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O AUTOR DO PROJETO DE LEI É EDUARDO BOLSONARO <<>> O CASO DO PHOSPHO DE COMBATE AO CÂNCER <<>> GLOBO OPINA AO CONTRÁRIO <<>> STF OBEDECE <<> A POPULAÇÃO SE FERRA <<>> AGORA QUEREM IMPORTAR O MESMO REMÉDIO DOS ESTADOS UNIDOS





RENATO SANTOS 20/03/2017  O Brasil é engraçado ou já  estamos na republica socialista bolivariana , trata-se do caso do remédio do combate ao câncer , que segundo Eduardo Bolsonaro em sua conta no Twitter declara ser o autor do projeto. 



Na sua conta 
Lei de minha autoria liberava a fosfo-pílula do câncer.STF proibiu sua produção.Agora Brasil vai importar exatamente o mesmo produto dos EUA

Então vamos entender uma coisa, o STF proibiu a sua produção, mas a Dilma sancionou a Lei, o que não ficou claro na época, de quem era a autoria da Lei que autorizava a produção e hoje querem importar dos Estados Unidos o mesmo remédio para combater a doença, de que lado o STF está agora, pois da população sabemos que não, fica uma pergunta o Judiciário não esta atropelando as decisões políticas, claro que esta e pior implanta no Brasil uma ditadura que ninguém esta percebendo , começou assim na VENEZUELA.

Em 2015, começou uma manifestação a favor da produção do remédio contra o mal chamado câncer na avenida paulista, em 2016, a Dilma fazendo seu primeiro trabalho que iria dar certo diante de tantos erros, foi impedida de continuar.

Segundo Carlos Gil, pesquisador do Instituto D'Or e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, o movimento de Dilma, às vésperas da votação do impeachment na Câmara, visa à conquista de apoio político. "Não tem como não pensar que foi uma decisão política, populista. [É] Mais uma decisão que fere o fluxo científico e regulatório padrão no mundo para a aprovação de medicamentos. 
Continuo apoiando os estudos em curso no Brasil sobre a fosfoetanolamina, que poderão, de forma legítima, demonstrar ou não se a substância pode se tornar um medicamento anticâncer", declarou o especialista ao jornal OGlobo.

Clamor nas ruas

Nada disso, no entanto, interessa aos atingidos pela doença – pacientes e seus familiares –, que celebraram intensamente a sanção, nas ruas e especialmente nas redes sociais. Grupos como o A Cura do Câncer com Dr. Gilberto Chierice, que reúne milhares de seguidores no Facebook compartilhando relatos e dados sobre o tema, foram ao êxtase no dia seguinte à aprovação, quando a lei foi publicada no Diário Oficial da União – menos de duas semanas depois da aprovação do projeto pelo Senado. Para a administradora do grupo, Polyana Borges, cujo pai luta contra um câncer já em fase de metástase, “é uma conquista histórica para as famílias que têm o direito de lutar pela vida de seus entes queridos”. 
Ela descobriu a fosfoetanolamina em setembro de 2015, pesquisando sobre alternativas de tratamento para o pai e se tornou uma ativista da causa. Para ter acesso à fosfo naquele momento, era preciso entrar na Justiça, e isso significava um gasto com advogados. Hoje, com a lei, Polyana espera que seu pai tenha acesso ao tratamento sem ter que entrar com uma ação.
No entanto, o cenário futuro da “pílula do câncer” ainda é confuso, em vários sentidos. A lei 13.269 –   ressalta que só "poderão fazer uso da fosfoetanolamina sintética, por livre escolha", os pacientes que apresentarem "laudo médico que comprove o diagnóstico" e "assinatura de termo de consentimento e responsabilidade pelo paciente ou seu representante legal”. Além disso, esclarece que a produção da pílula só cabe a “agentes regularmente autorizados e licenciados pela autoridade sanitária competente”.

“Mal não faz”

Uma verba de 10 milhões de reais foi disponibilizada pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação para avaliações sobre a fosfoetanolamina, da qual dois milhões já foram gastos em testes pré-clínicos. Os resultados até o momento, porém, não são promissores. Feitos com células in vitro e ainda não conclusivos, os testes iniciais não mostraram toxidade – comprovando que "mal não faz" –, mas só uma das substâncias do composto se mostrou eficiente
Alegando que a concentração utilizada da substância não é a mesma do composto que criaram, os pesquisadores da fosfo questionam as análises. Em nota, o doutor em Imunologia Durvanei Maria, afirma que a substância não pode ser comparada aos quimioterápicos convencionais, pois suas ações são distintas.São Paulo 
Entre as manifestações de brasileiros que saíram às ruas no fim de 2015, um protesto na Avenida Paulista chamou a atenção por defender uma causa diferente às usuais demandas políticas. Com máscaras cirúrgicas, as pessoas ostentavam faixas com dizeres como “tomara que você não precise da fosfo” e “a cura do câncer existe”. Pediam fervorosamente a liberação da “pílula do câncer”. Uma mulher sem o seio esquerdo pintou o corpo de azul e branco, em referência às cores da pílula, e sobre o peito mutilado escreveu: “Foi preciso, mas foi necessário?”.

Protestavam pela regularização da fosfoetanolamina sintética – a chamada “pílula do câncer” –, um composto criado por pesquisadores do Instituto de Química da Universidade de São Paulo em São Carlos e defendido por eles e por muitos portadores de tumores malignos como um objeto de tratamento bem-sucedido contra o câncer. 

O remédio foi objeto de estudo por mais de duas décadas do professor Gilberto Orivaldo Chierice, hoje aposentado, junto com outros cinco acadêmicos, e distribuído empiricamente a pacientes por 10 anos. Seu uso estava proibido devido à falta de testes definitivos sobre sua eficácia. 

Desde o dia 13, não está mais: Dilma Rousseff sancionou neste dia uma lei que libera o porte, o uso, a distribuição e também sua fabricação

Seus defensores comemoram a medida, enquanto cientistas criticam a presidenta por um ato que consideram "populista".

A classe médica, contrária ao medicamento pela falta de testes clínicos que confirmem sua eficácia, decidiu reagir e recorreu ao Supremo Tribunal Federal por meio de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin). Na quarta-feira (20), o STF estabeleceu um prazo de cinco dias para que a presidenta explique as razões de ter liberado o uso de um remédio que não passou por testes clínicos exigidos pela legislação brasileira.
O tema é controverso. A fosfo, como a substância é popularmente chamada, não é um remédio reconhecido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – que reagiu à sanção de Dilma com um comunicado de alerta. 
Para que a agência registre o composto como remédio, faltam análises que comprovem sua atuação no corpo humano, a despeito dos relatos favoráveis de usuários e de testes iniciais realizados em laboratório. Por essa razão, a classe médica e cientistas desaprovam seu uso e inclusive taxam a pílula de placebo. A Associação Médica Brasileira entrou com a Adin no Supremo por entender que a legislação que regula o uso de medicamentos foi violada.


O QUE É A FOSFOETANOLAMINA E COMO ATUA?


A fosfoetanolamina sintética foi desenvolvida pelo professor aposentado da USP de São Carlos, Gilberto Orivaldo Chierice, doutor em Química. 
A substância é produzida e distribuída na forma de cápsulas, daí o apelido “cápsula do câncer” ou “pílula do câncer”. Sua pesquisa só existe no Brasil e chegou a ser objeto de reportagem – e também tema de um editorial – da revista Nature, considerada a mais importante revista científica do planeta. 
Existem muitos depoimentos positivos sobre ela e também dados reunidos por seus defensores em sites como este. 
A maioria deles descreve melhorias no estado geral de saúde, alguns falam de cura total.
O médico Renato Meneguelo, um dos pesquisadores brasileiros responsáveis pela criação da fosfoetanolamina, explica que ela representa “uma nova visão do tratamento contra o câncer”. “Ela é um marcador tumoral. 
O que ela faz é marcar a célula cancerígena para que o próprio corpo saiba que tem de combatê-la, através do sistema de imunidade”. Mesmo assim, recomenda-se que os tratamentos tradicionais contra o câncer sejam levados adiante.
Apesar de circular informalmente no país há mais de 20 anos, a "pílula do câncer" ficou famosa quando o Instituto de Química da USP de São Carlos, que a distribuía a doentes em tratamento, interrompeu o fornecimento. Houve reação popular, e a universidade passou a fornecer o composto aos que movessem uma ação judicial. 
A GLOBO MANDA NO PAÍS : 
Outro momento de fama da fosfo foi quando Dráuzio Varella condenou seu uso em uma participação sua no programa Fantástico, da TV Globo. O médico chegou a ser hostilizado nas redes.
POR CAUSA DE UMA OPINIÃO DA GLOBO O STF OBEDECEU E PROIBIU :
O Supremo Tribunal Federal decidiu nesta quinta-feira pela suspensão da lei que permite o uso da fosfoetanolamina sintética, a chamada "pílula do câncer", por pacientes com a doença.
O STF julgou a ação direta de inconstitucionalidade protocolada pela Associação Médica Brasileira (AMB), que questiona o texto sancionado em abril pela presidente afastada Dilma Rousseff, o qual libera o porte, o uso, a distribuição e a fabricação da substância, supostamente eficaz no combate contra tumores.
A decisão é provisória porque diz respeito a uma medida liminar na ação direta de inconstitucionalidade, providência tomada para eliminar uma situação de risco a direitos, durante o tempo necessário para o desenvolvimento do processo principal. Portanto, a lei fica suspensa até o julgamento definitivo do tema, que ainda não tem data para acontecer.
Seis ministros votaram pela suspensão do texto, usando argumentos como a falta de testes que comprovem a eficácia do composto e indiquem seus efeitos colaterais.
"Se nós permitirmos ao Parlamento legislar dessa forma na área da farmacologia estaremos abrindo um precedente extremamente perigoso", disse o ministro Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo.
Edson Fachin, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Rosa Weber votaram pela permissão do uso da sustância apenas por pacientes terminais. Na prática, a lei passaria a valer apenas para esses casos.
Segundo Gilmar Mendes, se o acesso fosse suspensa totalmente, os ministros estariam estimulando a judicialização do tema de forma abusiva e sem parâmetro.
Ausente, Celso de Mello não votou.
No mesmo julgamento, os ministros mantiveram suspensas decisões judiciais que obrigavam o governo a fornecer a "fosfo".

A lei

Mas o que ficou abscura foi a autoria da Lei, naquele momento ninguém tinha o conhecimento do autor da Lei, até hoje dia 20 de março de 2017, quanto a GAZETA CENTRAL ( BLOG) , recebeu no twitter o comunicado do EDUARDO BOLSONARO, a qual em sua conta ele ressalva, que o próprio STF, vai importar o mesmo remédio dos Estados Unidos.
Sancionado em abril, o texto permitia que pacientes diagnosticados com a doença usassem a fosfoetanolamina por livre escolha.
A sanção da presidente havia sido criticada pela comunidade científica por liberar um composto que não tem registro na Anvisa nem eficácia comprovada.
Produzida há mais de 20 anos, a fosfoetanolamina sintética foi estudada pelo professor aposentado Gilberto Orivaldo Chierice, no Instituto de Química da USP em São Carlos, e distribuída gratuitamente durante décadas para pacientes.
Em abril, o presidente do STF , Ricardo Lewandowski, autorizou a USP a interromper o fornecimento das pílulas, o que levou a uma enxurrada de ação judiciais e pôs a "fosfo" nos holofotes.

Argumentos

Entre os argumentos contrários à liberação da pílula está o desconhecimento sobre a ação e os efeitos colaterais da "fosfo" em humanos. Na ação proposta ao STF, a AMB diz que essas incertezas seriam incompatíveis com direitos constitucionais fundamentais, como o direito à saúde, à segurança e à vida.
"Está sendo autorizado o uso de uma substância que as comunidades brasileira e internacional não conhecem em relação ao câncer. O medicamento serve para quê? Em que dose? Deve ser usado como? Qual doente pode usar? Não temos absolutamente nada disso", disse o presidente da AMB, Florentino Cardoso, à BBC Brasil.
Para Cardoso, os estudos feitos até agora sobre a ação da substância em tumores não comprovam sua eficácia e nem expõem seus riscos.
Por outro lado, os pesquisadores que estudam a molécula dizem que trabalhos publicados no país e internacionalmente indicam a eficácia da fosfoetanolamina.
Um dos principais pesquisadores da área e autor de 12 estudos sobre o tema, o imunologista Durvanei Augusto Maria diz que a substância impede o crescimento de tumores e evita a formação de metástases, ao induzir a liberação de enzimas que matariam a célula doente. Além disso, teria um "afinidade química" para penetrar nas células tumorais, poupando as saudáveis.
FONTES 

EL PAÍS 

Após liberar pílula do câncer por pressão popular, Dilma é questionada no Supremo

São Paulo 

BBC-BRASIL 

STF suspende lei que liberava 'pílula do câncer'; entenda o debate

  • 19 maio 2016

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