Caso Vitória : Ocultação de Cadáver<<>> Sequestro <<>> Motivo Torpe <<>> Quadrilha<<>> O Processo Ficará na Vara Criminal de São Roque <<>> Juiz tem 10 dias Para Aceitar ou Não a Denuncia do Ministério Público







RENATO  SANTOS  17/07/2018    O  caso  da menina dos patins  cor de rosa, ontem  fez  um  mês  que  a  VITÓRIA  GABRYELI   foi encontrada  morta. 



Com seus bracinhos  amarrados  para traz  junto  com seus pés,  e  uma meia  na sua boca, crime que  chocou  não só  opinião pública no local  mas  em todo  Território  brasileiro, apesar  da  defesa  jurar  que seus  clientes  não tem nada  haver  com caso, os três  foram  indiciados  pelo Ministério Publico de São Paulo.

O  Ministério  Publico  denunciou a  Justiça   o casal MAYARA  E BRUNO  além do JULIO, em  crimes  de ocultação de  cadáver.

Segundo  o Código Penal  o Juiz  responsável pela  Vara  Criminal tem até  10 dias, se aceita  ou  não a denuncia, caso  aceita  os réus  serão citados  a defesa tem um prazo para se manifestar,  os  crimes  que responderam são : homicídio torpe, meio  cruel, ocultação de cadáver, também a promotora  pediu  a conversão temporária  em  preventiva, por tempo  indeterminado  até  o seu  julgamento final.

Provavelmente se  o Fórum  de  São Roque  não for  suficiente  para realização de  JURI  POPULAR, será feito  na COMARCA  DE  SOROCABA, quanto a  MAYARA  poderá  ficar na penitenciária  feminina de São Paulo.

Os denunciados vão responder pelos crimes de sequestro qualificado, homicídio qualificado por motivo torpe, meio cruel, sem possibilidade de defesa da vítima e ocultação de cadáver.

Os suspeitos do crime, presos no dia 29 de junho em Mairinque, também no interior, são o casal Bruno Maciel de Oliveira, de 33 anos, e Mayara Borges de Abrantes, de 24 anos. Eles foram identificados a partir de depoimentos do pedreiro Julio César Lima Ergesse, primeiro suspeito preso. O caso segue sob sigilo judicial.

A Delegacia Seccional de Sorocaba já havia pedido a prisão preventiva das três pessoas já detidas temporariamente sob suspeita da prática do crime.

A denúncia foi oferecida pela 1ª e 3ª Promotoria de Justiça de São Roque. O Ministério Público solicitou ainda a prisão preventiva dos denunciados e a manutenção do sigilo do processo - segundo nota do órgão, "a fim de preservar as provas produzidas na fase do inquérito policial".

O processo seguirá para a Vara Criminal de São Roque, onde haverá deliberação sobre o recebimento da denúncia. Caso recebida, os réus serão citados e poderão se defender. Todos podem ir a júri.

Vitória saiu de casa, no dia 8 de junho, para andar de patins e não voltou mais. A cidade de 17 mil habitantes se mobilizou nas buscas pela garota. O corpo foi encontrado oito dias depois, numa mata à margem da Estrada de Aparecidinha. Os patins foram achados ao lado do corpo.

A perícia mostrou que Vitória foi morta de forma violenta, por estrangulamento. Marcas nos braços e pernas revelaram que ela tentou se defender do agressor e teria sido amarrada.

A Secretaria da Segurança Pública do Estado chegou a oferecer uma recompensa de até R$ 50 mil a quem desse informações concretas sobre a autoria do crime.

Laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou que a causa da morte foi asfixia mecânica com constrição cervical. A polícia acredita que ela pode ter sido morta com um golpe conhecido como "mata-leão", em que o pescoço da vítima é apertado entre o braço e o antebraço do agressor.

O corpo da menina foi encontrado oito dias após o desaparecimento, num matagal, à beira da Estrada de Aparecidinha, no bairro Caxambu, zona rural do município. Os patins estavam ao lado do cadáver. O laudo apontou ainda marcas compatíveis com amarras nos braços e nos tornozelos da garota.

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