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A GAZETA CENTRAL PUBLICA OS NOMES DOS ENVOLVIDOS NA OPERAÇÃO LAVA JATO ENTRE 2011 A 2014 ENTRE ELES JOSÉ MENTOR DO PT " REPUDIO COM VEEMÊNCIA" PALAVRAS DELE <<>> SÓ QUE ELE RECEBEU DAS EMPREITEIRAS JUNTAS R$ 79.894.750,00 QUAL O VALOR QUE ELE REPUDIA MESMO ?




RENATO SANTOS 21/01/2017   Depois da morte do Ministro do STF, que era o relator da Operação Lava Jato, fizemos uma  " busca" e encontramos nomes dos envolvidos na Operação.




As informações mostradas aqui são informações 100% públicas, e nos baseamos fundamentalmente nos conceitos de Transparência e Dados Abertos, utilizando a Lei de Acesso a Informação e os dados contidos nos Repositórios de Dados Abertos, para melhoria do debate público e, principalmente, o exercício da Cidadania. 

Os dados dos candidatos e doações de campanha foram obtidos da base do Tribunal Superior Eleitoral

Os dados dos deputados em exercídio de 2011 a 2014 são obtidos na seção de dados abertos da Câmara dos Deputados, e os dos senadores são obtidos na seção de dados abertos do Senado Federal

Os dados sobre os políticos e empresas relacionadas na Operação Lava Jato foram obtidos diretamente na página especial da Lava Jato do Ministério Público Federal , em adição às informações obtida no site da Controladoria Geral da União

Portanto a GAZETA CENTRAL ( blog) se reserva o direito de publicar, diante da opinião pública, para que fique registrado os fatos ocorridos.

VEJAM A LISTA COMPLETA :

José Renan Vasconcelos Calheiros (PMDB-AL)
Aníbal Ferreira Gomes (PMDB-CE)
Roseana Sarney Murad (PMDB-MA)
Edison Lobão (PMDB-MA)
João Alberto Pizzolatti Junior (PP-SC)
Luiz Lindbergh Farias Filho (PT-RJ)
Vander Luiz dos Santos Loubet (PT-MS)
Cândido Elpidio de Souza Vaccarezza (PT-SP)
Gleisi Helena Hoffman (PT-PR)
Humberto Sérgio Costa Lima (PT-PE)
Simão Sessim (PP-RJ)
Arthur César Pereira de Lira (PP-AL)
Benedito de Lira (PP-AL)
José Mentor Guilherme de Melo Neto (PT-SP)
Eduardo Cunha (PMDB-RJ)
José Otávio Germano (PP-RS)
Luiz Fernando Ramos Faria (PP-MG)
Roberto Sérgio Ribeiro Coutinho Teixeira (PP-PE)
Eduardo Henrique da Fonte de Albuquerque Silva (PP-PE)
Aguinaldo Velloso Borges Ribeiro (PP-PB)
Aline Lemos Corrêa de Oliveira Andrade (PP-SP)
Carlos Magno Ramos (PP-RO)
Ciro de Nogueira Lima Filho (PP-PI)
Dilceu João Sperafico (PP-PR)
Gladson de Lima Cameli (PP-AC)
Jeronimo Pizzolotto Goergen (PP-RS)
João Felipe de Souza Leão (PP-BA)
João Luiz Argôlo Filho (SD-BA)
João Sandes Junior (PP-GO)
José Afonso Ebert Hamm (PP-RS)
José Linhares da Ponte (PP-CE)
José Olimpio Silveira Moraes (PP-SP)
José Otávio Germano (PP-RS)
Lázaro Botelho Martins (PP-TO)
Luiz Carlos Heinze (PP-RS)
Luiz Fernando Ramos Faria (PP-MG)
Mário Silvio Mendes Negromonte (PP-BA)
Nelson Meurer (PP-PR)
Pedro da Silva Corrêa de Oliveira Andrade Neto (PP-PE)
Pedro Henry Neto (PP-MT)
Renato Delmar Molling (PT-RS)
Roberto Balestra (PP-GO)
Roberto Pereira de Britto (PP-BA)
Roberto Sergio Ribeiro Coutinho Teixeira (PP-PE)
Romero Jucá Filho (PMDB-RR)
Simão Sessim (PP-RJ)
Valdir Raupp de Matos (PMDB-RO)
Vilson Luiz Covatti (PP-RS)
Waldir Maranhão Cardoso (PP-MA)
INQUÉRITOS JÁ INSTAURADOS
Fernando Affonso Collor de Mello (PTB-AL)
Antonio Augusto Junho Anastasia (PSDB-MG)
O TRABALHO DO MINISTRO :
O Ministro estava trabalhando no seu silencio e sua conduta de reserva pessoal, só esquece de uma coisa " sua segurança".
O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, mandou abrir 21 inquéritos para investigar deputados e senadores supostamente envolvidos na Lava Jato. 

Teori acolheu parte do pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que pediu 28 inquéritos contra 49 parlamentares. No mesmo despacho, o ministro mandou arquivar investigação sobre os senadores Delcídio Amaral, Romero Jucá, Alexandre José dos Santos, Henrique Eduardo Lyra Alves e Aécio Neves. 

FOCO DESVIOS DE RECURSOS DA PETROBRAS 

Entre os investigados estão “autoridades com prerrogativa de foro e outros possíveis envolvidos em investigação cujo foco principal são desvios de recursos da Petrobrás”.

Em todos os casos, o ministro revogou o sigilo na tramitação dos procedimentos, tornando públicos todos os documentos. A instauração de inquéritos foi considerada cabível porque há indícios de ilicitude e não foram verificadas, do ponto de vista jurídico, “situações inibidoras do desencadeamento da investigação”.

Ao se referir à base das denúncias – delações do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa -, o ministro ressaltou que a abertura de inquérito não representa “juízo antecipado sobre autoria e materialidade do delito”, principalmente quando os indícios são fundados em depoimentos colhidos em colaboração premiada”.

O SIGILO 

O ministro ressalvou que a lei impõe regime de sigilo ao acordo de colaboração premiada até a decisão de recebimento da denúncia. No entanto, nesses procedimentos, considerando que os colaboradores já têm seus nomes expostos publicamente, pois são réus em ações penais com denúncia recebida, e que o próprio Ministério Público manifestou desinteresse na tramitação sigilosa, “não mais subsistem as razões que impunham o regime restritivo de publicidade”.

Um nome chama atenção :

COM A PALAVRA, JOSÉ MENTOR.
“Recebi estarrecido a notícia sobre a inclusão de meu nome na lista de investigação da Petrobrás, já que não tenho qualquer ligação e repudio com veemência quaisquer tentativas de me ligarem com o objeto dessas investigações.
Sobre as notícias veiculadas vou procurar, com toda a tranquilidade, conhecer o que a mim é atribuído e, posteriormente, prestarei os esclarecimentos necessários.”

Repudio com veemência , repudia deputado se o senhor recebeu verbas para sua campanha ?

Vamos a sua ficha :

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