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CASO DE GOIÂNIA <<>> MAIS UM ANJINHO MORTA POR VIZINHO<<>> ANA CLARA PIRES CAMARGO DE 7 ANOS <>>> FOI ENCONTRADA <<>>> PORÉM A JUSTIÇA JÁ FOI FEITA <<>> O SEU ASSASSINO FOI MORTO PELA PM DE GOIÂNIA <<>> PAIS CUIDEM DE SUAS FILHAS OU FILHOS <>>> CUIDADO COM TODOS INCLUSIVE CONHECIDOS <>> CAUSA DA MORTE TRAUMATISMO CRANIANO SEGUNDO O IML






RENATO SANTOS  22/02/2017   Quanta violência contra as nossas crianças aqui no Brasil, falta de tudo, deste a JUSTIÇA até DEUS no coração das pessoas, mas, o que leva uma pessoa matar uma criança e ainda ter a cara de pau de participar das buscas pela criança  desaparecida, é muito crueldade, sem medidas.


No País que eu inventei  esse tipo de criminoso tinha que morrer, sem dó, mas foi exatamente que ocorreu em GOIAS, ele enfrentou a POLICIA MILITAR e despachou para os quintos dos infernos, onde é o lugar dele e quem vier defender esse disgramado infeliz com as informações do JORNAL POPULAR.



O POPULAR
PORTAL G1 
GAZETA CENTRAL ATUALIZANDO 

Por volta das 9h desta quarta-feira (22) o corpo da menina Ana Clara Pires Camargo, de 7 anos, que estava desaparecida há 5 dias, em uma área de mata na GO-462, em Santo Antônio de Goiás, na Região Metropolitana de Goiânia. De acordo com a Polícia Civil, o suspeito pelo crime já foi identificado e é procurado. 
Ana Clara desapareceu no início da tarde da última sexta-feira (17), no Residencial Antônio de Carlos Pires, na capital. Segundo familiares, ela saiu para comprar um refrigerante, foi vista conversando com alguém em um carro prata, voltou para casa e almoçou. 
Em seguida, saiu mais uma vez para entregar um dinheiro a uma vizinha. De acordo com a polícia, a menina esteve no local, mas não deixou o dinheiro. Ela desapareceu quando retornava para casa.
O corpo foi retirado do local às 12h30, após perícia da Polícia Técnico-Científica na área, e  encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia. No local, os policiais também acharam um VW Gol prata, que pode ser do suspeito do crime.
A perícia no veículo, que durou cerca de uma hora, encontrou um pacote contendo um composto químico ácido, não especificado, e um vidro de álcool.
A região fica a cerca de 10 quilômetros da casa de Ana Clara. A polícia destacou que as buscas foram complexas, já que a área é cercada por chácaras e fazendas.


De acordo com a Polícia Civil, o principal suspeito do crime é o vendedor ambulante e vizinho da família de Ana Clara, Luiz Carlos Costa Gonçalves.  Policiais do serviço de inteligência das polícias Militar e Civil procuram o homem.



Desde o sumiço de Ana Clara, a força-tarefa, que reúne as polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros, fazia buscas pela criança na região em que ela morava.



Na terça-feira (21), uma mulher, que não quis ser identificada, acionou a Polícia Civil após ouvir uma criança gritando por socorro em uma chácara de Goiânia. Ao receber a denúncia, a corporação foi até o local indicado verificar se os chamados eram da garota Ana Clara, mas ela não foi achada.



As buscas continuaram e o delegado Valdemir Pereira da Silva, titular da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), responsável pelo caso, confirmou que o corpo dela foi achado nesta manhã.



Em nota, a Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP) informou que a o corpo da vítima foi localizado”em uma mata marginal à rodovia GO-462, próximo à Embrapa, após análise de informações que foram coletadas pelas polícias Civil e Militar”.

Ana Clara Pires Camargo, 6, está desaparecida desde a tarde de sexta-feira (17), em Goiânia, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Ana Clara foi encontrada morta em uma mata em Santo Antônio de Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
VW Gol prata foi encontrado em área de mata em que Ana Clara foi achada morta, em Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)VW Gol prata foi encontrado em área em que Ana Clara foi achada morta (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Revolta
Depois que receberam a notícia sobre a localização do corpo de Ana Clara, vizinhos da família se reuniram na frente da casa da família. Revoltados, eles pediam punição para o responsável pelo crime (assista no vídeo abaixo).

“A gente está muito revoltado. Uma criança indefesa, quem sabe o sofrimento que ele a fez ela passar. A gente pede pelo amor de seja feita justiça. Queremos justiça para Ana Clara”, disse ao G1 a dona de casa Aparecida Simão Vaz Lima, de 57 anos.
Segundo ela, a mãe da menina, a cabeleireira Glauciane Pires Silva, passou mal ao saber que o corpo da filha foi achado. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada. “Ela está muito abalada. Não sabe se chora, se grita por socorro. A família inteira está muito abalada”, destacou.
A vizinha afirma que a mãe e o padrasto da menina, o vidraceiro Cesarino Epaminondas Filho, deixaram a casa em que moram e seguiram para o local em que o corpo foi achado.


Por volta das 11h15, um grupo de vizinhos seguiu para a casa do suspeito do crime, que fica uma rua abaixo da casa da menina. Eles tentaram depredar o imóvel, mas foram impedidos pela Cavalaria da Polícia Militar.

Desaparecimento
Ana Clara sumiu após ir até a casa da vizinha, Cláudia Helena do Nascimento. A mulher, que foi uma das últimas a ver a criança, disse que a garota ficou poucos minutos na casa dela e ressaltou que ainda não acredita no que aconteceu.


O G1 percorreu o caminho que a garota fez antes de desaparecer. A equipe passou pela rua da casa onde ela mora, atravessou um lote vago até chegar à casa da vizinha e voltou pelo mesmo trajeto.

Na segunda-feira (20), a polícia realizou uma perícia na casa da criança. Segundo o delegado, foram recolhidas roupas que serão analisadas pela Polícia Técnico-Científica. Ele garantiu que, nas buscas feitas na residência, não encontrou vestígios de crime no local.
A mãe da criança implorou por notícias da filha. Naquela manhã, ela, familiares e vizinhos fizeram um protesto na porta da Deic, cobrando agilidade nas investigações.


Os colegas de classe e amigos de Ana Clara escreveram cartas para a criança relatando que sentem saudades da menina e desejando que ela voltasse logo. Segundo a professora da turma, Glaucia Wanderley Reis Wotkosky, todos na escola ficaram muito abalados com a notícia do sumiço dela.



Parentes e amigos fizeram a primeira manifestação ainda no domingo (19), pedindo pelo retorno da criança. Eles caminharam pelas ruas do setor Antônio Carlos Pires, fecharam a GO-462 por alguns minutos e liberaram em seguida. O grupo levava cartazes pedindo notícias da criança e que, se alguém estiver com ela, que a solte.



O ato aconteceu no dia do aniversário de 7 anos de Ana Clara. Enquanto caminhavam, os manifestantes cantaram parabéns em homenagem a ela.
A CAUSA DA MORTE 

O Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia informou na tarde desta quarta-feira (22) que a causa provável da morte da garota Ana Clara Pires Camargo, de 7 anos, foi traumatismo craniano. A menina, que estava desaparecida há cinco dias, foi localizada nesta manhã, em uma área de mata na GO-462, em Santo Antônio de Goiás, na Região Metropolitana de Goiânia. O suspeito do crime foi morto em uma troca de tiros. 
Segundo o diretor do IML, Marco Egberto, pela situação em que o corpo foi localizado, a suspeita é que ela tenha morrido na sexta-feira (17), dia em que desapareceu. "Provavelmente, foi uma pancada na cabeça, mas o médico ainda vai estudar as lesões", disse ao G1.
Egberto destacou ainda que não há como confirmar se a vítima sofreu algum tipo de violência sexual. A família já reconheceu o corpo no local onde ele foi localizado, mas será preciso coletar material genético para a confirmação oficial, o que deve ocorrer em uma semana. Por isso, o corpo será  liberado como ignorado e depois a certidão de óbito é corrigida.
"Por toda a investigação, fizemos um termo de liberação para a família. Quando há grandes indícios de que o corpo seja de um parente de primeiro grau, podemos fazer isso. Eles assinam sendo responsáveis pelo corpo e informações prestadas", completou o diretor.
O corpo de Ana Clara seguia no IML de Goiânia até as 17h e ainda não há previsão para ser liberado.
Desaparecimento
Ana Clara desapareceu no início da tarde da última sexta-feira (17), no Residencial Antônio de Carlos Pires, em Goiânia. Segundo familiares, ela saiu para comprar um refrigerante, foi vista conversando com alguém em um carro prata, voltou para casa e almoçou.

Em seguida, saiu mais uma vez para entregar um dinheiro a uma vizinha. De acordo com a polícia, a menina esteve no local, mas não deixou o dinheiro. Ela desapareceu quando retornava para casa.
O corpo dela foi localizado em uma mata por volta das 9h. No local onde o corpo foi achado, que fica a cerca de 10 quilômetros de onde a criança sumiu, os policiais também acharam um VW Gol prata, que pode ser do suspeito do crime.
A perícia no veículo, que durou cerca de uma hora, encontrou um pacote contendo um composto químico ácido, não especificado, e um vidro de álcool.
Suspeito é morto
O principal suspeito do crime, o vendedor ambulante Luis Carlos Costa Gonçalves, de 35 anos, foi morto após ser baleado durante um confronto com policiais, no Setor Carolina Park, em Goiânia.


Segundo a Polícia Civil, ele era conhecido e já foi vizinho da família da vítima. Atualmente, morava em um bairro próximo. Natural de Presidente Dutra (MA), ele trabalhava revendendo blocos de notas em Goiânia para comerciantes do Setor Campinas e da Rua 44, no Setor Norte Ferroviário.
Em nota, a Polícia Militar informou que Luis Carlos foi localizado “no Setor Lorena Park, em Goiânia, na tarde de hoje por equipes do Serviço Reservado da Polícia Militar (PM2) e da Polícia Civil”. Segundo a corporação, na abordagem, o suspeito de matar Ana Clara “agiu de maneira violenta” e, “durante o confronto, foi atingido por disparos de arma de fogo vindo a óbito no local”.
Revolta
Vizinhos da menina tentaram invadir um sobrado que fica uma rua abaixo da casa da garota, no Residencial Antônio de Carlos Pires, nesta manhã. Segundo eles, o imóvel pertence ao vendedor ambulante. A Cavalaria da Polícia Militar estava no bairro e impediu a invasão.

O imóvel estava fechado e aparentemente vazio. Populares chutaram o portão e chegaram a abri-lo, mas a PM, que estava na região, chegou e impediu que a casa fosse depredada. Os agentes seguiam no local por volta das 11h30 tentando acalmar os moradores. Ninguém foi preso.
Vizinha da família de Ana Clara, a dona de casa Aparecida Simão Vaz Lima, de 57 anos, diz que todos estão muito nervosos com o crime. “A gente está muito revoltado. Uma criança indefesa, quem sabe o sofrimento que ele a fez ela passar. A gente pede pelo amor de seja feita justiça. Queremos justiça para Ana Clara”, disse.
Ana Clara sumiu após ir até a casa da vizinha Cláudia Helena do Nascimento. A mulher, que foi uma das últimas a ver a criança, disse que a garota ficou poucos minutos na casa dela e ressaltou que ainda não acredita no que aconteceu.

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