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A BURRICE NÃO TEM LIMITES <<>> SEGURANÇA DO GRUPO ZAFFARI QUE PRESTAVA SERVIÇOS A IGREJA ASSEMBLÉIA DE DEUS EM PORTO ALEGRE AGREDIU UM MORADOR DE RUA ISSO NÃO PODE CONTINUAR





RENATO SANTOS 10/01/2017    O limite da burrice chega ao extremo, a atitude dos " covardes" agressores e ainda caluniadores não tem nada a haver com a Igreja de Cristo, é um fato que precisa ser combatido o pastor e o responsável e ainda seu Presidente da Instituição precisa ser processado e preso, pois se trata de quadrilha e não de Cristãos , a verdadeira Igreja não agride e sim ama quem mais precisa, isso não pode ficar impune .



Polícia Civil já identificou dois dos autores do crime, que serão chamados nos próximos dias para prestar depoimento. Assembleia de Deus, por sua vez, rescindiu contrato com empresa de vigilância.

Os vigilantes que agrediram um morador de rua na Avenida Cristóvão Colombo, em Porto Alegre, trabalhavam como seguranças na Assembleia de Deus, igreja localizada a 200 metros do local do crime. Segundo a Polícia Civil, dois deles já foram identificados e serão chamados nos próximos dias para depor. O pastor responsável pela instituição religiosa também deve ser intimado para prestar esclarecimentos.
Ocorrido no último sábado, o caso repercutiu somente nesta quinta-feira, após a página Poa24hs publicar o vídeo do espancamento no Facebook. Até as 21h30min, eram mais de 56 mil compartilhamentos.
 As imagens mostram três homens de roupas pretas e coturnos desferindo golpes de cassetete e pontapés em Edson Luiz Walhbring, 25 anos, um catador de lixo conhecido por moradores da região pelo apelido de Alemão. O crime acontece no momento em que a vítima está sentada em uma escadaria em frente ao supermercado Zaffari.
Um familiar que prefere ter o nome preservado disse que o jovem seria usuário de drogas desde a adolescência e passou por uma série de internações na tentativa de se curar. Há cerca de quatro anos, entretanto, ele deixou a casa onde vivia com o pai para morar na rua.
Na tarde desta quinta-feira, agentes localizaram o rapaz e o encaminharam para a 3ª Delegacia de Polícia (DP) da Capital. No local, o homem, que está com uma das costelas quebradas e apresenta escoriações pelo corpo, prestou queixa contra os seguranças. 
Edson Luiz disse que fora acusado de furtar um corrimão do prédio da Assembleia de Deus e, por isso, os vigilantes o agrediram. Ele nega o roubo.
— Eu estou mais ou menos, com uma costela quebrada e um ombro deslocado — disse Edson Luiz, entrevistado nesta quinta-feira por uma equipe da RBS TV.
Titular da 3ª DP, o delegado Hilton Müller Rodrigues instaurou um inquérito por lesão corporal para investigar as circunstâncias do crime. Até então, não constava qualquer registro da agressão contra o homem no sistema policial.
A investigação ainda busca confirmar para qual empresa de vigilância os seguranças trabalhavam. A Assembleia de Deus, por sua vez, informou que rescindiu o contrato com a companhia depois da repercussão do caso. 
Na instituição, um homem que se apresentou como secretário, mas preferiu não se identificar, disse que a igreja não possui qualquer relação com os vigilantes, uma vez que se trata de trabalhadores terceirizados.
Morador de rua no bairro Floresta, Edson Luiz era conhecido pelos próprios agentes da 3ª DP, localizada ao lado do local do crime. Na delegacia, não consta qualquer denúncia contra o rapaz, segundo informou um agente. 
No Facebook, usuários condenaram o ataque: "Esse alemão anda sempre pelas ruas aqui do bairro juntando papelão e não faz mal a ninguém! Só pede comida, é super tranquilo!", escreveu um homem. "Isso é uma barbárie", comentou outro.
Em nota, o Grupo Zaffari informou que, após o espancamento, funcionários do supermercado prestaram socorro à vítima e acionaram a Brigada Militar (BM). 
Já o comandante do 9º Batalhão de Polícia Militar (BPM), tenente-coronel Marcus Vinícius Oliveira, informou que, quando os policiais chegaram ao local, não encontraram a vítima e nem os agressores. Então, registraram somente um boletim de atendimento — e não uma ocorrência.

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