doações oficiais para o tucano.

O valor coincide com a planilha e a troca de mensagens de Odebrecht apreendidos pela Lava Jato e que mostram o repasse de R$ 15 milhões do departamento de propina da empreiteira ao apelido ‘mineirinho‘ que, segundo o delator Claudio Melo Filho, era uma referência a Aécio.
Odebrecht respondeu sobre o tucano quando questionado pela defesa da presidente cassada – de acordo com os advogados, questionar doações para o PSDB fazia parte da estratégia de Dilma. À Justiça Eleitoral, a campanha do senador mineiro registra doações que somam R$ 3,9 milhões da Construtora Odebrecht e R$ 3,9 milhões da Braskem, petroquímica do grupo empresarial. Ao todo, o PSDB recebeu R$ 15 milhões da Odebrecht em doações eleitorais em 2014.

O delator, contudo, não aprofundou mais sobre o assunto, pois o juiz auxiliar que estava conduzindo a audiência pediu a Marcelo que se limitasse ao objeto da Ação Judicial Eleitoral – repasses para a chapa Dilma-Temer, que venceu as eleições de 2014.
Além destes R$ 15 milhões, o empreiteiro contou que se encontrou várias vezes com o tucano, e que Aécio sempre pediu dinheiro para campanhas. Em relação aos repasses para a campanha tucana em 2014, o delator disse que se lembrava mais especificamente de três ocasiões – uma doação para o PSDB na época da pré-campanha, uma de cerca de R$ 5 milhões durante a campanha, e o pedido no final do primeiro turno de R$ 15 milhões.
Na versão do empreiteiro, o contato da Odebrecht com Aécio para tratar da campanha era mais difuso do que com Dilma e feito com a base das empresas do grupo em Minas, Estado do senador.
‘Mineirinho’. No pedido de busca e apreensão da Polícia Federal na 26.ª fase da operação, a Xepa, “Mineirinho” é apontado como destinatário de R$ 15 milhões entre 7 de outubro e 23 de dezembro de 2014. As supostas entregas foram registradas nas planilhas da secretária Maria Lúcia Tavares, do Setor de Operações Estruturadas – conhecido como o “departamento de propina” da Odebrecht.
A quantia foi solicitada em 30 de setembro de 2014, na véspera do primeiro turno, por Sérgio Neves, a Maria Lúcia, que fez delação e admitiu operar a “contabilidade paralela” da empresa a mando de seus superiores. O pedido foi intermediado por Fernando Migliaccio, ex-executivo da empreiteira que fazia o contato com Maria Lúcia e que foi preso na Suíça.
COM A PALAVRA, A ASSESSORIA DE AÉCIO NEVES:
Procurada nesta quinta-feira, 2, a assessoria de imprensa do tucano ainda não emitiu uma nota oficial sobre o caso. O espaço está aberto para manifestação.

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