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Debate equilibrado <<>> A esquerda menos radicais deram as suas caras <<>> A esquerda radical não foram <<>> A direita esta dividida entre Alvaro Dias e Jair Bolsonaro <<>> Mas Assuntos Pra Nação só alguns <<>> aborto<<>>situação dos Venezuelanos<<>> Operação Lava Jato<<>> Transposição do Rio São Francisco <<>> Salários entre homens e mulheres <<>> Bolsa Familia <<>> E até SPC <<>> Coronel Ciro Gomes pensa que o Brasil é Curral Lamentável







RENATO  SANTOS   10/08/2018   Estive  analisando as  reportagens  referente  ao primeiro  debate realizado  no dia 09/08/2018, parece que  a  imprensa  comunista  sentiu  falta  de seu  criador.

Ainda  é  cedo  em falar  como saíram  todos os candidatos, mas  a  surpresa  ficou  por  conta  do JAIR  BOLSONARO,  foi ético  e teve sangue  frio  para aguentar  a cara  dos  comunistas que ali  estavam,  porém,  cuidado  com o partido novo, ele  representa  o "  filhote"  do PSDB,  usou  até a  Bíblia, s[ó na dele  tinha  Nação brasileira, é brincadeira não senhores e  fato, e  ainda tem mais o PT  deve  se unir  com PSDB  para  prejudicar  JAIR  BOLSONARO, se houver segundo  turno HADDAD  deverá  apoiar  GERALDO  ALKAMIN, caso  SÃO PAULO   vote neles, precisamos  votar  senhores  para  não termos  CUMINISTAS  DA UNASUR  no poder,  compareçam  todos  nas URNAS e vote.




O  tirano chamado  réu de  vulgo lula, tanto que  os vices  dele  não foram, queriam o que  é réu  condenado  na Justiça,  o qual  lugar  de um condenado  cadeia sinta-se  satisfeito. 


O Debate  não foi morno, teve  conteúdo  e  algumas  alfinetadas  em pessoas  que ainda  estão pensando  no aborto, além de um fato  muito  engraçado  , como  tirar  o nome  dos  devedores  do SPC, SERASA  E DO BANCO CENTRAL.


CIRO GOMES  pensou  ser  o CORONEL   lá do NORDESTE sem ofensas, são fato  onde  dita as regras, dizendo que  iria  limpar  o nome  dos 63  milhões  de devedores. 

Bom  Brasil  é  uma  Nação  e não Curral  para  Políticos, mais  um pouco  ele estaria  cometendo crime  eleitoral,  vender  seu  voto  para  limpar  seu nome, cuidado  CORONEL  isso  é  crime  previsto  tanto na Lei  eleitoral  como criminal.


O desemprego e as reformas tributária, da Previdência e do sistema político foram temas dominantes no primeiro confronto pela TV entre os candidatos à Presidência da República nas eleições 2018, no debate promovido ontem à noite pelo Grupo Bandeirantes em São Paulo.
Na primeira das três horas de discussão, as reformas já haviam sido mencionadas por Guilherme Boulos (Psol), Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede) e Álvaro Dias (Podemos).
Também participaram do debate os candidatos Jair Bolsonaro (PSL), Cabo Daciolo (Patriota) e Henrique Meirelles (MDB). O programa teve perguntas de jornalistas e confronto direto entre os candidatos. O primeiro foi dedicado a uma pergunta única sobre geração de emprego.
A operação Lava Jato, um dos temas que puxaram a pauta nacional recente, só foi citada após 1 hora e 37 minutos, quando Álvaro Dias questionou Meirelles a respeito. O ex-ministro da Fazenda chamou os demais candidatos de "desinformados" ao tratarem sobre economia nacional.
Marina e Ciro discutiram a obra da transposição do São Francisco e prometeram revitalizar o rio. Bolsonaro afirmou que o padrão salarial das mulheres no Brasil é equivalente ao dos homens e defendeu o modelo de escolas militarizadas para melhorar o padrão educacional do País.
Daciolo cobrou presença de seu nome em pesquisas e garantiu que a crise financeira nacional "é mentirosa" por causa de grandes volumes de recursos existentes em renúncias fiscais. A crise migratória na Venezuela foi comentada por Meirelles. Boulos citou uma funcionária fantasma do gabinete de Bolsonaro.
Nos blocos de confronto direto, Alckmin acabou sendo o mais acionado por seus adversários, ganhando com isso maior tempo de fala. Ele disse que pretende ampliar o Bolsa Família.
A formação de chapa do tucano com o "centrão" foi ironizada por Marina, que comparou o bloco partidário a um "condomínio cheio de lobo mau querendo comer o dinheiro da vovozinha".
Apenas Boulos chegou a reivindicar direito de resposta quando Bolsonaro o indicou como chefiado pela ex-presidente Dilma Rousseff. A produção do programa negou o pedido.
Lula, candidato oficializado pelo PT em convenção no último fim de semana e preso em Curitiba desde abril, não obteve autorização do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) para participar da transmissão.
Obedecendo à legislação eleitoral, outros quatro candidatos não foram incluídos no debate: Vera Lúcia (PSTU), João Amoêdo (Novo), José Maria Eymael (DC) e João Goulart Filho (PPL).




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