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LULLAPALULLA: O " Zhôme Mais Zhonesto Da Zhona Zelite Zodebrecht”





RENATO SANTOS 05/05/2017  
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Deoclecio Albuquerque Fortes Britto ESSA AÍ É A GENERALA DA NEW WORLD ORDER!!!
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Deoclecio Albuquerque Fortes Britto LULLAPALULLA: O “Zhôme Mais Zhonesto Da Zhona Zelite Zodebrecht” 

Don Lulla Ratão não para de delirar. Elle é um talento inato para o crime institucional. E as condições históricas (pessoal e do país) se aliciaram para fornecer a elle mais um título honorífico Honoris Causa: “Criminoso do Século”. Comparado a elle, Adolfo Hitler conseguiu conduzir um país à II Guerra Mundial, conflito que devastou a Alemanha com a fúria degenerada da irracionalidade do “Salvador da Pátria” alemã.

Agora, o Analfabeto “Salvador da Pátria” Brasil deseja, a todo custo, a todo vapor, agendar uma guerra civil transformando seu processo jurídico numa disputa nacional dos movimentos sociais terroristas em favor da absolvição de seus muitos crimes lesa-pátria. “Lullapalulla” quer dizer a extraordinária ascensão social de um Analfabeto caipira à presidência da República Federativa do Brasil. E consequente desconstrução.

O caburé bruaqueiro dos “zinterior” de Pernambuco se deu bem. Conduzido pelo marxismo de palanque de portas de fábricas às polêmicas discursivas dos candidatos à presidência da República nos estúdios de TVvisão. A decadência cultural brasileira muito contribuiu para isto. O Brasil é um país de analfabetos de todos os modelos: reais, virtuais, iletrismo, funcional, crítico, cibernético, cultural, estatístico, ecológico, emocional, mental, entre outros, muitos outros analfabetismos.

Daí, a extraordinária coisa incomum da pessoa de Lullapalulla e o oportunismo das circunstâncias históricas favoráveis a ascensão do dito ao poder político da presidência da República. Logo-logo se confirmou o apoio incondicional de todos os analfabetos das classes artísticas e profissões liberais: atores, atrizes, autores, pintores, poetas, meretrizes, filósofos, “zarticulistas” de jornais, professores “zuniversitários”, padres e freis da “Teologia da Libertação”. Em suma:

Lullapalulla se afirmou uma unanimidade a partir do fenômeno político da cultura da decadência nacional. Da cultura do analfabetismo intestinal vernáculo unânime. Todos os habitantes do país dos foliões da Sapucaí logo-logo se tornaram manifestos apoiadores incondicionais do “Pai do Céu” de todos os analfabetos da cultura dos instintos reprimidos e vingativos nacionais. 

Havia chegada a hora da desforra, da retaliação, da vindita, da revanche, da condenação. Todos os “burgueses das zelite” seriam alvo de seus escarros e seus catarros atingiriam a face culpada da classe média burguesa brasileira. Como diria a Musa Trôpega do marxismo nacional: “eu odeio a classe média”.

Assassinos seculares se levantaram de seus túmulos em manifestos e artigos jornalísticos em favor de “Lullapalulla”. O Brasil civil se viu na realidade “Walking Dead” nacional. As facções criminosas do colarinho branco ganharam voz e vez: das prisões comandavam as ruas os interesses da marginalidade pé de chinelo. Irmanada, a bandidagem engravatada do tráfico de influências apoderou-se das riquezas nacionais como se estas fossem direito dela desde o Descobrimento. As riquezas minerais entregues ao capital russo e chinês como se estes fossem os donos do Brasil.

A fixação psicótica de “Lullapalulla” no vil metal justificou a famigerada carência dele em decorrência da origem pobre de ancestralidade miserável. Seus atos vis de corrupção senil se somaram a seus atos falhos. Garantiu a continuidade do caos iniciado em seu mandato com o apoio à eleição de sua paixão leninista: Dilma Troglodita, a Terrorista. E o FHC, talvez tarde demais entendeu (bem entendido) a enormidade de sua alienação Fabiana no ser sócio majoritário nos esquemas de corrupção côncava e convexa de seu “cumpanhêro” de metalfísica.

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