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O CASO DO MINISTRO TEORI <<>> AERONAVE ESTAVA EM BOAS CONDIÇÕES<<>> POSSÍVEIS ERROS <<>> FALTA DE ORIENTAÇÃO DA TORRE <<>> VENTOS CONTRÁRIOS <<>> OU UM POSSÍVEL ERRO DO CONTROLADOR JÁ QUE ERA MONITORADO POR INSTRUMENTOS ESSAS SÃO SUPOSIÇÕES




RENATO SANTOS 24/01/2017


Em uma conversa, de acordo com informações o piloto diz que vai esperar a chuva diminuir antes de pousar, a pergunta é pra quem, e se ele recebeu a orientação da torre de controle do aeroporto mais próximo , se dava para ele descer ou não, já que deve ter sido orientado pelos instrumentos por causa do mal tempo.

Osmar Rodrigues, que pilotava o King Air, fez duas tentativas de pouso antes da aeronave se chocar contra o mar. As informações foram coletas no gravador de voz do avião, que está sendo analisado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos.

E ainda se não houve falhas técnicas na aeronave, então a hipótese pode ter sido um vento ao contrário de sua descida essa possibilidade pode ter desestabilizado a aeronave, já que ele bateu com a sua asa esquerda.

VOCE SABE O QUE ACONTECE QUANDO O VENTO MUDA DE DIREÇÃO NA HORA DO POUSO E DECOLAGEM ?

Como moro perto do aeroporto Internacional de Guarulhos, acompanho esse momento quando a chuva vem forte.

A escolha da direção na qual os aviões chegam ou saem depende da direção do vento naquele momento. Todas as aeronaves – aviões e helicópteros – devem decolar e pousar com vento de frente para garantir a segurança das operações.
“Deve-se decolar sempre com vento de proa (frente) para diminuir a distância de decolagem e aumentar o ângulo de subida. 
Caso o vento diminua repentinamente, a segurança não será afetada se o piloto decolou com 120% a 130% da velocidade de estol (a mínima necessária para dar sustentação ao voo)”, afirma o engenheiro aeronáutico Jorge Homa no livro ''Aerodinâmica e Teoria de Voo''.
No pouso, os ventos frontais permitem uma aproximação com velocidade mais baixa em relação ao solo. Isso faz com que, ao tocar o chão mais lentamente, se percorra uma distância menor para frear o avião.
Instantes antes da decolagem ou do pouso, os pilotos são sempre informados pela torre de controle da direção e velocidade do vento. Em aeroportos pequenos, que não contam com controle de tráfego aéreo, a indicação é feita pela biruta – um cone de tecido com abertura nas duas extremidades que fica localizado no alto de um poste próximo à pista.
Nem sempre, no entanto, os aviões conseguem pousar ou decolar com ventos frontais. Quando o ar sopra lateralmente, a atenção dos pilotos deve ser redobrada. É que o vento pode empurrar o avião para fora do eixo da pista e o piloto precisa corrigir esse desvio.
No entanto, cada modelo de avião conta com uma velocidade limite dos ventos laterais para os pousos ou decolagens.
Sem vento
Quando os ventos estiverem abaixo de 10 km/h, independentemente da direção em que sopram, os pilotos ou os controladores de tráfego aéreo poderão decidir qual a melhor cabeceira da pista a ser utilizada para as operações naquele momento.
Os critérios podem ser a condição do piso, a inclinação da pista, obstáculos como montanhas ou prédios ou simplesmente o melhor fluxo para o tráfego aéreo.
Planejamento de novos aeroportos
A direção dos ventos é um dos primeiros fatores a serem analisados na hora de fazer o planejamento de construção de novos aeroportos. 
A predominância dos ventos ao longo do ano é o que vai determinar onde a pista de pouso e decolagem será construída.
A intenção é que, na maior parte do ano, os aviões possam se aproximar ou partir com os ventos mais frontais possíveis.
Em maio deste ano, um aeroporto em um território ultramarino britânico não pôde ser inaugurado por conta dos fortes ventos. 
Durante os testes, os pilotos tiveram de arremeter e na segunda tentativa quase não conseguiram pousar por conta dos ventos.
Em grandes aeroportos nos quais a direção do vento varia constantemente pode haver, inclusive, a construção de pistas perpendiculares.

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