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O JANTAR POLÊMICO : ENTRE O JUÍZ SÉRGIO MORO E O PROFESSOR LEANDRO KARNAL <<>> O RADICALISMO DESTRÓI SONHOS E FECHA AS POSSIBILIDADES DE MUDANÇA <<>> É PREJUDICIAL A DEMOCRACIA







RENATO SANTOS  12/03/2017    Bom domingo a todos, ontem sábado eu recebi uma  publicação na minha rede social  do facebook e do twitter, onde apareceu uma foto  de um jantar ocorrido creio em Curitiba entre o  MM. Dr, Juíz Sérgio Moro e o professor  Leandro Karnal. 




Que veio acompanhado de críticas, onde as pessoas só avaliaram a tal da foto, mas,  não se preocuparam com a origem da informação , isso se chama radicalismo é pior que a CLEPTOCRACIA, COMUNISMO , SOCIALISMO juntos .  

Ficam preocupados com o jantar, com tantos problemas que o nosso País está passando, quanta hipocrisias .

Ao mesmo  tempo  uma das nossas leitoras também me postou essa foto, disse a ela que iria investigar qual sentido dessa  matéria. 

Creio que o responsável por ela também queria " participar"  do tal jantar,  perdendo uma grande possibilidade de fazer uma reportagem mais com lógica que pena.

VAMOS DESMASCARAR  ALGUNS ASPECTOS DO JANTAR :

Quando afirmo que tem pessoas mal intencionadas não faço como vingança e sim alerta, o sitio cafezinho perdeu verbas do atual governo federal, como é de se esperar, a sua alta crítica destrutiva é radical e ainda pega uma reportagem que não podemos chamar de cidadão brasileiro a qual detona seu veneno , trata-se  :

Vejam  como fazem ataque e ainda usam uma frase: 

“Se ficarmos neutros perante uma injustiça, escolhemos o lado do opressor”, já dizia o bispo sul africano Desmond Tutu, Nobel da Paz em 1984 e ícone na luta contra o apartheid. 

gazeta central

Nesse texto tratava-se de uma ditadura onde os brancos sul africanos matavam os negros, os senhores distorcem os fatos, o papel do JUIZ SERGIO MORO é colocar na cadeia quem roubou esse País. 

Levando dinheiro nosso através de uma acordo criminoso entre  o foro de são paulo com seus bonecos de luxos ditadores que usaram o regime comunista para manter  em cativo seus opositores como CUBA E VENEZUELA .

gazeta central 

Depois  que  FHC, LULA E DILMA foram os piores presidentes do BRASIL, o PAÍS se aprofundou no apartheid  social  senhores . 

Matéria publicada nos sitios comunistas como cafezinho e 247. 

11/03/2017  na integra 

"Karnal escolheu ser isento. Escolheu a face midiática de Moro na qual ele “combate a corrupção” (sei, Andréa Neves e Cláudia Cruz estão de boas andando por aí) para lhe fazer um elogio, deixando de lado ações altamente controversas do juiz que não cabem, sob nenhuma ótica, na coerência do historiador. Leandro escolheu se abster, num país que a desigualdade mata todo dia e que a plutocracia avança a passos largos", diz Tadeu Porto, em artigo no blog Cafezinho.

“Se ficarmos neutros perante uma injustiça, escolhemos o lado do opressor”, já dizia o bispo sul africano Desmond Tutu, Nobel da Paz em 1984 e ícone na luta contra o apartheid.

Essa é uma frase que vira e mexe aparece nossas timelines cotidianas, e hoje é dia dela dar o ar de sua graça novamente, afinal, o “isentão” dos novos tempos, o historiador Leandro Karnal, postou uma foto em seu Facebook ao lado de Sérgio Moro o chamando de amigo e dizendo apreciar a inteligência do juiz.
Não conheço o histórico do Leandro com Sérgio, às vezes a amizade dos dois consegue fazer com que o professor consiga enxergar alguma capacidade intelectual no magistrado de maneira a conseguir apreciá-la. Contudo, confesso que nesses três anos de Lava-Jato e bombardeio midiático de Moro, eu o observo como uma pessoa totalmente limitada e que, se não fosse o interesse da mídia por essas figuras intermediárias para fazer o trabalho sujo do manutenção de poder, não teria sequer destaque em transmissões ao vivo no Facebook.
A limitação do “herói das pessoas de bem” fica clara em diversas falas e posicionamentos dele: desdes os destemperos com as defesas de seus investigados (o que é um claro absurdo, pois juiz tem que ser imparcial), até posturas extremamente arrogantes (e ignorantes, pois não cabe prepotência na sabedoria) como mandar advogado fazer concurso pra juiz ou ironizar a estratégia de defesa de algum investigado.
Moro é fruto da mídia golpista, pilar essencial da aristocracia brasileira e, por isso, consegue destaque nacional mesmo sendo tão medíocre.
Nesse sentido, justiça seja feita, o caminho midiático do Sérgio é completamente diferente do Karnal. O professor é consequência de uma nova maneira de se comunicar, fortemente ancorada pelo streaming de videos na internet, processo que é infinitamente mais democrático do que a imposição midiática que a velha imprensa nos impõe e que sustenta o juiz curitibano.
Eu já havia me decepcionado com Karnal no Roda Viva que ele participou em 2016 quando ele teve a oportunidade de explicar o Golpe de Estado que o Brasil sofria – como seu colega Mário Cortella o fez no mesmo espaço – e escolheu ficar em cima do muro, medindo com a mesma régua a presidenta Dilma, mulher eleita pelo voto popular e dificílima de imputar alguma conduta corrupta, e Michel Temer que, todos sabem por fatos e áudios, é irmão siamês de Eduardo Cunha, hoje considerado a figura mais corrupta da política partidária nacional.
Entretanto, naquele mesmo Roda Viva, Leandro deu respostas incríveis, principalmente sobre a “asneira sem tamanho” que é a escola sem partido e sobre o fascismo, o que me fez dar um certo crédito para ele, apesar de ter “marinado” sobre o Golpe.
E é por aí que a decepção com a foto de ontem aumenta por demais.
Primeiro, pois o professor falou com muita propriedade que o “fascismo é uma cadela que está sempre no cio” e, no contexto atual, não enxergar que Sérgio Moro é um dos pilares do neofascismo brasileiro (mesmo que ele não queira ser) é de uma cegueira inaceitável. Eu aposto com toda tranquilidade meu PS4 com o FIFA 17 dentro que qualquer retrato do fascismo atual brasileiro que a gente for analisar, terá um “viva Sérgio Moro” estampado e destacado de verde limão e amarelo fluorescente, e é imperdoável que Leandro não leve isso em consideração.
Segundo, pois por ser um defensor assíduo da educação, Karnal deveria estar amplamente ligado na destruição que presidente golpista promove na área, patrocinando uma PEC que diminui investimentos e uma reforma que recebe Alexandre Frota (porta voz da tal escola sem partido), com a devida proteção que Moro lhe fornece para continuar no cargo cometendo essas atrocidades (basta ver que o juiz não teve o menor pudor de expor Dilma em áudios ilegais mas não deixou Cunha fazer algumas perguntinhas ao Temer).
Karnal escolheu ser isento. Escolheu a face midiática de Moro na qual ele “combate a corrupção” (sei, Andréa Neves e Cláudia Cruz estão de boas andando por aí) para lhe fazer um elogio, deixando de lado ações altamente controversas do juiz que não cabem, sob nenhuma ótica, na coerência do historiador.
Leandro escolheu se abster, num país que a desigualdade mata todo dia e que a plutocracia avança a passos largos. E espero, de coração, que a dinâmica da vida faça com que ele pende para o lado dos oprimidos, pois o inverno que se desenha num futuro próximo não será nada fácil e, particularmente, tenho certa admiração pelo caminho democrático da internet que promove pessoas como ele, Clóvis Barros ou Mário Cortella.
Todavia, hoje, Karnal escolhe o lado do opressor, e enquanto posar sorridente ao lado de fascistas em potencial como Moro, infelizmente, minhas curtidas, minhas citações e meu respeito ele não mais terá.
Tadeu Porto é diretor do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense.

Na mesma  linha de pensamento ou de " cópia" segue o portal IG e o jornal diário de pernambuco vamos a chamada reportagem : 

11/03/2017

O professor e historiador Leandro Karnal postou em seu Facebook, no fim da noite da última sexta-feira (10), uma foto ao lado do juiz Sérgio Moro. "Dia intenso em Curitiba. Encerro com um jantar com dois bons amigos: juiz Furlan e juiz Sergio Moro. Talvez não faça sentido para alguns. O mundo não é linear. A noite e os vinhos foram ótimos. Amo ouvir gente inteligente. Discutimos possibilidades de projetos em comum", escreveu ele na legenda. Karnal é visto como um referencial da esquerda, contraponto a ideias fascistas e ao pensamento conservador. 


Sua amizade com Moro causou estranheza nos seguidores, que enxergaram o encontro quase como uma traição aos princípios defendidos pelo pensador, por ser uma espécie de endosso à forma como o juiz conduz os processos - criticados pela esquerda por serem parciais e seletivos. A imagem conta com quase 6 mil compartilhamentos, 10 mil comentários e 37 mil reações - a maioria negativa.


"Não consigo deixar de ficar muito triste com essa imagem.

Alguém que tanto admiro, que considero extremamente inteligente e sábio nas posições, com alguém que não respeita a lei, com alguém que, a meu ver, comete inúmeros crimes na perseguição de uma ou de outra pessoa. Triste, muito triste", comentou um seguidor. "Dizer que 'o mundo não é linear' é uma boa justificativa pra pagar de isentão. A isenção tem limite. Um dia a casa cai. Saudades da época que os intelectuais tinham alguns ideais próprios", escreveu outro. Karnal não comentou o caso.


DIA  

"Isenção tem limite", escreveu um dos internautas; foto do professor ao lado do juiz federal responsável pela Lava jato foi tirada em um jantar em Curitiba.  


O professor e historiador Leandro Karnal vem recebendo uma série de críticas dos seus seguidores desde a noite da última sexta-feira (10), quando ele publicou em suas redes sociais uma foto ao lado do juiz federal da primeira instância Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato.“Dia intenso em Curitiba. 

Encerro com um jantar com dois bons amigos: juiz Furlan e juiz Sérgio Moro . Talvez não faça sentido para alguns. O mundo não é linear. A noite e os vinhos foram ótimos. 

Amo ouvir gente inteligente. Discutimos possibilidades de projetos em comum”, escreveu Karnal, na legenda da imagem.Até as 19h deste sábado, a foto do historiador Leandro Karnal jantando com o juiz Sérgio Moro já tinha 49 mil reações, quase nove mil compartilhamentos e mais de 15 mil comentários. A foto foi publicada no fim da noite desta sexta.

GAZETA CENTRAL

Quer dizer que a pessoa  não pode mudar de lado, nem mesmo reconhecer que errou. 

O radicalismo mostra  isso, e não é só de petistas tinha raiva saindo pela boca através da babaquice de infantilidade de algumas que compartilharam,. 

Sem saber que a informação postada tinha e tem o objetivo de atrapalhar o trabalho do JUÍZ SERGIO  MORO a frente da lava jato, repito nem tiveram o trabalho de entrevistá-lo, simplesmente aproveitaram a foto e já fizeram suas mate rinhas pobre de conteúdo e péssimo em sabor.

Mas, quem é esse homem tão criticado  por analfabetos inúteis :

Leandro Karnal é um historiador brasileiro, atualmente professor da Universidade Estadual de Campinas na área de História da América. Wikipédia
Nascimento1 de fevereiro de 1963 (54 anos), São Leopoldo, Rio Grande do Sul
NacionalidadeBrasileiro

Continua  o ataque do 247  O historiador e professor da Unicamp Leandro Karnal apagou o post com a foto do jantar que teve neste fim de semana como juiz federal Sérgio Moro, em Curitiba; Karnal perdeu vários seguidores em sua página no Facebook e foi duramente criticado por se associar ao juiz, acusado de ser parcial e favorecer políticos do PSDB; Karnal ainda não se pronunciou sobre a polêmica.


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