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A TV GLOBO USA O BOM DIA SÃO PAULO PARA ATACAR O PREFEITO JOÃO DÓRIA <<>> E DEIXA O APRESENTADOR CONSTRANGIDO <<>> TUDO POR QUE DÓRIA DEU ENTREVISTA NO PROGRAMA BRASIL URGENTE ONTEM A QUAL FALOU DE SEUS PLANOS DE GOVERNO E DATENA APROVEITOU PARA FALAR " A PONTE SERVE DE CENÁRIO PARA GLOBO E MAIS NADA




RENATO SANTOS  18/01/2017   Sabe aquele ditado ,se não for para ajudar vamos atrapalhar, foi assim o dia de hoje no Bom Dia São Paulo, apresentado pelo RODRIGO BONGARTI nunca via tanto repórter nas ruas logo de manhã . 

E tanto ataque contra o prefeito JOÃO DÓRIA, tudo por que ontem ele deu uma entrevista exclusiva ao apresentador da Band JOSÉ LUIZ DATENA, do Brasil Urgente, quem assistiu deve estar perguntado o POR QUE , tanto ataques. 

Claro que recebe ordens de um grupo de fascistas na direção da globo  que não gostou do que DATENA falou sobre a ponte que serve de cenário para a emissora na Band.

Prefiro fazer o meu blog de que ser escravo de uma emissora e fazer tudo o que eles querem, pois não há liberdade de expressão para quem não conhece a profissão vai falar mal do apresentador, mas deu para perceber em seus olhos o tamanho do constrangimento que ele estava passando ao vivo.



A globo não esta acostumada com a Democracia, e sim por interesses dela, na época de 64 ela apoiou o regime militar e nos anos de 2009 até a queda da DILMA , apoiou os cleptocratas no governo federal, ela precisa de limites, se não fica impossível de fazer um governo que não atenda seus interesses, não se pode atacar um Prefeito, só por que ele foi na outra emissora para falar de seus projetos para uma cidade.

Faz apenas 17 dias que João Dória assumiu a prefeitura de São Paulo. Nesse meio tempo, as manchetes dos mais diversos canais de mídia tentam, a todo custo, achar algo para desqualificá-lo, principalmente usando o fato de ele ser um empresário dono de um patrimônio de aproximadamente R$180 milhões. 

Jornalistas que deveriam, eticamente, informar seus leitores, estão numa briga de foice com a prefeitura. É claro que é importante e crucial criticar as ações de políticos (de todos os políticos, por sinal), a mídia é feita para isso mesmo, mas até que ponto a ideologia de alguns pode fazê-los sucumbir a falta de ética e manipulação de informação? 

O prefeito João Dória nem completou direito os 17 dias e a globo em segundos tenta destruir a sua imagem, para um País que já foi enganado por essa organização que usa o jornalismo para retorcer tudo quando não atendem seus interesses, fica uma pergunta, será que tem haver com os Impostos do IPTU que durante o HASSAB e o HADDAD , não pagaram, e foram beneficiada por esses cleptocratas? A qual Dória pretende receber!. Não outra explicação a não ser essa.

Como todos sabem Dória é um empresário bem sucedido  que entrou na Política e arriscou tudo, para fazer uma gestão diferenciada, dos demais " PES DE CHINELO" , que só queriam roubar para se manter no poder.

João Agripino da Costa Doria Junior, mais conhecido como João Doria Jr. 

(São Paulo, 16 de dezembro de 1957) é um empresário, jornalista, publicitário, político brasileiroe atual prefeito da cidade de São Paulo. 

Ficou conhecido como entrevistador de talk-shows, palestrante e organizador de eventos empresariais. 

É criador e presidente licenciado do Grupo Doria, que reúne seis organizações, dentre as quais o Lide — Grupo de Líderes Empresariais, uma associação que promove eventos pagos, tendo em sua mala-direta 1700 empresas nacionais e multinacionais cadastradas que, segundo o site do Grupo Doria, respondem por 52% do PIB privado brasileiro.

Em 2012, foi eleito uma das 100 pessoas mais influentes do Brasil, segundo a revista Istoé. Em 2016, foi escolhido para ser o candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) para concorrer à Prefeitura Municipal de São Paulo nas eleições de 2016. 

Em 2 de outubro do mesmo ano, foi eleito prefeito da cidade de São Paulo no primeiro turno, fato inédito na história da cidade desde 1992, quando foram realizadas as primeiras eleições municipais em dois turnos no Brasil .


FONTE DE 
PESQUISA 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip
João Doria Jr. nasceu em 16 de dezembro de 1957 na cidade de São Paulo, filho do publicitário e ex-deputado federal João Doria e de Maria Sylvia Vieira de Morais Dias Doria. De origem abastada, descende dos Costa Doria, uma família brasileira do período colonial, cujos membros foram grandes proprietários de terras, senhores de engenhos, militares e políticos da Bahia e Sergipe.[9]
Em meio aos incidentes políticos no Brasil dos anos 1960, Doria Jr. teve uma infância conturbada. Seu pai, publicitário e marqueteiro político,[10]que se elegera deputado federal pelo PDC da Bahia, teve o mandato cassado pelo Ato Institucional nº 1 , logo após o golpe militar de 1964,[11] tendo sido obrigado a permanecer fora do país por dez anos. Exilou-se então em Paris, com Maria Sylvia e os filhos - João e Raul. Dois anos depois, a esposa retorna ao Brasil, com os dois meninos, enquanto ele permanecia na França, onde viria a se graduar em psicologia na Universidade de Paris (1967), obtendo, em seguida, o mestrado, na mesma área, pela Universidade de Sussex, na Inglaterra (1969). [12]
De volta ao Brasil, Maria Sylvia instala uma fábrica de fraldas no bairro de Pinheiros, em São Paulo. O filho mais novo, Raul, ingressa no Colégio Rio Branco, no bairro de Higienópolis, com uma bolsa de estudos, enquanto o mais velho, João, frequenta a Escola Estadual Professora Marina Cintra, na rua da Consolação. Em 1970, aos 13 anos, começa a ajudar sua mãe na fábrica pertencente à família. Mais tarde, através das relações do pai, consegue um estágio com o publicitário Flávio Corrêa, no departamento de Rádio, TV e Cinema de uma agência de propaganda.
Em 1974, João Doria (pai) finalmente retorna ao Brasil, como diretor comercial de uma empresa argentina exportadora de vinhos[12][13]Três meses após sua chegada, Maria Sylvia morre de pneumonia.[14]

Trajetória profissional[editar | editar código-fonte]

Ainda adolescente, estudante de graduação em comunicação social, assumiu uma diretoria na antiga TV Tupi [carece de fontes] iniciando sua jornada no mundo jornalístico televisivo. Em pouco tempo assumiu o mesmo cargo na Rede Bandeirantes, voltou à Tupi, retornou à Band [carece de fontes] e, poucos anos depois, com toda a bagagem adquirida à frente das emissoras de televisão, tornou-se diretor na reconhecida MPM, nesse tempo a maior agência de propaganda do país. Por essa mesma época, formou-se na FAAP e fez vários cursos de gestão empresarial.
Pouco depois de formado em jornalismo e publicidade, aos 21 anos, tornou-se diretor de comunicação da FAAP (1981–1983) e da Rede Bandeirantes de Televisão (1979–1982).
Logo em seguida, ingressaria na vida pública como Secretário de Turismo de São Paulo e presidente da Paulistur (1983–1986), no governo Mario Covas,[15] e presidente da Embratur, no governo José Sarney, ambas empresas estatais da área do turismo.[16][17]
Em 1983, por indicação de Franco Montoro, antigo companheiro de seu pai no PDC e então governador de São Paulo, Doria se tornou Secretário Municipal de Turismo e Presidente da Paulistur, na gestão de Mário Covas como prefeito da cidade de São Paulo (1983 - 1986). Em sua gestão, criou eventos como a Praça Doce e a Rua do Choro. Também oficializou as ruas de lazer na cidade e lançou o Passaporte São Paulo, um programa para ocupar a rede hoteleira da cidade nos fins de semana. Na mesma época, também a pedido de Montoro, teve participação ativa na organização da campanha pelas Diretas Já.[18]
Entre 1986 e 1988, durante o governo Sarney, tornou-se Presidente da EMBRATUR e do Conselho Nacional de Turismo. Em sua gestão criou inúmeras campanhas como "Respeite o Turista" e “O Rio continua lindo”, depois que uma enchente assolou a cidade, principal portão de entrada de estrangeiros no país. Nomeou Pelé como “Embaixador do Turismo Brasileiro", percorrendo diversos países junto ao atleta com o objetivo de promover o Brasil e suas atrações turísticas e culturais. Os críticos, porém, acusam as campanhas publicitárias da EMBRATUR de promover o turismo sexual no Brasil, mediante a intensificação da exposição do corpo feminino, durante a passagem de Doria pela presidência da empresa.[19]
Nos anos 1990 montou a produtora Videomax e dedicou-se a produzir programas de televisão, como Sucesso na Rede BandeirantesBusiness, na Rede Manchete, e Show Business, na RedeTV! e, a partir de 2008, na Rede Bandeirantes.
Doria foi também chairman da Casa Cor (2007–2011), colunista da Revista ISTOÉ Dinheiro (2008–2011), apresentador do reality showAprendiz Universitário[20] (2010) e editor de quase 20 títulos, como as revistas Mulheres Líderes e Meeting & Negócios, entre outras atividades.
Durante alguns anos, Doria Jr. seguiu os passos profissionais do pai e, enquanto publicitário, transitou e esteve presente em algumas das grandes agências de publicidade da época. No final dos anos 80, foi sócio de Luiz Lara e Stalimir Vieira na agência DLS — Doria, Lara, Stalimir. Algum tempo depois, tornou-se sócio da Voice, bem sucedida empresa de Relações públicas da qual se desligou posteriormente para dar sequência ao seu trabalho como empreendedor.
Atuou no mercado editorial pela Doria Editora, publicando diversos títulos segmentados para empresários e público classe A: CaviarEmpresarial, Arena, Fórum & Negócios, Gabriel, Jorge, Mulheres Líderes, Meeting & Negócios, Lide, Lide Varejo, Lide Agronegócios, Lide Sustentabilidade, Líderes do Brasil, Robb Report, Líderes Empreendedores, Marketing Empresarial, Oscar, Saúde e Bem Estar, e Trancoso.
Foi fundador e vice-presidente do São Paulo Convention & Visitors Bureau e também foi a cabeça à frente do Market Plaza[21], bem sucedido shopping sazonal de inverno de Campos do Jordão. Realizou diversos eventos empresariais de grande porte, no Brasil e no exterior, como o Meeting Internacional, Fórum de Comandatuba, CEO’s Family Workshop, Fórum Nacional do Varejo, Fórum Brasileiro da Indústria de Alimentos, Fórum de Infraestrutura e Logística, Fórum Nacional do Esporte, Fórum de Marketing Empresarial e Fórum de Empreendedores, encontros que reúnem dirigentes de empresas de todo o país.
Em 2012, Doria foi incluído entre as 100 pessoas mais influentes do Brasil,[5] pelo quarto ano consecutivo, segundo a revista IstoÉ[22]Dois anos depois, em pesquisa feita pela empresa europeia Merco, publicada no país pela Exame.com[23], aparece como um dos 100 líderes de melhor reputação no Brasil.[24].
Doria é também autor de livros de autoajuda - Sucesso com Estilo e Lições para Vencer" - e assinou uma coluna mensal de negócios na revista Forbes Brasil. Foi também membro do Conselho Deliberativo do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo e conselheiro do MASP — Museu de Arte de São Paulo.

Grupo Doria[editar | editar código-fonte]

O Grupo Doria, do qual João Doria Jr. é fundador e presidente licenciado, é um grupo de comunicação e marketing composto por seis organizações:
  • Lide — Grupo de Líderes Empresariais
  • Doria Administração de Bens
  • Doria Internacional
  • Doria Editora
  • Doria Eventos
  • Doria Marketing & Imagem
Dentre essas, destaca-se a Lide — Grupo de Líderes Empresariais, associação da qual Doria Júnior é fundador e presidente licenciado do Comitê Executivo.[4]Segundo informa o site do grupo Doria, a Lide reúne mais de 1600 empresas nacionais e multinacionais, as quais representam 52% do PIB privado brasileiro. O objetivo declarado da organização é "promover e incentivar as relações empresariais e sensibilizar o apoio privado para educação, sustentabilidade e programas sociais". Basicamente, a Lide organiza debates, seminários e fóruns de negócios com a participação de organizações privadas e autoridades. Em 2015, a inscrição nesses encontros podia chegar a 140 mil reais. Também são cobradas taxas para quem quiser anunciar no evento. A Lide também organiza viagens internacionais orientadas para eventos tais como o Monaco Yacht Show. Enviar um executivo a uma viagem como essa pode custar até 200 mil reais .[14] Para participar desse clube seleto, as empresas desembolsam a quantia simbólica de 10 mil reais ao ano, além dos pagamentos extras. Já a compra de uma cota da Lide pode custar mais de 2 milhões de reais. [25]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Nos anos 1990 montou a produtora Videomax e começou a produzir o programa “Sucesso” na Rede Bandeirantes, a primeira de uma série de vivências que ele teria dentro do formato de entrevistas e talk shows com personalidades dos setores empresarial, social e cultural do país. No ano de 1992 apresentou o programa “Business” na Rede Manchete, que em 1999 seguiu para a RedeTV! com o nome “Show Business”. O programa migrou para a Rede Bandeirantes em 2008, onde permaneceu, construindo um histórico de cerca de 5.000 edições.
Ainda na TV Bandeirantes, Doria também comandou outro programa de entrevistas, o “Face a Face”, mais intimista e também com personalidades de fora do mundo empresarial. Além disso, foi host de um reality show na Rede Record, “O Aprendiz”, que comandou entre 2010 e 2011.

Trajetória política[editar | editar código-fonte]

João Doria Júnior ao lado de Aécio Neves. Em 2001, Doria se filiou ao PSDB.
Em 2001 Doria filiou-se ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), partido fundado em 1988 e com o qual afirma sempre ter tido identificação ideológica e política. Costuma citar o cargo de presidente da Paulistur, na prefeitura de Mario Covas, ainda nos anos 1980, como prova de que seria um tucano de raiz, embora só tenha se filiado ao partido em 2001. Entretanto, seus rivais dentro do partido descobriram que ele votou em Fernando Collor em 1989, quando Covas também era candidato a presidente. Covas teria flagrado Doria usando uma camiseta "colorida" ainda no primeiro turno das eleições.[14]Também presidiu o Conselho Nacional de Turismo (1986–1988).
Em 2007, juntamente com alguns outros empresários e personalidades, liderou o “Cansei”, um efêmero movimento criado por setores da elite brasileira de oposição ao então Governo Lula.[26][27]

Candidatura à prefeitura de São Paulo em 2016[editar | editar código-fonte]

Após uma acirrada disputa nas prévias do PSDB[28], João Doria Jr., considerado um arrivista pelos fundadores do partido, derrotou os concorrentes Andrea Matarazzo e Ricardo Tripoli, sendo eleito como pré-candidato tucano à Prefeitura de São Paulo em 20 de março de 2016, com o apoio fundamental do governador de São PauloGeraldo Alckmin. Inconformado, Matarazzo deixou o PSDB, fazendo duras críticas ao governador e seu protegido.[29][30] Segundo seus oponentes, Alckmin, para ajudar seu candidato, "abriu a temporada de loteamento, dando secretarias aos partidos que se juntaram a Doria". Assim teria conseguido amarrar doze partidos no apoio à campanha, de modo a garantir ao pupilo o maior tempo de exposição na mídia. "O Geraldo [Alckmin] mudou muito de comportamento nos últimos anos no sentido de aceitar más companhias", observou o ex-deputado Arnaldo Madeira, um dos fundadores do PSDB. [14]Teve sua candidatura homologada na convenção partidária, em 24 de julho. [31]
Durante as prévias do PSDB, Doria foi acusado, por adversários de dentro do próprio partido, de abuso do poder econômico, com suposta compra de votos de filiados [30] e intimidação da militância favorável aos seus adversários nas prévias.[14] O advogado de Doria, no entanto, afirmou que o PSDB "foi o único pagador de todas as despesas relacionadas às prévias partidárias."[32][33][34]
João Dória Jr. é o candidato à prefeitura de São Paulo com maior patrimônio. De acordo com declarações enviadas ao TSE pelo candidato, o seu patrimônio é de 179,7 milhões de reais.
Em 3 de setembro, Doria começou a atacar o Partido dos Trabalhadores (PT) em sua propaganda eleitoral, com anúncios parodiando o bordão "Pergunta lá", da rede de postos Ipiranga.[35] Quatro dias depois, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo determinou a suspensão dos anúncios, acatando os pedidos do PT, que alegou escárnio, e da Ipiranga, que alegou "uso indevido do conceito" veiculado em sua campanha publicitária.[36]
Além de novos 32 poupatempos integrando as subprefeituras, Doria propôs uma novidade que passaria a integrar o leque de serviços disponíveis nos postos: o Poupatempo Empreendedor. "Para exatamente valorizar e agilizar os processos de aprovação das empresas. O objetivo do serviço seria entregar um certificado digital em 72 horas, em três dias úteis, para que os novos empreendedores, as novas empresas, possam, certificadas pela Prefeitura, iniciar imediatamente os seus trabalhos". [37]
Dória também teve como proposta a venda do complexo do Anhembi à iniciativa privada e conceder a administração dos museus à iniciativa privada caso seja eleito prefeito da capital. O autódromo continuará sendo autódromo e kartódromo, mas com administração privada o que evitaria gastos excessivos com firmas de segurança e limpeza que vinham ocorrendo no governo de esquerda de Fernando Haddad [38] Segundo o Prefeito, eles custam R$ 400 milhões a cada quatro anos. Esse custo deixará de existir. As arrecadações serão de R$ 4 a R$ 5 bilhões de reais, que serão investidos integralmente em saúde e educação. [39]

Prefeito de São Paulo[editar | editar código-fonte]

Doria foi eleito prefeito de São Paulo no primeiro turno em eleição histórica - pela primeira vez não houve segundo turno na cidade de São Paulo, Doria venceu em quase todas as zonas eleitorais da capital. As exceções foram em Cidade Dutra e Parelheiros, nas quais Marta Suplicy venceu.[7] Como prefeito eleito, participou da seção "Conversa com a Fonte" do III Festival piauí GloboNews em 8 de outubro de 2016, no Colégio Dante Alighieri, em São Paulo.[40]
Em dezembro de 2016, Doria anunciou uma série de cortes em gastos para 2017. Dentre as medidas, estão a redução nos valores dos contratos e no número de cargos comissionados, além da venda da maioria dos veículos oficiais. Os servidores deverão andar de táxi e uber.[41]

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Televisão
AnoTítuloPersonagemNota
1990–92Sucesso[42]Apresentador
1992–2016Show BusinessApresentador
2010–11O AprendizApresentadorTemporada 78
2015–16Face a FaceApresentador

Nota[editar | editar código-fonte]

  1. Ir para cima
     Embora a Constituição Brasileira de 1988 previsse, em seu artigo 77 § 3º, a realização de um segundo turno entre os candidatos mais votados, tal regra não foi aplicada ao pleito de 1988 porque este foi deflagrado antes de promulgada a nova Carta - cujo artigo 16 determina que "a lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência."

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